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3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães!
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães!
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Horário 
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Este será um ano de muita movimentação no espaço da coleção permanente do CIAJG com uma constante alternância entre artistas mais novos e mais experientes e com uma grande variedade de propostas, incluindo a apresentação de obras inéditas de José de Guimarães, patrono do Centro.
Na nova montagem da coleção teremos a oportunidade de revisitar um conjunto de peças históricas de José de Guimarães, que não estão visíveis ao público desde 2012. Com efeito, as peças que integraram a intervenção no Museu de Luanda, em 1968, estão entre o núcleo de peças mais relevantes da obra do autor. Em diálogo com estas peças e os núcleos que constituem a coleção permanente, teremos, ainda, uma ampla mostra de peças de Fernando Lanhas, um dos autores centrais da arte portuguesa da segunda metade do séc. XX, e um conjunto de esculturas de Rui Chafes, um dos mais importantes artistas da atualidade.
 
Curadoria de Nuno Faria
Obras de José de Guimarães, Vasco Araújo, f.marquespenteado, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Jaroslaw Fliciński, Rui Chafes, Filipe Feijão, Mestre Caçoila, Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade
Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
This year will be quite the active one for Permanent Collection space at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, with its offerings alternating between older and more experienced artists, and its wide variety of programs and events in store, which include the display of some never-before-seen works by the Centre`s namesake, José de Guimarães.
In the new arrengment of the collection we will have the opportunity to revisit a set of historic pieces by José de Guimarães, which have not been visible to the public since 2012. In fact, the pieces that integrated the intervention in the Museum of Luanda in 1968 are among the nucleus of the most relevant pieces of the author`s work. In dialogue with these pieces and the nucleus that constitute the permanent collection, we will also have a large exhibition of pieces by Fernando Lanhas, one of the central authors of Portuguese Art of the second half of the 20th century, and a set of sculptures of Rui Chafes, one of the most important artists of the present time.
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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de outubro de 2017.

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COMPRAR BILHETES
7,50 EUR / 5,00 EUR c/d

Local Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Antropocenas” é uma colaboração entre Rita Natálio e João dos Santos Martins com a contribuição de diversos agentes nas áreas da ecologia, dança, música, antropologia e artes visuais.
O espetáculo parte da discussão em torno do Antropoceno e da atual crise climática, mas também das cosmologias ameríndias, das etnografias multi-espécie, do racismo estrutural, do blues dos robots e de um tronco de sumaúma cortado para que os humanos pudessem dançar sobre ele. Uma palestra dançada onde plantas, pedras, gatos, dildos e relva nas axilas podem ser os principais oradores, onde samambaias discutem os seus direitos jurídicos, sacos de plástico suicidam-se, animais fazem petições contra a sua extinção, jardineiros cortam cabelos de plantas, onde abraçamos ursinhos de poluição, comemos terra. Textualmente, ideias da história da arte e da antropologia contemporânea misturam-se, opõem-se, matam-se e esfolam-se para destituir certos ideais de natureza. Antropo ma non troppo.
“Antropocenas” (“Anthropocenes”) highlights the collaboration of Rita Natálio and João dos Santos Martins, aided by the contributions of many others from the areas of ecology, dance, music, anthropology and the visual arts.
The show deals with the discussion of the Anthropocene and the climate-based crises currently facing the planet as well as the Amerindian cosmologies, multispecies ethnographies, structural racism, the blues that robots listen to, and a tree trunk made of soft pillow filling so that humans can dance on it. A workshop that is done in dance where plants, stones, cats, adult toys, and grass in your armpits can be the main speakers, where ferns chat about their legal rights, plastic bags commit suicide, animals start petitions to save themselves from extinction, gardeners trim plants as if cutting hair, where people embrace teddy bears made of pollution and where people eat dirt. Textually speaking, ideas from art history and contemporary anthropology blend, oppose each other, kill each other and skin each other to eradicate certain ideas of nature. Antropo ma non troppo.
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Conceção e curadoria Rita Natálio e João dos Santos Martins
Proposta inicial e texto Rita Natálio
Dança Ana Pi, Ana Rita Teodoro, João dos Santos Martins
Artes Visuais Pedro Neves Marques
Música Winga Kan
Assistência dramatúrgica e de ensaios Joana Levi
Performer-conferencista Jota Mombaça AKA Mc Katrina
Escultura Alexandra Ferreira
Jardinagem/topiária José Vilarinho
Cabelo Ana Fernandes/Griffe Hairstyle
Participação especial Maria Inês Gameiro, Pedro Fazenda, Ana Paços, Manuel Miranda Fernandes, José Viegas, Ricardo Figueiredo
Luz Eduardo Abdala
Som Hugo Valverde, Ricardo Crespo
Consultores e autores da publicação Renato Sztutman, Suely Rolnik, Ailton Krenak, Paulo Tavares
Design de publicação Isabel Lucena
Produção Associação Parasita
Apoio à produção Circular Associação Cultural
Produção executiva David Cabecinha, Patrícia Azevedo da Silva, João dos Santos Martins, Rita Natálio 
Coprodução Materiais Diversos, São Luiz Teatro Municipal, Festival Temps d`Images, Centro Cultural Vila Flor
Apoio Fundação GDA, Goethe-Institut São Paulo, Departamento de Biologia Vegetal da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa; MARE, Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, Forbo Flooring Systems, Departamento de Escultura em Pedra do Centro Cultural de Évora, Linde, LX Road Lights
Residências Culturgest, O Espaço do Tempo, Materiais Diversos, Centro de Criação do Candoso, 23 Milhas, Devir Capa, Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas
Parceria BUALA
Apoio Institucional Teatro Sá da Bandeira – Santarém
Agradecimentos Ana Amorim, André E. Teodósio, Agostinho, Armando Duarte, Cristina Santos, Daniel Worm d`Assumpção, João Pinto da Costa, Joana Costa Santos, Manuel João Martins, Mariana Sá Nogueira, Marta Simões, Pedro Fazenda, Penélope, Rua das Gaivotas 6, Teatro Municipal Maria Matos, O Espaço do Tempo, Teresa Rocha Santos, Vanda Brotas, Bernardo Vicente
Registo Videográfico Jorge Jácome e Marta Simões
Registo Fotográfico José Carlos Duarte
Projeto apoiado pelo Ministério da Cultura / Direção-Geral das Artes
Maiores de 16
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
O lado orgânico da memória – as suas bases neurobiológicas ao nível das moléculas, células e circuitos neuronais – é o tema central desta conversa/apresentação.
Tiago Gil Oliveira foi um dos primeiros alunos do programa MD/PhD da Universidade do Minho. Efetuou o trabalho experimental de doutoramento na Columbia University em Nova Iorque, em torno da doença de Alzheimer. Desde 2011 é Professor Auxiliar na Escola de Medicina da Universidade do Minho onde leciona Anatomia. Em paralelo com o seu trabalho académico continuou a sua carreira médica e atualmente é interno do 5º ano de Neurorradiologia no Hospital de Braga. Os seus trabalhos estão publicados em revistas de referência na área das Neurociências e é inventor de patentes para o tratamento de doenças neurodegenerativas. 
The organic aspect of memory – its neuro-biological bases on the level of molecules, cells and neural pathways – is the main theme of this conversation/presentation.
Tiago Gil Oliveira was one of the first students from the MD/PhD program at Minho University. He carried out doctoral research on Alzheimer`s disease at Columbia University in New York. Since 2011, he has been Assistant Professor at the School of Medicine at Minho University where he lectures in Anatomy. Alongside his academic endeavours, he has continued with his medical career and is currently a 5th-year intern in Neuro-radiology at the Hospital of Braga. His work has been published in top journals in the area of neuroscience, and he is the inventor of patents for the treatment of neuro-degenerative diseases. 
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Maiores de 15

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5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Orquestra de Guimarães, projeto cultural criado pela Câmara Municipal, apresenta-se como um projeto ambicioso e singular que pretende, com base na excelência, integrar e potenciar o talento de artistas da região, proporcionando-lhes o contacto com a prática musical orquestral sinfónica.
A Orquestra de Guimarães tem como principais objetivos promover a prática orquestral de excelência com metas artísticas e programáticas bem delineadas, proporcionar o contacto com a prática musical orquestral sinfónica aos jovens com qualidade artística, baseado em fortes princípios afetivos e pedagógicos que permitam o desenvolvimento artístico e interpretativo dos seus intervenientes.
The Orquestra de Guimarães, a cultural entity created by the City of Guimarães, is an ambitious and unique undertaking whose aim is to encourage and support the talents of artists and musicians in the region, offering them a valuable outlet for the practice and performance of symphonic and orchestral music.
The Orquestra de Guimarães has as main objectives to promote an excellent orchestral practice with well-defined artistic and programmatic goals, to provide the contact with the practice of symphonic and orchestral music by the youngsters with artistic quality, based on strong affective and pedagogical principles that allow the artistic and interpretive growth of its stakeholders.
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Programa

1ª Parte
Sinfonia nº 99, em Mi bemol maior, de Joseph Haydn
I. Adagio - Vivace assai
II. Adagio
III. Menuetto - Trio: Allegretto
IV. Finale: Vivace
2ª Parte
Concerto para piano nº 3, em Dó menor, Opus 37, de L. V. Beethoven
I - Allegro con brio
II - Largo
III - Rondó: Allegro
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Solista Pedro Emanuel Pereira
Direção Vítor Matos
_
Maiores de 4
2,00 EUR
Trabalhar numa roda de oleiro, não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Neste Domingos em Casa, vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro.
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram várias interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. 
 
Monitoras Tatiana Santos e Maria Fernanda Braga
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 19 de outubro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail
On the next to the last Sunday of every month, one of the workshops at the Casa da Memória in Guimarães – CDMG opens to the general public.
On the next to the last Sunday of every month, one of the workshops at the Casa da Memória in Guimarães – CDMG opens to the general public. In workshops which seek out new interpretations of historical facts, traditions, legends, or places and objects in the CDMG exhibition space, in the cosy setting of the Casa, we offer conviviality for families, friends, different generations, artists and artisans. Working at a potter`s wheel is not something you do “from the foot up to the hand,” or is it?
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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No último ciclo de 2017, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães apresenta percursos essenciais na cena artística nacional, através de exposições seguramente surpreendentes.
Mumtazz, uma das mais singulares artistas do panorama nacional, tem vindo a construir um percurso radicalmente heteróclito, profusamente poético e misteriosamente xamânico que exerce uma intensa influência sobre um largo espetro de artistas. Estreitamente ligado à prática da contracultura, implicado ecologicamente, o trabalho artístico de Mumtazz articula influências e elementos de diferentes culturas, diferentes tempos históricos e as mais diversas linguagens – a poesia, o som, o bordado, a fotografia, a instalação, o efémero, o geométrico e o orgânico. 

Curadoria Nuno Faria
 
Inauguração do último ciclo expositivo de 2017 do CIAJG
Sexta, 27 de outubro, às 21h30
_
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
 
In the final cycle slated for 2017, José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG) presents the essential artist journeys on the current national scene with these assuredly surprising exhibitions.
Mumtazz, one of the most unique figures on the Portuguese artistic panorama, has been constructing a radically eccentric, profusely poetic and mysteriously shamanistic trajectory that exerts intense influence on a broad range of artists. Firmly attached to ecologically implied counterculture practices, Mumtazz`s artistic work articulates the influences and elements of different cultures, different historical eras and the most diverse languages – poetry, sound, embroidery, photography, installations, the ephemeral, the geometrical and the organic.
 
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
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Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Depois de “Oracular Spectacular”, dedicamos o segundo tomo desta investigação ao desenho enquanto prática visionária, oracular e animista. A exposição reunirá um conjunto de universos autorais em torno de um entendimento expandido do desenho, por vezes nem sequer materialmente reconhecível enquanto tal.
Curadoria Nuno Faria 
Com Adriana Molder, Andrea Brandão, Carla Filipe, Catarina de Oliveira, Laetitia Morais, Sara Costa Carvalho, Marta Wengorovious, Dayana Lucas, Sara Bichão 
 
Inauguração do último ciclo expositivo de 2017 do CIAJG
Sexta, 27 de outubro, às 21h30
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Following “Oracular Spectacular”, we are now dedicating our second volume of research to drawing as a visionary, oraclebased and animistic practice. The exhibition will organize a collection of authorial worlds around an expanded understanding of drawing, at times not materially recognizable as such.
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5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
2,50 EUR (Cartão Rede TO)
Preços com desconto (c/d)
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Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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No fim de semana da inauguração das novas exposições do Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), o Teatro Oficina invade o Centro, na companhia da Outra Voz e dos Velhos Nicolinos, para apresentar a sua mais recente criação, “Auto das Máscaras”.
Um espetáculo que é um percurso assombrado por um museu com um mundo lá dentro. Começa no hall do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, vai à Sala das Magias e termina no escuro da Black Box, em uníssono. Todo o Centro fica possuído de sons e danças, textos que são preces de inverno, poemas breves, revelações. Tomando as máscaras da coleção de José de Guimarães como objetos profanos, os bravos rapazes de Guimarães e a Outra Voz juntam-se ao Teatro Oficina para representar um novo auto, que vale por todos os rituais de passagem. 
 
Inauguração do último ciclo expositivo de 2017 do CIAJG
Sexta, 27 de outubro, às 21h30
On the weekend which marks the inauguration of the new exhibition cycle at the José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG), the Teatro Oficina has been invited to invade the museum, along with the Outra Voz and the Velhos Nicolinos, to present their most recent creation, entitled “Auto das Máscaras” (“The Mask Play”).

This show is a ghostly walk through a museum with a hidden world inside. It begins at the Plataforma das Artes and continues to the Sala das Magias (Magic Room) at the José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG), concluding at the Black Box, all in unison. The entire Arts Centre will be taken over by sound and dance, by texts that are winter prayers, short poems, revelations. Using José de Guimarães` collection of masks as objects of the profane, the Velhos Nicolinos and the Outra Voz will join the Teatro Oficina to present a new play that depicts a rite of passage.

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Guião e Criação João Pedro Vaz, Carlos Correia, Joana Castro e João de Guimarães
Assistência à Criação Tiago Sarmento e Miguel Bastos
Ensaiadoras Outra Voz Marisa Oliveira, Silvia Madalena Gonçalves
Apoio à Produção Outra Voz Carla Silva, Cristina Magalhães, Helena Sousa, José Marques, Maria Rui Sampaio, Rui Donas
Com Outra Voz e Velhos Nicolinos
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Espetáculo em percurso pelo CIAJG
Duração 60 min. aprox.
Maiores de 12
VENDA DE BILHETES
www.ccvf.pt
oficina.bol.pt
Centro Cultural Vila Flor
Plataforma das Artes e da Criatividade
Casa da Memória
Multiusos e Complexo de Piscinas de Guimarães
Lojas Fnac, El Corte Inglés, Worten
Entidades Aderentes da Bilheteira Online


Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Sócios do Convívio Associação Cultural
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
De 08 a 18 de novembro, Guimarães recebe mais uma edição do seu festival de jazz. Este ano, o mundo celebra os 100 anos decorridos desde a gravação do primeiro registo discográfico de jazz, um momento simbólico que mudaria para sempre a história desta música. É precisamente esta efeméride que orienta o conceito programático da 26ª edição do Guimarães Jazz.
Um dos traços distintivos do Guimarães Jazz é o facto de este ser um festival com um conceito: um conceito primacial e transversal a todas as edições que todos os anos se ramifica em sub-conceitos e ideias de programação subjacentes ao alinhamento em causa. Na sua edição transata, o festival cumpriu vinte e cinco anos de um percurso de reconhecida coerência e vitalidade artística e, nessa ocasião, enfatizámos a importância de um festival questionar permanentemente a sua própria história, partindo da ideia segundo a qual pensar a História é, em certo sentido, uma das estratégias possíveis de fazer História.
Em 2017, a matriz programática do festival passa pela sinalização dos cem anos decorridos desde a gravação do primeiro registo discográfico de um género musical, até aí quase absolutamente desconhecido e ainda impreciso terminologicamente, a que se convencionou chamar “jazz”. Apesar da irrelevância do acontecimento em termos estritamente musicais, a gravação da Original Dixieland Jass Band corresponde, numa dimensão simbólica, à fundação de uma linguagem musical autónoma. A partir desse momento, a história do jazz mudaria para sempre, até porque a documentação em registo sonoro teve importantes implicações no desenvolvimento de uma música intrinsecamente volátil e que foi sempre, desde a sua génese, baseado na improvisação e na execução em tempo real.
Assinalar esta efeméride corresponde, portanto, a questionar e problematizar a noção de património, tanto a um nível narrativo como musical, sugerindo assim uma nova organização da história. É a partir desta ideia de programação que se entretecem as relações entre os diferentes projetos presentes no alinhamento e é também ela que justifica, em parte, a transversalidade de gerações e idiomas musicais presentes nesta edição. Inserido num contexto marcado pela multidisciplinaridade, politemporalidade e polissemia dos fenómenos musicais, o Guimarães Jazz propõe-se captar uma visão panorâmica do passado para, assim, operar uma transformação cultural, o que implica olhar com a mesma atenção para os diferentes estratos temporais que sedimentam a contemporaneidade e identificar neles os sinais que apontam para o futuro, ainda desconhecido, desta música. Cartografar a memória é radiografar o presente.
Eclético, aberto e transversal, o Guimarães Jazz pretende afirmar-se como polo difusor de uma reflexão alargada sobre o futuro do jazz e, em sentido mais lato, das práticas musicais e artísticas do século XXI. No entanto, pretendemos sobretudo que nem esse desígnio discursivo, nem o conceito que lhe subjaz, nos distraiam da nossa missão fundamental de divulgação do jazz, através de projetos nos quais, além da pertinência dos seus pressupostos artísticos (um critério fundamental de programação), seja também ponderada a importância de dar a conhecer ao público músicos de grande qualidade, mesmo quando não são eles os líderes das formações.
O concerto inaugural da edição de 2017 do Guimarães Jazz será protagonizado pelo extraordinário guitarrista Nels Cline, que apresentará o seu muito celebrado projeto “Lovers” acompanhado da Orquestra de Guimarães. Os cem anos da primeira edição discográfica de jazz são celebrados explicitamente no segundo momento do festival, que apresentará o espetáculo “Jazz - The Story”, desenvolvido pela All Star Orchestra, um ensemble de músicos notáveis onde pontificam, entre outros, os saxofonistas Vincent Herring e James Carter e o contrabaixista Kenny Davis. Seguem-se dois momentos fortes da edição de 2017, reveladores da amplitude geracional e estilística presente neste alinhamento: o vanguardista e histórico baterista do free jazz Andrew Cyrille, que interpretará o álbum “The Declaration of Musical Independence”, considerado um dos grandes discos de jazz de 2016, e a banda Mostly Other People Do The Killing – um dos mais relevantes e desafiantes projetos de jazz do segundo milénio, o qual se apresentará em septeto pela primeira vez em Portugal. A segunda semana será preenchida pelo regresso a Guimarães do incontornável Jan Garbarek (num concerto que contará com a presença do percussionista indiano Trilok Gurtu), pela atuação da baterista norte-americana Allison Miller (acompanhada por músicos de grande qualidade, como Myra Melford, Ben Goldberg e Kirk Knuffke, entre outros) e, finalmente, pela apresentação do espetáculo “Real Enemies”, liderado pelo idiossincrático Darcy James Argue e executado pela sua big band Secret Society (também uma estreia em solo nacional), um projeto musical inovador com uma dimensão de reflexão política sobre o mundo de vigilância e paranoia digital em que vivemos hoje.
A edição do Guimarães Jazz 2017 incluirá também, para além do programa principal de grandes concertos, duas atuações no Pequeno Auditório do CCVF – a banda VEIN, que contará com a colaboração do reputado saxofonista Rick Margitza, e o quarteto de Jeff Lederer e Joe Fiedler, acompanhado pela vocalista Mary LaRose, grupo que será responsável pelas tradicionais jam sessions e oficinas de jazz, bem como pela direção da Big Band e do Ensemble de Cordas da ESMAE. Por fim, o projeto de parceria entre o Guimarães Jazz e a Porta-Jazz volta a conhecer um novo capítulo, desta vez incidindo numa relação de cruzamento disciplinar entre música e teatro, que contará com a colaboração do dramaturgo Jorge Louraço Figueira, da atriz Catarina Lacerda e dos músicos Nuno Trocado, Tom Ward, Sérgio Tavares e Acácio Salero. 
Ivo Martins
 
PROGRAMA
 
Quarta 08 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Com Orquestra de Guimarães
5,00 eur | COMPRAR
 
Quinta 09 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
An exciting musical trip through 100 years of Jazz recording
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Sexta 10 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Andrew Cyrille, Richard Teitelbaum, Ben Monder, Ben Street
“The Declaration of Musical Independence”
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Sábado 11 novembro
CCVF / Pequeno Auditório / 18h30
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Sábado 11 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Loafer`s Hollow
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Domingo 12 novembro
CCVF / Grande Auditório / 17h00
5,00 eur | COMPRAR 
 
Domingo 12 novembro
PAC / Black Box / 21h30
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Quinta 16 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
17,50 eur / 15,00 eur c/d | COMPRAR 
 
Sexta 17 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Sábado 18 novembro
CCVF / Pequeno Auditório / 18h30
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Sábado 18 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
“Real Enemies”
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR 
 
ATIVIDADES PARALELAS
 
Segunda 06 a Sábado 18 novembro
Vários locais da cidade
Animações Musicais
 
Quinta 09 a Sábado 11 novembro
CCVF / Café Concerto / 24h00-02h00
Jam Sessions
Jeff Lederer, Joe Fiedler, Mary LaRose, George Schuller, Nick Dunston
 
Segunda 13 a Sexta 17 novembro
CCVF / 14h30-17h30
Oficinas de Jazz
Jeff Lederer, Joe Fiedler, Mary LaRose, George Schuller, Nick Dunston
 
Quinta 16 a Sábado 18 novembro
Convívio Associação Cultural / 24h00-02h00
Jam Sessions
Jeff Lederer, Joe Fiedler, Mary LaRose, George Schuller, Nick Dunston
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA GERAL
70,00 eur (acesso a todos os concertos) | COMPRAR
 
ASSINATURA 1ª SEMANA
40,00 eur (acesso aos concertos de 08 a 12 de novembro) | COMPRAR
 
ASSINATURA 2ª SEMANA
30,00 eur (acesso aos concertos de 16 a 18 de novembro) | COMPRAR
One of Guimarães Jazz`s most distinguishing features is being a festival with a concept behind it: a primordial concept common to every editions, subdivided each year in sub-concepts and musical ideas expressed through the festival’s programme.
In its previous edition, Guimarães Jazz celebrated its twenty-fifth anniversary and re-affirmed the importance of questioning its own history, based on the idea according to which to think History is, in a sense, one of the strategies to make History. In 2017, however, we are celebrating the one-hundred years of the first studio recording identified with a musical genre practically unknown at the time, and yet to be fitted into a musical category – jazz. Even though the recording itself is irrelevant in strictly musical terms, the Original Dixieland Jass Band`s recording was, in symbolic terms, the foundation of an autonomous musical style. From that moment on, the history of jazz would change dramatically, since the documentation of the music held important consequences in the development of an inherently volatile genre, which was always, since its beginning, based on improvisation and real-time performance.
To celebrate such ephemeris means to question and problematize the notion of heritage on a narrative and musical level, therefore proposing an alternative organization of historical events. This concept constitutes the matrix from which all the connections between the different projects presented in this year`s edition of Guimarães Jazz and justifies the generational and stylistic transversality of its line-up. Operating within a context characterized by the multidisciplinarity, politemporality and polysemy of the musical phenomena, the festival suggests a panoramic view of the past in order to achieve a cultural transformation. That implies looking attentively to the distinct temporal strata of which contemporaneity is made and to identify in it the signs of the still unknown future jazz. Mapping memory means radiographing the present.
Eclectic, open and transversal, Guimarães Jazz aims to establish itself as the diffusor pole of a wide meditation about the future of jazz and, in a broader sense, of every other musical and artistic practices of the twenty-first century. However, neither this narrative intention, nor the concept behind it, distract the festival from its fundamental mission of promotion of jazz, presenting musical projects which, beyond the pertinence of the artistic proposal itself, allow us to put the festival`s audience in contact with high-quality musicians, even if they are not band-leaders.
Guimarães Jazz’s opening concert of this year`s edition features extraordinary guitarist Nels Cline, presenting his highly-praised album “Lovers”, accompanied by the Orchestra of Guimarães. The centennial of the first jazz recording are explicitly evocated at the festival`s second concert, presenting the project “Jazz - The Story”, by the All Star Orchestra, a remarkable ensemble featuring, among others, saxophonists Vincent Herring and James Carter and bassist Kenny Davis. This concert will be followed by two of the festival`s highlights, demonstrative of Guimarães Jazz`s generational and stylistic amplitude: first, the legendary avant-garde and free jazz drummer Andrew Cyrille, interpreting the album “The Declaration of Musical Independence” (which was considered one of 2016 best jazz records), and the group Mostly Other People Do The Killing, one of the most innovative and challenging jazz projects of the new millennium, and which will perform in Portugal for the first time in septet. The second week includes the return to the festival of the great saxophonist Jan Garbarek (in a concert featuring virtuoso Indian percussionist Trilok Gurtu), by the performance of Boom Tic Boom band led by North-American drummer Allison Miller (alongside highly-regarded musicians such as Myra Melford, Ben Goldberg and Kirk Knuffke, among others) and, finally, by Darcy James Argue`s project “Real Enemies”, performed by the big band Secret Society, an idiosyncratic and defying musical and artistic proposition of strong political content about the world of digital paranoia and vigilance in which we live today.
The festival`s programme will also include, besides the great concerts, two other performances at the CCVF Small Auditorium – the group VEIN, featuring renowned saxophonist Rick Margitza, and the quartet led by Jeff Lederer and Joe Fiedler, featuring vocalist Mary LaRose, a group that will also be responsible for conducting the jam sessions and workshops, was well as for the directing ESMAE`s string ensemble and big band. Lastly, the partnership project between Guimarães Jazz and the association Porta-Jazz will meet a new chapter, this time focusing on the intersection of music and theatre by a group of musicians formed by Nuno Trocado, Tom Ward, Sérgio Tavares and Acácio Salero, collaborating with writer Jorge Louraço Figueira and actress Catarina Lacerda.
Ivo Martins
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