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3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita à Casa da Memória + Visita ao CIAJG
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. 
 
Horário
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site da Casa da Memória
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors.
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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Lógica circular, eterno retorno, repetição e diferença: a nova montagem da coleção permanente, vigente durante o ano de 2018, regressa ao mapa delineado pela exposição inaugural do CIAJG, “Para além da história”.
Trata-se de prosseguir um projeto sem tempo plenamente consciente do tempo em que é realizado, afirmativamente contemporâneo sem ser exclusivamente constituído por objetos de arte contemporânea. A sua natureza é ser transversal, poroso, impuro, aberto e circular, procurando nexos, relações, permanências; por outras palavras, sonda o impercetível que o tempo histórico, tão marcado por uma memória seletiva e fatalmente grosseira, acaba por expurgar.
 
Obras de José de Guimarães, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Rui Moreira, Jaroslaw Fliciński
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Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Circular logic, the eternal return, repetition and difference: the new montage from the permanent collection on display in 2018 returns to the map drawn out in at the inaugural exhibition at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, “Beyond History”.
The notion is to follow a timeless project but fully aware of the time frame in question, affirmatively contemporary without being exclusively made up of contemporary art objects. Its nature is porous, impure, open and circular, seeking out possible nexus, relationships, and points of permanence; in other words, it probes the imperceptible that historical time – so marked by a selective and fatally vulgar memory – manages to purge in the end. 
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Todas as idades

Entrada livre
A exposição "Pergunta ao Tempo" é o resultado de um longo processo de investigação sobre o património cultural, desenvolvido pelas crianças do 4º ano dos 14 agrupamentos de escolas do concelho de Guimarães.
O património cultural local, na sua materialidade e imaterialidade, a reflexão sobre a memória e as formas como a representamos, recolhemos e tratamos, envolveram as crianças, as suas famílias, os/as professores/as e a comunidade local. Dentro da própria exposição permanente da Casa da Memória, os objetos, as histórias e os testemunhos recolhidos pelas crianças coabitam e dialogam com cada um dos núcleos expositivos.
 
Horário
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site da Casa da Memória

The exhibition Pergunta ao Tempo (“Asking Time”) is the result of a long process of researching the local cultural heritage, carried out by 4th grade students from 14 primary schools in the Concelho (County) of Guimarães. Cultural heritage (in its material and immaterial nature) and the reflection on memory and the forms we use to represent, collect and treat it, were themes which involved the children, their families, the teachers, and the local community. In the Casa da Memória`s permanent collection, the objects, stories, and testimonies collected by the students cohabitate and enter a dialogue with each one of the exhibition areas.
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Coordenação Marta Silva
Acompanhamento Raul Pereira
Apoio Criativo Matilde Seabra e Rita Faustino
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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Exposição integralmente dedicada à reunião de projetos inéditos, nunca antes vistos ou nunca produzidos, que cobrem todo o percurso de Julião Sarmento, um dos mais destacados artistas portugueses de cuja obra, no que concerne a alguns períodos e por contingências várias, paradoxalmente não temos registo. É esse exercício de reconstituição que os curadores da exposição fazem juntamente com o artista.
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
This exhibition is dedicated solely to bringing together unique works by Julião Sarmento – never before seen or never before produced pieces – which cover the career of one of the most prominent Portuguese artists, with these works related to certain periods and various areas which we paradoxically have little record of. The exhibition curators have collaborated with the artist to bring this exercise of reconstitution to fruition.
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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Nesta exposição antológica, os desenhos e os trabalhos em vídeo de Pedro A.H. Paixão encontram-se expostos em contexto nas salas dedicadas à coleção permanente do CIAJG, apresentados em articulação com um projeto sonoro especificamente concebido para o espaço expositivo.
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
In this anthology-style exhibition, the drawings and video works of Pedro A.H. Paixão will be on display in the context of the rooms dedicated to the CIAJG permanent collection, presented in articulation with a sound project specifically conceived for the exhibition space.
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Todas as idades
Entrada livre
Depois do primeiro encontro de antigos alunos do curso de Artes da Escola Secundária Martins Sarmento, que deu origem à exposição de alguns dos seus trabalhos no Museu de Alberto Sampaio, a Casa da Memória acolhe o “Momento 2”: uma exposição que apresenta um conjunto de obras que medeiam entre o tempo de aulas (1988 a 2002) e a atualidade.
Estas criações – desenho, pintura, fotografia e instalação, entre outras – refletem sobretudo os lados do testemunho e do manifesto: uma prova do forte impacto da educação artística no percurso de vida de cada um destes antigos alunos.
 
Consulte o site da Casa da Memória 

On the heels of the first encounter of the former students of Art from the Martins Sarmento Secondary School (which resulted in the exhibition of their work at the Alberto Sampaio Museum), the Casa da Memória now welcomes “Momento 2”, an exhibition that presents a set of works that mediate between the artists’ time in school (1988 to 2002) and the present day. These creations – drawings, paintings, photography and installations, among others – reflect, in particular, the notion of testimony and manifesto, itself proof of the strong impact of artistic education on the life-path of each of these former Guimarães students. 
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Todas as idades
Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de setembro de 2018.

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Entrada livre

Mais info: www.contextile.pt | i.point Contextile 2018 (Rua Paio Galvão, 6 e 7, Guimarães)
Intervenções artísticas de Hermionne Allsopp (Reino Unido) e Ida Blazicko (Croácia) resultantes de um projeto colaborativo de pesquisa, interação e residência artística com a comunidade de Trás de Gaia e S. Gualter, entre julho e agosto, tendo como referência os rituais e costumes dos lavadouros públicos.
A ação, levada a cabo pela Ideias Emergentes | Contextile 2018, em parceria com a Casa da Memória de Guimarães, insere-se no projeto e plataforma europeia Magic Carpets (envolvendo 13 países e 13 parceiros europeus, 2018-2021), cujo objetivo é promover a mobilidade de artistas e curadores emergentes e o trabalho com as comunidades locais.
 
Consulte o site da Casa da Memória
Here we present the artistic interventions by Hermionne Allsopp (United Kingdom) and Ida Blazicko (Croatia) resulting from a collaborative project involving research, interaction, and artist residency with the community of Trás de Gaia and São Gualter in July and August, with particular reference to the rituals and customs of the public wash-house.
The action, carried out by Ideias Emergentes | Contextile 2018 in partnership with the Casa da Memória of Guimarães, is part of the Magic Carpets project and European platform (involving 13 countries and 13 European partners, 2018-2021) whose objective is to promote both the mobility of emerging artists and curators and their work done with local communities. 
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Todas as idades
5,00 EUR, Contextile PASS 2018
bilhete único, todas as exposições | (apoio e sustentabilidade)
3,00 EUR, estudantes e jovens até 25 anos*desconto de grupo, escolas e famílias

Mais info: www.contextile.pt | i.point Contextile 2018 (Rua Paio Galvão, 6 e 7, Guimarães)
Exposição internacional composta por 58 obras de 51 artistas, oriundos de 26 países, resultante da seleção de entre 840 propostas recebidas através de convocatória aberta e promovida pela Contextile 2018.
As propostas responderam a uma temática livre ou desenvolveram-se a partir do conceito transversal à bienal: (In)Organic. Um júri, multidisciplinar, constituído por Lala de Dios, Magda Soboń, Cláudia Melo, Paulo Leocádio e Fernando Marques Penteado selecionou trabalhos artísticos que revelam elevada criatividade, originalidade e competência técnica em torno do elemento têxtil, pela construção, tema, conceito ou material utilizado. 
 
Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
International exhibition composed of 58 works by 51 artists from 26 countries, resulting of a selection from 840 proposals received through the open call promoted by Contextile 2018.
The proposals responded to a free thematic or were developed from the concept transversal to the Biennial, (In)Organic. A multidisciplinary jury, composed by Lala de Dios, Magda Soboń, Cláudia Melo, Paulo Leocádio and Fernando Marques Penteado selected artistic works that reveal high creativity, originality and technical competence around the textile element, by the construction, theme, concept or material used.
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Todas as idades
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Hermionne Allsopp e Ida Blazicko serão as guias de visita de setembro da Casa da Memória de Guimarães (CDMG), apresentando o seu trabalho resultante das residências artísticas do projeto Magic Carpets, em Portugal.
Através de uma parceria entre a CDMG e Ideias Emergentes | Contextile 2018, as artistas desenvolveram, durante dois meses, um trabalho de pesquisa, interação e relação com a comunidade de Trás de Gaia e S. Gualter que será, agora, apresentado pelas próprias.
 
Consulte o site da Casa da Memória
Hermionne Allsopp and Ida Blazicko will lead the guided tours at the Casa da Memória de Guimarães (CDMG) in September, presenting the work resulting from their artistic residencies during their participation in the Magic Carpets project in Portugal.

Via a partnership between the CDMG and Ideias Emergentes | Contextile 2018, the artists, over a 2-month period, developed work involving research, interaction and relationship with the communities of Trás de Gaia and São Gualter, which they will now present. 

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Todas as idades
5,00 EUR, Contextile PASS 2018
bilhete único, todas as exposições | (apoio e sustentabilidade)
3,00 EUR, estudantes e jovens até 25 anos*desconto de grupo, escolas e famílias

Mais info: www.contextile.pt | i.point Contextile 2018 (Rua Paio Galvão, 6 e 7, Guimarães)
No primeiro dia de setembro, com a abertura da Contextile 2018, descobrimos a intervenção que Ann Hamilton, célebre artista norte-americana, concebeu para a cidade de Guimarães.
“Side-by-side” (Lado-a-lado) restabelece uma ligação simbólica entre o lugar do novo e do antigo Mercado da Cidade (a Plataforma das Artes), inaugurada em 2012, que promete restaurar os laços afetivos entre dois lugares tão especiais nas dinâmicas sociais que atravessam Guimarães. Convocando duas instituições distantes no tempo mas próximas geograficamente, o CIAJG e a Sociedade Martins Sarmento, a artista propõe estabelecer uma circulação de imagens, objetos, pessoas e animais, mediada pelos cânticos do grupo coral “Outra Voz” e pelos ecos da memória do tempo passado.
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
On September 1st, with the opening of Contextile 2018, we will unveil the intervention which celebrated American artist Ann Hamilton has created for the City of Guimarães.
“Side-by-side” re-establishes the symbolic link between the place that is the former Town Market (now transformed into the Platform for the Arts) and the new Town Market, inaugurated in 2012, and promises to restore the bonds of affection that tie together two very special places in the social dynamics that crisscross Guimarães. Calling upon two institutions quite far apart in time but geographically near one another – the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG and the Martins Sarmento Society – the artist wishes to establish a circulation of images, objects, persons, and animals, together with songs from the choral group, “Outra Voz”, and the echoes of memories from times gone-by. 
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Todas as idades

As TextileTalks, componente fundamental do programa da Contextile, incitam à reflexão e ao debate sobre o têxtil no contexto da arte contemporânea, promovendo a apresentação e discussão (aberta) de processos e projetos artísticos.
O programa de 2 dias foi desenhado a partir das candidaturas apresentadas, em resposta ao open call aberto para artistas e investigadores da arte têxtil contemporânea de todo o mundo, com 21 participações, entre artistas e representantes de entidades internacionais da arte têxtil. Participam também os artistas convidados e em residência da Contextile 2018, partilhando os seus processos de trabalho, da pesquisa à criação.

Entrada gratuita, mediante inscrição prévia através do e-mail bienal@contextile.pt e até ao limite da lotação da sala
The TextileTalks, a fundamental component of the Contextile program, motivate the reflection and the debate on textile in the context of contemporary art, promoting the presentation and (open) discussion of artistic processes and projects.
The 2 days program was drawn from the applications submitted in response to the Open Call directed to artists and researchers of contemporary textile art from around the world, with 21 participations, among artists and representatives of international textile art entities. They are also participating the invited artists and artists in residency of Contextile 2018, by sharing their work processes, from the research to the creation. 
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Todas as idades
Entrada livre
Ritual cultural e social, o Manta é um palco de relvado inteiro com horizonte entre o Castelo e o CCVF, um mundo constituído por arte, natureza, arquitetura e interação comunitária.
Tudo começará nos mágicos dedos de Joana Gama, reconhecida pianista e compositora, que nesta edição terá participação dupla ao inaugurar uma nova área do festival para um público mais jovem, no sábado à tarde. Mas antes disso ouvi-la-emos abrir o Manta 2018 e criar atmosferas para a entrada dos Mão Morta, lendária banda nacional, que aceitou o desafio de preparar para o festival um concerto especial baseado no seu reportório mais ambiental e imersivo, onde haverá lugar para a antestreia de novas composições. E assim se inscreverá na (sua) longa linha de vida mais um particular momento artístico.
Na segunda noite, o Manta será lugar de forte manifestação da criatividade feminina, a começar com a prestação da artista brasileira LaBaq, que através de engenho tecnológico e beleza de composição apresentará o seu sedutor universo de canções internacionalmente aclamadas. Depois o céu ficará mais estrelado e entrará em palco Scout Niblett, que por imensa saudade a quisemos fazer regressar e logo no melhor cenário possível. Artista inglesa radicada nos Estados Unidos, Niblett visita-nos para um concerto exclusivo trazendo-nos à pele e ao espírito, a experiência grandiosa do seu olhar criador. Esta soma de fatores faz do Manta o ponto de encontro obrigatório no regresso à cidade e também o contexto ideal para o lançamento da nova temporada cultural em Guimarães.
Setembro é pois nome de código feliz.
 
A cultural and social ritual, Manta offers an ample grassy setting with a horizon fixed between the Castle and the CCVF, a world made up of art, nature, architecture, and community interaction.
Everything will begin with the magical fingers of Joana Gama, recognized pianist and composer, who in this edition will be have the additional task of inaugurating a new area of the festival directed at the younger crowd, performing Saturday afternoon. But before this, we hear her launch Manta 2018, setting the mood in her opening for Mão Morta, the legendary Portuguese band, which has taken up the challenge of preparing a special concert for the festival based on its more ambient and immersive songs, one which will also give the public a preview of new compositions. Thus another unique artistic moment will be inscribed upon the group`s long career path. 
On the second night, Manta will host a robust manifestation of feminine creativity, beginning with the performance by Brazilian artist LaBaq, who through her technological genius and beautiful compositions will present her seductive universe of internationally acclaimed songs. Later, the starry skies will twinkle even brighter when Scout Niblett takes to the stage as our heart-felt nostalgia for this artist has earned her a return invitation, and performing at the best venue possible. An English artist residing in the United States, Niblett will be visiting us for an exclusive concert in which the grandiose experience of her creative perspective is felt by the audience both on the skin and in the spirit. 
This sum of factors makes Manta the obligatory meeting point for a post-holiday return to the city as well as the ideal context for the launch of a new season of cultural offerings in Guimarães. September is thus a happy code name.  
 
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Todas as idades
Entrada livre
Banda icónica, com 34 anos de carreira e 15 álbuns de originais, os Mão Morta trazem à primeira noite do Manta a sua faceta mais imersiva, onde subtis crescendos e repentinas explosões se sucedem numa massa sonora mais ou menos suave e repetitiva que nos embala pelas histórias negras e inquietantes que nos vão contando. São temas retirados um pouco de toda a sua discografia, mas também alguns módulos que irão integrar o seu próximo espetáculo e o seu próximo disco, e que farão no Manta a sua antestreia. Antes dos Mão Morta tomarem conta do palco, a pianista Joana Gama presenteia o público com um novo recital que intercala a obra multifacetada de Satie com a de compositores que o seguiram na exploração do som, sem constrangimentos estéticos ou formais. Joana Gama faz conviver as obras de Erik Satie – que convocam ambientes solenes, melancólicos e até dançantes – com as de Marco Franco, Federico Mompou, Morton Feldman, John Cage e Vítor Rua, num delicado jogo de afinidades. 

 


An iconic Portuguese band with a career spanning 34 years and 15 albums, Mão Morta will bring to the first night of Manta its most immersive side, where subtle crescendos and sudden bursts follow each other in a more or less soft and repeating mass of sound that cradles us with the dark and disquieting stories that it tells us. The themes are taken mostly from their discography but also from other elements that will be included in their upcoming show and new album, to be previewed at Manta. 
Before Mão Morta take the stage, pianist Joana Gama will present the audience with a new performance that blends the multi-faceted work of Erik Satie with that of composers who followed him in the pursuit of sound without aesthetical or formal constraints. Joana Gama enlivens Satie`s moods – which evoke atmospheres that are solemn, melancholy and at times even playful – by adding the works of Marco Franco, Federico Mompou, Morton Feldman, John Cage and Vítor Rua, in a delicate interplaying with affinities. 
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Joana Gama piano
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Adolfo Luxúria Canibal voz
Miguel Pedro bateria e programações
António Rafael guitarra e teclado
Sapo guitarra
Vasco Vaz guitarra
Joana Longobardi baixo
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Todas as idades
Entrada livre
Este ano, o Manta dedica a tarde de sábado aos mais novos com um concerto comentado para crianças, da pianista Joana Gama. O Senhor Satie gostava muito de andar. Bom, talvez não gostasse assim tanto, mas não tinha alternativa: como não lhe sobrava dinheiro, fazia diariamente longas caminhadas, pois não podia pagar o comboio que ligava a sua casa ao centro da cidade de Paris, onde passou grande parte da sua vida. Para além de compositor de música – o piano foi o seu instrumento de eleição –, o Senhor Satie gostava de guarda-chuvas, de desenhar e de marisco. Era uma pessoa solitária, mas com muito humor. Quem quer conhecê-lo um pouco melhor? 

 


This year, Manta has dedicated Saturday afternoon to the younger set with a concert given by Joana Gama that will be commented on by children. Mr Satie really liked walking. Well, perhaps he didn’t like it quite so much, but he had no other choice: as he had little pocket money and preferred not to spend it on train travel, every day he would walk the long distance from his home to the centre of Paris, where he spent a great part of his life. In addition to being a composer of beautiful music – the piano was his favourite instrument – Mr Satie liked umbrellas, drawing, and seafood. He was a solitary person but always in a good mood. Who wants to get to know him a little bit better?
 
 
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Joana Gama piano e histórias
Paula Cardoso desenhos 
Duração 40 min.
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Maiores de 6 
 
Entrada livre
A artista brasileira LaBaq abre a segunda noite do Manta. Com uma aura carismática que nos prende de imediato, a multinstrumentista e cantautora reclama nas suas músicas pela beleza das coisas simples da vida. De voz límpida que desliza nas melodias suaves que compõe, LaBaq tem vindo a deixar o público rendido e não para de colher um incrível reconhecimento junto da crítica. Segue-se o regresso da britânica Scout Niblett a Guimarães. Cantora e compositora de talento ímpar, Scout Niblett é dona de uma voz simultaneamente doce, melancólica e cortante. Com uma sonoridade minimalista que obtém o máximo dos resultados, Niblett é conhecida pelas canções cruas e concertos intimistas que absorvem a audiência. De corpo estendido na manta do Manta, esta é, sem dúvida, uma noite para levitar.

The Brazilian artist LaBaq opens Manta`s second evening of performances. With a charismatic aura which immediately captivates, the talented singer-songwriter and multi-instrumentalist uses her songs to speak to us about the beauty of the simple things in life. Her clear voice resounding in the soft melodies she composes, LaBaq has left audiences in awe and continues to amass incredible critical acclaim.
Guimarães next welcomes the return of British artist Scout Niblett. A singer and composer of unmatched talent, Scout Niblett is the master of a voice that is at the same time sweet, melancholic and penetrating. With a minimalist sound that reaches maximum effect, Niblett is known for the rawness of her songs and the intimacy of her concerts, which absorb the audience. For those in attendance stretched out comfortably on blankets for this Manta performance, this evening will undoubtedly be one that is conducive to floating on air. 
 
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Todas as idades

COMPRAR BILHETES
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“A meio da noite” é uma homenagem da coreógrafa Olga Roriz a Ingmar Bergman, no ano das celebrações do centenário do nascimento do realizador sueco.
Poucos realizadores conseguiram, como Ingmar Bergman, encontrar profundidade no interior do ser humano. Os seus sonhos cheios de pesadelos foram a base inspiradora de muitos dos seus filmes, onde nos quais espaço e tempo se desvanecem do real. A impossibilidade de comunicação, a religião e a morte são as temáticas mais obsessivas de Bergman. No entanto, o que é mais importante na vida do realizador é a comunicação que conseguimos com outros seres humanos: sem isso estaríamos mortos. A redenção, por vezes, aparenta ser o amor, mas sempre que as personagens parecem perceber isso, a luz é retirada do ecrã. É nessa visão do realizador que Olga Roriz se inspira, nesses homens e mulheres assustadoramente reais, na solidão em luta constante com o interior. 
 
APÓS O ESPETÁCULO
CCVF / FOYER DO GRANDE AUDITÓRIO
HÁ CONVERSA COM...
OLGA RORIZ
“A meio da noite” (“In the Middle of the Night”) is choreographer Olga Roriz’s tribute to Ingmar Bergman in the year of celebrations marking the 100th anniversary of the Swedish director’s birth.
Few directors have been able to reach the inner depths of the human essence as well as Ingmar Bergman. His nightmare-filled dreams have provided the inspirational basis for many of his films in which space and time fade away from reality. The impossibility of communication, religion, and death are the themes which Bergman most obsessed about. However, what is of greater importance in the director`s life is the communication that we are able to have with other human beings; without this, we would be lifeless. Redemption at times seems to be love, but what always happens when the characters become aware of this is that the screen goes dark. It is in this vision that Olga Roriz finds inspiration, in these men and women who are frighteningly real, in the loneliness of their constant struggle with their inner selves. 
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Direção Olga Roriz
Intérpretes André de Campos, Beatriz Dias, Bruno Alexandre, Bruno Alves, Catarina Câmara, Francisco Rolo, Rita Calçada Bastos
Banda sonora Johann Sebastian Bach, Erik Satie, Primal Scream, Michelle Gurevich, Franz Schubert, Frédéric Chopin, Piotr Ilitch Tchaikovsky, Richard Wagner, Dolf van der Linden, Erhard Bauschke, Giovanni Fusco, Jefferson Airplane, excertos sonoros do filme Metropolis (1927) de Fritz Lang, Persona (1966) de Ingmar Bergmar e entrevista a Ingmar Bergman
Seleção musical Olga Roriz, João Rapozo e intérpretes
Cenografia e figurinos Olga Roriz e Ana Vaz
Desenho de luz Cristina Piedade
Vídeo Olga Roriz e João Rapozo
Desenho de som Sérgio Milhano
Apoio dramatúrgico Rita Calçada Bastos
Apoio Vocal João Henriques
Tradução e elocução em sueco Birte Lundwall
Assistente de ensaios Ricardo Domingos 
Assistente de cenografia e figurinos Rita Osório
Fotografia Alípio Padilha
Montagem gráfica Paulo Teixeira
Pós-produção áudio e vídeo João Rapozo
Montagem e operação de luz Contrapeso
Montagem e operação de som Ponto Zurca
Produção Ana Rocha
A Companhia Olga Roriz é financiada pelo Governo de Portugal - Ministério da Cultura/Direção-Geral das Artes
Apoios Câmara Municipal de Lisboa, PLMJ Sociedade de Advogados RL, Academia Life Club
Coprodução Teatro Nacional São João, Teatro Municipal de Bragança, Teatro de Vila Real
Apoios de Produção SPA - Sociedade Portuguesa de Autores, RTP2, TAP Portugal, Embaixada de Portugal em Estocolmo
Parceiros Leopardo Filmes, DuplaCena, ESMTC - Escola de Medicina Tradicional Chinesa
Espetáculo inserido no programa da Fundação Ingmar Bergman para as comemorações do centenário do seu nascimento
Membro de REDE - Associação de Estruturas para a Dança Contemporânea
Duração 1h20 min. s/intervalo
_
Maiores de 12
2,00 EUR
Nesta visita ao CCVF vamos investigar o que se esconde atrás do que está por trás – o que não se vê, o que não está em cena.
Descobriremos onde nos levam os labirínticos corredores, as recônditas oficinas e outras passagens (quase) secretas que abrigam memórias e preservam saberes das pessoas que aqui trabalham. Neste espaço, a magia começa fora do palco, na vida de todos os dias, no delicado labor de quem, com desvelo, prepara momentos tão efémeros quanto singulares. Abrir de par em par as portas várias deste lugar, onde, como no teatro, moram muitas artes dentro (a música, a dança, a literatura, a pintura, a arquitetura, a fotografia, o cinema…), é um modo breve de partilhar as invisibilidades que o atravessam, arredando as chaves das fechaduras, espreitando o interior dos gestos e o avesso das paredes.
 
Público-alvo Maiores de 6
Duração c. 90 min.
Lotação 20 pessoas
Preço 2,00 eur
 
APRESENTAÇÕES
PÚBLICO GERAL / FAMÍLIAS
16 setembro (estreia) | 17h00
07 outubro, 04 novembro, 09 dezembro | 11h00
ESCOLAS
17 setembro, 08 outubro, 05 novembro, 10 dezembro | 10h30 e 15h00
 
Marcação de escolas com, pelo menos, uma semana de antecedência, através de telefone 253 424 700
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas / 1 turma
In this visit to the CCVF, we will investigate what is hidden behind what is behind the scenes – what is not seen and what does not appear on stage.

We will discover where the labyrinthine corridors, the hidden workshops and the other (almost) secret passages lead, ones which house the memories and preserve the knowledge of those persons who work here. In this space, the magic begins away from the stage, in the everyday life and delicate labours of those who caringly prepare moments which are as ephemeral as they are unique. Entering the various doorways, which, like the theatre itself, open into the dwelling place of many arts (music, dance, literature, painting, architecture, photography, cinema…) gives us a brief moment to appreciate the invisibility of what lies behind, as we unlock the entrance way to peek inside gestures and behind walls.

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PROJETO VENCEDOR
1ª BOLSA GANGUE DE GUIMARÃES
 
Encenação e Dramaturgia Manuela Ferreira*
Texto Ana Arqueiro
Intérpretes Mário Alberto Pereira*, Rita Morais* e Tiago Porteiro*
Com a participação especial de Helena Ribeiro
Design de Luz Carlos Ribeiro
Design de Som Nuno Eiras
 
* Artistas do Gangue de Guimarães
COMPRAR BILHETES
5,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Depois da apresentação em Valletta 2018 – Capital Europeia da Cultura, o coletivo português MODS Collective faz a estreia nacional do espetáculo “Meet Cecil Satariano” no Centro Cultural Vila Flor.
Cecil Satariano foi um verdadeiro pioneiro do cinema em Malta. Apesar dos seus primeiros filmes terem sido premiados internacionalmente, a partir dos anos 1980 Satariano foi caindo no esquecimento, inclusivamente na sua ilha de origem. Este ano, por ocasião de Valletta 2018 – Capital Europeia da Cultura, o coletivo MODS Collective resgatou os seus dois primeiros filmes – “I’m furious…Red” e “Giuseppi” – que foram pela primeira vez digitalizados, voltando a ser exibidos publicamente. As duas curtas-metragens inspiraram uma residência artística no Centro Nacional de Cultura de Malta, onde se reuniram quatro músicos portugueses e um grupo de mais de 30 músicos malteses, incluindo um coro de que faz parte a filha do realizador. Juntos, construíram uma nova banda sonora para as duas curtas-metragens, explorando a linguagem de música improvisada que carateriza MODS Collective.
On the heels of their performance at Valletta 2018 – European Capital of Culture, the Portuguese group MODS Collective presents the Portuguese premiere of its show “Meet Cecil Satariano” at the Vila Flor Cultural Centre.
Cecil Satariano was a true pioneer of the cinema in Malta. Although his first films received international awards, from the 1980s onward his name fell into obscurity, even in his home country. This year, for Valletta 2018 – European Capital of Culture, the group MODS Collective rescued his first two films – “I’m furious…Red” and “Giuseppi”, which were digitalized for the first time and shown once again to audiences. The two short subjects inspired an artist residency at the National Centre for Culture in Malta, where four Portuguese musicians collaborated with a group of more than 30 Maltese musicians, including a choir in which the daughter of the film-maker sang. Together, they constructed a new soundtrack for the two short subjects, exploring the language of the improvised music that characterizes the MODS Collective.
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Direção Musical e Composição (“Giuseppi”) Samuel Martins Coelho 
Intérpretes: 
Carina Albuquerque violoncelo
João Filipe guitarra
Pedro Gonçalves de Oliveira bateria
Pedro Oliveira bateria/eletrónicas
Samuel Martins Coelho violino
Sarah Jane voz
Simão Neto piano
Tiago Machado guitarra
Produção Luísa Alvão 
Coordenação do projeto Luísa Alvão, Samuel Martins Coelho, Samuel Silva
MODS Collective Meet Cecil Satariano teve estreia absoluta a 15 de abril e fez parte do programa Valletta 2018 – Capital Europeia da Cultura. É uma coprodução Capivara Azul – Associação Cultural e Fundazione Kreativita, com o apoio do Município de Guimarães
Duração 50 min. aprox. s/intervalo
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Maiores de 12
2,00 EUR
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa.
Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, lugares e objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em setembro, partimos da leitura para construir caixas de memórias… Uma caixa pode ser o nosso sótão, o nosso arquivo, o nosso museu portátil! Afinal, de que matéria somos feitos? Esta é uma verdadeira oficina de catalogação criativa e autobiográfica.
 
Criação e Orientação João Terras
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 20 de setembro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt 

Consulte o site da Casa da Memória
Thinking, seeing, listening, creating, doing, feeling. In the living room, in the kitchen, at the table or outdoors. There are Sundays when all you want to do is stay home. So come to our home, the Casa.

One Sunday per month, we go in search of different ways of seeing stories, traditions, legends, persons, places, or objects that we find in the exhibition space. In the coziness of the Casa, we offer a space of encounter for families, friends, different generations, artists and artisans. And ideas as well. We will create labyrinths, invent stories, use clay, linen or paper, we will make food, music and promises, with our hands, our heads and our entire body. In September, we take up reading as a way to build a memory box for your keepsakes… A box can be our attic, our personal archives, even our own laptop! And in the end, what material are we made of? This will be a real workshop on how to do creative and autobiographical cataloguing.

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5,00 EUR
Na véspera da apresentação do díptico “Moçambique” e “Amazónia” da mala voadora no CCVF, oportunidade para conhecer de perto os processos de trabalho e criação dos seus diretores, o ator e encenador Jorge Andrade e o cenógrafo José Capela, dupla incontornável do panorama teatral português contemporâneo.
Público-alvo criadores e encenadores 
Preço 5,00 eur (com direito a bilhete para o díptico de peças)
Acesso livre a membros da Rede Teatro Oficina [artistas do Gangue de Guimarães, Grupos de Teatro de Amadores, alunos das OTO, alunos da Licenciatura em Teatro ILCH-UM]
Data limite de inscrição 19 setembro
As inscrições poderão ser efetuadas através do e-mail geral@aoficina.pt ou do telf. 253 424 700
On the eve of the CCVF presentation of the diptych “Moçambique” and “Amazónia”, by the theatre group mala voadora, we offer the opportunity to get a close-up view of the creative and work processes of the show’s two directors: actor and director Jorge Andrade and scene designer José Capela, prominent names on the contemporary theatre scene in Portugal.
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COMPRAR BILHETES
7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Jorge Andrade nasceu em Moçambique e veio para Portugal com 4 anos, mas em “Moçambique” (o espetáculo) constrói uma biografia como se tivesse lá ficado.
Para tornar credível esta história de vida, ela é imposta à História do país. Jorge Andrade faz agora parte da História de Moçambique e, através dela, das suas vicissitudes políticas, da sua situação no contexto da Guerra Fria, das tramitações da economia internacional a que o país recém-independente foi sujeito. “Moçambique” é um espetáculo em que seis atores são contratados para fazer de conta que são moçambicanos, discutem a História à medida que tentam montar a narrativa de um empreendimento, cantam spots de publicidade de concentrado de tomate em línguas de países capitalistas e em línguas de países comunistas, e dançam para representar algumas partes da História, até ficarem exaustos.

Bilhete conjunto (“Moçambique” + “Amazónia”) 10,00 EUR / 7,50 EUR c/d  COMPRAR

 

Jorge Andrade was born in Mozambique and returned to Portugal at the age of 4, but in “Moçambique” (the show), he creates a biography for himself as if he had never left.
To make this life story more credible, it is linked to the history of the country itself. Jorge Andrade is now part of the History of Mozambique, and because of this, associated with its political vicissitudes, the context of its position during the Cold War, and the bureaucracy from the international economy which the recently independent country became subject to. “Moçambique” is a show in which six actors are hired to pretend that they are Mozambican, where they discuss history to try to construct the narrative of an enterprise, sing concentrated tomato paste commercial jingles in the languages of capitalist countries and in the languages of communist countries, and perform dances to depict certain historical events, until they all become totally exhausted. 
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Texto e direção Jorge Andrade 
Com Bruno Huca, Isabél Zuaa, Jani Zhao, Jorge Andrade, Marco Mendonça, Tânia Alves e Welket Bungué 
Cenografia José Capela 
Figurinos José Capela, com execução de Aldina Jesus 
Vídeo ANIMA e Bruno Canas 
Banda sonora Rui Lima e Sérgio Martins 
Luz Rui Monteiro 
Fotografias de cena Bruno Simão e José Carlos Duarte
Imagem de divulgação António MV 
Vídeo de divulgação Jorge Jácome e Marta Simões 
Assistência Francisco Campos Lima 
Direção de produção Sofia Bernardo 
Produção executiva Luna Rebelo 
Assistência de produção Mariana Dixe 
Coprodução Teatro Municipal Maria Matos, Teatro Municipal do Porto Rivoli/Campo Alegre, Teatro Viriato 
Residência O Espaço do Tempo 
Apoio Centro Cultural Português - Maputo/Instituto Camões, Hotel Peninsular
A mala voadora é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal - Ministério da Cultura/Direção-Geral das Artes e associada d`O Espaço do Tempo
Duração 70 min. s/intervalo
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Maiores de 16
COMPRAR BILHETES
7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Amazónia” é a sequela de “Moçambique”: o mesmo grupo de personagens resolve ir para outro paraíso – a selva amazónica – para gravar uma telenovela ecológica.
O planeta precisa, as pessoas interessam-se, é ético, é urgente, vai ter audiências. Os artistas procuram financiamento e as personagens da novela também, porque também elas querem empreender: querem civilizar a Amazónia, seguir o caminho universal da civilização. Como não faria sentido tratar um tema ecológico sem ser ecológico, a concretização deste espetáculo assenta na poupança de matéria-prima: o cenário é emprestado, o desenho de luz é reciclado, as músicas são de outros espetáculos da mala voadora, e as cenas são copiadas de espetáculos de outras pessoas.  
 
APÓS O ESPETÁCULO
CCVF / FOYER DO GRANDE AUDITÓRIO
HÁ CONVERSA COM...
MALA VOADORA
 
Bilhete conjunto (“Moçambique” + “Amazónia”) 10,00 EUR / 7,50 EUR c/d  COMPRAR
“Amazónia” is the sequel to “Moçambique”: the same group of people decides to go to another Paradise – the Amazon jungle – to film a soap opera on ecology.
The planet needs it, people are interested in it, it`s ethical, it’s urgent, and it will garner large audiences. The performers hunt for financing and the soap opera characters as well because they also want to be enterprising: they want to civilize the Amazon and follow the universal path of civilization. As it would not make sense to take up the theme of ecology without being ecologically minded, the realization of this show is based on not using up raw materials: the set is borrowed, the lighting design is recycled, the music comes from other shows from Mala Voadora, and the scenes are copied from the shows done by other people. 
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Texto e direção Jorge Andrade 
Assistência de encenação Maria Jorge 
Com Bruno Huca, Isabél Zuaa, Jani Zhao, Jorge Andrade, Marco Mendonça, Tânia Alves e Welket Bungué 
Cenografia e figurinos José Capela
Banda sonora Rui Lima e Sérgio Martins 
Luz Rui Monteiro
Fotografias de cena José Carlos Duarte e Marta Simões
Imagem de divulgação Marta Ramos 
Vídeo de divulgação Jorge Jácome e Marta Simões
Direção de produção Sofia Bernardo
Produção executiva Luna Rebelo
Assistência de produção Mariana Dixe
Residência artística O Espaço do Tempo
Coprodução Teatro Municipal São Luiz, Teatro Municipal do Porto Rivoli/Campo Alegre e Theatro Circo 
Agradecimentos Teatro Experimental de Cascais, Teatro Nacional D. Maria II 
A mala voadora é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal – Ministério da Cultura/Direção-Geral das Artes e associada d`O Espaço do Tempo
Duração 60 min. s/intervalo
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Maiores de 16
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