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3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita à Casa da Memória + Visita ao CIAJG
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. 
 
Horário
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site da Casa da Memória
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors.
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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Concebida em estreito diálogo com o programa museológico do Centro, a ampla intervenção de Christian Andersson (Estocolmo, 1973) reúne um conjunto de peças icónicas e incontornáveis da produção do artista — como são, por exemplo, "Scanner" e "From Lucy with Love", instaladas em duas das salas mais simbólicas do percurso expositivo, as salas 2 e 3 do piso que alberga a coleção permanente — e de peças inéditas, especificamente produzidas para esta exposição.
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00

 

Conceived in intimate dialogue with the CIAJG`s museum programme, this major exhibition of the work of Christian Andersson (Stockholm, 1973) combines a set of iconic and compelling works by the artist – such as "Scanner" and "From Lucy with Love", installed in two of the exhibition`s most symbolic rooms (rooms 2 and 3 of the permanent collection`s floor) – plus brand new works specifically produced for this exhibition.
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
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"Duplo Negativo" é a mais ampla exposição realizada por Miguel Leal (Porto, 1967) em contexto institucional. Nesta intervenção,especificamente concebida para o espaço expositivo do CIAJG, o autor põe em evidência algumas das principais caraterísticas do seu trabalho — sensibilidade ao espaço e ao tempo, atenção à construção do dispositivo e às condições de apresentação e uma capacidade discursiva marcada pelo engenho narrativo.
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
"Double Negative" is the biggest-ever exhibition of the work of Miguel Leal (Porto, 1967) in an institutional context. In this intervention, specifically designed for the CIAJG`s exhibition space, the author highlights some of the main features of his oeuvre – sensitivity to space and time, attention to construction of the device and the presentation conditions, and a discursive capacity marked by narrative ingenuity.
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
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Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Lógica circular, eterno retorno, repetição e diferença: a nova montagem da coleção permanente, vigente durante o ano de 2018, regressa ao mapa delineado pela exposição inaugural do CIAJG, “Para além da história”.
Trata-se de prosseguir um projeto sem tempo plenamente consciente do tempo em que é realizado, afirmativamente contemporâneo sem ser exclusivamente constituído por objetos de arte contemporânea. A sua natureza é ser transversal, poroso, impuro, aberto e circular, procurando nexos, relações, permanências; por outras palavras, sonda o impercetível que o tempo histórico, tão marcado por uma memória seletiva e fatalmente grosseira, acaba por expurgar.
 
Obras de José de Guimarães, Vasco Araújo, f.marquespenteado, Ernesto de Sousa, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Jaroslaw Fliciński, Mumtazz, Jorge Feijão, Christian Andersson
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Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Circular logic, the eternal return, repetition and difference: the new montage from the permanent collection on display in 2018 returns to the map drawn out in at the inaugural exhibition at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, “Beyond History”.
The notion is to follow a timeless project but fully aware of the time frame in question, affirmatively contemporary without being exclusively made up of contemporary art objects. Its nature is porous, impure, open and circular, seeking out possible nexus, relationships, and points of permanence; in other words, it probes the imperceptible that historical time – so marked by a selective and fatally vulgar memory – manages to purge in the end. 
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2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Com a exposição de André Príncipe, o Centro Cultural Vila Flor pretende dar a conhecer uma obra que, inexplicavelmente, não tem a merecida visibilidade. As fotografias de André Príncipe combinam pensamento, utopia, esperança, consciência, sonho, imaginação... embora assumam estes elementos de forma velada, como sombras informes, fantasmas.
Os temas abordados expandem-se em diversas direções, vestígios de um mundo imperfeito, impuro, injusto, cruel... com o qual o artista se confrontou, por vezes de maneira violenta. A realidade dos factos em cada representação age por contraposição, tentando inverter a ordem estabelecida pelo discurso politicamente correto. As imagens dirigem-se às pessoas, propondo soluções alternativas indiretas ou ideias de mudança invertidas; não podendo escapar ao exterior, misturam-se com ele, ficando anos e anos submersas em composições subjetivadas, num inconsciente escondido, calado, anónimo... 
 
Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
With the inauguration of the André Príncipe exhibition, the Vila Flor Cultural Center is aiming to present the work of an artist who, inexplicably, has not yet earned the level of visibility that he deserves. André Príncipe`s photographs bring together thought, utopia, hope, awareness, dreaming, and imagination even though these elements may assume the form of shapeless shadows and ghosts in a veiled way.
The themes in question go off into different directions, the vestiges of an imperfect, impure, unjust and cruel world that confronts the artist, and many times violently. The reality of the facts in each representation acts in counter-position, trying to invert the order established by politically correct discourse. The images are directed at people, proposing alternative or indirect solutions or inverted ideas for change; unable to escape the exterior they blend with him, remaining for years and years submersed in subjective compositions in a hidden, silent, anonymous unconsciousness…
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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
LOCAL Black Box do Centro Internacional das Artes José de Guimarães

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Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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“Speaking of Chance” é um espetáculo audiovisual de André Gonçalves, Lloyd Cole e Luís Fernandes, cuja estreia absoluta acontece em Guimarães.

O uso do termo “aleatoriedade” no contexto da composição musical disseminou-se a propósito da música dos séculos XX e XXI, através de nomes como John Cage, Pierre Boulez, Brian Eno ou Morton Feldman. Contudo já W.A. Mozart, de certa forma, recorria a este conceito nas suas improvisações. É esta herança que serve como ideia basilar para “Speaking of Chance”, espetáculo audiovisual de André Gonçalves, Lloyd Cole e Luís Fernandes. Operando, em palco, uma armada de sintetizadores modulares, o trio recorre a técnicas de aleatoriedade controlada para esculpir um universo sonoro imersivo e etéreo baseado em padrões rítmicos, harmónicos e melódicos gerados pelas máquinas de acordo com as limitações que lhes são impostas. O acaso tratará de assegurar um resultado tão único quanto irrepetível.

“Speaking of Chance” is an audio-visual by André Gonçalves, Lloyd Cole and Luís Fernandes whose world première is set for Guimarães.
The use of the term “randomness” in the context of musical composition has become more widespread in the 20th and 21st centuries thanks to such names as John Cage, Pierre Boulez, Brian Eno and Morton Feldman. However, to a certain extent Mozart is also an example of this concept given his Improvisations. It is this legacy which serves as the foundation for “Speaking of Chance”, an audio-visual performance by André Gonçalves, Lloyd Cole and Luís Fernandes. Using a veritable battery of modular synthesizers on stage, the trio uses controlled randomness techniques to sculpt a universe of immersive and ethereal sound based on rhythmic, harmonic and melodic patterns created by the equipment, yet still within the limitations imposed by them. The randomness will guarantee a result that is as unique as it is unrepeatable. 
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Composição e ideia original André Gonçalves, Lloyd Cole, Luís Fernandes
André Gonçalves sintetizador modular
Lloyd Cole sintetizador modular
Luís Fernandes sintetizador modular
Duração 60 min.
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Maiores de 12
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“O Outro de Nós” é uma caminhada na orla do abismo.
Quantas pessoas têm a coragem de procurar entender o mistério que são os outros que existem em si? O mistério que é existir nos outros? Não são assim tão poucas. Em primeiro lugar deixamo-nos inspirar pelas palavras do Raul Brandão para desnovelar as nossas próprias palavras, pelos pensamentos do Bernard Stiegler, do Gil, do Fals-Borda, para deixar fluir os nossos próprios pensamentos. Entoamos e ouvimos os arquivos vivos das memórias sonoras que nos rodeiam e tantas outras vozes que completam as peças deste enorme puzzle, que somos nós e os outros. Depois da fome, da miséria, do fascismo e da guerra, das escravaturas do passado e das austeridades do presente, talvez tenha sido enquanto se cantava ao desafio na sala do museu, que tenhamos encontrado a coragem para olhar para o abismo e dar um passo em frente. Agora, felizmente, não temos outra alternativa que não, juntos, voar. Felizmente, não somos assim tão poucos.
 
Após o espetáculo
CCVF / Foyer do Grande Auditório
Há Conversa com...
Outra Voz
 
“O Outro de Nós” (“The Other of Us”) is treading a path on the edge of the abyss.
How many people have the courage to go in search of the mystery that are the others that exist inside themselves? The mystery that is our existing in others? There truly are not that many. First, we must allow ourselves to be inspired by the words of Raul Brandão in order to unravel our own words or by the thoughts of Bernard Stiegler, of Gil, or of Fals-Borda to let our own thoughts flow outward. We intone and hear the living archives of the sound-memories which surround us as well as the other voices which add the pieces to this enormous puzzle, which is the idea that we are ourselves and we are others. After all the hunger, the misery, the fascism and war, and slavery from the past and the austerity of the present, perhaps it was while we were being called to the challenge in the halls of a museum that indeed found the courage to look into the abyss and take a step forward. Now, fortunately, we have no other alternative than to all set off flying into the air together. Fortunately, there are more of us than you might imagine.  
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Direção Artística da criação coletiva, Dramaturgia e Encenação José Eduardo Silva
Direção e coordenação do projeto Carlos Correia
Direção Musical Marisa Oliveira
Desenho de Som João Guimarães
Desenho de Luz Pedro Vieira de Carvalho
Desenho de Figurinos e Adereços Inês Mariana Moitas
Produção Executiva Inês Gregório/Pé de Cabra
Textos Originais de Alexandre Moreira, Catarina Lacerda, Helena Sousa, José Eduardo Silva, Ricardo Faria
Intérpretes Abílio Lima Freitas, Alexandre Ferreira Moreira, Alexandre Mendes Teixeira, Alexandrina Maria Mendes Freitas, Ana Carvalho, Ana Esmeralda Faria da Silva Mendes, Ana Fernandes Pereira, Ana Maria Pimenta, António Mendes Pinto, Armando Augusto da Silva Fernandes, Benjamin Rodrigues Machado, Camila de Macedo, Carla Maria Freitas Silva, Carmen Maria Teixeira da Silva, Carminda Castro, Carolina Cristina Silva Ferreira, Carolina Pacheco Martins, Casimiro Martins, Daniel Henriques, Delfina da Silva e Castro, Domingos Luis Freitas Abreu, Domingos Ribeiro, Elsa Maria Pereira da Cunha Azevedo, Francisco Sousa Faria, Isabel Lemos, João Faria Ribeiro, João Miguel Ribeiro Lima Carneiro, Jorge Almeida Ribeiro, José Flávio Ferreira Cunha, José Maria Silva Gomes, Josefa Silva Matos, Josefina Maria Magalhães Araújo, Laurinda de Matos Salgado, Ludovina Vieira Martins, Manuel Costa Cunha, Manuel Ribeiro Gonçalves, Maria Adelaide Oliveira Pereira, Maria Alice Cardante, Maria Anjos Fernandes Vinhas, Maria Antónia Lopes, Maria Aurora Machado da Silva, Maria Carmo Almeida Ribeiro, Maria Carmo Macedo Rodrigues Batista, Maria Celeste Ferreira Pinto, Maria Céu Silva, Maria Conceição Costa, Maria Conceição Oliveira Martins, Maria Conceição Silva Peixoto, Maria Dias Moreira Pinheiro, Maria do Carmo Mendes Moura, Maria Emília Pereira Abreu, Maria Esperança C. Silva, Maria Fátima Costa Machado, Maria Fernanda Castro, Maria Fernanda Freitas, Maria Filomena Freitas Gonçalves, Maria Goretti M. G. Ferreira, Maria Helena Xavier e Sousa, Maria Isabel Alves Oliveira, Maria José Lima, Maria Lúcia Machado da Silva, Maria Ludovina Correia Silva, Maria Nazaré Cotas, Maria Rosário Macedo, Maria Silva Oliveira, Paula Castro, Pureza Silva, Ricardo Manuel de Oliveira Faria, Rosa Martins Silva, Serafina Conceição Ribeiro, Teresa Cunha Fernandes Marques, Victor Manuel Pereira Abreu
Ensaiador 1 Madalena Gonçalves
Ensaiador 2 João de Guimarães
Ensaiador 3 Marisa Oliveira
Recolha Musical e Etnográfica Pedro Almeida
Composição Rui Sousa
Apoio à Encenação Catarina Lacerda
Apoio à Produção Maria Rui Sampaio, Carla Silva
Apoio à Sonoplastia Vocal Teresa Melo Campos
Registo fotográfico Ivo Rainha, Madalena Gonçalves
Registo vídeo “Os Fredericos”
Registo áudio Quico Serrano, Rolando Ferreira
Comunicação Sara Cunha, Beatriz Vasconcelos
Design de comunicação Cláudio Rodrigues, Marina Mota, OOF Design
Criação original Outra Voz - Associação Cultural
Apoio Município de Guimarães
Coprodução A Oficina e Teatro do Frio 
Parceiros Regulares [Outra Voz] Academia de Bailado de Guimarães, ADCL de S. Torcato, Casa do Povo de Briteiros, Cor de Tangerina, Escola dos Gambozinos, Junta de Freguesia de Lordelo, Junta de Freguesia de Pevidém, Junta de Freguesia de Nespereira.
Parceria audiovisual “Os Fredericos”
Agradecimentos Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda, Helena Santos, Junta de Freguesia de S. Torcato, Junta de Freguesia de Briteiros, Santa Casa da Misericórdia de Guimarães, Sofia Sampaio, Rodrigo Malvar, Rosário Costa
A investigação de onde decorre este espetáculo está a ser apoiada por fundos nacionais através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e pelo Fundo Social Europeu, através do Programa Operacional do Capital Humano (POCH) do Portugal 2020 (BPD com a ref. SFRH/BPD/100638/2014)
Duração 90 min. aprox. s/intervalo
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Maiores de 12
Entrada livre
O Espaço Oficina tem sido um espaço de trabalho regular para a Licenciatura em Teatro ILCH-UM. LAB’UM é agora o nome assumido desta colaboração com A Oficina que passa também a acolher projetos de alunos e ex-alunos em vias de profissionalização. Para abrir este primeiro ano de LAB’UM, os FGV’s acolhem uma mostra (off?) que se torna uma radiografia dos estudantes e licenciados de teatro de/em Guimarães.
Laboratórios da Licenciatura em Teatro ILCH-UM
Espaço Oficina
 
Lab 6 (3º ano) com Victor Hugo Pontes
Aula Aberta: 30 maio, 21h30
 
Teatro e Música (3º ano) com Pedro Telles
Apresentação: 05 junho, 21h00
 
Lab 2 (1º ano) com Joana Providência
04 a 08 junho
Aula Aberta: 08 junho, 17h00
 
Lab 4 (2º ano) com Vera Mantero
11 a 15 junho
 
Projetos independentes | Licenciatura em Teatro ILCH-UM | 3º ano (Finalistas) 
Estudos de Interpretação IV (Coordenação Geral: Tiago Mora Porteiro)
 
04 junho, 19h00
Espaço Oficina
P.S. Tens a P*la pequena
Texto e encenação: Mariana Costa
Criação e interpretação: Adriana Oliveira, Carolina Veiga, Lara Linhares, Nuno Neves 
 
04 junho, 21h00 
Centro Avançado de Formação pós-graduada, Um (Couros) 
Porta Branca
Criação e interpretação: Cátia Gonçalves, Joana Topa, Rui Moreira
 
08 junho, 19h00 
09 junho, 23h00
CAAA 
Desistencialismo – em exposição
Texto e encenação: Inês Sousa
Criação e interpretação: Francisca Sarmento, Sílvia Fernandes, Sónia Ribeiro, Stiven Munévar
 
08 e 09 junho, 15h00 
Laboratório das Artes (Toural)  
Ambienciar(se)
Criação e interpretação: Leonor Coelho e Vanessa Bressan
Fragmentos textuais: Maria Gabriela Llansol
Técnica e sonoplastia: Johnny Ricardo 
*Lotação: 15 pessoas, sessões contínuas de acordo com o público existente
 
12 e 13 junho, 21h00
Espaço Oficina
Once upon the time. Où est la felicité? 
Encenação: Miguel Martins 
Texto (adaptação de): “Às vezes quase me acontecem coisas boas quando me ponho a falar sozinho” de Rui Pina Coelho (2013)
Interpretação: Diana Silva, Inês Guedes e Raquel Silva
 
Apresentações de alunos e ex-alunos da Lic. em Teatro ILCH-UM
09 junho, 16h00 às 19h00
Espaço Oficina
 
Agarra(me)
Criação e Encenação: Eva Sofia Ribeiro
Dramaturgia: Eva Sofia Ribeiro e Mariana Dixe
Interpretação: Francisca Sarmento, Mara Santos, Sílvia Fernandes e Patrícia Valente
Assistência de Encenação, Apoio técnico e Apoio Moral: Mariana Dixe
Apoio Técnico e Audiovisual: Diogo Claro
Agradecimentos: Rute Isabel Fernandes
Duração: 45 min.
 
Soy yo
Criação e Interpretação: Bárbara Fonseca e Marta Ferreira (nomes fictícios)
Duração: 35 min
 
Baal
Dramaturgia: Mara Santos e Miguel Rodrigues
Encenação: Miguel Rodrigues
Interpretação: José Dias, Mara Santos, Rui Moura
 
Psss…
Criação Zacarias Gomes
Interpretação: Marta Ferreira e Zacarias Gomes
Direção de atores: Rute Fernandes
Agradecimentos: Francesca Rayner e Gabriela Anderson
Duração: 30 min.
 
Apresentações de alunos e ex-alunos da Lic. em Teatro ILCH-UM
16 junho, 16h00 às 19h00
Espaço Oficina
 
Incómodo
Encenação e Dramaturgia: Nelma Silva e Sabrina Rebelo
Interpretação: Raquel Ferreira e Tatiana Silva
Duração: 20 min. 
 
Mutações
Criação e Interpretação: Beatriz Lemos, João Costa, Laura Aires e Rita Pinto
Duração: 13 min.
 
Nefertiti
Criação: Miguel Martins
Interpretação: Charles Birch, Leonor Coelho, Miguel Martins, Vanessa Bressan
Duração: 35 min.
 
Wanna Brit´ - Dirty Names
Criação e Interpretação: Di le Fay 
Duração: 5 min. 
 
The American Dream
Encenação: Nii Ribeiro 
Dramaturgia: Nii Ribeiro e Rui Moreira
Interpretação: Adriana Oliveira, Inês Guedes, Nuno Neves e Stiven Munévar
Duração: 35 min.
 
Wanna Brit´ - Devil Toby welcomes you to Hell
Criação e Interpretação: Di le Fay
Duração: 3 min. 
 
Blackbird
Criação: Beatriz Ribeiro
Interpretação: João Malheiro e Nelma Silva
Duração: 20 min. 
The Espaço Oficina has been a regular working space for students pursuing a Degree in Theatre ILCH-UM. LAB’UM is now the name adopted by this collaboration with Oficina which also welcomes projects from students and former students who are just starting out their careers. For the first year of LAB’UM, the Gil Vicente Festivals welcomes an exhibition (off?) that takes an X-ray style look at the students and graduates of theatre in and from Guimarães.
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Todas as idades

Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de junho de 2018.

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2,00 EUR
Há coisas obviamente importantes que dançam e são protagonistas do baile da vida, lembramo-nos imediatamente da Natureza, dos seus elementos, das virtudes... mas chegarão também coisas insignificantes, outras inúteis, outras que não passam de detalhes. E como se não bastasse, chegarão ainda coisas indesejáveis, dificuldades e tristezas e dores. E serão todas estas coisas, coisas importantes.
Local CCVF / Pátio Interior
Público-Alvo Maiores 6 anos
Duração 60 min.
Lotação 5 turmas / 125 pessoas
Espetáculo integrado no MAIS DOIS - Programa de Aprendizagem na área das Artes Performativas
 
Para mais informações contacte-nos através do número de telefone 253 424 700 ou por e-mail para mediacaocultural@aoficina.pt
There are obviously important things that would dance about as the leading players at the elegant dress ball of life, and we may immediately conjure the grace of Nature and its elements and virtues. Yet also appearing may be those other insignificant things that have practically no use and are relegated to trivial detail.
And if that weren`t enough, undesirable notions such as hardships and sadness and pain may also arrive. And all of these things would be quite important indeed.
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Texto Afonso Cruz
Encenação Joana Providência
Interpretação Catarina Gomes
Composição e Interpretação de Concertina Tiago Candal
Figurinos Cátia Barros
Cenografia Cristóvão Neto
Som Fábio Ferreira
Fotografias Pedro Figueiredo
Divulgação Nuno Matos e Raquel Sousa
Direção de Produção Glória Cheio
Produção Executiva Rosa Bessa
Um espetáculo ACE Teatro do Bolhão
Coprodução Centro Cultural Vila Flor e EGEAC/Maria Matos Teatro Municipal
Parceria Fundação Lapa do Lobo
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Andreia Martins fundou e dirige a Associação Coolpolitics onde desenvolve e coordena projetos de capacitação cívica e política para jovens, bem como projetos na área da literacia para os media.
É igualmente consultora na empresa Comned.org fazendo a ponte entre a indústria vimaranense e o mercado holandês, onde se formou em Design de comunicação e onde trabalhou por mais de 10 anos. Veio para Guimarães em 2010 onde integrou a equipa de projeto, comunicação, relações públicas e internacionais da Capital Europeia da Cultura. É a guia de visita da CDMG de junho.
 
Consulte o site da Casa da Memória
Andreia Martins is the founder and present Director of the Associação Coolpolitics where she develops and coordinates civics- and politics-based projects for young people as well as literacy projects for the media.
She also works as a consultant for the company Comnned.org in which she is the liaison between local Guimarães businesses and the market in the Netherlands, where she took a degree in the Communications Design and where she worked for more than 10 years. Ms. Martins moved to Guimarães in 2010 to become part of the communications, public relations and international relations team for the 2012 European Capital of Culture, and this month she will lead us on the Guided Tour.
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Todas as idades
O Gangue de Guimarães chega de novo para ocupar (pacificamente) os Festivais Gil Vicente, repetindo o formato inaugurado em 2017 – artistas em residência em Candoso, dramaturgos em Oficina no Vila Flor. No final, os Festivais prolongam-se até domingo, 17 de junho, para um encontro, aberto ao público, onde os projetos em residência e os dramaturgos se revelam um pouco. E acabamos todos à sombra das árvores do Centro de Criação de Candoso em animado debate.
04 a 17 junho
Centro de Criação de Candoso
Residências Artísticas
Artistas do Gangue escolhidos por convocatória
 
04 a 17 junho
CCVF / Palácio Vila Flor  
Oficina de Dramaturgia
Com Miguel Castro Caldas para dramaturgos do Gangue e da Rede TO
 
17 junho
Centro de Criação de Candoso / 15h00-18h00
Encontro final – apresentações finais das residências / debate
The "Guimarães Gangue" has once again arrived to peaceably invade the Gil Vicente Festivals, repeating the format they inaugurated in 2017 – artists-in-residence in Candoso, playwriting workshops at Vila Flor.
The festival will run until Sunday, June 17th, with an encounter open to the public with the projects developed by the playwrights during the artistic residency will be shown a bit. And we’ll all wrap things up in the shade at the Candoso Creation Centre for a lively debate. 
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Esta edição dos Festivais Gil Vicente foi construída a partir de um eixo geográfico simbólico, no qual experiências limite se vão desenrolar.
Limite para o próprio teatro, que a partir do texto ensaia a tentativa de exploração de um intervalo particular situado entre o ver e o ler em “Se Eu Vivesse Tu Morrias”.
Limite para o amor, que representado numa feira por “Casimiro e Carolina”, em contexto de crise e depressão – um paralelo à realidade atual – parece não sobreviver à rutura, para que levantemos uma questão sem demoras: é possível amar em tempos de crise?
Limite por nos colocar na fronteira entre o real e o absurdo, em “Perplexos”, onde o constante jogo de reformulações nos provocará inquietação.
Limite pela distopia planetária que se aproxima em galope vertiginoso e da qual importa refletir sobre como enfrentá-la também, enquanto ato de cidadania em “Pulmões”.
E talvez a mais limite de todas, a perda da memória. O que fazer então quando tudo nos foge ao controlo? Possivelmente mover as nossas lembranças para uma zona de luz, tal como nos sugere a peça “Sobre Lembrar e Esquecer”.
Finalmente, e para que a experiência ultrapasse todos os limites, assistiremos a uma peça invisível que só poderá ser vivida por pessoas de bem. Uma trama urdida pelo próprio público que acaba a tomar a cena face à inexistência de espetáculo. Tudo isto a partir de “Retábulos” misturados de Miguel Cervantes e Jacques Prévert.
Mais do que nunca, esta arte de corpo vivo nada deixará por explorar. Escolham-se por isso os caminhos mais convenientes e tome-se o teatro enquanto espaço público de debate, porque na realidade nasceu para tal fim. 
Rui Torrinha
 
ASSINATURA GERAL (todos os espetáculos)
25,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 4 ESPETÁCULOS (à escolha)
20,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 ESPETÁCULOS (à escolha)
15,00 eur | COMPRAR
 
PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
4,00 eur
This edition of the Gil Vicente Festivals was built upon a symbolic geographical axis where certain boundary experiences will play out.
This is a boundary for the theatre, which based on the text, attempts to explore the distinctive space between ´seeing` and ´reading` in “If I Lived, You Would Die” (“Se Eu Vivesse Tu Morrias”).
This is a boundary for love, which, represented in the festive setting of “Casimir and Caroline,” in the context of crisis and depression (and indeed comparable to our present reality) seems unable to survive the rupture which urgently raises the question: can two people fall in love in a time of crisis? 
This is a boundary which places us on the edge between what is real and absurd, as in “Perplexos”, where the constant interplay of reformulations will cause significant anxiety.
This is a boundary of planetary dystopia, which comes in a dizzying gallop and causes us to reflect upon how we should face the acts and actions of citizenship in “Lungs” (“Pulmões”).
And perhaps surpassing all boundaries, we note the loss of memory. What can we do when everything is out of our control? Perhaps we should move our memories to that light-filled space, as is suggested by the show, “On Remembering and Forgetting” (“Sobre Lembrar e Esquecer”).
Finally, and so that our experience can transcend all boundaries, let`s enjoy the ´invisible` play that can only be truly seen by honest folk. A plot woven by the audience, who have to take over the stage because the show in fact doesn`t ´really` exist. This is where “Retábulos” comes from, blending Miguel de Cervantes and Jacques Prévert.
More than ever, this art of the body will leave nothing that has yet to be explored. Thus, make your choices as to the most convenient paths you’d like to take and enjoy the theatre as a public space for debate since it was indeed born for this very reason. 
Rui Torrinha
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7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
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Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
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Sócios do CAR – Círculo de Arte e Recreio
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Um casal na casa dos trinta discute, durante uma ida ao IKEA, a possibilidade de ter um filho e do impacto que isso terá neles e no planeta.
Uma conversa casual e inesperada que produz consequências cataclísmicas. “Pulmões” não é explicitamente uma peça sobre as mudanças climáticas. É uma peça sobre pessoas, confrontadas com uma possibilidade inesperada que as leva a reavaliar o resto das suas vidas e a lidar com a sensação de que é difícil imaginar um futuro reconhecível, um manual de instruções para a vida que as espera. 
 
Após o Espetáculo
CCVF / Foyer Pequeno Auditório
Há conversa com...
Luís Araújo
 
ASSINATURA GERAL (todos os espetáculos)
25,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 4 ESPETÁCULOS (à escolha)
20,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 ESPETÁCULOS (à escolha)
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PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
4,00 eur
A thirty-something couple discusses, while shopping at IKEA, whether they should have a child and the impact that will have on them and on the planet.
This casual and unexpected conversation will have cataclysmic consequences. “Pulmões” is not explicitly about climate change. It is a play about people who find themselves confronted with an unexpected possibility that causes them to re-evaluate the rest of their lives and deal with the feeling that a recognisable future is hard to imagine, that there is no user`s guide for the life that awaits them.
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De Duncan Macmillan
Tradução Fernando Villas-Boas
Encenação Luís Araújo
Cenografia e vídeo António MV
Desenho de luz Nuno Meira
Sonoplastia Pedro Augusto
Interpretação Maria Leite, Luís Araújo
Produção Ao Cabo Teatro
Duração 1h45 min. aprox. s/intervalo
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Maiores de 16
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2,50 EUR (Cartão Rede TO)
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Uma companhia de teatro itinerante chega à cidade e apresenta um espetáculo invisível, aliás, que só pode ser visto pelas pessoas honestas.
Esse espetáculo que não existe faz com o público suba à cena e se torne a verdadeira trama. Criado em conjunto com os alunos das Oficinas do Teatro Oficina, a cidade acaba por ser a grande protagonista desta criação, em mais um projeto intensamente participativo da Companhia de Teatro de Guimarães.
 
ASSINATURA GERAL (todos os espetáculos)
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ASSINATURA 4 ESPETÁCULOS (à escolha)
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PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
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An itinerant theatre company has arrived in the city and will perform a show that is invisible, that is to say, it can only be seen by honest folk.
This show (which does not exist) asks the audience to come up to the stage and make the plot real. This joint creation, involving the students who have been participating in the Teatro Oficina Workshops, has identified the city as the great protagonist in yet another intensely participatory performance from the Guimarães Theatre Company.
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Retábulos 
Guião João Pedro Vaz e Nuno Preto
A partir d`O Retábulo das Maravilhas de Miguel de Cervantes (1615) e Jacques Prévert (1935) e de alguns poemas soltos do primeiro
Encenação Nuno Preto com a colaboração de João Pedro Vaz
Cenografia e figurinos Sara Vieira Marques
Luz Nuno Meira
Canção Samuel Coelho
Com Carolina Amaral*, Nuno Preto*, Rebeca da Cunha* e os alunos das Oficinas do Teatro Oficina
Retábulo das Maravilhas
Albertina Castro, Ana Elisa Castro, Ana Francisca Ribeiro, Ana Rita Ribeiro, Ana Sofia Costa, Ana Sofia Gonçalves, Andreia Santos, Beatriz Araújo, Beatriz Rodrigues, Carolina Paredes, Iola Castro, Isabel Fernandes, Joana Ribeiro, Joaquim Pedro Silva, Maria Leonor Ferreira, Nuno Pacheco, Renato Bacêlo, Alexandre Nunes, António Matos
Retábulo do Protesto
Carla Sofia Rodrigues, Catarina Silva, Maria Rita Matos, Sara Fonseca
Retábulo dos Novos 
Alice Contreiras, Ana Isabel Dias, Ana Luísa Cunha, Andreia Contreiras, Marcela Abreu, Clara Matos, Ivana Marques, Maria Matilde Simões
Retábulo das Crianças
Alda Ribeiro, Bruna Filipa Fernandes, Camila Leite, Francisca Castro, Helena Moreira, Inês Sampaio, Inês Ribeiro, Isabel Gonçalves, José Miguel Fernandes, Leonor Simões, Lucas Oliveira, Maria Frederico Vieira, Maria Leonor Cardoso, Marta Silva, Pedro Lobo, Tomás Pereira
Duração 70 min. aprox. s/ intervalo
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Maiores de 12
 
Oficinas do Teatro Oficina 2017-18
Formador Nuno Preto
Módulos Extra Cheila Pereira*, Cláudio Vidal*, Bruno Laborinho* e Daniela Freitas*
 
* atores, atrizes e formadores do Gangue de Guimarães
Para escutar e observar, para re-escutar e re-observar, para reconfigurar, redimensionar, para reutilizar e revalorizar, para descobrir e redescobrir, para fazer e refazer, para experimentar, para tocar.
Este é o processo de contacto com um estranhofone, dispositivo com potencial sonoro invulgar ou dissemelhante. Para construir esta estranhofonia, usam-se barulhos marginais e objetos fora de prazo. E, para dar o tom, há que operar som e objeto, abstrato e concreto, música e escultura, objeto falante e objeto cénico. No final, apresentam-se melodias e outras estranhezas em público.
 
Local Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Público-alvo Jovens 6 – 15 anos
Duração 22 horas e 30 minutos
Lotação 16 participantes
Preço 30,00 eur (sem almoço) / 55,00 eur (com almoço)
Horário Acolhimento 09h00-10h00 | Oficina 10h00-12h30 e 14h30-16h30 | Saída 17h00-18h00
Apresentação pública final sábado 14 julho, 16h00
Inscrição até 02 de julho, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário
disponível no site www.ciajg.pt
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
To listen and observe, to re-listen and re-observe, to reconfigure, to redimension, to reuse and re-value, to discover and rediscover, to do and redo, to experiment and to touch.
This is what happens when you come in contact with a ´strange-o-phone`, a device with an unusual potential for odd or dissimilar sounds. To build this ´strange-o-phone`, marginal sounds and out-dated objects will be used. And to give it tone, we need to operate both sound and object, abstract and concrete, music and sculpture, speaking object and scenic object. The end result appears when melodies and other bits of peculiarities are performed in public.
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7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
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Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Sócios do CAR – Círculo de Arte e Recreio
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Prémio SPA 2017 para Melhor Texto Português Representado, “Se Eu Vivesse Tu Morrias” tem o caráter de um ensaio, de uma tentativa, de uma investigação.
Trata-se da exploração de um dos limites do teatro: o texto, que é entregue ao público no início da peça. Os espetadores poderão alternar entre a leitura e a visão da representação. O espetáculo acontece precisamente nesse intervalo particular: entre ler e ver, entre o livro e o palco, na intermitência da atenção do espetador, entre o levantar e o baixar da cabeça, num movimento de gola. 
 
Após o Espetáculo
CCVF / Foyer Pequeno Auditório
Há conversa com...
Miguel Castro Caldas
 
ASSINATURA GERAL (todos os espetáculos)
25,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 4 ESPETÁCULOS (à escolha)
20,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 ESPETÁCULOS (à escolha)
15,00 eur | COMPRAR
 
PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
4,00 eur
The recipient of the 2017 SPA Award for the Best Portuguese Text Performed on Stage, “Se Eu Vivesse Tu Morrias” (“If I Lived, You Would Die”) has a rehearsal-style character to it, one reflecting a sort of endeavor or investigation.
This is about exploring one of the limits of the theatre – the text, which is handed over to the public at the beginning of the performance. The audience can alternate between reading and viewing the performance. The show takes place precisely in that specific gap: between reading and viewing, between the book and the stage, in the intermittence of the spectator`s attention, between the raising and the lowering of the head, in the movement of a nod. 
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Conceção Miguel Castro Caldas, Lígia Soares e Filipe Pinto 
Direção e texto Miguel Castro Caldas 
Criação, interpretação e figurinos Lígia Soares, Miguel Loureiro e Tiago Barbosa 
Criação, cenografia, imagem, figurinos Filipe Pinto 
Criação, som, vídeo, luz Gonçalo Alegria 
Direção técnica Cristovão Cunha 
Criação e assistência aos ensaios Catarina Salomé Marques 
Pré-produção Marta Raquel Fonseca 
Produção executiva Vânia Faria 
Gestão e Difusão [PI] Produções Independentes
Coprodução Fundação Caixa Geral de Depósitos - Culturgest e Fundação GDA
Apoio à produção Polo Cultural das Gaivotas - CML, AND_Lab, Research on Art-Thinking & Togetherness, Máquina Agradável - Associação Cultural, Enseada Amena - Associação Cultural, O Espaço do Tempo
[PI] Produções Independentes é uma estrutura apoiada pela República Portuguesa – Ministério da Cultura / Direção-Geral das Artes
Agradecimentos Ana Matoso, António Gouveia, Bruno Humberto, Fernanda Eugénio, Marta Rema, Miguel Cardoso, Susana Gonçalves
Duração 90 min aprox. s/ intervalo
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Maiores de 16
Entrada livre
A exposição "Pergunta ao Tempo" é o resultado de um longo processo de investigação sobre o património cultural, desenvolvido pelas crianças do 4º ano dos 14 agrupamentos de escolas do concelho de Guimarães.
O património cultural local, na sua materialidade e imaterialidade, a reflexão sobre a memória e as formas como a representamos, recolhemos e tratamos, envolveram as crianças, as suas famílias, os/as professores/as e a comunidade local. Dentro da própria exposição permanente da Casa da Memória, os objetos, as histórias e os testemunhos recolhidos pelas crianças coabitam e dialogam com cada um dos núcleos expositivos.
 
Inauguração da Exposição
Terça 12 junho, às 10h00 e às 14h00
 
Consulte o site da Casa da Memória

The exhibition Pergunta ao Tempo (“Asking Time”) is the result of a long process of researching the local cultural heritage, carried out by 4th grade students from 14 primary schools in the Concelho (County) of Guimarães. Cultural heritage (in its material and immaterial nature) and the reflection on memory and the forms we use to represent, collect and treat it, were themes which involved the children, their families, the teachers, and the local community. In the Casa da Memória`s permanent collection, the objects, stories, and testimonies collected by the students cohabitate and enter a dialogue with each one of the exhibition areas.
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Coordenação Marta Silva
Acompanhamento Raul Pereira
Apoio Criativo Matilde Seabra e Rita Faustino
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7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
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Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Casimiro e Carolina”, de Horváth, fala sobre as sequelas da crise de 1929, a fazer lembrar esta que ainda atravessamos.
A depressão é grande, o desemprego elevado, mas apesar das medidas de austeridade tomadas pelo governo as personagens encontram-se numa festa da cerveja, para se divertirem, beberem e esquecerem os problemas. Casimiro e Carolina é um casal que se ama – ele está desempregado, ela trabalha – até que entram em rutura, discutem, separam-se e a ferida fica aberta. O desespero do qual fugiam fica visível. Como ficaremos nós quando estas políticas passarem? Há esperança? É possível amar em tempos de crise?
 
Após o Espetáculo
CCVF / Foyer Grande Auditório
Há conversa com...
Tónan Quito
 
ASSINATURA GERAL (todos os espetáculos)
25,00 eur | COMPRAR
 
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PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
4,00 eur
“Casimiro e Carolina” (“Casimir and Caroline”) by Ödön von Horváth deals with the aftermath of the 1929 global economic crisis and reminds us of the hardships many of us are still facing.
The depression is great and unemployment at high levels, but despite the austerity measures taken by the government, the characters are at a beerhall enjoying themselves, drinking and forgetting their problems. Casimir and Caroline are a couple in love – he is unemployed but she works – until things fall apart, they argue, they part ways and their separation leaves an open wound. The despair of whatever they were fleeing from is visible on their faces. What is to become of us when these policies are put into place? Is there any hope for us? Can anyone be in love during a time of crisis?
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Autor Ödön von Horváth
Tradução Maria Adélia Silva Melo
Direção Tónan Quito
Aconselhamento artístico Patrícia Costa
Versão cénica e interpretação Diana Narciso, Elizabete Francisca, Joana Bárcia, Miguel Moreira, Óscar Silva, 
Pedro Gil, Rita Delgado, Rita Rocha Silva e Tónan Quito
Cenografia F. Ribeiro
Desenho de luz Daniel Worm 
Figurinos José António Tenente
Música Pedro Costa
Assistência de encenação Otelo Lapa
Produção HomemBala
Coprodução TNDM II, Teatro Municipal do Porto, Centro Cultural Vila Flor
Apoio Cerveja Sagres
Duração 1h40 min. s/intervalo
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Maiores de 12
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“Sobre Lembrar e Esquecer” é uma investigação sobre a memória e o esquecimento, realizada por cinco criadoras-intérpretes vindas de lugares e experiências distintas.
Esta é a primeira peça de uma trilogia, inspirada pelo livro Les Formes de l’oubli do antropólogo Marc Augé, que se completará com “A Estação de Outono” e “Paisagem”. Três espetáculos sobre o que escolhemos recordar ou esquecer, ou o que somos capazes de recordar e esquecer. Nós somos as nossas memórias. E se as nossas memórias não são mais que um produto da nossa imaginação (como disse André Breton), o que somos nós então?

ASSINATURA GERAL (todos os espetáculos)
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“Sobre Lembrar e Esquecer” (“On Remembering and Forgetting”) is an investigation into memory and forgetting carried out by five creator-performers coming from quite distinct places and experiences.
This is the first play in a trilogy, inspired by the book “Les Formes de l’Oubli” (“Oblivion”) by anthropologist Marc Augé, with the remaining plays entitled, “A Estação de Outono” (“The Season of Autumn”) and “Paisagem” (“Landscape”). Three plays on what we chose to remember or forget or what we are capable of remembering or forgetting. We are our memories. And if our memories are not more than the product of our imagination (as André Breton has said), what are we then?
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Direção de projeto Paula Diogo 
Criação Estelle Franco, Mariana Ricardo, Masako Hattori, Paula Diogo e Sónia Baptista 
Interpretação Estelle Franco, Masako Hattori, Paula Diogo e Sónia Baptista 
Apoio dramatúrgico Alex Cassal 
Desenho de luz Daniel Worm d`Assumpção 
Espaço cénico Bárbara F. Fernandes e Frame Colectivo 
Fotos João Tuna  
Legendagem Patrícia Pimentel 
Produção executiva Daniela Ribeiro 
Coprodução Má-Criação e Teatro Maria Matos 
Apoio à criação Arquipélago - Centro de Artes Performativas (Açores), Câmara Municipal de Lisboa / Polo Cultural das Gaivotas / Boavista, Causas Comuns, Centro de Criação de Candoso (Guimarães), O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo), Fórum Dança 
Apoio financeiro Governo de Portugal / Direção-Geral das Artes, Fundação Calouste Gulbenkian 
Digressão Festival Gil Vicente, Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, Festival CITEMOR, TAGV/Coimbra - 21 de julho 2018 
Espetáculo falado em português, francês, japonês, inglês e espanhol com legendas em português 
Duração 80 min. s/intervalo
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Maiores de 12
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
“Direito individual ao esquecimento vs. direito coletivo à memória: como conciliá-los na prática?”
Patrícia Jerónimo é Professora Associada na Escola de Direito da Universidade do Minho, onde dirige o Mestrado em Direitos Humanos e leciona, entre outras disciplinas, Direito Comparado, Migrações e Refugiados, e Direitos Humanos e Diferença Cultural. Nesta sexta sessão das Memórias da Memória, falar-nos-á da tensão existente entre o direito individual ao esquecimento e o direito coletivo à memória. Ilustrada por um conjunto de decisões do Superior Tribunal de Justiça brasileiro a respeito de episódios ocorridos durante da Ditadura Militar, esta conversa deter-se-á na ponderação de interesses/direitos feita pelo Tribunal, tendo presentes as recentes notícias chegadas do Brasil, segundo as quais um significativo número de jovens brasileiros se mostra favorável à instituição de um regime militar no país. 
 
Consulte o site da Casa da Memória
“An individual’s right to forget vs. the collective right to memory: how to reconcile them in practice?” Patrícia Jerónimo is Associate Professor at Minho University School of Law where she directs the Master’s program in Human Rights and lectures in areas such as Comparative Law, Migrations and Refugees, and Human Rights and Cultural Differences.
In this sixth session of ´Memories of Memory`, she will address the tension that exists between one`s individual right to forget and the collective`s right to remember. Illustrated via a series of Brazilian Supreme Court decisions with respect to episodes occurring during the military dictatorship, this conversation will take up the issues of interests/rights considered by the court in light of the recent news from Brazil in which a significant number of Brazilian youth responded favorably to the institution of a military regime in the country.
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Todas as idades
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Os casais, as férias, os filhos, as empregadas domésticas, Darwin e a lei do mais forte, a sombra nazi ou um baile de máscaras, são alguns dos temas presentes nesta espécie de comédia de costumes, assombrada por Pirandello.
As personagens multiplicam-se. A realidade parece estar constantemente a ser reformulada, raiando o absurdo. Afinal, o que é que é real? Talvez apenas uma certa apetência pelas grandes questões filosóficas que nos perturbam desde Sócrates. 
 
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Cristina Carvalhal
 
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PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
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Couples, holidays, children, domestic servants, Darwin and the law of the fittest, the shadow of Nazis, a masked ball…these are just some of the themes present in this type of manners with shades of Pirandello.
The characters multiply. The reality seems to be under constant reformulation, radiating the absurd. In the end, what is really real? Perhaps just a certain appetite for the great philosophical questions that have vexed us since Socrates` day.
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De Marius von Mayenburg
Encenação Cristina Carvalhal
Tradução Ricardo Braun
Interpretação Nuno Nunes, Pedro Lacerda, Sara Carinhas e Sílvia Filipe
Cenário e figurinos Ana Limpinho
Confeção dos disfarces Rosário Balbi
Efeitos especiais João Rapaz e Janaína Drummond
Desenho de luz José Álvaro Correia
Desenho de som Sérgio Delgado
Produção Bruno Reis
Assistência de produção Diogo Costa
Apoio TNDM II
Coprodução Causas Comuns, São Luiz Teatro Municipal e Teatro Viriato
Agradecimentos António Palma, Cucha Carvalheiro, João Gameiro Neves, João Vieira de Almeida, Miguel Santana, Nuno Nabais, Vasco Ferreira
Duração 1h35 min. s/intervalo
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Maiores de 16
2,00 EUR
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa.
Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em junho, vamos conhecer um azulejo especial, que pertence à coleção da Casa da Memória, para nos inspirarmos e, depois, fazermos a nossa própria estampa em carimbo e criarmos,em conjunto, um grande painel de azulejos. Com flores, versos, formas geométricas e outros padrões personalizados.
 
Criação e Orientação Juliana Sá
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 14 de junho, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt 
 
Consulte o site da Casa da Memória
Thinking, seeing, listening, creating, doing, feeling. In the living room, in the kitchen, at the table or outdoors. There are Sundays when all you want to do is stay home. So come to our home, the Casa.
One Sunday per month, we go in search of different interpretations of historical facts, traditions, legends, persons, places, or objects that we find in the exhibition space. In the coziness of the Casa, we offer a space of encounter for families, friends, different generations, artists and artisans. And ideas as well. We will create labyrinths, invent stories, use clay, linen or paper, we will make food, music and promises, with our hands, our heads and our entire body. In June, we will take a closer look at a special azulejo tile belonging to the Casa da Memória collection in our search for inspiration. The next step will be to go out and put our own individual stamp on a great panel of tiles that we will create together. With flowers, verses, geometric forms and other personalized patterns.
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Localização geográfica, linguagem, sistema político, religião, tradições, rituais… A partir destes e outros elementos, nasce uma nova cultura, um admirável mundo de possibilidades imaginárias. Inspirados pela coleção do CIAJG, construímos mapas, alfabetos, figuras e objetos.
Do imaginado ao real, cria-se uma civilização, ora esquecida, ora projetada no tempo, através da transformação de matérias moldáveis que dão origem a uma exposição. E uma visita guiada pela mão dos próprios criadores desta cartografia criativa.

Local Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Público-alvo Jovens 6 – 15 anos
Duração 22 horas e 30 minutos
Lotação 16 participantes
Preço 30,00 eur (sem almoço) / 55,00 eur (com almoço)
Horário Acolhimento 09h00-10h00 | Oficina 10h00-12h30 e 14h30-16h30 | Saída 17h00-18h00
Apresentação pública final sexta 29 junho, 18h00
Inscrição até 18 de junho, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível no site www.ciajg.pt
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Geographic location, language, political systems, religions, traditions, rituals…Using these and other elements, a new culture is born – an admirable world of imaginary possibilities.
Inspired by the CIAJG collection, we have come up with maps, alphabets, figures, and objects. From the imagined to the real, a civilization is created – at times forgotten, at others projected across time – through the transformation of moldable materials that have given rise to the exhibition. And a guided tour with the actual creators of this ingenious cartography.
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Exposição integralmente dedicada à reunião de projetos inéditos, nunca antes vistos ou nunca produzidos, que cobrem todo o percurso de Julião Sarmento, um dos mais destacados artistas portugueses de cuja obra, no que concerne a alguns períodos e por contingências várias, paradoxalmente não temos registo. É esse exercício de reconstituição que os curadores da exposição fazem juntamente com o artista.
Inauguração do 2º ciclo expositivo de 2018 do CIAJG
Sexta 29 junho, 21h30
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
This exhibition is dedicated solely to bringing together unique works by Julião Sarmento – never before seen or never before produced pieces – which cover the career of one of the most prominent Portuguese artists, with these works related to certain periods and various areas which we paradoxically have little record of. The exhibition curators have collaborated with the artist to bring this exercise of reconstitution to fruition.
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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Nesta exposição antológica, os desenhos e os trabalhos em vídeo de Pedro Paixão estarão expostos em contexto nas salas dedicadas à coleção permanente do CIAJG, apresentados em articulação com um projeto sonoro especificamente concebido para o espaço expositivo.
Inauguração do 2º ciclo expositivo de 2018 do CIAJG
Sexta 29 junho, 21h30
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
In this anthology-style exhibition, the drawings and video works of Pedro Paixão will be on display in the context of the rooms dedicated to the CIAJG permanent collection, presented in articulation with a sound project specifically conceived for the exhibition space.
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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Exposição realizada em colaboração com o serviço de Educação e Mediação Cultural que propõe uma releitura da história da arte através de um dispositivo de apresentação elementar – imagens retroprojetadas – e que se apresenta como um museu imaginário, um museu de todos os museus, problematizando a questão da reprodução e da migração das imagens.
Inauguração do 2º ciclo expositivo de 2018 do CIAJG
Sexta 29 junho, 21h30
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães

 

This exhibition carried out in collaboration with Education and Cultural Events Services offers a re-reading of art history through a simple classroom device – the overhead projector – which will show images that present an imaginary museum, a museum of all museums, and will take up the question of the reproduction and migration of images.
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Todas as idades
A Assembleia da CidadeDeTodosOsTempos informa que, ao longo do dia de hoje, o tempo ficará suspenso, permitindo que cada habitante possa escolher um tempo para ficar e possa ainda fazer dos agoras, dos antes ou dos depois de amanhã uma infinidade de mundos… fingindo que está, sonhando que vai, inventando que volta.
Esta oficina fora do tempo inspira-se em Mia Couto, António Portillo, Alan Lightman e Michael Ende, para criar breves momentos performativos, a partir da exploração de texto, voz e corpo. Cá dentro e lá fora. 
 
Local Centro Cultural Vila Flor
Público-alvo Jovens 6 – 15 anos
Duração 22 horas e 30 minutos
Lotação 16 participantes
Preço 30,00 eur (sem almoço) / 55,00 eur (com almoço)
Horário Acolhimento 09h00-10h00 | Oficina 10h00-12h30 e 14h30-16h30 | Saída 17h00-18h00
Apresentação pública final sexta 06 julho, 18h00
Inscrição até 25 de junho, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível neste site.
The Assembly of CidadeDeTodosOsTempos announces that for the entire day today time is suspended, allowing each inhabitant to choose a time to stay in and to create an infinity of worlds from the nows, the yesterdays and the days after tomorrow…pretending about where you are, dreaming about where you’re going, inventing that you’ll return.
This workshop on suspended time is inspired by the works of Mia Couto, António Portillo, Alan Lightman and Michael Ende and with the goal being to create short performances exploring texts, the voice and the body. Both inside and out.
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