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3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães!
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães!
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Horário 
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A obra de Pedro Cabral Santo pode ser entendida como doação, algo que espera reações e se dá ao mundo sem restrições, nem limites; nela está implícita a esperança de mudar, procurando um mundo melhor em que, segundo o projeto modernista, a arte seria um dos principais veículos de propagação e uma das dimensões mais importantes da vida.
Nem tudo o que parece é; refletir sobre o corpo de trabalho de Pedro Cabral Santo é observar de modo diferente. Imagine-se um cubo, sólido geométrico conhecido; quando se olha, seja qual for o modo de o agarrar, verifica-se não ser possível ver em simultâneo mais de três faces, apesar de possuir seis. Assim, pode concluir-se o seguinte: não há omnisciência, nem saber absoluto; o visível, representado pelas três faces expostas, mostra-se sob um fundo invisível. Neste sentido, a obra deve ser lida e interpretada para além do óbvio, podendo cada observador acrescentar-lhe as suas ideias e contra-ideias. 
 
Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
The art of Pedro Cabral Santo may be perceived as a gift, something which offers itself unrestrictedly to the world; it expresses the hope for change and a search for a better world where, according to the modernist project, art would be considered one of the most important dimensions of life.
Things are not quite what they seem to be; to meditate on the work of Pedro Cabral Santo requires adopting a different point of view. Let us imagine a cube, a well-known geometric figure; when we look at it, we discover that it is impossible to see more than three of its facets at the same time, although the figure is composed of six facets. Therefore, we may extract the following conclusion: there is no such thing as omniscience or absolute knowledge. In this sense, art must be perceived and interpreted beyond the obvious, and each observer may add his own ideas and counter-ideas to it.
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Todas as idades


Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%


VENDA DE BILHETES
www.ccvf.pt
oficina.bol.pt
Centro Cultural Vila Flor
Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Casa da Memória
Multiusos e Complexo de Piscinas de Guimarães
Lojas Fnac, El Corte Inglés, Worten
Entidades aderentes da Bilheteira Online
De 01 a 10 de fevereiro, Guimarães recebe a 8ª edição do GUIdance - Festival Internacional de Dança Contemporânea, convocando nomes incontornáveis como Wayne McGregor e Peeping Tom a abrir e a encerrar, respetivamente, o festival. Rui Horta – coreógrafo em destaque nesta edição – apresenta duas criações, uma em estreia absoluta e outra em reposição. Em 2018, o GUIdance reúne a europa da dança na cidade berço, com Vera Mantero, Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristovão, Patricia Apergi, Euripides Laskaridis, Marlene Monteiro Freitas e Andreas Merk a completarem o cartaz.
Da ancestralidade à criação de futuros
 
Como é que a história que passa pelos corpos que dançam pode ajudar a criar futuros? É a partir desta interrogação que lançamos a 8ª edição do GUIdance, um número que em horizontalidade (∞) nos atira simbolicamente para o infinito. Teremos neste GUIdance corpos novos a dançar, comandados por um olhar ancestral de práticas acumuladas que passaram de geração em geração. E também corpos mais velhos que se continuam a desafiar em palco à procura do que ainda não encontraram, ou seja, do novo. Mas esta viagem não é aleatória. Ela encontra base na pesquisa e começa pela matéria acumulada no próprio corpo dos criadores.
Um dos grandes coreógrafos contemporâneos, Wayne McGregor, que nunca cessa de explorar limites, decidiu mergulhar fundo na combinação do seu ADN para criar “Autobiography”. Ele parte assim de uma busca à mais notável tecnologia existente, o seu corpo, para lançar possibilidades que apontem à construção de futuros. E tudo o que a dança poderá gerar a partir desta nova informação.
A partir daqui o festival arranca para uma viagem tão completa e híbrida quanto desejável, comandada por todas as possibilidades que o jogo da criação nos permite. Assim o fará Vera Mantero em “O Limpo e o Sujo” onde corpos “educados e deseducados”, atravessados por informação acumulada procuram um novo lugar. Esse que vem de dentro e que Joana von Mayer Trindade com Hugo Calhim Cristóvão também trabalham em “Da insaciabilidade no caso ou ao mesmo tempo um milagre”. E a primeira parte fecha com o coreógrafo Rui Horta a ler do individual para o coletivo, ao orientar uma massa de corpos como que dizendo que a partir da matéria identificada se pode gerar um resultado desconhecido. Um futuro que exceda a nossa perspetiva habitual. É preciso arriscar, portanto.
A segunda parte do GUIdance abre com a reposição de “Vespa”. 30 anos depois, Rui Horta – coreógrafo em destaque nesta edição – dança existência fora, projetando num plano infinito a ideia do eterno começo. Criar futuros, obviamente. E nesse lugar imaginário vive a peça de Patricia Apergi, “Cementary”, uma espécie de fuga à distopia continuada por Marlene Monteiro Freitas em “Jaguar”, onde o futuro já é uma realidade. E aí, mais à frente, encontraremos “Titans” de Euripides Laskaridis com todo o poder que o lugar da ficção nos reserva. Para no final voltarmos àquilo que a dança em si (sempre) transporta: a relação entre o ser humano, com Peeping Tom em “Vader”. Porque também isso carece de urgência na sua reinvenção.
Afinal, que idade tem um corpo que cria futuros?
Rui Torrinha
 
PROGRAMA
 
Quinta 01 fevereiro
CCVF / Grande Auditório | 21h30
Company Wayne McGregor 
Autobiography [ESTREIA NACIONAL]
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
Sexta 02 fevereiro
CCVF / Pequeno Auditório | 21h30
Vera Mantero
7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR
 
Sábado 03 fevereiro
CIAJG / Black Box |18h30
Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristovão
5,00 eur / 3,50 eur c/d | COMPRAR
 
Sábado 03 fevereiro
CCVF / Grande Auditório | 21h30
Rui Horta
Humanário [ESTREIA ABSOLUTA]
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
Quarta 07 fevereiro
CIAJG / Black Box | 21h30
Rui Horta
Vespa [REPOSIÇÃO]
5,00 eur / 3,50 eur c/d | COMPRAR
 
Quinta 08 fevereiro
CCVF / Grande Auditório | 21h30
Aerites Dance Company / Patricia Apergi
Cementary [ESTREIA NACIONAL]
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
Sexta 09 fevereiro
CCVF / Pequeno Auditório | 21h30
Marlene Monteiro Freitas com a colaboração de Andreas Merk
7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR
 
Sábado 10 fevereiro
CIAJG / Black Box | 18h30
Euripides Laskaridis
Titans [ESTREIA NACIONAL]
5,00 eur / 3,50 eur c/d | COMPRAR
 
Sábado 10 fevereiro
CCVF / Grande Auditório | 21h30
Peeping Tom
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA 5 ESPETÁCULOS (à escolha)
30,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 4 ESPETÁCULOS (à escolha)
25,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 ESPETÁCULOS (à escolha)
20,00 eur | COMPRAR
 
PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
4,00 eur (preço aplicável aos espetáculos que se realizam no Grande e Pequeno Auditório do CCVF)

From ancestrality to the creation of futures

 
How can the history which passes through bodies that dance help us to build futures? This question is the point of departure for the 8th edition of GUIdance, a number which, when tipped over to the horizontal (∞), casts us symbolically into the infinite.
At this GUIdance Festival we will have new bodies dancing, commanded by an ancestral gaze of accumulated practices that have been passed down from generation to generation. There are also older bodies that press on with the challenge to take to the stage in search of what they have yet to find, that is, the new. But this is no simple random journey; it is based on research and begins with the accumulated material found within the very bodies of the festival creators. 
One of our great contemporary choreographers, Wayne McGregor, who has never ceased to explore boundaries, has decided to take a deep plunge into his own DNA with his creation, “Autobiography”. He begins by exploring the most remarkable technology that exists – his own body – in order to set free any possibility which may point to the construction of futures. And everything that dance can engender and espouse based on this new information. 
The Festival thus sets off on a voyage that is as complete and hybrid as it is desirable, commanded by all the possibilities that the employment of creation will allow us. Vera Mantero takes up this mantle with “O Limpo e o Sujo” (“The Clean and the Dirty”) where “polite and impolite” bodies, traversed by a stockpile of information, seek out a new place to be. What emerges from one`s essence is what Joana von Mayer Trindade, together with Hugo Calhim Cristóvão, also deal with in their piece “Da insaciabilidade no caso ou ao mesmo tempo um milagre” (“On Insatiability, in the case of, or at the same time, a miracle”). And the first part concludes with choreographer Rui Horta elevating the individual closer to the collective, doing so by guiding a group of bodies as if to say that from certain selected material something unknown can emerge as a result. A future that may well go beyond our usual perspective. Risks need to be taken, in any event.   
The second part of GUIdance opens with a repeat performance of “Vespa”. With a career spanning 30 years, Rui Horta – our featured choreographer in this edition – will once again perform this piece, one which emanates existence in the dance, projecting the idea of the eternal beginning on an infinite plane. He is creating futures, obviously. Also living in this imaginary place is the piece by Patricia Apergi, “Cementary”, a sort of escape from the dystopia which Marlene Monteiro Freitas continues in “Jaguar”, where the future is already a reality. And later on we will encounter “Titans” by Euripides Laskaridis, with all the power that fiction affords us. For the finale, we return to where dance always takes us – the relationship between human beings, with Peeping Tom presenting “Vader”. Because urgency is needed in its reinvention.
And in the end, how old is the body which creates futures?
Rui Torrinha
 
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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de fevereiro.

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Nestes encontros, convidamos alguns coreógrafos a partilhar o seu percurso, a sua experiência de vida e as suas visões artísticas em contexto de sala de aula. Uma visita devolvida depois pelos alunos, para assistirem ao espetáculo do criador que com eles estabeleceu um sentido de partilha.
QUINTA 01 FEVEREIRO
ESCOLA SECUNDÁRIA MARTINS SARMENTO | 14H30
Joana von Mayer Trindade
 
TERÇA 06 FEVEREIRO
ESCOLA SECUNDÁRIA SANTOS SIMÕES | 10H30
Rui Horta
For these encounters, we have invited certain choreographers to share moments from their careers, their life experiences, and artistic visions in a classroom style context. Afterwards, the students will become more involved as they attend a performance of the creative artistic with whom they have just established a greater sense of sharing.
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COMPRAR BILHETES
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Wayne McGregor regressa a Guimarães e ao Centro Cultural Vila Flor com mais uma estreia em solo nacional.
Depois da apresentação de “Atomos” em 2016, o multipremiado coreógrafo abre o GUIdance com a incrível peça “Autobiography”. Fervorosamente aclamada pela imprensa internacional, “Autobiography” tem sido considerada a sua obra mais íntima e ousada. Partindo do seu código genético enquanto arquivo de vivências, McGregor sequenciou o seu próprio genoma humano, convertendo-o em algoritmos que deram origem aos movimentos da peça. Como tem sido marca habitual no seu trabalho, em “Autobiography” McGregor reúne um corpo magnífico de bailarinos e volta a causar espanto pela cenografia e pelo espetacular jogo de luzes. Visionário e imperdível.

ASSINATURAS
 
ASSINATURA 5 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 30,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 4 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 25,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 20,00 eur | COMPRAR
 
PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
Preço 4,00 eur (preço aplicável aos espetáculos que se realizam no Grande e Pequeno Auditório do CCVF)
Wayne McGregor returns to Guimarães and to the Vila Flor Cultural Center with another world premiere in Portugal.

On the heels of his 2016 presentation “Atomos”, the multiple award-winning choreographer opens GUIdance with an incredible piece entitled, “Autobiography”. Wildly acclaimed by the international press, “Autobiography” has been called his most intimate and daring. Using his own genetic code as an archive of life experiences, McGregor has sequenced his own human genome, converting it into algorithms which create the movements for the piece. Becoming something of a hallmark of his work, in “Autobiography” McGregor has brought together a magnificent corps of dancers and once again amazes the audience with his scenography and spectacular play with stage lighting. This visionary performance is not to be missed. 

informação adicional  |  imagens fechar todos
Conceito, Direção e Coreografia Wayne McGregor 
Coreografia em colaboração com os intérpretes Rebecca Bassett-Graham, Jordan James Bridge, 
Travis Clausen-Knight, Louis McMiller, Daniela Neugebauer, Jacob O`Connell, James Pett, Fukiko Takase, 
Po-Lin Tung, Jessica Wright
Música Jlin
Cenografia e Projeções Ben Cullen Williams
Desenho de Luz Lucy Carter
Figurinos Aitor Throup
Dramaturgia Uzma Hameed
Direção de Ensaios Odette Hughes
Direção Técnica Christopher Charles
Produção Técnica Colin Everitt
Produção Elétrica Ashley Bolitho
Programação de Luz Jenny Kershaw
Realização de Som Nick Sagar
Software Nick Rothwell
Animação Tom Scott
Cenário construído por Joseph Waller Fabrications
Fotografia e filme Ben Cullen Williams
Parceiros de desenvolvimento científico Wellcome Trust Sanger Institute, EMBL-European Bioinformatics Institute, Connecting Science - Wellcome Genome Campus Public Engagement,  Wellcome Genome Campus Society and Ethics Research, University Medical Centre Utrecht
Coprodução Studio Wayne McGregor; Sadler`s Wells, London, UK; Les Théâtres de la Ville de Luxembourg; Edinburgh International Festival, UK; Festspielhaus St Pölten, Austria; Carolina Performing Arts at The University of North Carolina at Chapel Hill, USA; Movimentos Festwochen der Autostadt in Wolfsburg, Germany
Co-comissionado por West Kowloon Cultural District, Hong Kong; Festival Diaghilev. P.S., St Petersburg, Russia; Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, Portugal; Seattle Theatre Group, USA (música); Trinity Laban Conservatoire of Music and Dance, London, UK
Música de Jlin em parceria com Unsound
Agradecimentos A.T. Studio
Duração 80 min. aprox. s/intervalo
Maiores de 12

 

ENTRADA LIVRE
O momento mais circular e horizontal do festival, onde o público se relaciona com os artistas de forma direta. Uma conversa espontânea e sem regras.
QUINTA 01 FEVEREIRO
CCVF / FOYER DO GRANDE AUDITÓRIO / APÓS O ESPETÁCULO “AUTOBIOGRAPHY”
Talk com Company Wayne McGregor
 
SÁBADO 03 FEVEREIRO
CCVF / FOYER DO GRANDE AUDITÓRIO / APÓS O ESPETÁCULO “HUMANÁRIO” 
Talk com Rui Horta
 
QUINTA 08 FEVEREIRO
CCVF / FOYER DO GRANDE AUDITÓRIO / APÓS O ESPETÁCULO “CEMENTARY” 
Talk com Patricia Apergi
 
SÁBADO 10 FEVEREIRO
CCVF / FOYER DO GRANDE AUDITÓRIO / APÓS O ESPETÁCULO “VADER”
Talk com Peeping Tom
This is the most circular yet horizontal moment of the Festival, where the public interacts with the artists more directly in a spontaneous conversation without set rules.
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 Todas as idades

ENTRADA LIVRE
Ambiente festivo e descontraído para reencontro com os artistas no período pós-espetáculo. A dança em contexto social.
SEXTA 02 E SÁBADO 03 FEVEREIRO
SEXTA 09 E SÁBADO 10 FEVEREIRO
PÓS-ESPETÁCULOS
Café Concerto do CCVF
This festive and relaxing atmosphere is one where you can enjoy a post-show encounter with the artists. This is dance in the social context.
informação adicional fechar todos

Maiores de 12

As masterclasses programadas no âmbito do GUIdance são uma experiência única de trabalho criativo que permitem a bailarinos/as e alunos/as de dança de nível avançado um contacto privilegiado com alguns dos mais conceituados criadores internacionais da dança contemporânea. Este ano, as masterclasses do GUIdance serão orientadas pelas companhias Wayne McGregor e Peeping Tom. Como tarefa complementar da formação, é possibilitado o acesso aos espetáculos das companhias que orientam as masterclasses.
SEXTA 02 FEVEREIRO  | 18H30-20H30
Masterclasse com Company Wayne McGregor
 
SEXTA 09 FEVEREIRO  | 18H30-20H30
Masterclasse com Peeping Tom
 
Local Sala de Ensaios do CCVF
Público-alvo Profissionais e alunos de dança nível avançado
Nº máximo de participantes 20
Datas limite de inscrição 30 de janeiro (masterclasse com Company Wayne McGregor) e 06 de fevereiro (masterclasse com Peeping Tom)
Preço 5,00 eur [com direito a bilhete para o espetáculo da companhia que orienta a masterclasse]
 
As inscrições poderão ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor, no Centro Internacional das Artes José de Guimarães ou neste site através do preenchimento do formulário disponível online.
A inscrição carece de análise da informação curricular enviada. Após receber a confirmação da sua inscrição, o pagamento da masterclasse poderá ser efetuado em numerário no Centro Cultural Vila Flor ou no Centro Internacional das Artes José de Guimarães, através de cheque enviado por correio à ordem de “A Oficina, CIPRL”, ou através de referência multibanco a gerar no ato de inscrição, até à data limite designada para o efeito. Em caso de desistência, o valor apenas será reembolsado se a mesma ocorrer até 48h antes do início da atividade.
 
The masterclasses included in the GUIdance programming are a unique experience for creative growth, enabling dancers and advanced level students of dance a coveted opportunity to work with some of the most prominent international names in contemporary dance. This year, the GUIdance masterclasses will be led by Wayne McGregor and Peeping Tom. In addition to the educational benefits, participants will be able to attend the performances of the companies giving the masterclasses.
 
 
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COMPRAR BILHETES
7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Em “O Limpo e o Sujo”, Vera Mantero, Elizabete Francisca e Francisco Rolo dançam para desabafar, dançam para expelir, dançam para absorver.
Expurgam, limpam e expulsam as contaminações do interior dos seus corpos. Há corpos educados e há corpos deseducados. Há, sobretudo, um alegre chafurdar na fusão entre estas duas espécies de corpos. Ao longo da peça, os intérpretes manuseiam objetos, imagens, palavras, movimentos, intensidades. Manuseiam espaços, tempos, afetos, desejos, vibrações. Manuseiam fantasmas. Limpam-se e sujam-se nesse manuseio. Um manuseio que, à medida que é percorrido, se torna ferramenta de equilíbrio e de ecologia pessoal e social.
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA 5 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 30,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 4 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 25,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 20,00 eur | COMPRAR
 
PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
Preço 4,00 eur (preço aplicável aos espetáculos que se realizam no Grande e Pequeno Auditório do CCVF)
In “O Limpo e o Sujo” (“The Clean and the Dirty”), Vera Mantero, Elizabete Francisca and Francisco Rolo dance to release, they dance to expel, they dance to absorb.

They purge, they cleanse, and they flush out the contaminations from inside their bodies. There are polite bodies and there are impolite bodies. Above all there is a joyful wallowing in the merging of these two species of bodies. During the play, the performers handle objects, images, words, movements, and intensities. They manipulate spaces, times, feelings, desires, and vibrations. They manipulate phantasms. They cleanse themselves and dirty themselves in this action of handling and manipulating, one which, over time, becomes the tool for equilibrium and personal and social ecology.

informação adicional  |  imagens fechar todos
Direção Artística Vera Mantero 
Cocriação Elizabete Francisca, Vera Mantero, Volmir Cordeiro 
Interpretação Elizabete Francisca, Francisco Rolo, Vera Mantero 
Criação musical João Bento 
Espaço cénico e figurinos João Ferro Martins 
Desenho de luz Eduardo Abdala 
Ensaiadora Carolina Campos 
Fotografia Tuna 
Produção O Rumo do Fumo 
Estagiária d`O Rumo do Fumo Rita Benito Monteiro 
Coprodução Maria Matos Teatro Municipal (Lisboa); Teatro Municipal do Porto. Rivoli. Campo Alegre. (Porto); LE CND, un centre d’art pour la danse (Pantin / Île-de-France); Musée de la danse - Centre chorégraphique national de Rennes et de Bretagne (Rennes) 
Residência Artística Materiais Diversos 
Apoios Instituto de Emprego e Formação Profissional, IP/Estágios Emprego; Câmara Municipal de Lisboa / Direção Municipal de Cultura; EGEAC; Culturgest 
O Rumo do Fumo é uma estrutura financiada pela República Portuguesa - Cultura / Direção Geral das Artes
Duração 60 min. aprox. s/intervalo
Maiores de 12
ENTRADA LIVRE
Corpo presente como emergência de futuro. O corpo, na sua manifestação biológica, é a primeira e mais requintada tecnologia, mesmo quando expõe os seus limites e a perversão resultante da consequência da sua ação potente. É na tensão rica desse aparente paradoxo que começa e termina este festival: a contar histórias.
Nas histórias que conta, o mesmo escapa à narrativa linear, partilha uma dimensão individual, autobiográfica – biológica e/ou na investigação científica de ponta – seja na escala da arquitetura familiar, geracional ou evocativa de outras temporalidades. Estamos aqui para morrer. Para que a vida continue. Estamos sempre nesse plano complexo da máquina celular que é tudo e é nada: oxigénio e sufoco; esquecimento e memória; material e efémero; biológico e tecnológico... Um tudo e nada que a tudo e nada retorna e nesse ir e vir desenha possibilidades de futuros que integram visões lúcidas, arrasadoras e simultaneamente maravilhosa dos tempos que atravessamos. Fim. Que é sempre começo. Ecoando num futuro sem lugar para utopias as vozes e os movimentos dos corpos de artistas muito diversos. Era uma vez é uma história ainda por inventar e cabe-nos a nós participar na sua escrita. Era uma vez é um porvir. Ou para chegar lá (onde? sabemos onde?) talvez nem passemos por aí?
 
SÁBADO 03 
CIAJG / SALA DE CONFERÊNCIAS | 16H00
Criar Futuro(s) [parte I]
Moderação Cláudia Galhós
 
SÁBADO 10
CIAJG / SALA DE CONFERÊNCIAS | 16H00
Criar Futuro(s) [parte II]
Moderação Cláudia Galhós
The body present as emergency of the future. The body, in its biological manifestation, is the prime and most sophisticated technology, even when it lays bare its limits and the resulting perversion of the consequences of its powerful actions. It is in the rich tension of this apparent paradox that this festival begins and end: in the telling of stories.
In the stories that it recounts, the Festival escapes the linear narrative, it shares an individual and autobiographical dimension – biological and/or in terms of the latest scientific research – be it on the scale of architecture that is familiar, generational, or evocative of other temporalities. We are here to be mortal beings. We die so that things continue. We are always on this complex plane of the cellular machine that is everything and nothing: oxygen and suffocation; forgetting and memory; material and ephemeralness; biology and technology…An all and nothingness to which everything and nothing both return and it is in this coming and going that possibilities for futures are drawn which include lucid visions, amazing and simultaneously marvellous ones of the times which we are traversing. The end. Which is always a beginning. Echoing within a future without a place for utopias, the voices and the movements of the very diverse artists` bodies. Once upon a time is a story yet to be invented and it falls to us to participate in its writing. Once upon a time is a future. Or to get there (where? do we know where?) perhaps we don’t even pass by this way?
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Todas as idades

Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
A partir de qualquer tópico ou elemento da sua exposição, a CDMG recebe, no primeiro sábado de cada mês, uma visita guiada em torno de qualquer tipo de memória de um ou uma convidada.
Em fevereiro, a guia de visita é Noémia Carneiro: Professora Associada do Departamento de Engenharia Têxtil da Universidade do Minho, Provedora da Santa Casa da Misericórdia de Guimarães e dirigente associativa da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património.
On the first Saturday of every month, the Casa da Memória hosts a Guided Visit, inviting a person to feature any type of personal memory related to a selected topic or an element from its exhibition.
In February, the Guided Visit will be made by Noémia Carneiro, Associate Professor from the Department of Textile Engineering at Minho University, who is also Trustee at the Santa Casa da Misericórdia in Guimarães and Administrator at the Muralha Association and the Heritage Defence Association of Guimarães. 
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Todas as idades

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5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
LOCAL CIAJG / Black Box

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“Da insaciabilidade no caso ou ao mesmo tempo um milagre” parte de Almada Negreiros, da sua velocidade em despertar cérebros no corpo.
Simultaneidade, velocidade, incongruência com o exclusivo, assimilação e sobreposição conduzem ao maximalismo em associação com a eternidade rápida e urgente de Almada e unem com o gesto, mais que com a teoria, de atos dadaístas e surrealistas de hibridismo de linguagens e de espontaneidade. Uma coreografia focada no excesso, na sobreposição de padrões, na associação de elementos díspares, no sem sentido, não discursivo, não demonstrável. Na multíplice experiência do irrepetível. 
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA 5 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 30,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 4 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 25,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 20,00 eur | COMPRAR
 
PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
Preço 4,00 eur (preço aplicável aos espetáculos que se realizam no Grande e Pequeno Auditório do CCVF)
“Da insaciabilidade no caso ou ao mesmo tempo um milagre” (“On Insatiability, in the case of, or at the same time, a miracle”) is inspired by Almada Negreiros and the velocity of awakening minds within the body.

Simultaneousness, velocity, incongruence with the exclusive, assimilation, and overlapping lead to maximalism and associate with Almada`s rapid and urgent eternity and unite with the gesture, but along with the theory of Dadaist and surrealist acts of hybrid language and spontaneity. A choreography focused on excess, the overlapping of patterns, on the association of disparate elements, on the senseless, the non-discursive, and the non-demonstrable. On the multiplicity of experience of the unrepeatable.

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Direção e Coreografia Hugo Calhim Cristóvão & Joana von Mayer Trindade 
Interpretação Ana Rita Xavier, Bruno Senune, Francisco Pinho e Joana von Mayer Trindade 
Teoria e Filosofia Ana Mira, Celeste Natário, Cláudia Galhós, Cláudia Marisa, Eduarda Neves e Hugo Calhim Cristóvão 
Figurinos UN T 
Desenho de luz Sérgio Julião 
Design Hugo Santos 
Produção Sofia Reis 
Vídeo Andrea Azevedo 
Fotografia Susana Neves 
Apoio à Internacionalização Fundação Calouste Gulbenkian 
Coprodução Teatro Municipal do Porto 
Projeto financiado por República Portuguesa - Cultura, Direção Geral das Artes e Fundação GDA 
Residências Artísticas Circolando, Companhia Instável, Centro de Criação do Candoso (Guimarães), Teatro Municipal do Porto e CN D Paris
Duração 60 min. aprox. s/intervalo
Maiores de 12
COMPRAR BILHETES
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Humanário” é o título da nova criação de Rui Horta, cuja estreia absoluta acontece no GUIdance.
Uma obra criada em conjunto com Tiago Simães, responsável pela direção musical do projeto, que integra cerca de 40 intérpretes amadores, onde o traço de união é a capacidade vocal. “Humanário” reflete a importância da coesão da comunidade em diálogo com as idiossincrasias dos intérpretes. Uma obra sobre a diversidade, mas igualmente sobre a construção de um objeto comunitário. Reduzida à voz e ao corpo, a peça cria um traço de união, numa celebração da diferença de géneros, idades e culturas.
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA 5 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 30,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 4 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 25,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 20,00 eur | COMPRAR
 
PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
Preço 4,00 eur (preço aplicável aos espetáculos que se realizam no Grande e Pequeno Auditório do CCVF)
“Humanário” is the title of Rui Horta`s new creation, which will have its absolute premiere at GUIdance.

This work was created together with Tiago Simães, responsible for musical direction, and will include 40 amateur performers where the binding thread is vocal capacity. “Humanário” reflects the importance of the cohesion of a community in dialogue with the idiosyncrasies of the performers. This is a work about diversity yet also one on the construction of a community-object. Reduced to voice and body, this play creates a mark of unity in a celebration of both genders and of all ages and cultures. 

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Encenação, coreografia e iluminação Rui Horta
Direção musical Tiago Simães
Direção técnica Tiago Coelho
Coprodução Centro Cultural Vila Flor
Apoio O Espaço do Tempo
Duração 60 min. aprox. s/intervalo
Maiores de 12
COMPRAR BILHETES
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
LOCAL CIAJG / Black Box

Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Rui Horta traz ao GUIdance “Vespa”, peça que estreou no CCVF, em abril do ano passado, aquando da celebração dos seus 60 anos de vida.
Um solo, interpretado pelo próprio. Uma peça sobre uma cabeça a explodir, sobre o que nem sequer falhámos porque nos coibimos de cumprir. Um espetáculo extremamente pessoal, em que teve de lidar consigo próprio através da solidão e do confinamento, pelas longas horas sozinho em estúdio, testando os limites da mente e do corpo. Rui Horta é um veterano selvagem. Só essa condição lhe permite, hoje, a ousadia e a obstinação de voltar ao palco. Depois de 30 anos de ausência, Rui Horta entrega-se novamente ao público.
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA 5 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 30,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 4 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 25,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 20,00 eur | COMPRAR
 
PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
Preço 4,00 eur (preço aplicável aos espetáculos que se realizam no Grande e Pequeno Auditório do CCVF)
Rui Horta brings “Vespa” to GUIdance, the piece which he premiered at the CCVF in April of last year when he celebrated his 60th birthday.

It is a solo which Horta himself performs, a piece about a head that is exploding, about what we never even managed to forsake because we held ourselves back from striving. The show is extremely personal, as Horta had none but himself to contend with in the isolation, confinement and the long hours in the studio, testing the limits of the mind and body. Rui Horta is a savage veteran, and it is only this status which bolsters him, today, with the daring and obstinacy needed to return to the stage. After a 30-year hiatus from the stage, Rui Horta once again surrenders himself over to the audience. 

 
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Coreografia, iluminação, interpretação Rui Horta
Música original Tiago Cerqueira
Participação especial Tomé Galvão Fernandes
Aconselhamento artístico Tiago Rodrigues, Marlene Monteiro Freitas
Apoio dramatúrgico Pia Krämer, Mariana Brandão
Direção técnica Tiago Coelho
Direção de produção e difusão Mariana Brandão
Produção executiva O Espaço do Tempo
Coprodução Centro Cultural Vila Flor, Guimarães; Convento São Francisco, Coimbra; Teatro Aveirense, Aveiro; Centro de Arte de Ovar, Ovar; Hellerau Europäisches Zentrum der Künste, Dresden 
Residência artística O Espaço do Tempo
Agradecimentos DanceXchange & International Dance Festival Birmingham
Duração 60 min aprox. s/intervalo
Maiores de 16
Esta é uma espécie de aula-conferência sobre a história da dança contemporânea, com a jornalista e crítica de dança Cláudia Galhós, na qual se misturam olhares e processos da criação artística ao longo dos tempos.
QUINTA 08
ESCOLA SECUNDÁRIA DE CALDAS DAS TAIPAS | 10H30
ASAS DE PALCO - ESCOLA DE ARTES PERFORMATIVAS | 19H00
Conferência sobre Dança
Por Cláudia Galhós
 
SEXTA 09
ESCOLA SECUNDÁRIA FRANCISCO DE HOLANDA | 10H30
ACADEMIA DE MÚSICA E BAILADO DE GUIMARÃES | 18H00
Conferência sobre Dança
Por Cláudia Galhós

 

This event is a type of class-conference on the history of contemporaneous dance with journalist and dance critic Cláudia Galhós in which the discussion will include different perspectives and the processes involved in artistic creation over the years.
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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A estreia nacional de “Cementary” assinala a segunda visita de Patricia Apergi a Guimarães e ao GUIdance, depois da presença no festival em 2015 com “Planites”.
Neste espetáculo, a coreógrafa grega continua a indagar sobre um tópico central na sua obra, o labirinto urbano, focando-se agora na cidade como lugar de caos. Um lugar de abandono, onde vagueiam os sem-abrigo, onde edifícios que outrora tinham vida são largados à ruína, lugar que foi de encontro e efervescência, mas que no futuro será sinónimo de desolamento. Um espetáculo que exprime o distanciamento de um ideal para mostrar que quanto mais o perseguimos mais mergulhamos numa ansiedade vazia e nada sobrará para os tempos vindouros. Nada é mais triste do que o desaparecimento de um sonho.
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA 5 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 30,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 4 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 25,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 20,00 eur | COMPRAR
 
PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
Preço 4,00 eur (preço aplicável aos espetáculos que se realizam no Grande e Pequeno Auditório do CCVF)
The Portuguese première of “Cementary” marks Patricia Apergi`s second visit to Guimarães and to GUIDance, following her presence at the 2015 Festival with the show “Planites”.
In this show, the Greek choreographer continues to probe into the central theme of her work, the urban labyrinth, focusing now on the city as a place of chaos. A place of abandonment, one where the homeless wander about, where buildings which teemed with life in the past are left to ruin, a place which meant encounters and effervescence but which in the future will be synonymous with desolation. The show expresses the distancing from an ideal in order to show that the more we pursue the ideal, the more we dive into a sense of empty anxiety and nothing will be left for the future. Nothing is sadder than the disappearance of a dream. 
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Coreografia Patricia Apergi
Dramaturgia Roberto Fratini
Composição musical Vassilis Mantzoukis
Desenho de luz Nikos Vlassopoulos
Cenário Dimitris Nassiakos
Figurinos Vassiliki Syrma
Assistente de coreografia Dimitra Mitropoulou
Intérpretes Ilias Chatzigeorgiou, Nondas Damopoulos, Chara Kotsali, Giorgos Michelakis, Ioanna Paraskevopoulou, Eva Georgitsopoulou
Produção Onassis cultural Center
Coprodução e residências Maison de la Danse, Lyon; Centro Cultural Villa Flor, Guimarães; O Espaço do Tempo, Montemor-o-Novo
Duração 70 min. s/intervalo
Maiores de 12
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7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Marlene Monteiro Freitas é uma força da natureza e por isso esta criação não podia ter outro nome que não “Jaguar”, que explode natureza nos seus mais diversos e amplos sentidos.
Um cruzamento de inspirações que brotam muitas vezes sem controlo e que fazem da arte o que ela deve ser: uma força incontrolável, que não se fecha em rótulos ou denominações, mas que voa livre na cabeça de quem cria. E da cabeça passa para o corpo, que prolifera uma dança sem restrições. “Jaguar” é o nome dado a alguns cavalos, mas neste caso é uma peça de dança e um teatro de marionetas. Uma cena de caça, ou melhor, uma cena de caça assombrada. Marlene Monteiro Freitas faz-se acompanhar de Andreas Merk para se expor aos perigos da selva.
 
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PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
Preço 4,00 eur (preço aplicável aos espetáculos que se realizam no Grande e Pequeno Auditório do CCVF)
 
Marlene Monteiro Freitas is a force of nature, and for this reason, there is no better name than “Jaguar” to describe her explosive nature in the most diverse and broadest sense of the word.

A criss-crossing of inspirations burst forth uncontrolled, which make art what it should be: an uncontrollable force that cannot be summed up with labels or tags but which flies about unfettered in the mind of the person creating it. From the mind the notion next passes to the body where a dance proliferates without restrictions. “Jaguar” is name given to certain horses, but in this case it is a dance piece and a marionette theatre. A hunting scene, or better put, a haunted hunting scene. Marlene Monteiro Freitas is accompanied by Andreas Merk to show the audience what dangers are hiding in the jungle. 

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Coreografia Marlene Monteiro Freitas com a colaboração de Andreas Merk
Interpretação Marlene Monteiro Freitas e Andreas Merk 
Luz e espaço Yannick Fouassier 
Objetos cénicos João Francisco Figueira, Luís Miguel Figueira  
Som Tiago Cerqueira 
Pesquisa João Francisco Figueira, Marlene Monteiro Freitas
Agradecimento especial Betty Tchomanga, Avelino Chantre 
Produção P.OR.K (Lisboa, PT) 
Difusão Key Performance (Estocolmo, SE) 
Coprodução Zodiak - Center for New Dance (Helsínquia, FI), CDC Toulouse/Midi-Pyrénées (Toulouse, FR), Alkantara (Lisboa, PT), HAU Hebbel am Ufer (Berlim, DE), MDT (Estolcomo, SE) no âmbito da rede [DNA] Departures and Arrival, cofundada pelo programa Europa Criativa da União Europeia; Teatro Municipal do Porto Rivoli (Porto, PT); Arsenic (Lausanne, CH); Maria Matos Teatro Municipal (Lisboa, PT); O Espaço do Tempo (Montemor-o-novo, PT); Les Spectacles Vivants - Centre Pompidou (Paris, FR); Espaces Pluriels (PAU, FR); Tandem Douai-Arras/Scène nationale (FR); A-CDC [Art Danse - CDC Dijon Bourgogne (FR), La Briqueterie - CDC du Val-de-Marne (FR), Le Cuvier - CDC d`Aquitaine (FR), L`échangeur - CDC Hauts-de-France (FR), Le Gymnase - CDC Roubaix - Nord Pas de Calais (FR), Le Pacifique - CDC Grenoble (FR), CDC Atelier de Paris-Carolyn Carlson (FR), Pôle Sud - CDC Strasbourg en prefiguration (FR), CDC Toulouse/Midi-Pyrénées (FR), CDC Uzès danse (FR)
Apoio residência STUK (Leuven, BE); Tanzhaus Zurich (Zurich, CH)
Apoio Trafó (Budapeste, HU); ACCCA – Companhia Clara Andermatt (Lisboa, PT)
Duração 1h45 min. s/ intervalo
Maiores de 12
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LOCAL CIAJG / Black Box

Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
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“Titans” chega ao GUIdance como um lembrete da frágil condição humana, evocando a importância de todos os fracassos.
Nesta peça, Euripides Laskaridis trabalha em estreita colaboração com o figurinista Angelos Mendis e cria um cenário apocalíptico para explorar a perseverança da humanidade diante do desconhecido. O desespero perante o fim da razão, um mundo desolador que evoca uma era em que os titãs governavam o universo. “Titans” traz à cena criaturas dos sítios mais recônditos da mente para refletirmos sobre quem somos. Desde sempre nos impomos a acreditar num ideal. Mas com que propósito? O que distingue, afinal, o ideal do real? A fraqueza humana? A falência titânica de uma ordem ética? “Titans” assinala o quão frágil e enganador é o arquétipo da perfeição.
 
ASSINATURAS
 
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PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
Preço 4,00 eur (preço aplicável aos espetáculos que se realizam no Grande e Pequeno Auditório do CCVF)
“Titans” arrives at GUIdance as a reminder of the fragile human condition, underscoring the importance of all our failures.

In this piece, Euripides Laskaridis works in close collaboration with designer Angelos Mendis to create an apocalyptic scenario to explore the perseverance of humanity when faced with the unknown, despair when faced with the end of reason, a desolating world which evokes the era when the Titans governed the universe. “Titans” brings creatures to the stage from the secret most places in the mind for us to reflect on who we are. We have always strived to believe in an ideal. But for what purpose? In the end, what distinguishes the ideal from the real? Human weakness? The titanic fallacy of an ethical order? “Titans” points to how fragile and deceiving the archetype of perfection is. 

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Direção, coreografia e cenário Euripides Laskaridis
Intérpretes Euripides Laskaridis, Dimitris Matsoukas
Figurinos Angelos Mendis
Música original e desenho de som Giorgos Poulios
Programação, desenho de som e operação de música ao vivo Themistocles Pandelopoulos
Instalação de som e operação de música ao vivo Nikos Kollias
Desenho de luz Eliza Alexandropoulou
Instalação de luz Konstantinos Margkas, Giorgos Melissaropoulos
Consultor de dramaturgia Alexandros Mistriotis
Colaboradores artísticos Drosos Skotis, Diogenis Skaltsas, Thanos Lekkas, Nikos Dragonas
Assistentes de direção Dimitris Triandafyllou, Paraskevi Lypimenou
Assistente de cena e figurinista Ioanna Plessa
Assistentes de produção - estagiários Samuel Esteves Querido, Lisandra Caires
Coordenador de produção Elisabeth Tsouchtidi
Diretor de produção Maria Dourou
Duração 50 min. s/intervalo
Maiores de 12
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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Depois de “Moeder” (Mãe) – espetáculo apresentado no 12º aniversário do CCVF –, a companhia belga Peeping Tom visita novamente o CCVF, desta vez para encerrar o GUIdance com “Vader” (Pai), a primeira parte desta trilogia em torno da família.
“Vader” reflete sobre a decadência, o vazio, a indiferença e a fúria a que estamos sujeitos quando a vitalidade nos abandona, socorrendo-se, ainda assim, de algum humor. A ação passa-se num cenário que nos remete para um lar de idosos, muito semelhante a uma cave, um lugar onde somos muitas vezes deixados ao abandono. Um retrato de um lugar que nos remete para a solidão no fim da vida, obrigando a uma introspeção sobre um filme que já (quase) acabou. 
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA 5 ESPETÁCULOS (à escolha)
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ASSINATURA 4 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 25,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 ESPETÁCULOS (à escolha)
Preço 20,00 eur | COMPRAR
 
PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
Preço 4,00 eur (preço aplicável aos espetáculos que se realizam no Grande e Pequeno Auditório do CCVF)
Following “Moeder” (“Mother”) – a show presented for the CCVF`s 12th anniversary year – the Belgian company Peeping Tom is once again visiting the CCVF, this time slated to close the GUIdance Festival with “Vader” (“Father”), the first part of the trilogy on the family.
“Vader” is a reflection on decadence, emptiness, indifference, and the anger that we are subjected to when our vitality abandons us, and even so, drawing on a bit of humour. The action takes place in a home for the elderly resembling a basement, a place where many times we leave things we no longer need. This is a portrait of a place which depicts the loneliness at the end of one’s life, obliging us to take an introspective look on a film that is (nearly) over.  
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Direção Franck Chartier
Assistente de direção e dramaturgia Gabriela Carrizo
Criação e interpretação Leo De Beul / Jef Stevens, Marie Gyselbrecht / Tamara Gvozdenovic, Hun-Mok Jung, Maria Carolina Vieira, Simon Versnel, Brandon Lagaert & Yi-Chun Liu, com a ajuda de Eurudike De Beul
Assistência artística Seoljin Kim, Camille De Bonhome
Composição sonora e arranjos Raphaëlle Latini, Ismaël Colombani, Eurudike De Beul, Renaud Crols
Mistura de som Yannick Willox 
Desenho de luz Giacomo Gorini & Peeping Tom 
Figurinos Peeping Tom & Camille De Bonhome
Cenário Peeping Tom & Amber Vandenhoeck
Construção de cenário KVS-atelier, Filip Timmerman, Amber Vandenhoeck
Direção técnica Filip Timmerman
Técnicos Hjorvar Rognvaldsson, Wout Rous & Amber Vandenhoeck
Produção Peeping Tom
Coprodução Theater im Pfalzbau (Ludwigshafen), KVS- Royal Flemish Theatre (Bruxelas), Festival GREC (Barcelona), HELLERAU – European Center for the Arts Dresden, Les Théâtres de la Ville de Luxembourg, Théâtre de la Ville (Paris), Maison de la Culture (Bruges), La Rose des Vents (Villeneuve d`Ascq), Le Printemps des Comédiens (Montpellier), com o apoio de Sommerszene, Szene Salzburg (Salzburgo)
Teatro Im Pfalzbau (Ludwigshafen) e Taipei Performing Arts Center (Taipei) são parceiros na criação da trilogia “Vader”, “Moeder” e “Kind”
Agenciamento Frans Brood Productions
Agradecimentos Héloïse da Costa, Blandine Chartier, Emiliano Battista, Diane Fourdrignier e Seniorencentrum Brussel vzw
Duração 90 min. s/intervalo
Maiores de 12
COMPRAR BILHETES
2,00 EUR
Na imaginação das crianças, a noite é talvez o primeiro dos grandes mistérios. As sombras, o escuro, o silêncio, os barulhos da rua e os movimentos na casa propiciam pensamentos fantasiosos, muitos medos, algum fascínio.
O universo infantil é ocupado pela ideia da noite como sinónimo do desconhecido, por um lado, e como possibilidade infinita, por outro. Terrores noturnos, monstros debaixo da cama, chuva forte que não deixa dormir, mas também sonhos alegres, histórias para adormecer, canções de embalar, mimos de boa noite, a luz da lua. “Nocturno” tem música original de João Godinho, na qual o piano é usado não apenas como instrumento melódico, mas também como veículo de sons ora encantatórios, ora aterradores. O noturno enquanto género musical – pequena peça para piano, emblemática do período romântico e de carácter melancólico – serve naturalmente de inspiração. 
 
Horários 15h00 (sexta, 16 fevereiro) e 11h00 (sábado, 17 fevereiro) 
Público-alvo Maiores de 6 
Duração 60 min.
Lotação 100 lugares
In the imagination of children, the concept of the night is perhaps the first of the great mysteries.
Shadows, darkness, silence, the sounds of the street and the movements inside the house come together to trigger phantasmagorical thoughts, stir fears, and provoke fascination. The universe of children is full with the notion of the night as synonymous with the unknown, on the one hand, and the openness of infinite possibilities on the other. There are night frights, monsters under the bed, heavy rainstorms that won`t let you sleep but also happy dreams, bedtime stories, lullabies, good night hugs and soothing moonlight. “Nocturno” (“Nocturne”) features original music written by João Godinho, with the piano used not only as a melodic instrument but also as a vehicle for sounds that are at times enchanting and at others terrifying. The nocturne as a musical genre – a short piece for the piano emblematic of the Romantic period and often melancholy in nature – is the natural source of inspiration. 
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Cocriação Joana Gama e Victor Hugo Pontes
Direção e Cenografia Victor Hugo Pontes
Interpretação Joana Gama, Paulo Mota e Victor Hugo Pontes
Composição Musical João Godinho
Desenho de Luz e Direção técnica Wilma Moutinho
Sonoplastia Suse Ribeiro e João Godinho
Desenho de Som Suse Ribeiro
Maquinaria de cena Filipe Silva
Adereços (aranhas) Emanuel Santos
Direção de Produção Joana Ventura
Apoio à Residência Centro Cultural Vila Flor
Coprodução Nome Próprio, São Luiz Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto Campo Alegre. Rivoli e CCB / Fábrica das Artes
Fotografia José Caldeira e Estelle Valente
Projeto financiado pela República Portuguesa Cultura / Direção-Geral das Artes
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Duração 60 min.
Maiores de 6
COMPRAR BILHETES
3,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Músicas intemporais chegam ao Café Concerto pela voz sublime de Josephine Foster que canta um folk eterno.
Josephine Foster apresenta-se no palco do Café Concerto do CCVF e paira no ar a promessa de um concerto que encantará o público com inebriantes canções folk, que emanam uma aura sonhadora. A música que produz parece cruzar diferentes influências, misturando tonalidades que atravessam o poeirento velho oeste americano com vestígios do jazz e dos blues das horas profundas de Chicago. Contando já com uma longa carreira, no seu álbum mais recente, “No More Lamps in the Morning”, a cantora e compositora pega em temas de projetos anteriores dando-lhes um novo arranjo. As músicas ganham uma nova vida quando acompanhadas da guitarra portuguesa, acrescentando à mescla de influências uma sonoridade ibérica que torna tudo ainda mais peculiar. Um disco que se sente livre, solto de amarras e convenções, para ser desfrutado em total despreendimento. A anteceder este concerto, sobe ao palco a multinstrumentista e vocalista Ka Baird, conhecida por explorar o psicadelismo eletrónico e pelas improvisações e experimentalismos que envolvem a audiência.
Timeless songs return to the Café Concerto in the sublime voice of Josephine Foster, offering a performance of eternal folk.

Josephine Foster will perform on the stage of the CCVF Café Concerto, and the atmosphere is one of anxious anticipation and the promise of a concert that will enchant the audience with beguiling folk songs that radiate a dreamy aura. The music Foster creates seems to draw on a variety of influences blending tonalities that harken back to the dusty American Old West with vestiges of jazz and late-night Chicago blues. Enjoying an established career, singer/songwriter Foster, with her most recent album “No More Lamps in the Morning,” takes ups previously recorded songs but this time with new arrangements, adding a new sparkle when accompanied by the Portuguese guitar, complementing her mélange of influences with Iberian sounds to make everything even more special. The music is set free, unfettered and released from conventions and meant to be enjoyed with total abandon. Prior to her concert there will be a performance by the multi-instrumentalist and vocalist Ka Baird, known for her exploration of electronic psychedelics and improvisations and experimentalism that get the audience involved as well. 

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[1ª parte]
Ka Baird flauta, voz, samples e teclados
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Josephine Foster voz, guitarras e piano
Maiores de 12
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Num contexto em que a noção de verdade está mais do que nunca em crise, a exposição individual do artista sueco Christian Andersson, que reúne obras marcantes e outras inéditas, concebidas e produzidas especificamente para esta exposição, oferecerá ao público português o mais extenso panorama alguma vez disponível no nosso país da obra de um autor que se interessa sobretudo pela condições objetivas e subjetivas, espirituais e materiais de leitura e descodificação da proposta artística.
INAUGURAÇÃO DO 1º CICLO EXPOSITIVO DE 2018 DO CIAJG
SÁBADO 17 FEVEREIRO, 21H30
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
In the present-day context in which the notion of truth is under fire more than ever, the individual exhibition of Swedish artist Christian Andersson – which brings together both remarkable pieces and other never-before-seen works conceived and produced especially for this show – will offer the Portuguese public the most far-reaching panorama yet presented in this country of the work of an artist who is particularly interested in the objective/subjective and spiritual/material conditions of reading and de-codifying the artistic purpose.
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Miguel Leal é, dos artistas da sua geração, aquele cujo universo de referências e o trabalho são menos conhecidos como um todo, o que contrasta com a solidez e a imprevisibilidade das soluções formais e conceptuais que engendra a cada passo.
Esta exposição antológica tem, assim, por objetivo revisitar e repensar o trabalho de Miguel Leal como um constructo em que a produção intelectual, curatorial e visual se articulam como um todo simultaneamente complexo e profundo.
 
INAUGURAÇÃO DO 1º CICLO EXPOSITIVO DE 2018 DO CIAJG
SÁBADO 17 FEVEREIRO, 21H30
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Miguel Leal is, amongst the artists of his generation, the person whose artistic universe of references and work are less well known as being a whole, which contrasts with the solidity and unpredictability of the formal and conceptual solutions which engender each step.
This anthological exhibition is thus aimed at revisiting and rethinking the work of Miguel Leal as a construct in which the intellectual, curatorial and visual production is articulated with a simultaneously complex and profound whole. 
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Lógica circular, eterno retorno, repetição e diferença: a nova montagem da coleção permanente, vigente durante o ano de 2018, regressa ao mapa delineado pela exposição inaugural do CIAJG, “Para além da história”.
Trata-se de prosseguir um projeto sem tempo plenamente consciente do tempo em que é realizado, afirmativamente contemporâneo sem ser exclusivamente constituído por objetos de arte contemporânea. A sua natureza é ser transversal, poroso, impuro, aberto e circular, procurando nexos, relações, permanências; por outras palavras, sonda o impercetível que o tempo histórico, tão marcado por uma memória seletiva e fatalmente grosseira, acaba por expurgar.
 
Obras de José de Guimarães, Vasco Araújo, f.marquespenteado, Ernesto de Sousa, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Jaroslaw Fliciński, Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade, Mumtazz, Carlos Relvas, Rui Horta Pereira, Christian Andersson e Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães
 
INAUGURAÇÃO DO 1º CICLO EXPOSITIVO DE 2018 DO CIAJG
SÁBADO 17 FEVEREIRO, 21H30
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Circular logic, the eternal return, repetition and difference: the new montage from the permanent collection on display in 2018 returns to the map drawn out in at the inaugural exhibition at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, “Beyond History”.
The notion is to follow a timeless project but fully aware of the time frame in question, affirmatively contemporary without being exclusively made up of contemporary art objects. Its nature is porous, impure, open and circular, seeking out possible nexus, relationships, and points of permanence; in other words, it probes the imperceptible that historical time – so marked by a selective and fatally vulgar memory – manages to purge in the end. 

Works by José de Guimarães, Vasco Araújo, f.marquespenteado, Ernesto de Sousa, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Jaroslaw Fliciński, Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade, Mumtazz, Carlos Relvas, Rui Horta Pereira, Christian Andersson and African Art, Pre-Columbian Art and Ancient Chinese Art of the José de Guimarães Collection
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Todas as idades

2,00 EUR
No Domingos em Casa de fevereiro, na Casa da Memória, vamos meter as mãos no barro e partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados.
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. 
 
Monitoras Joy Hanford e Maria Fernanda Braga 
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 15 de fevereiro, através do telefone 253 424 716 ou mediante o preenchimento do formulário disponível no site www.casadamemoria.pt
Thinking, seeing, listening, creating, doing, feeling. In the living room, in the kitchen, at the table or outdoors. There are Sundays when all you want to do is stay home. So come to our home, the Casa.

One Sunday per month, we go in search of different interpretations of historical facts, traditions, legends, persons, places, or objects that we find in the exhibition space. In the cosiness of the Casa, we offer a space for encounters for families, friend, different generations, artists and artisans. And ideas as well. We will create labyrinths, invent stories, use clay, linen or paper, make food, music and promises, with our hands, our heads and our entire body. In February, we’re going to get our hands dirty with potter`s clay as we share the stories contained in the history of the Cantarinha dos Namorados (Lovers` Coin Jar). 

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“Desenhos Efémeros” é um Livro-Objeto-Documento sobre a atividade performativa – desenho digital em tempo real e manipulação de objetos em retroprojetor de transparências – do artista visual António Jorge Gonçalves.
É da própria natureza da atividade performativa a efemeridade dos seus objetos, daí a necessidade de a documentar preservando a sua memória e estudo para lá do horizonte temporal em que aconteceram. Para além de fotografias de espetáculos e ensaios, o livro inclui textos de Carlos Pimenta, João Paulo Cotrim, Nuno Artur Silva e Rui Eduardo Pais, bem como uma entrevista ao artista conduzida por Anabela Mota Ribeiro. Antes da apresentação do livro, é desenvolvida uma masterclasse com o autor, para divulgar o método e a dinâmica performativa do desenho digital em tempo real, possibilitando aos participantes a experimentação direta das suas possibilidades.

Público-alvo Estudantes da área do Desenho e das Artes Performativas (masterclasse) / Público geral (apresentação do livro) 
Horários 14h30-17h30 (masterclasse) / 18h00 (apresentação do livro) 
Duração 3 horas (masterclasse) / 60 min. (apresentação do livro) 
Lotação 30 pessoas (masterclasse) 
Inscrição gratuita, através do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
“Desenhos Efémeros” (“Ephemeral Drawings”) is a Book-Object-Document on artistic performance – digital drawing in real time and the manipulation of objects on an overhead projector – the creation of visual artist António Jorge Gonçalves.
Stemming from the very nature of the action of performance and the ephemerality of its objects is the need to document and preserve the memory and to study what is beyond the temporal horizon in which the performance takes place. In addition to photographs of shows and rehearsals, the book includes texts by Carlos Pimenta, João Paulo Cotrim, Nuno Artur Silva and Rui Eduardo Pais, as well as an interview with the artist done by Anabela Mota Ribeiro. Prior to the presentation of the book, a master class will be held with the artist as a way to shed light on his methods and the performance dynamics of digital drawing in real time, thus allowing the participants to experiment directly with the possibilities of the craft. 
 
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COMPRAR BILHETES
7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Partindo da obra Fédon de Platão, “A Morte de Sócrates” junta a figura reinventada de Sócrates (Albano Jerónimo), e dos seus fiéis amigos, Paulo (Paulo Pinto), Pedro (Pedro Lacerda), Maria (Raquel Castro) e Ana (Ana Bustorff).
“A Morte de Sócrates” narra os últimos três dias de Sócrates na prisão, na qual permaneceu durante um mês, período em que as festas da cidade proibiam qualquer execução capital. Os amigos de Sócrates tentam convencê-lo a permanecer vivo, apresentando-lhe hipóteses de fuga. No entanto, este mantém-se convicto de que a morte é preferível à vida, sendo o corpo um impedimento ao conhecimento puro. Contudo, depois de alguma retórica, Paulo, Pedro, Maria e Ana confessam que estão eles próprios convencidos de que morrer é a melhor solução, apresentando a Sócrates a utopia de um mundo livre e o plano para o atingir: a constituição de um grupo terrorista e de uma Academia que o perpetue através dos tempos.
 
BILHETE CONJUNTO SÓCRATES TEM DE MORRER
1º Episódio "A Morte de Sócrates" + 2º Episódio "A Vida de John Smith"
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d  COMPRAR

Oficinas de Criação
Com Mickäel Oliveira 
A primeira oficina aborda o díptico “Sócrates Tem de Morrer”, colocando o foco na segunda parte, para trabalhar o texto com atores não-profissionais, amadores ou simples curiosos. Durante as sessões, serão trabalhadas algumas partes de “A Vida de John Smith”, nomeadamente as que incluem a personagem coletiva “Assembleia”. Os frequentadores da oficina poderão ainda, caso queiram, participar nesse espetáculo e fazerem parte da “Assembleia”. A segunda oficina dará lugar à reflexão sobre a desconstrução dos materiais textuais que deram origem ao díptico, assim como a metodologia de escrita e de encenação que caraterizam a relação entre os dois espetáculos.

Oficina de Criação I (29 janeiro a 24 fevereiro)
Oficina de Criação II (26 e 27 fevereiro)
Público-alvo atores, criadores e dramaturgos da Rede TO
Based on the work Phaedrus by Plato, “The Death of Socrates” brings together the reinvented figure of Socrates (Albano Jerónimo), and his faithful friends, Paulo (Paulo Pinto), Pedro (Pedro Lacerda), Maria (Raquel Castro) and Ana (Ana Bustorff).
“A Morte de Sócrates” (“The Death of Socrates”) tells the story of the last three days of Socrates` life in the prison where he was held for one month, given that it was the time of city festivals during which executions for capital crimes were prohibited. Socrates’ friends try to convince him to avoid certain death by presenting him plans for escape. He nevertheless remains convinced that death is preferable to life, with the body being an impediment to pure knowledge. More than that, following a bit of rhetorical debate, Paulo, Pedro, Maria and Ana also confess that they too have been convinced that death is the best solution, presenting Socrates with the utopia of a free world and a plan to achieve it. How? By creating a terrorist group and an Academy to perpetuate it over time. 
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Texto e encenação Mickaël de Oliveira
Interpretação Albano Jerónimo, Ana Bustorff, Maria Leite, Paulo Pinto, Pedro Lacerda
Assistência de encenação Solange Freitas
Desenho de luz Rui Monteiro
Cenografia, figurino e vídeo António MV
Apoio à criação de vídeo Maria Leite
Música e interpretação Diogo Ribeiro
Fotografia Bruno Simão
Direção de produção Armando Valente
Produção Colectivo 84
Coprodução Teatro Académico de Gil Vicente
Apoio Direção-Geral das Artes / Ministério da Cultura do Governo de Portugal
Agradecimento Companhia Olga Roriz, Teatro Nacional 21, Teatro Nacional D. Maria II, Mala Voadora, O Espaço do Tempo, Duplacena, Teatro da Garagem, Centro de Artes de Lisboa (CAL), Carolina Queirós Machado, Isabel Quadros, Convento São Francisco
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Duração 1h30 min. s/intervalo
Maiores de 16
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
O que é a memória do espaço? Contrariando uma abordagem nostálgica, Pedro Bandeira, arquiteto, propõe pensar o passado do espaço como crítica do presente, trazendo para discussão alguns dos seus “projetos específicos para um cliente genérico” acompanhados por referências de trabalhos realizados por outros autores de diferentes áreas disciplinares.
Pedro Bandeira, arquiteto (FAUP), investigador (LAB 2PT) e professor Associado na Escola de Arquitectura da Universidade do Minho. É autor de: Projectos Específicos para um Cliente Genérico – uma antologia de trabalhos desenvolvidos entre 1996 e 2006 (Porto: Dafne Editora, 2006); Escola do Porto Lado B (1868-1978) (Lisboa/Guimarães: Documenta/CIAJG, 2014) – Prémio de Crítica e Ensaística de Arquitectura AICA 2015; e mais recentemente de Arcosanti 2012 (Porto: Circo de Ideias, 2017). 
What is the memory of a space? As opposed to a nostalgic approach, architect Pedro Bandeira proposes thinking of a space`s past history as a critique of the present, bringing up for discussion some of his “specific projects for a generic client”, along with references to projects already carried out by other authors from other disciplines.
Pedro Bandeira is an architect (FAUP) researcher (LAB 2PT) and Associate Professor at the Minho University School of Architecture. He is the author of the following works in Portuguese: Projectos Específicos para um Cliente Genérico – uma antologia de trabalhos desenvolvidos entre 1996 e 2006 (Porto: Dafne Editora, 2006); Escola do Porto Lado B (1868-1978) (Lisboa/Guimarães: Documenta/CIAJG, 2014) – recipient of the Award ´Prémio de Crítica e Ensaística de Arquitectura AICA 2015` – and most recently Arcosanti 2012 (Porto: Circo de Ideias, 2017). 
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Maiores de 12

COMPRAR BILHETES
7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“A Vida de John Smith” é o 2º episódio do díptico “Sócrates Tem de Morrer”, cuja estreia absoluta acontece no Centro Cultural Vila Flor.
Neste episódio, Paulo, Pedro, Maria, Ana e Sócrates (reencarnado em John Smith) acordam de um longo sono, num Museu de História Natural. São despertados por três membros da Academia: Aquela (Miguel Moreira), Aquele (Pedro Gil) e Aqueloutro (John Romão) que se encarregam de lhes apresentar o mundo que emergiu da utopia desenhada no 1º episódio: uma comunidade definida pela primazia da alma em relação ao corpo. Memória, linguagem, ficção, filiação, diferença e alteridade, são os temas que alimentam a discussão em que todos têm que chegar a uma decisão sobre o futuro deste novo mundo, em perigo perante uma ameaça sem precedentes.
 
BILHETE CONJUNTO SÓCRATES TEM DE MORRER
1º Episódio "A Morte de Sócrates" + 2º Episódio "A Vida de John Smith"
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d  COMPRAR
 
APÓS O ESPETÁCULO
CCVF / FOYER DO GRANDE AUDITÓRIO
HÁ CONVERSA COM…
MICKAËL DE OLIVEIRA
“A Vida de John Smith” (“The Life of John Smith”) is the second episode in the diptych of “Socrates Must Die”, with the Vila Flor Cultural Center proud to host the international premiere.
In this episode, Paulo, Pedro, Maria, Ana and Socrates (reincarnated in the person of John Smith) arise from a long sleep in the Museum of Natural History. They are woken up by three members of the Academy: Aquela (Miguel Moreira), Aquele (Pedro Gil) and Aqueloutro (John Romão) (their names, literally, “This”, “That” and “The Other Thing”) who are in charge of showing them what has emerged from the utopia laid out in the first episode: a community defined by the primacy of the soul over the body. Memory, language, fiction, kinship, difference and alterity are the themes that feed the discussion in which everyone must arrive at a decision on the future of this new world, one that is in grave danger coming from unprecedented threats. 
informação adicional fechar todos
Texto e encenação Mickaël de Oliveira
Interpretação Albano Jerónimo, Ana Bustorff, John Romão, Miguel Moreira, Paulo Pinto, Pedro Gil, Pedro Lacerda, Raquel Castro, Solange Freitas
Com a participação do Teatro Oficina
Assistência de encenação Solange Freitas
Cenografia António MV
Desenho de luz Rui Monteiro
Música e interpretação Diogo Ribeiro
Figurinos Sara Loureiro
Vídeo João Pedro Fonseca
Caracterização Jorge Bragada
Fotografia Bruno Simão
Direção de Produção Armando Valente
Tradução (Latim e Grego) Carlos Jesus
Produção Colectivo 84
Coprodução São Luiz Teatro Municipal, Centro Cultural Vila Flor e Teatro Viriato
Apoio Direção-Geral das Artes / Ministério da Cultura do Governo de Portugal 
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Duração 1h45 min. aprox. s/intervalo
Maiores de 16
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
De volta a uma popularidade impressionante – algo que não se via desde os anos 80 – os brinquedos LEGO unem gerações de crianças e adultos.
Numa pequena exposição, apresentam-se algumas peças de colecionadores da PLUG, Associação Portuguesa de utilizadores LEGO: conjuntos dos anos 60, 70 e 80 que farão não só as delícias dos mais novos como despertarão memórias nos mais velhos. Com esta exposição e workshop, miúdos e graúdos observam, constroem e partilham imaginários mais ou menos recentes: altura ideal para os mais velhos transmitirem histórias, brinquedos e boas lembranças à geração mais nova.
 
Workshop Sábado, 03 de fevereiro, 11h00
Returning with truly impressive levels of popularity – something not seen since the 1980s – LEGO toys are bringing generations of adults and children closer together.
This small exhibition will present selected pieces from collectors who are members of PLUG, the Portuguese LEGO Users Group, with sets from the 1960s, 70s and 80s that will not only delight the younger aficionados but also stir the memories of the older fans. With this exhibition and workshop, kids young and old will open up to, construct and share their creative imaginations, be they more or less recently formed. This will be the ideal opportunity for the adults to tell stories, share toys and recall fond remembrances, thus serving to pass these recollections down to the younger generation.
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Todas as idades 

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