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3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Se 2016 foi o ano inaugural da Casa da Memória (CDMG), ao longo do qual foi trabalhada a sua exposição nuclear como um lugar onde se conhecem ou reconhecem memórias de Guimarães, o novo ano de 2017, e no que concerne à Exposição Território e Comunidade, permitirá o aprofundar da diversidade das referências em exposição, colocando-as em paralelo com as, também diferentes, análises e perspetivas de quem a visita.

A CDMG propõe-se concretizar visitas orientadas para determinada unidade temática da exposição, por diversos agentes desta mesma memória em processo e em análise: uma visita guiada à CDMG por um cineclubista trará uma narrativa “memorialista” diferente daquela guiada por um nicolino. E é esta linha que esta casa prossegue, entendendo a Memória, como um processo aberto, participativo, tolerante, incompleto, infinito e democrático e entendendo Guimarães como um imenso universo de memórias, lembranças, recordações.

If 2016 was the inaugural year for the Casa da Memória (CDMG) during which its core exhibition came into being as a place to recognize or discover the memories of Guimarães, then the year 2017 and the exhibition ´Territory and Community` will allow for the creation of a deeper diversity of the references within the exhibit, placing them along a parallel track with the equally different analyses and perspectives of those who visit.

The CDMG is now offering guided visits on individual themes of the exhibition given by different agents of this same memory in process and in analysis: a CDMG guided visit with a Cineclube member would bring a “narrative memory” quite different from that of a Nicoline Festival enthusiast. And this is the line the Casa da Memória wishes to follow, one which understands memory as being an open, participatory, tolerant, incomplete, infinite and democratic process, and one which recognizes Guimarães as an immense universe of memories, remembrances, and recollections. 

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2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Contra a fugacidade do tempo, José Almeida Pereira incita a imaginação do observador e convida-o a demorar-se no espaço sensível da sua subjetividade para escapar à luz estroboscópica das imagens.
As temáticas abordadas nas obras em exposição fazem um retorno aos valores humanos inscritos na pintura, distanciando-se do presente e assumindo esse recuo. As pinturas apresentam-se em camadas de tempo, no contraste entre o preto e branco, o negativo e o positivo, como se se tratasse de uma imagem fotográfica. Cada obra dá ideia de sobreposição, de sedimentação, de trajeto, de um tempo expresso num espaço. O que se coloca diante de nós são simples espectros, pequenos vestígios, rastos de um conjunto de imagens que teimam em permanecer para sempre na memória. Num tempo onde a imagem é comunicação, a sua fixação na retina não é todavia suficiente para formar conhecimento. Desse modo, a obra-prima citada em cada pintura demora-se porque se fecha no olhar como um segredo.
 
SÁBADO 25 MARÇO | 18H00
Apresentação do catálogo da exposição e conversa em torno da obra do artista.
 
Local Palácio Vila Flor
Entrada livre
Against time`s fleetingness, José Almeida Pereira incites the observer`s imagination and invites him to linger in the sensitive space of his subjectivity in order to escape image`s stroboscopic light.

The themes in these pieces are an acknowledgement of the human values imprinted in painting, distancing from the present and recognizing that step back. The paintings stand in layers of time, in the contrast between the black and the white, the negative and the positive, as if it was a photographic image. Each piece transmits the idea of overlap, sedimentation, path, of time carved in space. What`s in front of us are mere specters, small remnants, traces of a series of images that insist on staying forever in the memory. In a time when image is communication, its permanence in the retina is not enough to form knowledge. Therefore, the masterpiece quoted in each painting persists because it hides in the look as a secret.

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Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Nascido em 1971, Rui Moreira tem vindo a desenvolver um percurso ímpar, extraordinariamente singular, raro no panorama português e internacional da arte contemporânea.
O seu trabalho desenvolve-se quase exclusivamente na área do desenho e constitui-se como um terreno de reflexão política e poética sobre a condição humana. Nesta exposição, concebida em parceria com a EGEAC, o artista apresenta a mais abrangente exposição que alguma vez realizou em Portugal. Nela, poderemos ver um amplo conjunto de desenhos de grande escala – cuja execução, meticulosa e densa, se estende por vários meses, como que incorporando o tempo do quotidiano bem como o tempo da história. O cinema, a poesia, a citação de outros artistas, alguns anónimos, de outros tempos, são referências constantes num trabalho que faz conviver de forma sublime a figura geométrica, a proliferação de formas-simbólicas e a figura humana, afinal o centro de todo o pensamento do artista.
 
29 março e 01 abril, 10h00 às 18h00
MASTERCLASSE COM RUI MOREIRA 
 
No âmbito da exposição “Os Pirómanos”, Rui Moreira propõe aprofundar questões ligadas ao desenho explorando conceitos como concentração e tempo num exercício de longa duração. No dia 29 de março, a masterclasse realiza-se em inglês potenciando a aproximação de artistas e alunos estrangeiros. No sábado, dia 01 de abril, a mesma proposta desenvolve-se em português. 
 
Datas 29 março (masterclasse em inglês) e 01 abril (masterclasse em português)
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães 
Público-alvo Artistas e Alunos de Artes do Ensino Superior
Duração 8 horas
Lotação mín. 8 / máx. 25 participantes
Preço 10,00 eur 
Data limite de inscrição 24 março
 
As inscrições poderão ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor, na Plataforma das Artes e da Criatividade ou neste site através do preenchimento do formulário disponível online.
 
30 e 31 março, 15h00
VISITAS ORIENTADAS POR RUI MOREIRA  
 
Duas oportunidades para descobrir a exposição, em conversa com o próprio artista.
 
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães 
Público-alvo Todas as idades
Duração 90 min. a 2 horas
Lotação mín. 8 / máx. 25 participantes
Participação gratuita
Data limite de inscrição 24 março
 
Participação sujeita a inscrição prévia através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
 
Born in 1971, Rui Moreira has been taking his career down quite an extraordinarily singular path, one that stands out in the panorama of both Portuguese and international contemporary art.
Rui Moreira`s work has focused almost exclusively on drawing and constitutes a field of political and poetic reflection on the human condition. This exhibition, conceived in partnership with EGEAC, represents the artist’s most broad-reaching undertaking ever put on display in Portugal, one in which we can see a significant number of large-scale drawings whose intense and meticulous execution are testament to the painstaking work done over months and months, as if incorporating ordinary time and historical time. Cinema, poetry, and allusions to other artists from other times (some unknown) are the constant references in works which sublimely bring together geometric figures, the proliferation of form-symbols, and the human form – that is, the core of all the artist`s concept. 
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Curadoria Nuno Faria e João Mourão
Parceria e coprodução com EGEAC, Câmara Municipal de Lisboa
Agradecimentos Galeria Jeanne Bucher Jaeger
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Poucos fotógrafos têm, como Edgar Martins, desenvolvido uma reflexão tão poderosa sobre os regimes de visualidade contemporâneos, o uso da fotografia em contexto institucional, a relação da fotografia com a nossa vida e a nossa morte.
A exposição que apresenta no CIAJG resulta de um projeto que foi longamente preparado e que teve duas primeiras e consideravelmente mais pequenas apresentações em Lisboa, no MAAT e na Cristina Guerra Contemporary Art. Trata-se de uma investigação empreendida nos arquivos do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, a instituição que tem jurisdição legal sobre o corpo depois da morte. A reflexão visual que levou a cabo resulta numa exposição poderosa e, por vezes, chocante, do poder da imagem fotográfica e gráfica para reter a memória de um corpo que transpôs ou está prestes a transpor a fronteira que separa a vida da morte, a respiração da petrificação. Nesse sentido, convocando imagens de arquivo – entre fotografias, desenhos e cartas, por exemplo, e imagens do autor, a exposição constitui-se como um momento privilegiado para pensarmos o papel da fotografia no mapeamento da morte. 
Few photographers have reached Edgar Martins` level in terms of creating a powerful reflection upon the contemporary regimes of visuality, the use of photography in an institutional context, and how photography relates with our life and death.
The exhibition which Edgar Martins now presents at the José de Guimarães International Arts Centre is the culmination of a project prepared over a long period of time which featured two considerably shorter exhibitions in Lisbon, at the MAAT and at Cristina Guerra Contemporary Art. Martins` research took him to the Archives of the Medical Coroner`s Office, the institution which holds legal jurisdiction over one`s body following death. The resulting visual reflection has resulted in an intense exhibition, at times quite shocking, on the photographic and graphic image`s power to retain the memory of the body, which bridges or is about to bridge the boundary which separates life and death, breathing and ossification. Thus, by using images from the Archive – photos, drawings, and charts, for example – as well as original images, the exhibition constructs a unique moment in which we are called to consider photography as the mapping of death. 
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Parceria com Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Este será um ano de muita movimentação no espaço da coleção permanente do CIAJG com uma constante alternância entre artistas mais novos e mais experientes e com uma grande variedade de propostas, incluindo a apresentação de obras inéditas de José de Guimarães, patrono do Centro.

No primeiro ciclo expositivo de 2017, abordaremos o corpo sob diferentes pontos de vista – o corpo e a morte, o corpo e a guerra, o corpo e a história, a representação do corpo. Vivemos tempos de incerteza, tudo parece mudar velozmente e com direção aleatória. Neste ciclo, falaremos sobre mudança e permanência, mostramos a grande e a pequena escala, o universal e o íntimo. Numa época de dúvida, a memória ganha uma importância fundamental. Assim, são vários os artistas que trabalham com arquivos, que procuram sondar o passado e trazê-lo ao presente para preparar, talvez, a construção do futuro. Possamos fazer também nós, espetadores-atores, essa reflexão!

This year will be quite the active one for Permanent Collection space at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, with its offerings alternating between older and more experienced artists, and its wide variety of programs and events in store, which include the display of some never-before-seen works by the Centre`s namesake, José de Guimarães.
In the first exposition cycle of 2017, we will take up the theme of the body from different points of view – the body and death, the body and war, the body and history, and the representation of the body. We are living in uncertain times; everything is changing at a rapid pace and off into random directions. In this cycle, we will talk about change and permanence, and show both the large and the small scale, the universal and the intimate. Living in an epoch of doubt, memory assumes a fundamental importance. Thus we note how various artists are working with archives, which reach out to the past and bring it to the present to prepare perhaps for the future. Let`s see to it that we, the audience-actors, can also arrive at the same perspective!
 
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Arte Africana, Arte pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da coleção de José de Guimarães. 
Objetos do património arqueológico, popular e religioso. 
Obras de Christine Henry, António Bolota, José de Guimarães, Vasco Araújo, Rui Toscano, Stefano Serafin, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Ernesto de Sousa, Tomás Cunha Ferreira, Musa paradisiaca, Jaroslaw Flicinski 
Stefano Serafin, Arte em Estado de Guerra
Curadoria de Paula Pinto
Com a colaboração de FAST - Foto Archivio Storico Trevigiano della Provincia di Treviso
António Bolota, Sem escala 
Com a colaboração da Galeria Vera Cortês 
Christine Henry, Birds
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de abril de 2017.

CLIQUE AQUI

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A criação artística é um dos mais distintivos vetores do Westway Lab.
Um processo que reúne, por uma semana, músicos de diferentes geografias e estilos musicais, no Centro de Criação de Candoso, colocando-lhes como desafio a experimentação sem limites, com apresentação dos resultados no palco do Café Concerto do CCVF da forma mais original e livre quanto possível. As residências artísticas são a primeira área ativa do festival e representam o “choque cultural” da criação na era da globalização, mas em contexto local e de extrema proximidade. A palavra LAB surge assim justificada por este espaço de prática criativa concedido aos artistas, que tem revelado, de forma surpreendente, qualidades escondidas em todos os participantes das edições anteriores. A liberdade está a passar por aqui!
Artist creation is one of the most distinctive threads woven into the Westway Lab.
It is a process which, during the period of one week, brings musicians from a variety of geographies and musical styles to the Centro de Criação in Candoso, challenging them to stretch the limits of experimentation, with the presentation of their results performed on the stage of the CCVF`s Café Concerto in the freest and most original way possible. These artists-in-residence experiences are the main thrust of the festival and represent the “culture shock” of creating in the era of globalization but in a context that is both local and of extreme closeness. The word ´LAB in Westway LAB is thus validated in this space dedicated to free creative exercise handed over to the artists, and in past editions it has proven to be the surprising venue where the hidden qualities of all the participants are revealed. This is where artistic freedom is!
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Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Samuel Silva é o Guia de Visita de abril da Casa da Memória.
Ao longo do tempo, o jornalista do Público tem-se dedicado a um levantamento de factos e histórias que cruzam a vertente patrimonial e turística da cidade com o resgate e registo das memórias individuais e coletivas, das quais resultaram as edições de “Guimarães: Pessoal e Transmissível” (2013), “Histórias atrás das Portas” (2013) e “Guimarães Top Secret: Segredos de Guimarães” (2015) – motivações e inspirações para uma visita guiada por labirintos e memórias mais escondidas da cidade e do concelho. 
Samuel Silva is responsible for April`s Guided Tour at the Casa da Memória.
Over many years, this Público journalist has dedicated himself to uncovering the facts and histories intertwined with Guimarães’s heritage and touristic points of interest by rescuing and registering individual and collective memories, the result of which are the books “Guimarães: Pessoal e Transmissível” (2013), “Histórias atrás das Portas” (2013) and “Guimarães Top Secret: Segredos de Guimarães” (2015). These will provide the motivation and inspiration for a guided tour through the most well-hidden labyrinths and memories of the city and the county.
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Todas as idades

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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Não conhecemos ninguém que seja feliz.”
“Veraneantes” é uma tapeçaria de desejo e frustração que autopsia a nossa impotência perante o desenrolar da vida.
Estamos em 1904, num verão perdido no início do século, onde quatro famílias passam, como de costume, as suas férias. O clima social e político ominoso que espreita estes veraneantes cria as condições perfeitas para que do torpor do lazer irrompa a tempestade perfeita de aborrecimento, frustração, medo e ciúme. Com esta peça, o encenador Nuno Cardoso retoma o périplo pelo reportório da dramaturgia russa, depois de “A Gaivota” e “As Três Irmãs”, peças que subiram ao palco do CCVF em 2010 e 2011, respetivamente. Mas se em “As Três Irmãs”, de Tchékhov, ainda se adivinhava a esperança de um amanhã, nas suas herdeiras criadas por Máximo Gorki assistimos simplesmente a uma confissão: “Não conhecemos ninguém que seja feliz”. Eulogia de um futuro, seja ele qual for.
“We know no one who is happy.” “Veraneantes” (“The Vacationers”) is a tapestry of desire and frustration which serves as an autopsy of how powerless we are with respect to how life unfolds before us.
The year is 1904, and we are lost in a turn-of-the-century summer in which four families are taking their usual holidays. The ominous social and political climate that awaits these holiday-makers creates the perfect setting in which the summer doldrums are disturbed by the perfect storm of boredom, frustration, fear, and jealousy. With this play, director Nuno Cardoso embarks once again on a journey into Russian drama, following the production of “The Seagull” and “Three Sisters,” plays which appeared on the CCVF stage in 2010 and 2011, respectively. But whereas in Chekhov’s “Three Sisters” there is still hope for tomorrow, with the heiresses created by Maxim Gorki we simply witness a confession: “We know no one who is truly happy.” This is a eulogy of the future, whatever it may hold. 
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Encenação Nuno Cardoso
Tradução António Pescada
Cenografia F Ribeiro
Desenho de luz José Álvaro Correia
Música e Sonoplastia Pedro Lima
Movimento Marco da Silva Ferreira
Assistência de encenação Pedro Jordão
Direção Técnica / Operação de Luz João Teixeira
Operação de Som João André Lourenço, Pedro Lima
Produção Sandra Carneiro
Interpretação Afonso Santos, António Parra, Carolina Amaral, Cristina Carvalhal, Dinarte Branco, Íris Cayatte, João Melo, Joana Carvalho, Maria João Pinho, Margarida Carvalho, Mário Santos, Nuno Nunes, Pedro Frias, Rodrigo Santos, Sérgio Sá Cunha
Coprodução Ao Cabo Teatro, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Nacional de São João
Ao Cabo Teatro é uma estrutura financiada por República Portuguesa/Cultura, Direção Geral das Artes 
Apoios Arcádia, LONA, Neiper Home, Pedras & Pêssegos
Maiores de 12
Inovar e crescer, 2 objetivos inscritos na matriz de conceção do Westway Lab desde o seu primeiro respiro. Objetivos que têm gerado o combustível necessário para que este festival original e único nascido em 2014, na cidade de Guimarães, seja já referenciado a nível internacional.
A edição deste ano segue o trajeto das anteriores, acrescentando-lhe mais e mais camadas, tornando o festival cada vez mais participado e alargado à própria cidade, que também contribuirá com 4 novos palcos para acolher o talento nacional e internacional, no território de forma muito aberta. O Westway Lab será, por isso, maior em número de dias, palcos, bandas e seguramente em toda a sua vivência, transferindo para todos um incalculável valor cultural e social que se converte também em valor económico para a região. Este ano, uma das grandes novidades propostas será a polinização da música – arte central do festival – pelo cinema, no concretizar de mais uma relação internacional, desta vez o reputado South by Southwest Festival (SXSW), convidando dois representantes do mesmo para um painel especial sobre o SXSW e SXSW Film em parceria com a Associação Empresarial WHY Portugal. Aquilo que mais nos entusiasma é a incapacidade de explicar o que é na verdade o Westway Lab, por via do seu processo de renovação permanente e gerador de novas ideias, que o torna um delicioso mecanismo capaz de formular memórias futuras de uma forma altamente inclusiva. E nada melhor do que fechar com um pensador como Brian Eno: "muitas vezes na vida, somos confrontados com muitas possibilidades. A melhor coisa que podemos fazer é escolher uma rapidamente, e depois fazer essa opção funcionar para nós. Isso leva-nos a lugares interessantes, com resultados surpreendentes." Rui Torrinha
 
1º PASSE PARA OS CONCERTOS (50 PASSES DISPONÍVEIS)
(Quest + Orquestra de Guimarães / Lince / You Can’t Win, Charlie Brown + Xixa / :Papercutz)
12,00 EUR COMPRAR AQUI
 
2º PASSE PARA OS CONCERTOS (200 PASSES DISPONÍVEIS)
(Quest + Orquestra de Guimarães / You Can’t Win, Charlie Brown + Xixa / :Papercutz)
10,00 EUR COMPRAR AQUI
Innovate and grow, these are the two main objectives that have been the keystone of the Westway Lab since its fledgling days. These objectives provided the necessary fuel which has since made this original and unique festival, conceived in Guimarães in 2014, a prominent event on an international level.
This year`s festival will follow along the path of previous editions with more and more layers added on to make the event increasingly engaging by expanding into the city, which will also contribute with four new stages to welcome the talent hailing from both Portugal and abroad to a very open setting.  The Westway Lab will thus feature more days, more stages and more bands, and during this time the event is sure to extend its inestimable cultural and social value widely throughout the community, one which represents economic value for the region as well. 
This year, one of the major novelties will be the pollination of music – the core art form of the festival – with cinema, with the arrival of the well-regarded South by Southwest Festival (SXSW), whose presence adds still more international exposure to the Westway Lab.
What excites us most is our inability to explain fully what it is about the Westway Lab, and its ever renewing processes of generating new ideas, which makes the event a delicious mechanism able to shape future memories in such a highly inclusive way.  And nothing better than to close the festival with an iconic thinker the likes of Brian Eno: "So often in life we are confronted with a range of possibilities. The best thing we can do is to choose one quickly and then make this option work for us. This takes us to interesting places, with surprising results."  Rui Torrinha
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Com a 4ª edição do Westway Lab, e contando com o apoio da Fundação GDA, AMAEI - Associação de Músicos Artistas e Editoras Independentes, e Associação Empresarial WHY Portugal, as conferências PROfissionais do Westway Lab redobram os seus esforços a incentivar a partilha de conhecimento do mercado da música entre profissionais de topo e as comunidades de artistas, nacionais e internacionais, que participam no Westway Lab.
Para esta edição, o Westway PRO desafia os participantes a refletir sobre dois mercados específicos onde a música faz parte do dia-a-dia do tecido cultural da França e da Suécia. Por um lado, em França, a música é apoiada de forma estruturada tanto na sua existência interna, bem como na sua internacionalização. Na Suécia também, mas deve haver por lá um segredo no que toca ao sucesso sueco na internacionalização dos seus artistas. É também neste contexto da internacionalização que surge a nova parceria entre o Westway PRO e o WHY Portugal Event, que aporta às conferências deste ano uma sequência de sessões paralelas com temáticas ligadas à internacionalização da música e cinema. Assim, para além dos já habituais painéis, workshops e apresentações sobre eventos, festivais, redes profissionais, sincronizações audiovisuais e outros assuntos de pertinência capital para artistas autoeditados e/ou no setor da música independente, o Westway PRO 2017 convida-nos a conhecer melhor a França e a Suécia, bem como os mercados norte-americanos, com uma keynote interview a Tom Silverman, da editora Tommy Boy e também responsável pelo evento New Music Seminar em Nova Iorque. Apresentações da IAO – International Artist Organization, LiveDMA – rede de salas Europeias, Europa Criativa e outros painéis e sessões como o da GDA tornam esta edição do Westway PRO uma oportunidade de desenvolvimento profissional a não perder.

QUARTA 05
10h00 Abertura dos registos para delegados PRO 
11h30 Sessão Vídeos de Música (90 min.) WHY PORTUGAL EVENT
15h00 Curtas-metragens, sessão I da tarde (60 min.) WHY PORTUGAL EVENT
16h30 Curtas-metragens, sessão II da tarde (60 min.) WHY PORTUGAL EVENT
18h00 Talk com os artistas
 
QUINTA 06
10h00 Apresentação da IAO – Organização Internacional de Artistas
Dando voz a artistas de vários países, o IAO – Organização Internacional de Artistas é uma parte cada vez mais importante do ecossistema da indústria musical conforme mais e mais artistas começam a assumir controlo sobre as suas carreiras musicais. Suzanne Combo, artista francesa e VP da La Gam, apresenta o movimento artístico francês, assim como as perspetivas internacionais. Portugal (ainda) não tem uma organização similar à La Gam para se posicionar no mapa IAO: artistas portugueses, não se esqueçam de o fazer após esta sessão e organizem-se!
11h00 Painel de Sincronização: Onde a música encontra o cinema (evento WHY Portugal)
O ponto de interação entre a música e o cinema, bem como a edição de música e o negócio de sincronização são uma das muitas estratégias que podem impulsionar a internacionalização de projetos de artistas. Moderado por Mouna Guemazi, este painel apresenta vários profissionais que trabalham nesta emocionante e lucrativa encruzilhada da música e do cinema. Oradores: Nis Bogdav, Copenhagen Film Music DK, Peter Bradbury, responsável de música Sky TV (GB), entre outros.
12h00 Apresentação Live DMA: a rede Europeia de Salas de Concertos
A Live DMA é uma rede europeia não governamental que trabalha para apoiar e promover as condições da indústria da música ao vivo. Fundada em 2012 pela rede espanhola ACCES e pela federação francesa LA Fedurok (agora conhecida com FEDELIMA), a Live DMA é, por natureza, uma rede baseada na partilha de visões e valores e na colaboração internacional. A troca das melhores práticas e experiências sempres foram, desde a fundação, o pilar da existência da Live DMA. Ao longo do tempo, a Live DMA cresceu rapidamente em termos de dimensão e impacto e hoje a rede é composta por 17 membros provenientes de 13 países. Os membros são associações regionais e nacionais de música ao vivo que, no total, representam mais de 2500 salas de concertos e festivais localizados por toda a Europa. Audrey Guerre vem a Portugal para discutir a importância de uma associação de salas de concertos – que Portugal ainda não tem – de forma a representar as salas de concertos nacionais à escala europeia.
15h00 O Segredo Sueco!
Desde os dias de glória dos ABBA, a Suécia tem sido conhecida na cena internacional por elevar a fasquia no que toca à exportação musical. Mesmo comparada com os vizinhos escandinavos, a exportação musical sueca representa três vezes mais a receita que ela gera. Aproximadamente 150 milhões de euros num país cuja população se compara à portuguesa – terceira no mundo da exportação de música, apenas atrás dos EUA e RU. Como é que a Suécia o faz? O Westway convida Sara Thorstensson e Linda Brandemark da BILDA e Mattias Tell, do KulturUngdom, para nos explicarem o segredo sueco… 
16h30 Movimento DIY, apresentamos-te ao D.I.O.!
A ética do punk “Do it yourself” (faça você mesmo) formou uma nova geração de artistas, académicos e profissionais que perceberam que ninguém faz nada sozinho num ambiente digitalmente conectado; por outro lado, a realidade prática de viver online torna mais fácil contactar outras pessoas, partilhar tarefas e responsabilidades, preparar tours internacionais, promover álbuns além-fronteiras… Bernardo Queirós, da Oh Lee Music e membros da banda portuguesa Throes & The Shine discutem esta nova realidade como elementos de uma nova geração, preparada para grandes negócios, colocando uma abordagem verdadeiramente colaborativa no topo da lista de prioridades. Eles desenrascam-se com uma pequena ajuda dos amigos!
18h00 Talk com os artistas

SEXTA 07
10h00 Westway LAB e WHY Portugal apresentam: os festivais SXSW e SXSW Film
Há 32 anos atrás, em Austin, Texas, alguns amantes de música juntaram-se e conceberam aquele que é hoje o maior festival de música e evento de conferências do mundo. Como é que isso aconteceu? Qual é a história por detrás do SXSW e o que representa hoje em dia? A plataforma de música WHY Portugal convida Mirko Whitfield, representante do SXSW Europe, ME, Africa and Asia, e Claudette Godfrey, da SXSW Film, a vir a Guimarães para uma sessão que promete revelar a essência do SXSW.
11h00 Westway LAB 2017 PRO Keynote Interview: Tom Silverman
Tom Silverman é o fundador e CEO da Tommy Boy, uma editora estabelecida em 1981. Foi também vice-presidente da Warner Bros. Grava entre 1985 e 2002, enquanto a Tommy Boy foi uma subsidiária independente dessa empresa. Depois de se afastar da Warner, Silverman cofunda a empresa independente de cinema e televisão Tommy Boy Films. Cofundou também o evento anual New Music Seminar, que inicialmente decorreu de 1980 a 1994, e relançou-o em 2009, acontecendo a cada mês de junho na cidade de Nova Iorque. Cofundou a revista Dance Music Report, que esteve nas bancas entre 1978 e 1992. Cofundou, ainda, o Dance Music Hall of Fame, que existiu entre 2003 e 2005. Silverman faz parte do conselho de administração da SoundExchange, foi membro fundador da American Association of Independent Music (A2IM e os seus antecessores NAIRD /AFIM); da Merlin, uma agência global de direitos que representa o mais importante conjunto de direitos musicais independentes do mundo; e da Recording Industry Association of America (RIAA). Anteriormente, participou nos conselhos de administração do Rock and Roll Hall of Fame e do Dance Music Hall of Fame, e ainda no conselho consultivo da NARM Manufacturer.
12h00 O Formato Francês!
A França é provavelmente um dos mercados mais diferenciados da Europa quando se trata de música. Uma forte cena musical nacional, juntamente com a afluência de artistas provenientes da Europa, África e mais além, conduziram a um mercado formatado para o sucesso. Tudo a partir dos seus fundos culturais, taxas e impostos culturais, e ainda a lendária Bureau Export, levaram a França a alcançar uma posição única na cena global musical. Tal como as novas conferências PRO como a MaMA, em Paris, assumem o seu papel no séc. XXI, ao lado de eventos como o histórico MIDEM, convidamos vários profissionais franceses para discutirem o formato da indústria francesa, dando algumas luzes sobre os seus detalhes e estruturas únicas. Oradores TBC
15h00 Sound Diplomacy apresenta: Cidades de Música
Katja Hermes surge na 4ª edição do Westway LAB para nos falar mais sobre o trabalho da Sound Diplomacy e das Cidades de Música, com uma apresentação seguida por uma entrevista conduzida por Carlos Martins, da Opium Consulting. Este painel terá particular interesse para todas as cidades portuguesas interessadas em ser uma “cidade de música”: o Westway (e Guimarães, claro!) desafiam cidades como Braga, Porto, Coimbra, Leiria e Lisboa e qualquer outro município interessado em juntar-se ao Westway PRO para esta importante sessão.
16h30 Sessão GDA: A Sociedade de Gestão de Direitos de Artistas apresenta o seu painel anual sobre os assuntos do momento na agenda da comunidade de artistas, tanto no panorama nacional como internacional
A GDA - Gestão de Direitos de Artistas apresenta o seu painel anual sobre os assuntos do momento na agenda da comunidade de artistas, tanto no panorama nacional como internacional.
18h00 Talk com os artistas
 
SÁBADO 08
10h00 Westway LAB e WHY Portugal apresentam: pequeno-almoço com Tacos ao estilo do SXSW
O Café Concerto do CCVF responde ao desafio – inspirado no filme SXSW, de Jarod Neece, que também publicou o livro “The tacos of Texas” (https://utpress.utexas.edu/books/rayo-neece-tacos-of-texas), tentando fazer tacos texanos em Guimarães, Portugal, numa bela manhã de abril! Aconteça o que acontecer, fica a promessa de uma manhã divertida para todos os profissionais e para o público.
11h30 Europa Criativa Info Session
Susana Costa Pereira, representante do programa Europa Criativa em Portugal, apresenta o programa de apoio cultural europeu a artistas e profissionais portugueses, assim como aos delegados internacionais do Westway LAB PRO que desejam saber mais sobre potenciais parceiros que se encontrem em Portugal para projetos europeus.
15h00 Networking Tour pelos novos palcos da cidade
Os delegados do Westway LAB PRO são convidados a visitar os diferentes locais de concertos de música da cidade durante o Westway LAB que, este ano, se expande a quatro novos locais além do CCVF.
 
PREÇOS DE INSCRIÇÃO
PRO-GOLD 110,00 eur (acesso às conferências PRO e a todos os concertos, até ao limite dos lugares disponíveis)
PRO-SILVER 95,00 eur (acesso às conferências PRO)
Data limite de inscrição 03 de abril
As INSCRIÇÕES podem ser efetuadas aqui.
In the 4th edition of the Westway Lab, and with the support of the GDA Foundation, the AMAEI – Portuguese Independent Music Association and the WHY Portugal music cluster, the Westway Lab PROfessional Conferences have redoubled their efforts to incentivize the sharing of knowledge about the music market amongst prominent professionals in the field and the community of both Portuguese and international artists who are participating in the Westway Lab.
Furthermore, in the context of internationalization, a new partnership with WHY Portugal Event adds to this
year´s conference a series of parallel sessions dealing with different aspects of the internationalization of music and film. For this edition, the Westway PRO challenges participants to reflect on two specific markets where music is an integral part of the day-to-day cultural fabric of society: France and Sweden. In France, music receives support in a structured way, both internally within the country and in its international exposure. The same applies to Sweden, yet there must be some type of secret to the international success of this country´s artists. Thus, in addition to the traditional panels, workshops and presentations on events, festivals, professional networks, audio-visual synchronizations, and other pertinent themes for self-producing artists or the independent music sector, Westway PRO 2017 invites us to meet some of the best that France and Sweden have to offer, as well as a North-American keynote perspective from Tom Silverman, founder of the Tommy Boy label and NYC´s New Music Seminar. Presentations from IAO – International Artist Organization, LiveDMA – network of European live music venues, Europa Creativa, and other panels and sessions such as the one given by GDA will make this edition of Westway PRO a professional development opportunity not to be missed.
 
WEDNESDAY 05TH
10:00 Delegate PRO Registration Opens
11:30 Morning Music Videos (90 min.) WHY PORTUGAL EVENT
15:00 Afternoon Short Film Session I (60 min.) WHY PORTUGAL EVENT
16:30 Afternoon Short Film Session II (60 min.) WHY PORTUGAL EVENT
 
THURSDAY 06TH
10:00 Introducing the IAO: International Artist Organization
Giving voice to featured artists from several countries, the IAO – International Artist Organization is an increasingly important part of the music business ecosystem as more and more artists begin to take control over their music careers. Suzanne Combo, French artist and VP of La Gam, presents the artist movement from the French as well as International perspectives. Portugal does not (yet) have a La Gam style artist organization to piece itself into the IAO Map: Portuguese artists, be sure to make it out to this session and get organized!
11:00 The Sync Panel: Where Music Meets Film (WHY Portugal event)
The interaction point between music and film, as well as the music publishing and synch business, are one of the many strategies that can drive the internationalization of artist projects.  
Moderated by Mouna Guemazi, this panel features several professionals working at this exciting – and profitable – crossroads of music and film.
Speakers: Nis Bogvad, Copenhagen Film Music DK, Peter Bradbury, Head of Music, SKY TV UK, others TBC.
12:00 Presenting Live DMA: European Music Venues Association
Live DMA is a European non-governmental owned network working to support and promote the conditions of the live music industry. Founded in 2012 by the Spanish network ACCES and the French federation La Fedurok (now known as FEDELIMA), Live DMA is by nature a network based on shared visions and values, and international collaboration. Exchange of best practices and experiences have ever since the foundation been the pivot of Live DMA`s existence. Through time, Live DMA has grown rapidly in terms of size and impact, and today, the network is composed of 17 members situated in 13 countries. The members are regional and national live music associations, which in total represent more than 2500 music venues and festivals located all over Europe. Audrey Guerre comes to Portugal to discuss the importance of a national Venues Association – which Portugal does not yet have – in order to represent our country`s venues on the European stage. 
15:00 The Swedish Secret!
Ever since ABBA`s glory days, Sweden has been known on the international scene for punching above its weight in terms of Music Export. Even compared to its Scandinavian neighbors, Sweden`s musical exports account for over three times the revenue it generates. Approximately 150 million Euros in a country with a population that is comparable to Portugal`s – third in the world of music export, behind only the US and UK. How does Sweden do it? Westway invites Sara Thorstensson and Linda Brandemark from BILDA, and Mattias Tell from KulturUngdom, to let us in on the Swedish secret... and it has music education, formal and informal, as its basic foundation.
16:30 Roll over D.I.Y.... here comes D.I.O.!
The punk ethic of the “Do It Yourself” movement has graduated into a new generation of artists, scholars and professionals that realize no one can make it alone in the digitally connected environment; on the other hand, the practical reality of living online make it easier to connect with other people, sharing tasks and responsibilities, setting up international tours, promoting records across borders... Bernardo Queirós from Oh Lee Music and members of Portuguese band Throes & The Shine discuss their new reality as members of a new generation ready to do great business while placing a truly collaborative approach at the top of their list of priorities. They get by with a little help from their friends!
18:00 Artist Talks
 
FRIDAY 07TH
10:00 Westway LAB and WHY Portugal present: SXSW & SXSW Film
32 years ago, in Austin, Texas, a few music lovers got together and gave birth to what is today the biggest music festival and conference event in the world. How did it all happen? What is the story behind SXSW and what does it stand for today? The WHY Portugal music exchange platform invites SXSW Europe, ME, Africa and Asia´s Rep Mirko Whitfield and SXSW Film`s Claudette Godfrey to come to Guimarães for a session that promises to reveal the essence of SXSW.
11:00 Westway LAB 2017 PRO Keynote Interview: Tom Silverman
Tom Silverman is the founder and CEO at Tommy Boy, a record label established in 1981. He was also a vice president of Warner Bros. Records from 1985 to 2002, while Tommy Boy was an independently distributed subsidiary of that company. After splitting with Warner, Silverman co-founded the independent film and television company Tommy Boy Films. He also co-founded the annual New Music Seminar, which initially ran from 1980 to 1994 and relaunched in 2009, continuing every June in New York City. He co-founded Dance Music Report magazine, which ran from 1978 to 1992. Tom co-founded the Dance Music Hall of Fame, which existed from 2003 to 2005. Silverman serves on the boards of SoundExchange, a founding board member of American Association of Independent Music (A2IM and its predecessors NAIRD/AFIM); Merlin, a global rights agency representing the world`s most important set of independent music rights; and Recording Industry Association of America (RIAA). He previously served on the boards of the Rock and Roll Hall of Fame and the Dance Music Hall of Fame, plus the NARM Manufacturer`s Advisory Board. 
12:00 The French Format!
France is probably one of the most differentiated markets in Europe when it comes to music. A strong domestic music scene, coupled with open doors to artists coming from Europe, Africa and beyond, have led to a market that is formatted for success. Everything from its cultural funds, levies and cultural taxes, plus the legendary Bureau Export, lead to France attaining a unique position in the global music scene. As new PRO conferences like MaMA Event in Paris assume their 21st century role alongside events like the historic MIDEM, we invite several French professionals to discuss the French music industry format to shed a little light on its detailed and unique structures. Speakers TBC
15:00 Sound Diplomacy presents: Music Cities
Katja Hermes drops in on Westway LAB`s 4th edition in Guimarães to tell us more about Sound Diplomacy and its Music Cities work, with a presentation followed by an interview conducted by Carlos Martins, Opium Consulting. This panel will be of particular interest to all Portuguese cities leaning towards considering the approach of being a “music city”: Westway (and Guimarães of course!) hereby challenge the cities of Braga, Porto, Coimbra, Leiria, Lisbon, and any other municipality that is interested in joining Westway PRO for this important session.
16:30 GDA Session
The Portuguese Artists` Performing Rights Society presents its annual panel on key issues facing the artist community, on a Portuguese as well as international level.
18:00 Artist Talks
 
SATURDAY 08TH
10:00 Westway LAB & WHY Portugal present: SXSW-style Taco Breakfast
The CCVF Café Concerto rises to the challenge – inspired by SXSW Film`s Jarod Neece, who has also published the book “The tacos of Texas” (https://utpress.utexas.edu/books/rayo-neece-tacos-of-texas) of attempting to make Texan Tacos in Guimarães, Portugal, in a fine April morning. Whatever else happens, this promises to be a fun-filled morning for all professionals and the public alike!
11:30 Creative Europe / Europa Criativa Info Session
Susana Costa Pereira, from Portugal`s Creative Europe contact office, presents Europe`s cultural support programme to Portuguese artists, professionals, as well as any Westway LAB PRO international delegates in attendance wanting to find out more about potential partners to be found in Portugal for European projects.
15:00 City Festival Networking Tour
Westway PRO Delegates are invited to tour the Cities` different music spots during the Westway LAB Festival, which expands to four new venues this year beyond the CCVF.

 

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Maiores de 12

Como habitualmente nas interrupções letivas estará disponível um programa de atividades pensado de propósito para os mais pequenos e curiosos, com o intuito de proporcionar uma oferta qualificada para as férias e de promover o “usufruto dos tempos livres”.
Na primeira semana, de 05 a 7 de abril, ocupamos um museu por 3 dias! 
A ideia é descobrir, em cada dia de forma diferente, que lugar tem o corpo e a voz dos mais pequenos no museu e como se relacionam com os objetos de arte, à escala da sua imaginação…
E no último dia, convidamos os adultos para uma visita especial, sob um ponto de vista inesperado?
 
E se na primeira semana o foco é uma forma diferente de ver, a segunda semana destina-se à descoberta de outras formas de fazer. No Grande Laboratório das Ações Inúteis cabe uma orquestra de sons de bolso, um dicionário de palavras inventadas ou um cartaz de inutilidades… no final da semana, e ao contrário da maioria dos laboratórios, abrimos as portas e deixamos pais e outros curiosos espreitar as experiências…
 
Público-alvo 6 aos 12 anos
Datas e Locais
05 a 07 abril – CIAJG (Centro Internacional das Artes José de Guimarães)
10 a 13 abril – CCVF (Centro Cultural Vila Flor)
Preçário
05 a 07 abril | 18 eur s/ almoço; 33 eur c/ almoço
10 a 13 abril | 24 eur s/ almoço; 44 eur c/ almoço
Duas semanas | 40 eur s/ almoço; 75 eur c/ almoço
Inscrição Diária | 7 eur s/ almoço; 12,50 eur c/ almoço
Nota: o preçário inclui seguro e todos os materiais necessários para as oficinas.
Horários
Acolhimento 09h00 às 10h00
Oficinas 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 16h30
Saída 17h00 às 18h00
Lotação mín. 8 / máx. 15 por grupo
 
Data limite de inscrição até uma semana antes da oficina pretendida e até ao limite da lotação
Para mais informações contactar através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt

Inscrições
As inscrições individuais podem ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor ou na Plataforma das Artes e Criatividade, ou através do preenchimento do formulário online disponível neste site
As inscrições em grupo podem ser efetuadas através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
 
As inscrições só serão consideradas válidas após realizado o pagamento respetivo. O pagamento poderá ser efetuado em numerário no Centro Cultural Vila Flor ou na Plataforma das Artes e Criatividade, através de cheque enviado por correio à ordem de “A Oficina, CIPRL”, ou através de referência multibanco a gerar no ato de inscrição, até à data limite designada para o efeito. Em caso de desistência, o valor apenas será reembolsado se a mesma ocorrer até 48h antes do início da atividade. 
As is usual during the Easter holidays, a program has been especially created for the young and curious ones as a way to offer them some interesting activities so they`ll have a bit of fun and entertainment during their free time.
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Entrada livre
As Talks são o primeiro momento de abertura para os artistas, após uma semana de criação em Candoso.
Este encontro público dá-se em alguns dos mais emblemáticos locais da cidade de Guimarães, num ambiente altamente informal, descontraído e generoso, do ponto de vista da troca de experiências dos vários quadrantes que se cruzam. Um conhecimento que fica no território e que é igualmente transportado por cada participante no seu regresso à origem. A vibração destes encontros é cada vez mais forte e impactante na história do festival, porque geram novas ideias com possível implementação futura.
 
Quarta 05 | 18h00 COR DE TANGERINA 
Quinta 06 | 18h00 TIO JÚLIO
Sexta 07 | 18h00 CAFÉ MILENÁRIO
The Talks provide the artists with their first opportunity to meet with the public following their week of creative experimentation in Candoso.
These encounters will take place in some of the most emblematic spots in Guimarães, where the atmosphere will be highly informal, relaxed and generous in terms of everyone`s sharing their experiences of how the various artistic areas interconnected. The knowledge and experience shared here will both remain in the community and also travel back with the artists when they return home. The vibe of these encounters has grown stronger and more impactful over the history of the festival as these sessions serve to generate new ideas which may bear fruit in the future. 
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Todas as idades

Entrada livre
Os The Mondanes chegam ao Westway Lab como um dos mais excitantes novos projetos da cena musical sueca.

O som que tocam define-se pela versatilidade com que misturam géneros como a pop, a folk, o rock e a soul, com influências na década de 60 do século passado, aliada a uma certa modernidade através de um indie mais dançável. Estrearam-se com o EP “Freeze Out” (2015) e lançam esta primavera um novo single, “Out of Sight”, onde elevam a fasquia com melodias ainda mais cativantes. A banda é já conhecida pelas entusiasmantes atuações ao vivo e por isso espera-se um grande concerto no festival. Antes da banda sueca, o Café Concerto do CCVF acolhe as atuações de Jaran com Yafeni e Buslav com Urso Bardo, músicos que estiveram em residência artística no Centro de Criação de Candoso e que apresentam, agora, o resultado do trabalho desenvolvido em conjunto.

The Mondanes arrive at the Westway Lab as one of the most exciting new groups on the Swedish music scene.
Their sound is defined by a versatility that is a blending of genres such as pop, folk, rock, and soul, with influences from the 1960s allied with a certain modernity given its more danceable indie feel. They will premiere their EP “Freeze Out” from 2015 and this spring will release a new single, “Out of Sight,” which raises the bar with even more captivating melodies. The band is already known for its exciting live performances and for that reason a great concert is surely in store at the festival. Prior to the Swedish band`s taking the stage, the CCVF Café Concerto welcomes the performances of Jaran with Yafeni, and Buslav with Urso Bardo, musicians who have been artists-in-residence at the Centro da Criação in Candoso and who are now presenting the results of their collaborative work at Westway. 
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Maiores de 12
COMPRAR BILHETES
2,00 EUR
“Phobos” é um conjunto de pequenos robots e dispositivos de geração automática de música que se agregam numa Orquestra Robótica Disfuncional, uma orquestra de estranhos instrumentos com defeitos, mutações genéticas e comportamentos errantes.
“Phobos” representa uma crítica da sobreposição tecnológica ao pensamento humano, da função do trabalho e das modernas formas de escravidão, fazendo também uma retrospetiva histórica das várias tentativas de libertação humana através das máquinas, das utopias tecnológicas, dos avanços e retrocessos das liberdades. O seu nome provém da mitologia grega, onde “Phobos” é a encarnação do medo, sendo também o nome da maior lua de Marte, condenada a desaparecer devido à proximidade da sua órbita em relação ao planeta.
“Phobos” is a group of small robots and music-making devices which have gathered together to form the Dysfunctional Robotic Orchestra, a collection of strange instruments with defects, genetic mutations, and odd behaviors.
“Phobos” is a critique of how technology has been superimposed over human thought and how work and modern forms of slavery function. It is also a historical retrospective of the various attempts at human freedom through machines, technological utopias, and the advances and setbacks of freedom. The name is from Greek mythology, where “Phobos” is the incarnation of fear; it is also the name of Mars’ largest moon, condemned to disappear given the proximity of its orbit in relation to the planet.
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Conceção e direção Gustavo Costa
Criação de novos instrumentos Henrique Fernandes, Gustavo Costa e Alberto Lopes
Músico e criador de instrumentos convidado Vincent Marcial
Programação e robótica Tiago Ângelo e João Menezes
Conceção cenográfica Igor Gandra (Teatro do Ferro)
Vídeo Miguel C. Tavares
Produção Executiva Patrícia Caveiro
Produção Sonoscopia
Apoio técnico Digitópia
Apoio logístico Teatro do Ferro
Projeto apoiado pela República Portuguesa Cultura e Direção Geral das Artes
Parceiros GNRation, NYU Abu Dhabi, CCVF, Centro Cultural de Ílhavo e Festival Bons Sons
Maiores de 12
Entrada livre
Os Yuma Sun vêm da Noruega para o Westway Lab onde é esperada uma grande atuação ao vivo, uma vez que a banda é conhecida pela sua entrega em palco.
Definem o seu estilo como “Doomsday Rock”, numa sonoridade que funde dark rock, rock’n’roll, blues e até mesmo alguns laivos de country, criando um cenário apocalíptico que leva o público a paisagens desérticas. As músicas pintam um ambiente soturno, onde se sente melancolia nas cordas da guitarra e a bateria imprime um som mais profundo e pesado que nos remete para profundezas que encenam cenários infernais. Em 2016, lançaram o último álbum, “Watch Us Burn”. A anteceder este concerto, atuam os The Courettes com Nick Suave, seguidos dos III (Guillermo de Llera Blanes, Júnior, Pedro Coquenão), que apresentam o resultado do trabalho desenvolvido em residência artística no âmbito do Westway Lab.
Hailing from Norway, Yuma Sun will appear at the Westway Lab, and a great live concert is expected from the band which is known for their powerful stage performances.

They define their style as “doomsday rock” since it is a sound which melds dark rock, rock and roll, blues and even some dashes of country, to create an apocalyptic scenario which carries audiences out into the wilderness. The songs paint a somber atmosphere where the melancholy of the guitar is felt and where the percussion hits a deeper and heavier sound to take us to the depths where hellish scenes can appear. In 2016, they released their most recent album, “Watch Us Burn.” Prior to this concert, performing will be The Courettes with Nick Suave, followed by III (Guillermo de Llera Blanes, Júnior, Pedro Coquenão) presenting the work they have been developing as part of their artist-in-residence experience at the Westway Lab.

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Maiores de 12

COMPRAR BILHETES
5,00 EUR
Desde a estreia de “Quest” em 2014, Joana Gama e Luís Fernandes têm mantido uma colaboração regular que cruza piano e eletrónica.
Em 2017, respondendo a um desafio para integrar a programação do Westway Lab, Joana Gama e Luís Fernandes apresentam uma nova colaboração, desta vez com a Orquestra de Guimarães. O duo aventura-se por novos caminhos e tira a Orquestra da sua zona de conforto. Neste trabalho original para piano, eletrónica e ensemble – que conta com a cumplicidade de José Alberto Gomes na orquestração e arranjos – amplifica-se e complexifica-se a sonoridade que caraterizava “Quest”. A possibilidade tímbrica que os instrumentos da Orquestra proporcionam expande este trabalho, servindo como reforço e contraponto. 
 
1º PASSE PARA OS CONCERTOS (50 PASSES DISPONÍVEIS)
(Quest + Orquestra de Guimarães / Lince / You Can’t Win, Charlie Brown + Xixa / :Papercutz)
12,00 EUR COMPRAR AQUI
 
2º PASSE PARA OS CONCERTOS (200 PASSES DISPONÍVEIS)
(Quest + Orquestra de Guimarães / You Can’t Win, Charlie Brown + Xixa / :Papercutz)
10,00 EUR COMPRAR AQUI
Since “Quest” was first conceived in 2014, Joana Gama and Luís Fernandes have kept up with their regular collaboration, one that intersects piano and electronic music.

Responding to an invitation to participate in the Westway Lab programming of 2017, Joana Gama and Luís Fernandes will present their newest creation, this time accompanied by the Orquestra de Guimarães. The duo has ventured off into new territory and is taking the orchestra with them and out of their comfort zone. In this original work for piano, electronic instruments and ensemble – for which José Alberto Gomes has done the orchestration and arranging – the sound that characterized Quest is now amplified and made more complex. The potential of timbre that orchestra instruments offer will expand this piece and will serve as both a reinforcement and as counterpoint. 

 

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Joana Gama piano
Luís Fernandes eletrónica
Composição Joana Gama e Luís Fernandes
Orquestração e Arranjos José Alberto Gomes
Maestro Vítor Matos
 
Orquestra de Guimarães
Álvaro Pereira violino I
Filipa Abreu violino II
Emídio Ribeiro viola
Carina Albuquerque violoncelo
Jorge Castro contrabaixo
Patrícia Pires flauta
Luís Alves oboé
Pedro Martinho fagote
Domingos Castro clarinete
Bruno Rafael trompa
Ângelo Fernandes trompete
David Silva trombone
Vítor Castro e André Araújo percussão
Coprodução Câmara Municipal de Guimarães e Centro Cultural Vila Flor
Maiores de 12
Entrada livre
Compositor, letrista e multinstrumentista, proveniente da Polónia, Buslav mistura a eletrónica, a pop e um lado mais acústico.
Depois de vários anos a colaborar com outros artistas como músico freelancer, Buslav lança o seu álbum a solo em 2016. As músicas que oferece ao público são delicadas e emotivas, pondo toda a sua alma nas composições que resultam em baladas que enternecem quem o ouve. Mas nem só desta sonoridade vive a música de Buslav, que rejeita rótulos no processo criativo e tanto faz canções mais comoventes como consegue fugir da nostalgia e criar músicas mais pop. Os concertos são sempre uma viagem em espiral emocional que tão depressa apelam ao lado mais melancólico como, de seguida, transformam a sala de concertos numa festa. O virtuosismo de Buslav faz com que ele se equilibre tão bem entre estes dois mundos que, na sua música, são um só.  
Composer, lyricist and multi-instrumentalist, Polish performer Buslav mixes electronic music, pop and his acoustic side.
After many years collaborating with other artists on a free-lance basis, Buslav released a solo album in 2016. The songs he offers audiences are delicate and emotive as he places his entire soul into the compositions, which end up being ballads which move the listener. But Buslav`s music is not just about this sound, which shuns labels by its creative process and produces touching songs as much as it avoids nostalgia and created more pop-style music. His concerts are always an emotional spiral journey which quickly appeal to a more melancholy side but which can just as easily follow that with something to transform the concert hall into a veritable party. Buslav`s virtuosity allows him to balance himself between these two worlds, which in his music, become one. 
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Buslav piano, baixo analógico, voz 
Bartosz Staszkiewicz piano
Wojtek Kostrzewa bateria, spds 
Maiores de 12
Entrada livre
O festival cresce em direção à cidade, convocando novos parceiros e acrescentando outros palcos de apresentação.
Esta nova área – City Showcases – reafirma a abertura, inclusão e participação no evento de cada vez mais artistas, público e outros intervenientes culturais na cidade. 4 locais que, na tarde de sábado, se convertem em pontos cardeais de uma experiência artística em roteiro pelas várias geografias de Guimarães, ao som da música que se faz no mundo.

PROGRAMA
15h00 Adée - Convívio
15h30 Ohrn - CAAA
16h00 Joel Sarakula - All Guimarães
16h30 Cristóvam - Bar da Ramada
17h00 Maybe Canada - Convívio
17h30 The Jooles - CAAA
18h00 Serushiô - All Guimarães
18h30 Vienna Ditto - Bar da Ramada
The festival will grow and spread into the city, inviting new partners to join in and adding new performance stages.
This new area – City Showcases – reaffirms the openness, inclusion and participation in the event of an ever-growing number of artists, audiences and other cultural agents in the city. Four locations on Saturday afternoon will become the compass points for an artistic experience along an itinerary that highlights Guimarães` different geographical features, to be enjoyed to the rhythm of the music the world makes. 
 
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Maiores de 12

COMPRAR BILHETES
5,00 EUR
O Westway Lab conta com prata da casa no último dia de festival. Lince, projeto da vimaranense Sofia Ribeiro, abre uma noite de concertos que vão ocupar todas as salas do CCVF.
Em Lince, a voz doce e delicada de Sofia Ribeiro (que também fez parte de We Trust e There Must Be a Place) faz-se acompanhar do som clássico do piano a que junta, com destreza, o instrumental eletrónico. O resultado é suave, uma lufada de ar fresco. Lince tem uma estética muito própria, tanto na forma como no conteúdo. Nota-se apuro em cada composição, cada melodia trabalhada ao milímetro num som intemporal. A ouvir Lince sentimos cheiros, vemos cores, respiramos maresia. Somos absorvidos pela sonoridade etérea, como se o espaço sideral se fizesse música. 
 
1º PASSE PARA OS CONCERTOS (50 PASSES DISPONÍVEIS)
(Quest + Orquestra de Guimarães / Lince / You Can’t Win, Charlie Brown + Xixa / :Papercutz)
12,00 EUR COMPRAR AQUI
 
2º PASSE PARA OS CONCERTOS (200 PASSES DISPONÍVEIS)
(Quest + Orquestra de Guimarães / You Can’t Win, Charlie Brown + Xixa / :Papercutz)
10,00 EUR COMPRAR AQUI
The Westway Lab will take out the family silver, so to speak, on the last day of the festival.
Lince, the brainchild of Guimarães native Sofia Ribeiro, will be the first on a night full of concerts in which all of the CCVF venues will be used. With Lince, the sweet and delicate voice of Sofia Ribeiro (who is also part of We Trust and There Must Be a Place) is accompanied by the classic sounds of the piano which is deftly joined by electronic instrumentals. The result is smooth, a breath of fresh air. Lince has a unique aesthetic, in form as well as in content. Each composition is keenly crafted and each melody worked out in the finest detail to produce a timeless sound. When listening to Lince, we get the hint of a fragrance, we see colors, we breathe in the sea air. We are absorbed into these ethereal sounds as if the celestial space itself could make music. 
informação adicional fechar todos
Sofia Ribeiro voz, piano e sintetizadores
Rui Sousa sintetizadores e drum machine
Maiores de 12
COMPRAR BILHETES
7,50 EUR*
*bilhete dá acesso aos concertos You Can’t Win, Charlie Brown + Xixa
Na última noite, o Westway Lab acolhe uma dose dupla de concertos no Grande Auditório do CCVF.
Primeiro atuam os You Can`t Win, Charlie Brown, banda que dispensa já grandes apresentações, e que apresenta no festival o seu último disco, “Marrow”. Ao terceiro álbum de originais, os novos temas apontam para uma direção musical distinta onde as tendências folk e as guitarras acústicas passam para segundo plano, dando lugar a uma sonoridade mais elétrica e, por vezes, até mais dançável. De seguida, tocam os XIXA, banda com raízes em Tucson, Arizona (EUA), que trazem ao Westway Lab um promissor concerto, incluído na tournée de promoção do disco de estreia, “Bloodline”. A atuação irá transportar-nos ao deserto, através de uma sonoridade que respira a natureza selvagem. Imbuída no mais puro psicadelismo da década de 70, com guitarras a soar a essência do rock’n’roll, a banda leva-nos às paisagens áridas da sua terra natal. Tudo parece sair sem esforço, como algo inato, que nasceu com eles. Está-lhes mesmo no sangue.
 
1º PASSE PARA OS CONCERTOS (50 PASSES DISPONÍVEIS)
(Quest + Orquestra de Guimarães / Lince / You Can’t Win, Charlie Brown + Xixa / :Papercutz)
12,00 EUR COMPRAR AQUI
 
2º PASSE PARA OS CONCERTOS (200 PASSES DISPONÍVEIS)
(Quest + Orquestra de Guimarães / You Can’t Win, Charlie Brown + Xixa / :Papercutz)
10,00 EUR COMPRAR AQUI
 
On its final night, the Westway Lab welcomes back-to-back concerts in the Grand Auditorium at the CCVF.
Performing first is the band, You Can`t Win, Charlie Brown, a group already accustomed to large audiences and here presenting its newest release, “Marrow.” In this their third album of original work, the new songs go off into a distinct musical direction where the folk tendencies and acoustic guitars take a back seat to a more electric sound which is sometimes even more danceable. 
Next comes the performance of XIXA, a band with roots in the American city of Tucson, Arizona and which offers the Westway Lab quite a promising concert with the promotional tour of their first album, “Bloodline.” Their performance will transport us to the desert via a sound which breathes wilderness and nature. Imbued with the purest 1970s psychedelic vibe, with guitars resounding with the essence of rock and roll, the band takes us on a trip to the arid Arizona desert. Everything seems effortless, like something innate, like a gift given at birth. It’s in their blood for sure.  
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You Can`t Win, Charlie Brown
Afonso Cabral voz, teclado e guitarra
David Santos teclados, voz e percussão
Guilherme Canhão guitarra e baixo
João Gil teclado, guitarra, baixo e voz
Salvador Menezes baixo, guitarra e voz
Tomás Sousa bateria e voz
XIXA
Brian Lopez voz e guitarra 
Gabriel Sullivan voz e guitarra 
Jason Urman teclados 
Hikit Corbel baixo 
Efren Cruz Chavez percussão 
Winston Watson bateria
Maiores de 12
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3,00
A encerrar a 4ª edição do Westway Lab, os :Papercutz apresentam-se, ao vivo, em formato trio, para interpretar o novo álbum de originais, “King Ruiner”, gravado ao longo dos últimos dois anos entre Nova Iorque e o Porto.
O grupo tem vindo a desvendar a sua nova sonoridade fora de casa, em festivais entre a Ásia e os Estados Unidos, partilhando palcos com Caribou, Blonde Redhead, Nicolas Jaar ou mesmo Four Tet. A nova vocalista, Catarina Miranda,é um dos elementos responsáveis pela reformulação, evocando harmonias pop e motivos corais encontrados em geografias não ocidentais. Polirritmia e melodias interpretadas por sintetizadores analógicos, batidas urbanas, texturas ambientais e percussões de raiz tribal são outros dos elementos que se dispersam pelo sucessor de “The Blur Between Us”. 
 
1º PASSE PARA OS CONCERTOS (50 PASSES DISPONÍVEIS)
(Quest + Orquestra de Guimarães / Lince / You Can’t Win, Charlie Brown + Xixa / :Papercutz)
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2º PASSE PARA OS CONCERTOS (200 PASSES DISPONÍVEIS)
(Quest + Orquestra de Guimarães / You Can’t Win, Charlie Brown + Xixa / :Papercutz)
10,00 EUR COMPRAR AQUI
Closing out the 4th edition of the Westway Lab is the group, :Papercutz. The trio will perform their new album of original songs live, entitled “King Ruiner,” whose recordings were made in New York and Oporto over a two–year period.

The group has been unveiling its new sound outside Portugal, at festivals from Asia to the United States and has shared the stage with Caribou, Blonde Redhead, Nicolas Jaar and even Four Tet. The new vocalist, Catarina Miranda, is one of those behind the remake of the group, with her voice evoking pop harmonies and choral motifs not frequently found in Western expression. Polyrhythms and melodies played with analogic synthesizers, urban beats, ambient textures and tribal percussion are other elements that imbue this work, the successor to the album, “The Blur Between Us.”

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Catarina Miranda voz, sintetizador
Bruno Miguel voz, teclado, guitarra elétrica, eletrónica
André Coelho percussão
Maiores de 12
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5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Orquestra de Guimarães propõe para este concerto uma viagem a uma das maiores obras de Felix Mendelssohn (1809-1847), a sua 2ª Sinfonia em si bemol Op. 52 “Lobgesang” (Canto de Louvor).
Esta apoteótica “Cantata Sinfónica baseada em textos Bíblicos”, tal como o compositor a define, contará com a interpretação da Orquestra de Guimarães, tendo como solistas a soprano Ana Maria Pinto, a mezzo-soprano Margarida Reis e o tenor André Lacerda, aos quais se juntarão o Ensemble Vocal  Pró Música e o Coro do Conservatório de Guimarães, sob a direção do maestro Vítor Matos. A Orquestra de Guimarães, projeto cultural criado pela Câmara Municipal, apresenta-se como uma medida ambiciosa e singular que pretende integrar e potenciar o talento de artistas da região, proporcionando-lhes o contacto com a prática musical orquestral sinfónica. Baseado nos fortes laços criados entre a comunidade, este projeto visa a criação de uma rede artística de excelência, salvaguardando assim dois fatores fundamentais para o sucesso do projeto: a sustentabilidade e a estabilidade.
For this concert, the Orquestra de Guimarães will feature one of the greatest works by Felix Mendelssohn (1809-1847), his Symphony No. 2 in B-flat major, Op. 52, “Lobgesang” (“Hymn of Praise”).
This exalted “Symphony-Cantata based on Words of the Holy Bible”, as the composer himself defined the piece, will be performed by the Orquestra de Guimarães, with soloists soprano Ana Maria Pinto, mezzo-soprano Margarida Reis and tenor André Lacerda joining the Vocal Ensemble Pró Música and the Chorus of the Conservatório de Guimarães, under the direction of maestro Vítor Matos. The Orquestra de Guimarães, a cultural entity created by the City of Guimarães, is an ambitious and unique undertaking whose aim is to encourage and support the talents of artists and musicians in the region, offering them a valuable outlet for the practice and performance of symphonic and orchestral music. Founded on the strong bonds it has formed with the community, the orchestra is committed to creating a network of eminent artists yet with a keen eye on two fundamental factors for the success of the project: sustainability and stability.
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Orquestra de Guimarães 
Direção Musical Vítor Matos 
Solistas Ana Maria Pinto (soprano), Margarida Reis (mezzo-soprano), André Lacerda (tenor)
Coros Ensemble Vocal Pró Música / Coro Valentim Moreira de Sá 
Programa
Felix Mendelssohn Sinfonia nº 2 em Bb “Lobgesang”, op. 52 
Maiores de 4
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7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
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O Centro Cultural Vila Flor recebe a estreia absoluta da nova criação de Rui Horta, um solo, interpretado pelo próprio. Após 30 anos de ausência, Rui Horta regressa, assim, ao palco.
“Vespa” é uma peça sobre uma cabeça a explodir, sobre o que nem sequer falhámos porque nos coibimos de cumprir. Na dupla condição de voyeur, a do outro e a de si próprio, o público compõe o tétris do personagem em cena, desafiando a sua própria conceção do registo público e privado.  Este solo é uma possibilidade, uma fractal, marca fugaz. Rui Horta é um veterano selvagem. Só essa condição lhe permite, hoje, a ousadia e a obstinação de voltar ao palco após 30 anos de ausência.
Ou é, ou não é. Então, que seja. Que haja luz, fogo, dor e, sobretudo, corpo. Que haja um raio que ilumina e destrói. Mas que haja. Que seja. Uma vespa dentro da cabeça, um zumbido a roer o pensamento.
 
SÁBADO 22 ABRIL
APÓS O ESPETÁCULO
CCVF / FOYER DO PEQUENO AUDITÓRIO
HÁ CONVERSA COM…
RUI HORTA
MODERADA POR RUI TORRINHA
The Vila Flor Cultural Center receives the world premiere of Rui Horta`s most recent creation, a solo piece that he himself will perform. After a 30-year absence from stage performances, Rui Horta will make his return.
“Vespa” (“Wasp”) is a piece about a head that is exploding, about something we can hardly fail at since we are blocked from doing it. In our dual role as voyeur – watching our neighbor and watching ourselves – the audience constructs the tetris of the character on stage, challenging his very conception of the public and private register. This solo is a possibility, a fractal, a fleeting brand. Rui Horta is quite the wild old-timer and being such, we acknowledge his sense daring and his commitment to return to the stage after 30 years of absence. Either it is or it isn`t. So, let it be. Let there be light, fire, pain, and above all, body. Let the lightning that both illuminates and destroys strike. But let it happen. Whatever it may be. A wasp inside one`s head, a buzzing to gnaw away at one`s thoughts. 
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Coreografia, Iluminação, Interpretação Rui Horta
Música Original Tiago Cerqueira
Aconselhamento Tiago Rodrigues, Marlene Monteiro Freitas
Direção Técnica Tiago Coelho
Direção de Produção Mariana Brandão
Produção Executiva O Espaço do Tempo
Coprodução Centro Cultural Vila Flor (Guimarães), Convento São Francisco (Coimbra), Teatro Aveirense (Aveiro), Centro de Arte de Ovar (Ovar), Hellerau Europäisches Zentrum der Künste (Dresden)
Residência Artística O Espaço do Tempo
Maiores de 16
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20,00 EUR / 17,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Guimarães será uma das primeiras cidades a receber a digressão da apresentação do novo álbum dos The Gift, “Altar”.
“Altar” é um sonho tornado realidade, produzido pelo icónico Brian Eno (conhecido pelo seu trabalho com os U2, Talking Heads, Coldplay e James, entre muitos outros) e misturado por Flood (cujo currículo assinala trabalhos com Depeche Mode, Thirty Seconds to Mars, Nick Cave and the Bad Seeds, PJ Harvey, Sigur Rós, Smashing Pumpkins, The Killers, etc.). Um projeto de vida que se realiza em 2017 e que os The Gift apresentam, agora, ao vivo. Um disco de 10 canções, intemporais. Feitas durante dois anos. Pensadas ao longo de três. Sonhadas ao longo de vinte e dois. Um disco que, ao vivo, se transforma num espetáculo que retrata todas as emoções vividas ao longo deste processo e que convida o público a dançar, vibrar, e celebrar o presente, vivendo-o. Inclui canções como “Love Without Violins”, “Clinic Hope” e “Big Fish”, singles de sucesso incluídos neste trabalho. Com um forte conceito visual, aliado à marcante presença da banda, a digressão “Altar” promete agitar os palcos nacionais com uma sonoridade que vai oscilando entre a pop alternativa e eletrónica.
Guimarães will be one of the first cities to welcome The Gift on their current tour to present their new album, “Altar”.
“Altar” is a dream that has become reality, produced by the iconic Brian Eno (known for his work with U2, The Talking Heads, Coldplay and James, among many others) and mixed by Flood (whose CV shows his work with Depeche Mode, Thirty Seconds to Mars, Nick Cave and the Bad Seeds, PJ Harvey, Sigur Rós, Smashing Pumpkins, The Killers, etc.). This is a longstanding dream for The Gift, finally come true in 2017, in a live performance of this album of ten timeless songs written over the last two years. On the drawing board over the last three years. Dreamed about over the last 22 years. This is an album which when performed live turns into a show that depicts all the emotions they have experienced during the process, inviting the audience to dance, to pulse, and to celebrate the present, living it fully. The tour will feature a strong visual component, one in line with the band`s remarkable presence, and promises to energize the stages across the country with a sound that moves from alternative pop to electronic music.  
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Sónia Tavares voz
Nuno Gonçalves teclados, voz
Miguel Ribeiro guitarra, baixo
John Gonçalves baixo, teclados
Mário Barreiros bateria
Paulo Praça guitarra, voz
Israel Costa Pereira guitarra, teclados, voz
Maiores de 6
Celebrar é também um ato de memória. Um ano passado sobre a abertura da CDMG, a lembrança da efeméride assinala-se com a projeção do tempo que há-de vir.
2017 será também o ano zero do Repositório da Casa da Memória: um espaço de construção, reflexão e investigação de acervos digitais – o primeiro deles a Colecção de Fotografia da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património que, depois do projeto Reimaginar Guimarães, na Capital Europeia da Cultura, encontra agora novo abrigo. Dentro da referida reflexão, o Repositório recebe o início do ciclo Memórias da Memória: um ciclo de conversas com especialistas – do arquivo à psicanálise, da história à ficção – que nos dão a conhecer e a compreender os vários lados e formas da memória. Estas conversas serão gravadas e ficarão disponíveis no Repositório.
Celebrating is also an act of the memory. A year has passed since the Casa da Memória opened and our commemoration of the anniversary will be marked by a very special upcoming event.
2017 will represent a type of ´Year Zero` for the Repository at the Casa da Memória: a space of construction, reflection and investigation of the digital collection, the first being the City Walls Photography Collection from the Guimarães Association for the Defense of Heritage, followed by the project Reimagining Guimarães from the European Capital of Culture, which has now found a new home. As part of this notion of reflection, the Repository will receive the first cycle of Memories of Memory: a cycle of conversation events with guest speakers – experts from various backgrounds: from Archives to the field of psycho-analysis and from history to fiction – who will help us appreciate and understand more about the various facets and forms of memory. These conversations will be recorded and will become available to the public at the Repository. 
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2,00 EUR
Se todo o espaço que me rodeia fosse uma folha de papel…
à espera de cor
Se pincéis fossem também os dedos das mãos… e dos pés… e quem sabe a barriga…
Se pudesse dançar com todas as cores, uma dança ora pequenina como o dedo mindinho, ora ampla como um rodopio…
Local Sala de ensaios do Centro Cultural Vila Flor
Público-alvo dos 4 aos 5 anos
Horário 11h00 e 16h00 
Duração 40 min. a 1 hora
Preço 2,00 eur
Participação sujeita a inscrição prévia através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
OBS.: as crianças que participam nesta oficina deverão trazer uma muda de roupa extra.  
If all the space surrounding me were a blank sheet of paper…just waiting for color… If my fingers could turn into paint brushes…and if my feet…and perhaps even my belly… If I could dance with all these colors, a small little dance with my little finger twirling in the air, Or a wide open swirl with my body spinning around…
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Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Qual a importância da Memória na definição dos contornos da vida individual e no fenómeno da continuidade da consciência?

Maria Matos Graça, Doutorada em Filosofia, inaugura este ciclo de conversas abordando experiências de pensamento para pensar a nossa experiência consciente. Questões clássicas sobre a relação entre mente e cérebro serão o tema central de uma conversa que procurará desafiar as intuições mais imediatas que temos sobre o que é a mente e a identidade individual. Seremos memória, ou mais alguma coisa? Será que um dia, com a evolução tecnológica, a memória individual se vai expandir para a memória coletiva, num cenário de ficção científica transumanista que já foi menos provável? E, se acontecer esta transformação, poderemos nós dizer que permanecemos humanos e conscientes? Que permanecemos nós próprios? O futuro da memória é o nosso futuro. Para lembrarmos, precisamos de esquecer. Com todas as coisas novas que começamos a registar indefinidamente, e que reconfiguram a nossa identidade por via da tecnologia, poderemos perguntar, ainda: o que é que vamos começar a esquecer?

How important is memory in the definition of the twists and turns of a person`s life and in the phenomenon of the continuity of awareness?

Maria Matos Graça, PhD in Philosophy, will inaugurate this cycle of conversations by discussing the experiences of thought as a way to contemplate the concept of our conscious experience. Classic questions on the relationship between the mind and the brain will be the central theme of a conversation that will challenge the most common intuitions we have on what the mind and individual identity comprise. Are we memory or something else? Is it possible that one day, given our technological evolution, that individual memory will expand into the collective memory in a science-fiction and trans-humanist scenario which once seemed hardly probable? And if this transformation occurs, will we be able to say that we will remain human and aware? Will we remain truly ourselves? The future of memory is our future. To remember, we need to forget. With all the new things that we have beg

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Maiores de 15

Ao mesmo tempo da conversa com Maria Matos Graça, a CDMG desafia os mais novos a reinterpretar (a relembrar, portanto) lugares da cidade de Guimarães, através de jogos e exercícios de memória que resultam na construção de fanzines: é este o tema central da oficina MnemoZine, orientada por Carina Oliveira.

Atividade gratuita, sujeita a inscrição prévia, até ao dia 15 de abril, através do e-mail casadamemoria@aoficina.pt

At the same time as the conversation led by Maria Matos Graça, the Casa da Memória will challenge the younger set to reinterpret (or re-remember) the special places of Guimarães through memory games and exercises that will lead to the production of fanzines: this is the central theme of the MnemoZine workshop, led by Carina Oliveira.
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Maiores de 3

2,00 EUR
No penúltimo domingo de cada mês, há sempre algo a acontecer na Casa da Memória.
«Abril, águas mil…», mas quer faça chuva ou sol o tempo dará lugar às Memórias do Chão, orientadas por Vera Santos numa oficina de corpo, espaço e movimento. Andar, parar, correr, saltar, sentar, acenar, olhar, dançar, são formas de (re)conhecer um espaço, de comemorá-lo, e de guardar memórias. O Largo do Toural surge como chão dessas memórias que vamos relacionar com os elementos da exposição da CDMG. 
 
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Público-alvo Maiores de 5 
Data limite de inscrição 16 de abril
Preço 2,00 eur
As inscrições devem ser efetuadas através do preenchimento do formulário disponível neste site.
On the next to last Sunday of each month, there is always something happening at the Casa da Memória.
They say that “April showers bring May flowers” but whether it rains or not, we`ll have time for Memórias do Chão, led by Vera Santos in a workshop on the body, space and movement. Walking, stopping, running, jumping, sitting, waving, watching, and dancing are different ways to recognize and know a space, to commemorate it and to keep memories. The Largo do Toural Square will set the stage for these memories which will connect with elements on display at the Casa da Memória exhibition. 
formulario de inscrição fechar todos
Com objetos e imagens provenientes de coleções de instituições ou de particulares, concretizaremos sucessivos momentos expositivos, de modo a aprofundarmos as referências dadas pela exposição nuclear, Território e Comunidade, patente na Casa da Memória.
O nome Memento surge como alusão direta ao ato de lembrar (do latim memento, lembra-te); mote para recordar, através das imagens e objetos que serão expostos. Ponto de partida, ou de chegada, para as mais diversas recolhas sobre o património cultural do concelho de Guimarães.
No dia 23 de abril, pelas 17h00, inauguramos o primeiro Memento (lembra-te) em torno do descanso convencional aos domingos, promovido pela Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães, entre 1901 e 1931. A própria exposição será, por seu lado, base para a criação de um jantar temático, onde esperamos que se lembrem histórias estimuladas pelo o que expomos, e que as mesmas sejam contadas ao sabor do que se vai provando à mesa.
 
Inauguração com entrada gratuita
O jantar obedece a inscrição prévia, com um custo de 20,00 eur por pessoa, até ao dia 16 de abril, através do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
With elements coming from the collections of both institutions and private citizens, we will hold a series of exhibitions as a way to create a deeper connection to our core collection Territory and Community presently on display.
The name Memento is a direct allusion to the act of remembering (from the Latin memento, the imperative form, ‘Remember.’); a watchword for remembering through the images and objects on display. This is a point of departure, or a point of arrival, for the many recollections and reflections on the cultural heritage of Guimarães. 
On April 23rd at 5:00 pm we will inaugurate the first Memento (remember) on the traditional Sunday as a day of rest, promoted by the Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães, between 1901 and 1931. The exhibition will feature a dinner whose theme and objects on display we hope will trigger memories to add spice to the delicious fare to be enjoyed at the meal. 
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Todas as idades

Atividades gratuitas
No dia 25 de abril, um ano volvido desde a sua inauguração, a CDMG será um espaço habitável por todos quantos queiram vir conhecer os cantos da Casa.
Com atividades em modo contínuo de manhã e de tarde, todos terão a oportunidade de visitar e de experimentar, à medida dos seus interesses, um programa que estimula a descoberta, a pertença e a participação, partindo das referências dos visitantes para a fruição e conhecimento dos conteúdos presentes no discurso expositivo da Casa da Memória. Entre as 10h00 e as 13h00, os participantes poderão criar uma cidade de pernas para o ar e fazer doces ou biscoitos. Entre as 15h30 e as 18h30, poderão contar contos e acrescentar pontos, mexer o corpo e inventar instrumentos. Ao longo de todo o dia poderão também bordar como em Guimarães se faz, sentar numa roda de oleiro para sentir o barro e visitar as exposições permanente e temporária.
On April 25th, the one year anniversary of the Casa da Memória`s inception, we will be open for all of those who would like to get to know our institution better.
With ongoing activities throughout the morning and on into the afternoon, everyone will have the opportunity – as individual interests dictate – to visit and try out activities that will entice the sense of discovery, belonging and participation, based on the comments and references made by visitors for the better enjoyment of the contents on display in the Casa da Memória`s exhibitions. From 10:00am to 1pm the participants can create an upside down city and bake cakes and cookies. From 3:30 to 6:30pm is the time for storytelling and embellishing, dance and body movement and inventing new musical instruments. Throughout the day there will also be instruction on how to produce Guimarães-style embroidery and the chance to sit at the potter’s wheel and mold the clay, in addition to the visits to both the permanent and temporary exhibitions. 
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Todas as idades

Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
A pergunta ficou célebre na caricatura de Herman José a Baptista Bastos.
Agora, é tempo de lhe dar resposta, derivando do plano do humor para o vasto campo da memória: onde estávamos a 25 de abril de 1974? O que fazíamos? O que lembramos? Este é um encontro coletivo na sala do Repositório, onde se ouvirão as memórias de um dia inesquecível.
The question became famous in a sketch by Herman José and Baptista Bastos.

Now it is time for the telling of true stories, stepping away from the comical side to enter the vast field of memory – indeed where were you on April 25th, 1974? What were we doing? What do we remember? This will be a collective gathering at the Repository Room where we will hear some memories from that fateful and unforgettable day. 

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Maiores de 12

Atividade gratuita
“Espalha Memórias” é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães.
De Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.
 
SESSÃO 0 | 25 DE ABRIL | 16H00 
Visita por Matilde Seabra e Raul Pereira
No dia em que a Casa da Memória de Guimarães celebra um ano de existência, o “Espalha Memórias” revela-se pela primeira vez ao público. Numa sessão especial, o ponto de encontro será no Largo do Toural, para um percurso cheio de novidades e reminiscências que marcarão a memória de todos. O final será na Casa da Memória para uma conversa junto a um objeto da exposição, numa celebração coletiva do aniversário e da Liberdade.
“Espalha Memórias” (“Spreading Memories”) is a program of visits beginning at the Guimarães Casa da Memória.
Whether the memories begin inside the Casa da Memória or outdoors, participants will be taken along a series of visits around the city that are known for their history, traditions, novelty, or prominent people from all walks of life. From Guimarães’s industrial past to its world heritage sites, from the Gualteriana Festival to King Afonso Henriques, or behind closed doors for a beverage or to page through a portrait book, this activity is always one noted for good company and delightful shared experiences. 

Session 0 | April 25th | 16H00 
On the day that the Casa da Memória celebrates its first year of existence, the “Espalha Memórias” (“Spreading Memories”) program will be offered to the public for the first time. The meeting point of the special session will be the Largo do Toural Square and will follow a path full of new things and dear reminiscences that will leave a lasting mark on everyone`s memory. The walking tour will conclude in the Casa da Memória for a conversation in appreciation of an object from the exhibition which depicts the collective celebration of this anniversary of freedom in Portugal.
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Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
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3,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Os El Rupe são um trio que procura refletir e redescobrir-se a si próprio na criação de novas texturas. “Suite 3,14”, o segundo disco do projeto vimaranense, chega agora ao Café Concerto do CCVF.
“Suite 3,14” é o mais recente álbum dos El Rupe, um trabalho que se encontra num mundo em que o natural vive em harmonia com a tecnologia mais avançada. A procura de um número que, paradoxalmente, nos traga humanidade e nos leve de encontro à natureza. É como se estivéssemos numa floresta onde os primatas comunicam com telemóveis, as abelhas usam lentes de contacto e os caracóis andam sobre um aparelho de três rodas. E se, nas cidades, pudéssemos abrir as portas de um elevador e encontrar uma floresta lá dentro? Este álbum trata da procura de um padrão unificador entre dois opostos. A sonoridade de cada música eleva-nos para estes dois sítios que na verdade são o mesmo. 
 
SEXTA 28 ABRIL, 19H00
Conversa informal com El Rupe
Moderada por Samuel Silva
El Rupe is a trio whose music strives to reflect and rediscover itself with the creation of new textures. “Suite 3,14” is the second album from this home-town group from Guimarães, which now appears on the CCVF Café Concerto stage.
“Suite 3,14” is El Rupe`s most recent album, a work that is framed in a world where nature lives in harmony with the most advanced technology. It is searching for the paradoxical position which brings us humanity and which takes us to an encounter with nature. It is as if we were in a forest where the primates communicate with mobile phones, the bees use contact lenses, and the snails travel on 3-wheeled vehicles. And in the cities, what if you called an elevator and saw a forest inside when the doors opened up? This album is seeking out the unifying pattern between two opposites. The sonority of each song takes us to both these places, which in fact are the same. 
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Rui Souza hammond e sintetizadores
Samuel Coelho guitarra elétrica
Pedro Gonçalves Oliveira bateria
Maiores de 12 
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7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Local - Black Box / Plataforma das Artes e da Criatividade

Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Neste ringue criado por Marco Martins a partir do texto de Jean Genet, o público não escapa ao espaço de claustrofobia onde as criadas, Beatriz Batarda e Sara Carinhas, planeiam o assassínio da patroa, Luísa Cruz.
Olhar para o quarto, onde se desenrola toda a ação desta peça, é pois olhar para um espaço de enclausuramento forçado onde duas irmãs, privadas de liberdade, se entregam a jogos ilusórios de identidade. A partir do momento em que a patroa (Luísa Cruz), representante do poder e da autoridade, se ausenta, a fantasia rasga-se sem limites no imaginário das duas criadas (Beatriz Batarda e Sara Carinhas), transportando-as para longe das suas vidas, numa fuga urgente ao seu quotidiano miserável. A libertação das duas irmãs, da opressão física e psicológica proporcionada por aquele quarto, feita através de um role-playing frequentemente perverso e sadomasoquista, é o ponto de partida para uma encenação que explora a modernidade da linguagem de Genet nas suas múltiplas possibilidades de interpretação e representação.
 
SÁBADO 29 ABRIL
APÓS O ESPETÁCULO
PAC / CAFETARIA
HÁ CONVERSA COM…
MARCO MARTINS E EQUIPA ARTÍSTICA
MODERADA POR JOÃO PEDRO VAZ
Marco Martins offers the audience no escape from this enclosure, as his creation, based on a play by Jean Genet, depicts the encircling claustrophobic plot crafted by maids Beatriz Batarda and Sara Carinhas, who are planning to kill their employer, Luísa Cruz.
To look at the bedroom where the entire action of the play unfolds is to see the forced imprisonment where two sisters, deprived of their freedom, engage in the illusory games of identity. From the moment that their employer (Luísa Cruz), the figure of authority, leaves the scene, the two maids (Beatriz Batarda and Sara Carinhas) indulge in their fantasy, letting their imaginations run wild and allowing them an urgent escape from their lives daily drudgery and misery. The two sisters` liberation from the physical and psychological oppression of the room by often perverse and sadomasochistic role-playing is the point of departure for the staging, one which explores the modernity of Genet`s language in its multiple possibilities for interpretation and acting.
 
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Texto Jean Genet
Encenação Marco Martins
Tradução Matilde Campilho
Com Beatriz Batarda, Luísa Cruz, Sara Carinhas
Cenografia F. Ribeiro 
Figurinos Isabel Carmona
Movimento Victor Hugo Pontes 
Desenho de Luz Nuno Meira
Assistente de desenho de luz Cárin Geada
Sonoplastia Sérgio Milhano
Direção de Produção Narcisa Costa
Produção Arena Ensemble
Coprodução Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Viriato
Maiores de 16
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18,00 EUR (1ª plateia)
15,00 EUR (2ª plateia)
Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração da música portuguesa.
Cantor, músico e compositor, deu-se a conhecer n’Os Azeitonas, a banda portuense que aos poucos se foi afirmando como um dos mais interessantes fenómenos de culto do panorama nacional (“Anda Comigo Ver os Aviões”, “Quem és Tu Miúda”, etc.). Em 2012, estreou-se a solo com “Cinco Dias e Meio”, de onde se destacam temas como “Os Maridos das Outras”, “Fizz Limão” ou “Capitão Fantástico”. O segundo álbum de originais, “Crónicas da Cidade Grande”, foi lançado em 2014 e entrou diretamente para o número 1 do top de discos do Itunes e para o top 3 de vendas. “Balada Astral”, o primeiro single, foi nomeado na categoria de “Melhor Música” nos Globos de Ouro. Tanto “Cinco Dias e Meio” como “Crónicas da Cidade Grande” atingiram a marca de Disco de Ouro. Atualmente, Miguel Araújo encontra-se a trabalhar no novo álbum, o terceiro trabalho de originais, cujo lançamento está previsto para esta primavera.
 
A primeira parte do concerto de Miguel Araújo vai estar a cargo de Via. Autodidata na guitarra e no ukelele, Via conta já com uma formação musical muito rica e diversa, tendo passado pela Escola Maiorff, pela Valentim de Carvalho e posteriormente pela Faculdade Nova de Lisboa, onde se licenciou em Ciências Musicais. Estudou piano jazz no Hot Club, e atualmente na ESMAE. Via promete dar que falar na música portuguesa. Neste momento, encontra-se a trabalhar em novos temas, que serão incluídos no primeiro álbum, a ser lançado no final de 2017. 
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Maiores de 6
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