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3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães!
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães!
informação adicional fechar todos
Horário 
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Nascido em 1971, Rui Moreira tem vindo a desenvolver um percurso ímpar, extraordinariamente singular, raro no panorama português e internacional da arte contemporânea.
O seu trabalho desenvolve-se quase exclusivamente na área do desenho e constitui-se como um terreno de reflexão política e poética sobre a condição humana. Nesta exposição, concebida em parceria com a EGEAC, o artista apresenta a mais abrangente exposição que alguma vez realizou em Portugal. Nela, poderemos ver um amplo conjunto de desenhos de grande escala – cuja execução, meticulosa e densa, se estende por vários meses, como que incorporando o tempo do quotidiano bem como o tempo da história. O cinema, a poesia, a citação de outros artistas, alguns anónimos, de outros tempos, são referências constantes num trabalho que faz conviver de forma sublime a figura geométrica, a proliferação de formas-simbólicas e a figura humana, afinal o centro de todo o pensamento do artista.
Born in 1971, Rui Moreira has been taking his career down quite an extraordinarily singular path, one that stands out in the panorama of both Portuguese and international contemporary art.
Rui Moreira`s work has focused almost exclusively on drawing and constitutes a field of political and poetic reflection on the human condition. This exhibition, conceived in partnership with EGEAC, represents the artist’s most broad-reaching undertaking ever put on display in Portugal, one in which we can see a significant number of large-scale drawings whose intense and meticulous execution are testament to the painstaking work done over months and months, as if incorporating ordinary time and historical time. Cinema, poetry, and allusions to other artists from other times (some unknown) are the constant references in works which sublimely bring together geometric figures, the proliferation of form-symbols, and the human form – that is, the core of all the artist`s concept. 
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Curadoria Nuno Faria e João Mourão
Parceria e coprodução com EGEAC, Câmara Municipal de Lisboa
Agradecimentos Galeria Jeanne Bucher Jaeger
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Poucos fotógrafos têm, como Edgar Martins, desenvolvido uma reflexão tão poderosa sobre os regimes de visualidade contemporâneos, o uso da fotografia em contexto institucional, a relação da fotografia com a nossa vida e a nossa morte.
A exposição que apresenta no CIAJG resulta de um projeto que foi longamente preparado e que teve duas primeiras e consideravelmente mais pequenas apresentações em Lisboa, no MAAT e na Cristina Guerra Contemporary Art. Trata-se de uma investigação empreendida nos arquivos do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, a instituição que tem jurisdição legal sobre o corpo depois da morte. A reflexão visual que levou a cabo resulta numa exposição poderosa e, por vezes, chocante, do poder da imagem fotográfica e gráfica para reter a memória de um corpo que transpôs ou está prestes a transpor a fronteira que separa a vida da morte, a respiração da petrificação. Nesse sentido, convocando imagens de arquivo – entre fotografias, desenhos e cartas, por exemplo, e imagens do autor, a exposição constitui-se como um momento privilegiado para pensarmos o papel da fotografia no mapeamento da morte. 
Few photographers have reached Edgar Martins` level in terms of creating a powerful reflection upon the contemporary regimes of visuality, the use of photography in an institutional context, and how photography relates with our life and death.
The exhibition which Edgar Martins now presents at the José de Guimarães International Arts Centre is the culmination of a project prepared over a long period of time which featured two considerably shorter exhibitions in Lisbon, at the MAAT and at Cristina Guerra Contemporary Art. Martins` research took him to the Archives of the Medical Coroner`s Office, the institution which holds legal jurisdiction over one`s body following death. The resulting visual reflection has resulted in an intense exhibition, at times quite shocking, on the photographic and graphic image`s power to retain the memory of the body, which bridges or is about to bridge the boundary which separates life and death, breathing and ossification. Thus, by using images from the Archive – photos, drawings, and charts, for example – as well as original images, the exhibition constructs a unique moment in which we are called to consider photography as the mapping of death. 
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Parceria com Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Este será um ano de muita movimentação no espaço da coleção permanente do CIAJG com uma constante alternância entre artistas mais novos e mais experientes e com uma grande variedade de propostas, incluindo a apresentação de obras inéditas de José de Guimarães, patrono do Centro.

No primeiro ciclo expositivo de 2017, abordaremos o corpo sob diferentes pontos de vista – o corpo e a morte, o corpo e a guerra, o corpo e a história, a representação do corpo. Vivemos tempos de incerteza, tudo parece mudar velozmente e com direção aleatória. Neste ciclo, falaremos sobre mudança e permanência, mostramos a grande e a pequena escala, o universal e o íntimo. Numa época de dúvida, a memória ganha uma importância fundamental. Assim, são vários os artistas que trabalham com arquivos, que procuram sondar o passado e trazê-lo ao presente para preparar, talvez, a construção do futuro. Possamos fazer também nós, espetadores-atores, essa reflexão!

This year will be quite the active one for Permanent Collection space at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, with its offerings alternating between older and more experienced artists, and its wide variety of programs and events in store, which include the display of some never-before-seen works by the Centre`s namesake, José de Guimarães.
In the first exposition cycle of 2017, we will take up the theme of the body from different points of view – the body and death, the body and war, the body and history, and the representation of the body. We are living in uncertain times; everything is changing at a rapid pace and off into random directions. In this cycle, we will talk about change and permanence, and show both the large and the small scale, the universal and the intimate. Living in an epoch of doubt, memory assumes a fundamental importance. Thus we note how various artists are working with archives, which reach out to the past and bring it to the present to prepare perhaps for the future. Let`s see to it that we, the audience-actors, can also arrive at the same perspective!
 
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Arte Africana, Arte pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da coleção de José de Guimarães. 
Objetos do património arqueológico, popular e religioso. 
Obras de Christine Henry, António Bolota, José de Guimarães, Vasco Araújo, Rui Toscano, Stefano Serafin, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Ernesto de Sousa, Tomás Cunha Ferreira, Musa paradisiaca, Jaroslaw Flicinski 
Stefano Serafin, Arte em Estado de Guerra
Curadoria de Paula Pinto
Com a colaboração de FAST - Foto Archivio Storico Trevigiano della Provincia di Treviso
António Bolota, Sem escala 
Com a colaboração da Galeria Vera Cortês 
Christine Henry, Birds
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Entrada gratuita
“Jantar de Domingo à Tarde” apresenta um conjunto de objetos e imagens provenientes das coleções particulares de António Oliveira (pai), António Oliveira (filho), Jorge Correia e da Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços.
Fotografia, cerâmica, mobiliário e documentos permitem-nos recuar às primeiras décadas do século XX em Guimarães — a um tempo em que o mundo de trabalho estava em profunda transformação e o papel reivindicativo do operariado já se fazia sentir.  Entre 1901 e 1931, a Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães, convencionou o descanso semanal aos Domingos, da parte da tarde. Como “memento” deste decreto, passou a organizar um jantar comemorativo por ano. Naquela época, foi essencial lembrar a necessidade do descanso, numa sociedade que trabalhava de sol a sol. Com a realidade e dinâmica contemporânea do mercado de trabalho global, estaremos assim tão longe deste passado? E que reflexões poderemos fazer a partir dele para preparar o nosso futuro. Descansaremos mais, ou menos, agora que vamos sendo paulatinamente substituídos pela inteligência artificial e pela robótica?
 
This ´Late Afternoon Sunday Dinner` will present a series of objects and images from the private collections of António Oliveira (father), António Oliveira (son), Jorge Correia, and from the Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços.

Photography, ceramics, furniture, and various documents will allow us to travel back in time to the first decades of the 20th century, to a time when the world of work was undergoing a profound transformation and the common labourer was still able to stand up for himself. At the turn of the century, the Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães won workers the right to enjoy time off from work once a week, on Sunday afternoons. And as a ´memento` of this victory, from 1901 to 1931, the Association organized an annual dinner to commemorate. In an era when people toiled from sun-up to sun-down, the need to observe a day of rest was vital. Given the reality and the dynamics of today`s global employment market, are we really so far removed from this distant past? And as we prepare for our future, what reflections might we make on the subject? Will we be spending more time or less time resting once we have become replaced by artificial intelligence and robots?

 
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Horário 
terça a domingo
10h00-13h00 
14h00-19h00
Todas as idades
COMPRAR BILHETES
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Victor Hugo Pontes regressa a Guimarães para apresentar uma das suas últimas criações, uma peça em que cinco bailarinos interpretam movimentos em uníssono.
Em “Uníssono – composição para cinco bailarinos”, Victor Hugo Pontes pretende mostrar que nenhum objeto artístico é distinguível das pessoas que o compõem e que nenhuma ocorrência artística é essencialmente replicável, sendo antes essencialmente única. O conceito de ritual é operativo nesta peça: nas sociedades (humanas e animais), os movimentos fundamentais, simbólicos ou funcionais, são ritualizados, definindo à partida a norma e o desvio à norma, o padrão e a inovação, a tendência e a contracultura. A questão é: até que ponto o ritual é representativo? Cinco bailarinos em palco interpretando em uníssono movimentos ritualizados são um só corpo? Oblitera-se a individualidade? A perceção do espetador resulta da harmonia do todo, da especificidade de cada corpo em ação, ou de ambas?
Victor Hugo Pontes returns to Guimarães to present one of his last works – a play in which five dancers interpret movements in unison.
In “Uníssono – composição para cinco bailarinos” (“Unison – composition for five dancers”) Victor Hugo Pontes endeavors to show that no artistic object is distinguishable from the persons who compose it and that no artistic occurrence is essentially replicable as each event is, in its essence, unique. The concept of ritual is crucial in this piece: in societies (human and animal), the fundamental, symbolic or functional movements are ritualized, from the outset defining the norm and the departure from the norm, the pattern and the innovation, the trend and the counter-culture. The question now becomes: to what extent is ritual representative? Can five dancers on stage interpreting ritualized movements in unison be one body? Is individuality snuffed out? Does the audience`s perception stem from the harmony of the whole or from the specificity of each body in movement? Or from both?
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Direção Artística Victor Hugo Pontes
Cenografia F. Ribeiro
Montagem de cenografia Valter Maior
Direção Técnica e Desenho de Luz Wilma Moutinho
Música Hélder Gonçalves
Operação de Som Pedro Lima
Apoio Dramatúrgico Madalena Alfaia
Interpretação André Cabral, Bruno Senune, Elisabete Magalhães, Teresa Alves da Silva e Valter Fernandes
Direção de Produção Joana Ventura
Coprodução Nome Próprio, Teatro Municipal São Luiz, Teatro Municipal do Porto Campo Alegre, Rivoli
Agradecimento Marco da Silva Ferreira
A Nome Próprio é uma estrutura residente no Teatro Campo Alegre, no âmbito do programa Teatro em Campo Aberto
Maiores de 16
O Teatro Oficina quis cartografar os artistas de artes performativas – intérpretes, criativos(as) criadores(as) e/ou dramaturgos(as) – de Guimarães espalhados pela cidade, pelo país (e pelo mundo?). A partir desse mapa de artistas, o Teatro Oficina e os Festivais Gil Vicente montam um primeiro encontro/residência em que se revela o que é este Gangue e os projetos em que estará envolvido – formação, criação, futuro!
30 MAI0 A 10 JUNHO 
CENTRO DE CRIAÇÃO DE CANDOSO 
RESIDÊNCIA ARTÍSTICA 
Aberta uma convocatória interna, inscreveram-se três artistas/performers do Gangue que, no CCC, vão trabalhar os seus mais recentes projetos, ainda por vir: Susana Cruz Mendes, “Quando uma pétala cai na água”, João Ventura, “33 - a conta que Deus Fez”, Bruno Laborinho, “Online num quarto escuro”.
 
29 MAI0 A 10 JUNHO 
CCVF / PALÁCIO VILA FLOR
PAC / SALA DE CONFERÊNCIAS
OFICINA DE DRAMATURGIA
ORIENTAÇÃO DE JOSÉ MARIA VIEIRA MENDES
No Gangue há dramaturgos assumidos que se vão sentar à mesa com os seus projetos de escrita para teatro. Relações amor-ódio com o Vale do Ave, uma adaptação de Raul Brandão, as Cantarinhas dos Namorados, a geração de 70 do séc XX, e até os óculos de Fernando Pessoa, servem de mote, respetivamente, a Pedro Bastos, José Eduardo Silva, Elvira Oliveira, Jorge castelar e Paulo César Gonçalves. São os primeiros textos de teatro do Gangue a sair da gaveta e ver a luz do dia?
 
TERÇA 06 JUNHO | 21H30 
CCVF / CAFÉ CONCERTO 
APRESENTAÇÃO PÚBLICA DO GANGUE DE GUIMARÃES + DEBATE
Oportunidade para conhecer publicamente quem são os artistas deste grupo “clandestino”, de eles se conhecerem entre si, debaterem e saberem dos projetos uns dos outros, e dos projetos que o Teatro Oficina tem para eles. Convida-se o público a debater o que é isto de ser um artista performativo de/em Guimarães.
 
QUARTA 07 JUNH0 | 22H00 
CASA DA MEMÓRIA
ENSAIO ABERTO “ÁLBUM DE FAMÍLIA” PARA O GANGUE
O Teatro Oficina convida o Gangue a ver, em primeira mão, a sua nova criação, “Álbum de Família”, que estreia a fechar os Festivais Gil Vicente.
 
SÁBADO 10 JUNHO | 15H00
CENTRO DE CRIAÇÃO DE CANDOSO 
APRESENTAÇÕES FINAIS DA RESIDÊNCIA DO GANGUE + DEBATE
Depois de duas semanas de trabalho intensivo, os grupos juntam-se uma tarde, no Centro de Criação de Candoso, para partilhar e discutir os projetos. Convida-se, ainda, o público a ver de perto os processos de criação e a fazer perguntas difíceis de responder.
The Teatro Oficina has set out to draw a map of people from Guimarães involved in the performing arts – actors, performers, creators and/or playwrights – to determine their whereabouts scattered about the city, the country and perhaps even the world. Based on this map of artists, the Teatro Oficina and the Gil Vicente Festivals have organized a first encounter/residency which will reveal what ´The Gang` is all about and what projects they have been up to – training, creation, future!
 
MAY 30 TO JUNE 10 
CENTRO DE CRIAÇÃO DE CANDOSO 
ARTISTS IN RESIDENCE 
Following an internal invitation review, three artists/performers from The Guimarães Gang were selected to work on their most recent projects at the Candoso Creative Centre (CCC). On hand will be: Susana Cruz Mendes, “Quando uma pétala cai na água” (“When a petal falls into the water”), João Ventura, “33 - a conta que Deus Fez” (“33 – the accounting God did”), Bruno Laborinho, “Online num quarto escuro” (“Online in a dark room”)

MAY 29 TO JUNE 10
CCVF / PALÁCIO VILA FLOR
PAC / CONFERENCE ROOM
PLAYWRITING WORKSHOP 
LED BY JOSÉ MARIA VIEIRA MENDES
Within The Guimarães Gang there are committed playwrights who will come to the table with their scripts and writing. The love-hate relationship with the Ave River Valley, an adaptation of Raul Brandão, the traditional Guimarães ´Lover`s Coin Jar`, the generatio of the 70`s of the 20th century and even the round glasses worn by Fernando Pessoa will be the themes taken up, respectively, by Pedro Bastos, José Eduardo Silva, Elvira Oliveira, Jorge Castelar and Paulo César Gonçalves. Might these be the first theatre plays written by members of The Gang to be brought into the limelight?

TUESDAY JUNE 6 | 21H30
CCVF / CAFÉ CONCERTO
PRESENTATION TO THE PUBLIC OF THE GUIMARÃES GANG + DEBATE
This event will offer a public venue for everyone to see who is in this ´clandestine` group of artists and for The Gang members to meet each other, debate and learn about each other`s projects and the projects which the Teatro Oficina has in store for them. The public is invited to enter the debate of what it means to be a person from Guimarães involved in the performing arts. 
 
WEDNESDAY JUNE 7 | 22H00
CASA DA MEMÓRIA
OPEN REHEARSAL OF “ÁLBUM DE FAMÍLIA” FOR THE GANG
The Teatro Oficina will invite The Gang to see first-hand its newest creation, “Family Album,” which will premiere as the closing show at the Gil Vicente Festivals. 
 
SATURDAY JUNE 10 | 15H00
CENTRO DE CRIAÇÃO DE CANDOSO
FINAL PRESENTATIONS FROM ´THE GANG` ARTISTS IN RESIDENCE + DEBATE
Following two weeks of intensive work, the groups will come together one afternoon at the Candoso Creative Centre to share and discuss their projects. The public is also invited to see the processes behind theatrical creation close-up and ask questions that may difficult to answer. 
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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de junho de 2017.

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Em ano marcado por olhar profundo à obra de Raul Brandão, que também se fará sentir nesta edição, os Festivais Gil Vicente propõem uma nova lógica de relação com o que está à sua volta, ao pretender detetar e valorizar o aparecimento do talento territorial existente.
As linhas identitárias mantêm-se enquanto base matricial – novas dramaturgias e releituras de textos essenciais – mas, a partir desta edição, ambicionamos (também) tornar os Festivais Gil Vicente num corpo de trabalho regular e gerador de novas ideias. Lançaremos, assim, a partir de uma ideia nascida no seio do Teatro Oficina – o Gangue de Guimarães – uma residência artística assente em 2 vetores: formação dramatúrgica e identificação do potencial criativo dos elementos do grupo entretanto constituído. Uma atividade a integrar nos Festivais, para os anos seguintes. Sobre o elenco, para além da obra de Raul Brandão, “Os Pescadores”, levada a palco por João Sousa Cardoso, encontraremos 3 peças em estreia (“Geocide”, “Ela Diz” e “Álbum de Família”) e o regresso do Teatro Praga com “Despertar da primavera, uma tragédia de juventude”, a partir da tradução de José Maria Vieira Mendes para o texto de Frank Wedekind. E ainda “Henrique IV parte 3”, de Jacinto Lucas Pires. Uma edição que procura privilegiar uma certa proximidade entre o público e os artistas, para além de propor palcos pouco convencionais. Caso para demonstrar que o teatro pode acontecer em qualquer lugar. Rui Torrinha

ASSINATURA FESTIVAIS GIL VICENTE 2017
25,00 EUR (acesso a todos os espetáculos) | COMPRAR
In a year in which we take a more profound look at the work of playwright Raul Brandão, who rightfully deserves to be included at this year`s Gil Vicente Festivals, we are examining a new logic of the relationships surrounding his work in our desire to detect and to valorize the existing talent in Guimarães which has emerged over the years.
We are not straying outside the identity-forming lines which have served to define our fundamental matrix – our emphasis on new playwriting and the rereading of fundamental texts – but beginning with this edition, our ambitions are turning (as well) to strengthening the Gil Vicente Festivals as a body of work that regularly generates new ideas. 
Thus, we have taken the idea born at the Teatro Oficina – to convene ´The Guimarães Gang` – and have launched an artist-in-residence based on 2 areas: training in dramaturgy and the identification of the creative potential of the members of the group participating in this residency. This is an activity to be included in the Festivals for future years. 
On the playbill, in addition to Raul Brandão`s work “Os Pescadores” (“The Fishermen”) brought to the stage by João Sousa Cardoso, we will present three shows, each one enjoying its premiere (“Geocide”, “Ela Diz” [“She Says”] and “Álbum de Família” [“Family Album”] and then the return of Teatro Praga with “Despertar da primavera, uma tragédia de juventude”, based on José Maria Vieira Mendes` translation of the play “Spring Awakening, a Tragedy of Childhood” written by Frank Wedekind. And we round things off with “Henry IV, Part III” by Jacinto Lucas Pires. This year`s edition seeks to put special privileged importance on a certain closeness between the audience and the artists in addition to selecting some fairly unconventional stage settings, ones which demonstrate that theatre can take place practically anywhere. Rui Torrinha
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Entrada livre*
*até ao limite da lotação do espaço
O Centro Internacional das Artes José de Guimarães promove uma conversa com Nelson Felix (Rio de Janeiro, 1954), um dos mais singulares e enigmáticos artistas brasileiros contemporâneos.
A sua prática artística é invulgarmente plural, articulando a pequena com a grande escala, a escultura com o desenho, a matéria com o vazio, mas definindo-se sobretudo a partir de um sistema simbólico de referências geográficas à escala do globo terrestre onde vai lançando e depositando as suas peças. Trata-se de uma oportunidade única em Portugal (onde expôs uma única vez, em Faro, em 2008) de vermos e ouvirmos Nelson Felix a falar sobre a sua prática artística.
The José de Guimarães International Arts Center promotes a conversation with Nelson Felix (Rio de Janeiro, 1954), one of the most unique and enigmatic contemporary Brazilian artists.
His artistic practice is unusually plural, articulating the small with the large scale, sculpture with drawing, matter with emptiness, but defining itself above all from a symbolic system of geographical references to the scale of the globe where he launches and deposits his pieces. This is a unique opportunity in Portugal (where he exhibited one time only in Faro, 2008) to see and hear Nelson Felix talking about his artistic practice.
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Todas as idades

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7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
PREÇO ESPECIAL ALUNOS
ESCOLAS ARTES PERFORMATIVAS
4,00 EUR

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Sócios do CAR – Círculo de Arte e Recreio

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“Geocide” conta a história de um mundo.
A edição de 2017 dos Festivais Gil Vicente arranca com a estreia absoluta de “Geocide”, um espetáculo da Estrutura (Cátia Pinheiro e José Nunes), com a colaboração dramatúrgica de Rogério Nuno Costa, que se lança nos temas da mobilidade demográfica, das narrativas distópicas, das visões de futuro apocalípticas, da biopolítica e, consequentemente, da geopolítica. No palco, três seres habitam um espaço e a ação não está naquilo que eles transportam, mas no dispositivo que pisam. Imagina-se um tempo (“futuro”?) onde a memória terá sido apagada a favor de uma noção de humanidade reduzida à (sua) eterna contemplação. 
 
ASSINATURA FESTIVAIS GIL VICENTE 2017
25,00 EUR (acesso a todos os espetáculos) | COMPRAR
“Geocide” recounts the history of the world.
The 2017 edition of the Gil Vicente Festivals kicks off with a ´Structure show` (Cátia Pinheiro and José Nunes), featuring a collaboration with playwright Rogério Nuno Costa, in which themes such as demographic mobility, dystopic narratives, apocalyptic visions of the future, biopolitics, and consequently geopolitics are raised. On stage, three persons inhabit a space, and the action is not to be found within what they are transporting but instead within the device that they are treading upon. A time is created (in the future?) where memory is erased in favour of a notion of humanity that is reduced to (its) eternal contemplation. 
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Criação Cátia Pinheiro e José Nunes 
Colaboração dramatúrgica Rogério Nuno Costa 
Interpretação Cátia Pinheiro, José Nunes e Tiago Jácome 
Desenho de luz Daniel Worm d`Assumpção 
Figurinos Jordann Santos 
Assistência à criação Mafalda Banquart e Tiago Jácome 
Imagem, registo e apoio ao vídeo António MV 
Produção Estrutura 
Coprodução Centro Cultural Vila Flor, 23 Milhas - Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré 
Apoio à Residência O Espaço do Tempo, Centro de Criação de Candoso e Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré 
Maiores de 12
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Sócios do CAR – Círculo de Arte e Recreio

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“Despertar da primavera, uma tragédia de juventude” é uma peça escrita em 1891 por Frank Wedekind sobre um grupo de adolescentes em conflito com uma sociedade conservadora e moralista.
Com esta peça, o Teatro Praga regressa a um clássico da literatura dramática para inscrever, num texto e teatro canónico, o lugar dos que não estão incluídos no sistema representativo. Em palco, num cenário que se faz de cor-de-rosa, a crueldade e o amor entre pares, a intolerância geracional e o suicídio são alguns dos motivos queridos pela tradição interpretativa deste texto. Um lugar onde se exige a coexistência de linguagens e se confundem as referências, onde o desespero é a vida e o suicídio uma vitória. Um espetáculo que segue à procura da humanidade por inventar.
 
ASSINATURA FESTIVAIS GIL VICENTE 2017
25,00 EUR (acesso a todos os espetáculos) | COMPRAR
“Spring Awakening, a Tragedy of Childhood” is a play written in 1891 by Frank Wedekind about a group of adolescents in conflict with a conservative and moralistic society.
With this play, the Teatro Praga returns to a classic of dramatic literature, indeed a text that is part of the theatre`s canon, to defend those who are not covered by our system of representation. In the rose-tinted world presented on stage, cruelty and love amongst peers, intolerance between the generations, and suicide are some of the themes traditionally drawn from the performance of this script. This is a place where co-existence is required and where references are blurred, where despair is life and suicide a victory. The show goes in search of humanity yet to be invented. 
informação adicional  |  imagens fechar todos
Texto Frank Wedekind 
Tradução José Maria Vieira Mendes
Com André e. Teodósio, Cláudia Jardim, Cláudio Fernandes, Diogo Bento, Gonçal C. Ferreira, João Abreu, Mafalda Banquart, Óscar Silva, Patrícia da Silva, Pedro Zegre Penim, Rafaela Jacinto, Sara Leite e Xana Novais
Desenho de luz Daniel Worm D’Assumpção
Desenho de som Miguel Lucas Mendes
Operação de som João Oliveira
Cenografia Bárbara Falcão Fernandes
Figurinos Joana Barrios
Mestre costureira Rosário Balbi
Produção Bruno Reis
Produção executiva Bernardo de Lacerda
Uma coprodução Teatro Praga, Centro Cultural de Belém, Teatro Nacional São João e Teatro Viriato
Residência artística e antestreia 23 Milhas - Casa Cultura Ílhavo
O Teatro Praga agradece a Fernando Luís Sampaio, Nuno Carinhas, Luís Sousa Ferreira, Miguel Braz, Miguel Falcão Fernandes, Rui Pedro Carvalho, à Prado/ Patrícia Portela e Helena Serra, Griffe Hairstyle, João dos Santos Martins, Rádio Quântica/ Inês e Marco, Bruno Bogarim, Ção Caleiro, Manuel Reis, Cristina Correia, Carolina Caramelo, João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira/ Bregas, Ângela Cardoso, Fátima Ferreira e a todos os que fizeram a audição, amigos e família
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2,00 EUR
É mesmo assim que tudo vai acontecer: vamos viajar de palavra em palavra para descobrir a história da menina que não queria dormir nunca e da palavra que queria casar, dos cinco dedos que são filhos da mão e da palavra que dava uma imensa alegria a um certo rapaz.
Vamos saltar de poema em poema, voar entre mini histórias que nos vão desconcertar, e tudo porque as palavras nunca nos deixam de surpreender.
 
Horário 11h00 e 16h00
Público-alvo maiores de 6
Lotação limitada
Duração 40 min. aprox.
This is really how it`s going to happen: we are going to travel from word to word to uncover the story of a girl who never ever wants to go to sleep and of the word that she wants to marry, of the five fingers which are children of the hand and of the word which made a certain boy quite happy.
We`ll jump from poem to poem, fly amongst mini stories that will trouble us, and all this because words will never cease to amaze us.
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Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Carlos Mesquita: homem-cinema (cineclubista, cinéfilo) fotógrafo amador, exímio contador de histórias de Guimarães – melhor dizendo, de histórias vimaranenses – é o Guia de Visita da CMDG em junho.
A partir de aproximações mais ou menos diretas a documentos, imagens e elementos da exposição da CDMG, o Presidente do Cineclube de Guimarães propõe-nos uma visita guiada pela sua própria memória de Guimarães.
Carlos Mesquita, man-of-the-cinema (Cineclube member, cinephile) amateur photographer, eminent storyteller and expert on Guimarães, will lead the guided tour of the CDMG in June.
With both brief and detailed references to the documents, images and other elements on display at the Casa da Memória, the President of the Cineclube de Guimarães will take us on a journey to his own memories of the city.
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Todas as idades

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7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
PREÇO ESPECIAL ALUNOS
ESCOLAS ARTES PERFORMATIVAS
4,00 EUR

Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Sócios do CAR – Círculo de Arte e Recreio

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Os Pescadores”, de João Sousa Cardoso, é um trabalho metateatral livremente inspirado na obra homónima de Raul Brandão.
Esta criação reflete sobre as narrativas complexas e os códigos da representação, explorando as noções de masculinidade e de género, de trabalho e de sacrifício, de eros e de economia da morte. Se o mundo é governado pelos senhores e pela palavra, que drama é o dos homens intermitentes que circulam entre o mundo dos vivos e o terror da physis, organizados num espaço incerto, num tempo flutuante e num imaginário que oscila entre as convenções da tradição e os impulsos da sobrevivência?
 
ASSINATURA FESTIVAIS GIL VICENTE 2017
25,00 EUR (acesso a todos os espetáculos) | COMPRAR
“The Fishermen” by João Sousa Cardoso is a meta-theatrical work loosely based on the Raul Brandão play of the same name.
This creation is a reflection on the complex narratives and codes involved in representing oneself, exploring the notions of masculinity and gender, of hard work and sacrifice, of Eros and the economy of death. If the world is governed by suited gentlemen and by the word, what drama plays out then for those intermediary men who circulate amongst the world of the living and the terror of Physis , [nature] organized into an uncertain space, a floating sense of time and a world of imagery/imagination which oscillates between the conventions of tradition and the impulse toward survival?
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Criação João Sousa Cardoso 
Interpretação Ricardo Bueno, Vinicius Massucato
Iluminação Miguel Ângelo Carneiro
Fotografia de cena Maria Begasse
Direção de produção Isalinda Santos
Assistência à produção Ana Pinto
Coprodução Confederação, Teatro Municipal do Porto, Centro Cultural Vila Flor
Parceria Circular Festival de Artes Performativas
Apoio Junta de Freguesia de Vila do Conde
Maiores de 12 
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ESCOLAS ARTES PERFORMATIVAS
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%

Local PAC / Black Box

É preciso pagar o crédito da casa, do carro, a eletricidade, a água, o gás, a internet, vários seguros, impostos. É preciso adiar sonhos para quando se tiver “alguma estabilidade” que tarda em chegar.
Um tradutor, Henrique, como um príncipe precário. Quer mudar Shakespeare para a língua portuguesa, mas tem de passar os dias a fazer traduções técnicas de empilhadoras e autoclismos para ganhar a vida. Henrique vive consumido pelas exigências da vida quotidiana, vive a vida aos poucos, deixando-se ir – até que conhece Falstaff, o gordo genial de Shakespeare. Falstaff faz sempre falta, e agora muita. O dramaturgo Jacinto Lucas Pires estreia-se como encenador nesta peça que é uma visão real, mais real que irritações quotidianas, frustrações empilhadas, mais sólida que este triste tempo, feito de tempos mortos. 
 
ASSINATURA FESTIVAIS GIL VICENTE 2017
25,00 EUR (acesso a todos os espetáculos) | COMPRAR
The mortgage, the car payment, the electricity and water bill, the Internet, a variety of insurance policies, and of course taxes – all this needs to be paid. And dreams have to be put off until “some stability” arrives, but it is not expected anytime soon.

Henry, the translator, is like a prince in a spot of bother. He wants to translate Shakespeare into Portuguese but instead must spend his days doing technical translations of fork-lifts and toilet flushing devices to make a living. Henry is consumed by the demands of daily life, and he is letting life pass him by – until he meets Falstaff, Shakespeare`s jolly fool. Everyone always enjoys Falstaff`s company and now he is sorely missed. Playwright Jacinto Lucas Pires is making his directorial debut with this play, which is a real vision of things, more real than daily gripes and accumulated frustrations, more solid than this gloomy epoch, made up of dead time. 

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De Jacinto Lucas Pires com excertos de Henrique IV, partes 1 e 2 de William Shakespeare (tradução de Gualter Cunha) 
Encenação Jacinto Lucas Pires 
Cenografia e figurinos Sara Amado 
Desenho de luz Nuno Meira com a colaboração de Filipe Pinheiro 
Interpretação Ivo Alexandre, Luís Araújo, Paula Diogo, Anabela Faustino 
O espetáculo inclui o hino O nata lux de lumine, de Thomas Tallis (interpretação Chapelle du Roi, direção Alistair Dixon)
Coprodução Ninguém/ TNSJ 
Maiores de 14
Entrada livre
A exposição temporária “Pergunta ao Tempo” é o resultado de um longo processo de reapropriação do património cultural pelas mãos das crianças de turmas do 4.º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho de Guimarães.
Dentro da própria exposição permanente da Casa da Memória, os objetos, as histórias, os testemunhos recolhidos pelas crianças coabitam e dialogam com cada um dos núcleos expositivos. O património cultural, na sua materialidade e imaterialidade, a reflexão sobre a memória e as formas como a representamos, recolhemos e tratamos, envolveram todas as crianças, as suas famílias e a comunidade local. A Casa da Memória surge assim como lugar de abrigo e de encontro da comunidade consigo própria.
The temporary exhibition “Pergunta ao Tempo” (“Asking Time”) is the result of a long process of re-appropriation of cultural heritage carried out by 4th grade students from 13 primary schools in the Concelho (County) of Guimarães.
In the Casa da Memória`s permanent collection, the objects, stories, and testimonies collected by the students cohabitate and enter a dialogue with each one of the exhibition areas. Cultural heritage (in its material and intangible nature) and the reflection on memory and the forms we use to represent, collect and treat it, were themes which involved the children, their families and the local community. The Casa da Memória has thus emerged as a place of shelter for the community, one where people can have an encounter with one another.
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Todas as idades

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7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
PREÇO ESPECIAL ALUNOS
ESCOLAS ARTES PERFORMATIVAS
4,00 EUR

Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Sócios do CAR – Círculo de Arte e Recreio

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%

Local Espaço Oficina

“Ela Diz” é uma performance multimédia que narra o conflito entre duas mulheres, mãe e filha.
As personagens, num face-a-face desafiante, dizem uma à outra o que nunca disseram e o que precisam dizer. Assiste-se a um desabafo urgente e torrencial, matizado por diferentes estados de alma, cujo desenlace é o esgotamento, a pacificação abrupta. O dispositivo cénico é composto por duas atrizes em frente, cada uma, a uma câmara de filmar. Numa relação de extrema proximidade, o público tem diante de si um ecrã, onde surgem os rostos em grande plano das atrizes. Choque e desmaio, mergulho e pairar pelo lado de dentro de uma expetativa de felicidade; o sobrevoo íntimo de uma pele pulsante. 
 
ASSINATURA FESTIVAIS GIL VICENTE 2017
25,00 EUR (acesso a todos os espetáculos) | COMPRAR
“Ela Diz” is a multi-media performance that tells the story of the conflict between two women, a mother and her daughter.

In a defiant face-to-face encounter, the characters tell each other things that they have always needed to say but have never uttered. The play releases an urgent and torrential explosion, tinted by different states of the spirit which culminates in a collapse and abrupt pacification. The stage is set with each of the two actresses facing a camera that is filming them. The audience is placed in a situation of extreme closeness to the screen which shows large images of the actresses` faces. Shock and dismay, the delving into and the floating within the expectation of happiness; the personal flight of a pulsating outer skin.

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Texto e encenação Carlos J. Pessoa 
Dramaturgia Maria João Vicente 
Cenografia e figurinos Sérgio Loureiro
Música (Composição e interpretação ao vivo) Daniel Cervantes
Desenho de luz Nuno Samora 
Interpretação Ana Palma e Fernanda Neves 
Direção de produção Maria João Vicente 
Produção e comunicação Carolina Mano
Assistência de produção Mariana Magalhães
Apoios Câmara Municipal de Lisboa, EGEAC, Junta de Freguesia de Santa Maria Maior 
Financiamento Governo de Portugal | Ministério da Cultura
Maiores de 12
 
 
2,00 EUR
Estamos dentro ou fora? Vemos de cima ou de baixo? Somos espaços pequeninos ou gigantes? Que espaços ocupamos? E quando deixamos os espaços… o que fica?
Local Sala de Ensaios do Centro Cultural Vila Flor
Horário 10h00 e 11h30
Público-alvo 1 a 3 anos
Duração 30 a 40 min. 
Lotação limitada 
Preço 2,00 eur
 
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, uma semana de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
Are we inside or outsider? Do we see from above or from below? Are we tiny space or gigantic ones? What spaces do we occupy? And when we leave a space, what is left behind?
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Atividade gratuita
A partir de uma seleção de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha faz-se uma deriva pela memória da cidade através da memória das fotografias: histórias, imaginações, incertezas, comparações e desaparições fazem parte de um regresso ao local do enquadramento de algumas das mais simbólicas fotografias de Guimarães.
Guia convidado Eduardo Brito
Ponto de encontro Casa da Memória 
Based on selected images from the Coleção de Fotografia da Muralha (Photographic Collection of Guimarães` Fortified Walls) we suggest a journey through the memories of the city via the memories of old photographs: those of stories, imagination, mysteries, comparisons and disappearances, all of which are part of a return to the location which has served as the backdrop for some of the most iconic photographs to be taken in Guimarães.
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Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
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7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
PREÇO ESPECIAL ALUNOS
ESCOLAS ARTES PERFORMATIVAS
4,00 EUR

Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Sócios do CAR – Círculo de Arte e Recreio

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Local Pátio da Casa da Memória
O pátio da Casa de Memória serve de palco para a apresentação da nova produção do Teatro Oficina, “Álbum da Família”, interpretada pelos alunos das OTO`s.
O impressionante espólio de fotografias d’ A Muralha - Associação de Guimarães para a Defesa do Património serve de inspiração a uma criação em duas partes interpretada pelos alunos das Oficinas do Teatro Oficina (OTO’s). A história da representação das famílias de Guimarães, a sua iconografia tornada performance de teatro e dança encontra o espaço ideal para ser apresentada: o pátio da Casa da Memória (o melhor lugar metáfora deste trabalho).
 
ASSINATURA FESTIVAIS GIL VICENTE 2017
25,00 EUR (acesso a todos os espetáculos) | COMPRAR
The patio of the Casa de Memória will serve as the stage for the new production by the Teatro Oficina, “Álbum da Família” (“Family Album”), performed by the members of the Theatre Workshop.
The impressive collection of photos from ´A Muralha – the Guimarães Heritage Defense Association` serves as the inspiration for a two-part show performed by the students of the Teatro Oficina`s Workshop (OTO). The stories representing Guimarães families and iconography transformed into theatre and dance have found the ideal performance space: the patio of the Casa da Memória (indeed the best location-metaphor for this show). 
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Direção Isabel Costa (1ª parte) e Tânia Dinis (2ª parte)
Com  (1ª parte)  Albertina Castro, Ana Castro, António Matos, Eduarda Silvério, Francisca Silva, Inês Guedes, Isabel Gonçalves, Joana Ribeiro, José Miguel Fernandes, Lívia Hartmann, Matilde Paz, Nuno Pacheco, Rita Matos, Sofia Costa, Sofia Edra, Sofia Laranjeiro; (2ª parte) Adriana Rodrigues, Alexandra Rego, Ana Leonor Ferreira, Ana Ribeiro, Andreia Santos, Beatriz Alves, Beatriz Rodrigues, Elsa Machado, Fernando Sousa, Francisca Castro, Inês Moreira, Iola Castro, Isabel Fernandes, Joaquim Pedro, Lucas Sampaio, Mafalda Freitas, Mafalda Sousela, Maria Alves, Maria Leonor Cardoso, Matilde Costa, Patrícia Cerdeira, Pedro Lobo, Rita Magalhães, Sara Teixeira, Sofia Gonçalves, Tomás 
Assistente criativo Tales Frey
Desenho de luz Rui Monteiro 
Direção Musical Óscar Rodrigues 
Música Óscar Rodrigues e José Alberto Gomes
Colaboração Nuno Preto e Tiago Sarmento
Acompanhamento artístico José Rafael e Mariana Costa (estagiários FCT)
Produção Executiva Teatro Oficina
Maiores de 12
Entrada livre
No âmbito da comemoração dos 40 anos da Companhia Nacional de Bailado (CNB), a realizadora Cláudia Varejão e a sua assistente de som Adriana Bolito acompanharam a CNB durante doze meses, recolhendo as imagens que fazem parte do documentário que agora se apresenta.
Dançar, mais do que uma profissão, é um modo de vida, e o título do filme, um poema de Adília Lopes, gentilmente cedido pela autora, remete-nos para a vulnerabilidade dessas vidas. Este filme acompanha, por um lado, as criações, estreias e digressões da companhia de dança mais antiga do país e, por outro, o trabalho silencioso e estrutural de cada bailarino.
As part of the celebration of the 40th anniversary of Companhia Nacional de Bailado (CNB), director Cláudia Varejão and her sound assistant Adriana Bolito followed CNB for twelve months, collecting the images that are part of the documentary that is now presented.
Dancing, more than a profession, is a way of life, and the title of the film, a poem by Adília Lopes, kindly given by the author, reminds us of the vulnerability of these lives. This film follows, on the one hand, the creations, premieres and tours of the oldest dance company in the country and, on the other hand, the silent and structural work of each dancer.
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Fotografia e Realização Cláudia Varejão 
Som Adriana Bolito 
Montagem Cláudia Varejão e Francisco Moreira 
Assistente de Montagem Maria Maranha
Montagem e Mistura de Som Hugo Leitão 
Correção de Cor Paulo Américo 
Produtor João Matos 
Coordenação de Produção Cláudia Varejão, Celeste Alves e Bárbara Valentina 
Coordenação de Pós-Produção Marta Lemos 
Direção Financeira Susana Nobre
Distribuição Pedro Peralta 
Contabilidade Mariana Vasco 
Produção Terratreme Filmes
Uma encomenda da Companhia Nacional de Bailado com a produção da Terratreme
Maiores de 6
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Entre a fotografia e o cinema, o trabalho artístico de Daniel Blaufuks tem a representação da memória no seu centro.

Obras como Viagem a São Petersburgo (1998), Terezin (2006-2007), Sob Céus Estranhos (2007), Toda a Memória do Mundo, Parte 1 e As If (2014) convocam e questionam a memória na sua abordagem pública ou privada, individual e coletiva. Eixo de um pensamento aprofundado através das imagens e das relações que o seu alinhamento propõe, as múltiplas refrações do que lembramos e do como lembramos – do facto histórico ao registo pessoal, da literatura ao cinema, do arquivo à destruição – serão então pontos de passagem e paragem nesta conversa.

From photography to the cinema, the artistic work Daniel Blaufuks has at its core the representation of memory.
Works such as Viagem a São Petersburgo (“Journey to Saint Petersburg,” 1998), Terezin (2006-2007), Sob Céus Estranhos (“Under Strange Skies,” 2007), Toda a Memória do Mundo, Parte 1 (“All the Memory of the World, Part 1”) and As If (2014) appeal to and question memory in their both public and private and individual and collective approaches. The thematic axis of profound reflexion through the images and the relationships that his alignment proposes, and the multiple refractions of what we remember and how we remember – from historical fact to personal recollection, from literature to the cinema, from archiving to destruction – these are the points in the conversation which we pass through and where we pause for contemplation. 
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Maiores de 15

2,00 EUR
Com a construção de fanzines, vamos reinterpretar momentos da memória relacionados com lugares da cidade de Guimarães. Será que conseguimos preservar as estórias do esquecimento?
Público-alvo Maiores de 3 
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Data limite de inscrição 14 junho
Preço 2,00 eur
As inscrições devem ser efetuadas através do preenchimento do formulário online disponível neste site.
With the creation of fanzines, we will reinterpret moments from memory related with specific places within the city of Guimarães. Might we succeed in saving any stories from being forgotten?
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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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Atualmente a comemorar 40 anos de existência, a Companhia Nacional de Bailado traz ao CCVF um programa especial, constituído por quatro peças em reposição.
As duas primeiras peças são dos criadores portugueses Olga Roriz e Vasco Wellenkamp, a terceira do norte-americano William Forsythe e a última do israelita Ohad Naharin. “Treze Gestos de um Corpo” é já um clássico e uma das coreografias mais carismáticas de Olga Roriz, onde um elenco masculino alterna com um feminino numa sucessão de solos e num crescendo de intensidade dramática. “Será que é uma Estrela?” é uma peça recentemente coreografada por Vasco Wellenkamp, numa sentida homenagem à bailarina Graça Barroso. “Herman Schmerman”, dueto de William Forsythe, mostra-nos o encontro de um casal que, através de uma execução técnica quase impossível, não deixa de nos sugerir uma narrativa de humor muito subtil. Finalmente, com “Minus 16”, confirma-se a habilidade de Ohad Naharin em saber como fazer o público dançar.
Currently commemorating 40 years of existence, the National Ballet Company brings a special program to the CCVF comprised of four pieces in reposition.

The two first pieces were created by the renowned Portuguese artists, Olga Roriz and Vasco Wellenkamp, the third by American William Forsythe and the final piece by Israeli Ohad Naharin. “Treze Gestos de um Corpo” (“Thirteen Gestures of a Body”) is already a classic and one of the most charismatic choreographies ever done by Olga Roriz, one in which a cast of male dancers alternates with female dancers in a succession of solos that grow in dramatic intensity. “Será que é uma Estrela?” (“Might it be a Star?”) is a recently choreographed piece by Vasco Wellenkamp and a moving tribute to dancer Graça Barroso. “Herman Schmerman,” a duet by William Forsythe, shows us the encounter of a couple which, via a nearly impossible technical performance, nevertheless leaves us with a very subtle narrative of humor. Finally, with “Minus 16,” Ohad Naharin shows how skillful he is in getting the audience up and dancing. 

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Treze Gestos de Um Corpo
Coreografia Olga Roriz
Música António Emiliano
Cenografia e figurinos Nuno Carinhas
Desenho de luz Orlando Wom
Assistente de coreografia Carlos Pinillos
 
Será Que é Uma Estrela?
Coreografia Vasco Wellencamp
Figurinos Liliana Mendonça
Desenho de luz Vítor José
Música gravada Maria João (voz), João Farinha (piano)
Assistente do coerógrafo Patrícia Henriques
Canções “Eu sei que vou te amar” (Tom Jobim / Vinicius de Moraes), “Eu te amo” (Tom Jobim / Chico Buarque), Beatriz (edu Lobo / Chico Buarque)
 
Herman Schmerman
Coreografia, espaço cénico e desenho de luz William Forsythe
Música Thom Willems
Figurinos Gianni Versace e William Forsythe
Assistente de coreógrafo Maurice Causey
 
Minus 16
Coreografia e figurinos Ohad Naharin
Desenho de luz Bambi
Assistente de coreógrafo Erez Zohar
 
Maiores de 6
Entrada livre
O Centro Histórico de Macau engloba o mais antigo legado arquitetónico europeu existente em solo chinês na atualidade.

Coexistindo com a arquitetura tradicional chinesa de Macau, constitui um testemunho de pluralismo cultural e retrata uma simbiose única de tradições arquitetónicas ocidentais e orientais. Através da objetiva do fotógrafo Chan Hin Io podemos olhar de perto a pomba de bronze do frontão das Ruínas de S. Paulo; nostalgicamente dançar ao longo do vibrante ondulado do empedrado do Largo do Senado; arrebatadamente procurar por entre os milhares de pontos luminosos que reluzem por detrás do Farol da Guia uma certa janela que tanto nos diz… quer elas captem as ruas num azul crepuscular ou as pessoas numa procissão, todas estas fotografias são registos de “realidade e de passado” de um acumular de mais de 400 anos de história. 

The Historic Centre of Macao includes the oldest western architectural heritage on Chinese soil today.

Macao includes the oldest western architectural heritage on Chinese soil today. Together with Macao`s traditional Chinese architecture, it stands witness to successful East-West cultural pluralism and architectural traditions. Under Chan Hin Io`s camera, we can look into the eyes of the bronze pigeon on the pediment of the Ruins of St. Paul`s; our nostalgia can dance along the vibrating wave pattern on the cobblestone-tiled Senado Square; our eagerness is triggered to look for the house window upon which our heart lingers, amidst the thousands of vibrant houselights behind the Guia Lighthouse… Whether they capture the streetscape in blue dusk or the people in a solemn parade, these photos are all records of “the reality and the past” that have accumulated from the city`s 400-year-old history.

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Organização Instituto Cultural do Governo da R.A.E. de Macau
Coorganização A Oficina e Câmara Municipal de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Atividade gratuita
Que razões levaram um jovem cavaleiro a revoltar-se contra a sua própria mãe?
Terá sido o 24 de Junho de 1128, data da Batalha de São Mamede, «a primeira tarde portuguesa», como Acácio Lino pintou em São Bento? Poderia o arquiteto da Colegiada ter feito melhor? E que dizer do Padrão da Oliveira? Num dia carregado de simbolismo, conversa-se sobre uma cidade que não é só o que dela hoje admiramos, mas também aquilo que ela poderia ter sido.
 
Guia convidado Raul Pereira
Ponto de encontro Casa da Memória 
What reasons might have convinced a young medieval knight to take up arms against his own mother?

On the 24th of June, 1128, the date of the famous Battle of São Mamede, was the landscape of “the first afternoon in Portugal” truly the one depicted in the painting by Acácio Lima located in the Portuguese Parliament in São Bento? Could the architect of the Colegiada have done better? And what might the Padrão Monument in Guimarães` Largo da Oliveira have to say on the matter? On this day heavy with symbolism, we will take up the topic of the city in a discussion of not just what we admire today in the city but also what the city might have become.

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Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
Como habitualmente nas interrupções letivas estará disponível um programa de atividades pensado de propósito para os mais pequenos e curiosos, com o intuito de proporcionar uma oferta qualificada para as férias e de promover o “usufruto dos tempos livres”.
PROGRAMA
 
26 a 30 junho
MANIFESTA-TE
(gravura, escrita criativa, desenho de animação, filosofia)
Se fosses tu a mandar o que terias para dizer?
O que te passa pela cabeça quando vês o mundo ao contrário?
Aproveita este fórum de 5 dias de exploração dos pensamentos e das ideias de cada um.
Manifesta-te, conta, reconta e grita o que pensas sobre o mundo…
 
03 a 07 julho
AFINAL PARA QUE SERVE UM MUSEU?
(desenho, performance, vídeo, som)
Aqui e agora, no museu ou na casa, iremos criar novas identidades.
Como artistas, curadores, inventores ou exploradores.
Para que servem estes espaços onde dormem figuras e objetos estranhos?
 
10 a 14 julho
O TEU CORPO SABE MAIS DO QUE IMAGINAS
(teatro, dança, pilates, culinária)
Esta semana será dedicada a conhecermos o nosso corpo por dentro e por fora. Dançar, cantar, abanar, saltar, dormir, relaxar, ouvir, sentir, pensar…
 
Locais 
Centro Cultural Vila Flor, Centro Internacional das Artes José de Guimarães e Casa da Memória de Guimarães
Horários
Acolhimento 09h00 às 10h00 | Oficinas 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 16h30 | Saída 17h00 às 18h00
Preçário
Uma semana 30,00 eur s/ almoço | 55,00 eur c/ almoço
Duas semanas 50,00 eur s/ almoço | 95,00 eur c/ almoço
Três semanas 70,00 eur s/ almoço | 135,00 eur c/ almoço 
Por dia/oficina 7,00 eur s/ almoço | 12,50 eur c/ almoço
Nota: o preçário inclui seguro, transporte nos dias de saídas ao exterior e todos os materiais necessários para as oficinas
Nº de participantes mín. 8 / máx. 15 crianças
Data limite de inscrição até uma semana antes da oficina pretendida e até ao limite da lotação
 
Inscrições
As inscrições individuais podem ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor ou na Plataforma das Artes e Criatividade, ou através do preenchimento do formulário online disponível neste site.
As inscrições em grupo podem ser efetuadas através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
As per usual when school is not in session, we have come up with a program of activities especially created for the young and the curious as a way to offer high quality activities for the summer holidays which promote the “good use of free time.”
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E se pudesses gritar com o corpo, dançar com um tablet, pintar-te de dourado e dizer tudo aquilo que tiveres vontade?#criatividade#liberdade
Vamos fazer um laboratório de Performance onde as regras ignoram ângulos agudos e o ato de criar é um eterno movimento pelo espaço. ASAP traz o teu BFF e vamos do icloud até aos teus sonhos. BTW, lembra-te que YOLO!
 
Local Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Horários 11h00 às 13h00 e das 14h30 às 17h30 (o último dia contará com uma apresentação pública às 19h00)
Público-alvo 13 aos 16 anos
Preçário 30,00 eur s/ almoço | 55,00 eur c/ almoço 
Nota: o preçário inclui seguro.
Nº de participantes mín. 8 / máx. 15 pessoas
Data limite de inscrição 19 de junho 
 
As inscrições podem ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor, na Plataforma das Artes e da Criatividade ou através do preenchimento do formulário online disponível neste site.
 
Para mais informações contactar através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
If you could scream with your body, dance with a tablet, paint yourself gold and say everything you felt like saying?#criatividade#liberdade

We`re going to create a Performance laboratory where the rules ignore sharp angles and the act of creating is an eternal movement through space. Bring your BFF ASAP and we`ll go from the iCloud to where your dreams lie. BTW, remember that YOLO !

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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Fernando Lanhas (Porto, 1923-2012), como todos os arquitetos, sempre quis compreender a geometria do mundo.
A sua formação académica contribuiu tanto para esse objetivo como o ser pintor, desenhador, arqueólogo, paleontólogo, astrónomo, etnólogo e poeta. A sua obra pictórica, que deve ajudar a compreender como pode a pintura concorrer para o conhecimento do mundo, não pode, como veremos, ser separada das muitas outras atividades que o ocuparam durante mais de 50 anos. Enquanto pintor, Fernando Lanhas ocupa um lugar destacado na história da arte portuguesa, sendo apontado como pioneiro do abstracionismo geométrico.
 
SEXTA, 30 JUNHO | 22H00
INAUGURAÇÃO DO NOVO CICLO EXPOSITIVO
Entrada livre
Fernando Lanhas (1923-2012, b. Oporto), like many architects, always wanted to understand the geometry of the world.
His academic studies contributed as much toward this goal as his work as a painter, designer, archaeologist, paleontologist, astronomer, ethnologist, and poet. His pictorial works, which help in understanding how painting can contribute to our knowledge of the world, cannot, as we will see, be separated from the many other activities that occupied his time for more than 50 years. As a painter, Fernando Lanhas holds a special place in the history of Portuguese art for being a pioneer in geometric abstractionism. 
informação adicional fechar todos
Curadoria Marta Moreira de Almeida
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
O CIAJG acolhe uma grande mostra composta por peças da coleção de Ivo Martins, em depósito no Museu de Serralves, em que pontificam alguns dos artistas mais relevantes da produção artística nacional das últimas três décadas, enquadrados por núcleos de obras de artistas referenciais tais como Joaquim Bravo, Álvaro Lapa ou Rui Chafes.
A coleção de Ivo Martins constitui-se como uma das mais singulares e consistentes visões do panorama artístico de uma geração de autores e a sua apresentação em Guimarães é um desígnio há muito tempo traçado.

SEXTA, 30 JUNHO | 22H00
INAUGURAÇÃO DO NOVO CICLO EXPOSITIVO
Entrada livre
The José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG) welcomes a large exhibition from the personal collection of Ivo Martins from the Serralves Museum which features some of the most relevant artists in Portugal over the last three decades and centered on works of such artistic references as Joaquim Bravo, Álvaro Lapa and Rui Chafes.
The Ivo Martins collection represents one of the most singular and consistent visions of the artistic landscape of a generation of artists and their connection to Guimarães over many years. 
informação adicional fechar todos
Curadoria Nuno Faria
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Este será um ano de muita movimentação no espaço da coleção permanente do CIAJG com uma constante alternância entre artistas mais novos e mais experientes e com uma grande variedade de propostas, incluindo a apresentação de obras inéditas de José de Guimarães, patrono do Centro.
Na nova montagem da coleção teremos a oportunidade de revisitar um conjunto de peças históricas de José de Guimarães, que não estão visíveis ao público desde 2012. Com efeito, as peças que integraram a intervenção no Museu de Luanda, em 1968, estão entre o núcleo de peças mais relevantes da obra do autor. Em diálogo com estas peças e os núcleos que constituem a coleção permanente, teremos, ainda, uma ampla mostra de peças de Fernando Lanhas, um dos autores centrais da arte portuguesa da segunda metade do séc. XX, e um conjunto de esculturas de Rui Chafes, um dos mais importantes artistas da atualidade.
 
SEXTA, 30 JUNHO | 22H00
INAUGURAÇÃO DO NOVO CICLO EXPOSITIVO
Entrada livre
This year will be quite the active one for Permanent Collection space at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, with its offerings alternating between older and more experienced artists, and its wide variety of programs and events in store, which include the display of some never-before-seen works by the Centre`s namesake, José de Guimarães.
In the new arrengment of the collection we will have the opportunity to revisit a set of historic pieces by José de Guimarães, which have not been visible to the public since 2012. In fact, the pieces that integrated the intervention in the Museum of Luanda in 1968 are among the nucleus of the most relevant pieces of the author`s work. In dialogue with these pieces and the nucleus that constitute the permanent collection, we will also have a large exhibition of pieces by Fernando Lanhas, one of the central authors of Portuguese Art of the second half of the 20th century, and a set of sculptures of Rui Chafes, one of the most important artists of the present time.
informação adicional fechar todos
Obras de José de Guimarães, Vasco Araújo, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Ernesto de Sousa, Jaroslaw Flicinski, Mestre Caçoila e Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade 
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
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