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2º CICLO EXPOSITIVO 2019
29 junho a 6 outubro
 
Geometria Sónica
Francisco Janes, Marina Caló e Francisco Queimadela, Jonathan Uliel Saldanha,
Laetitia Morais, Manon Harrois, Miguel Leal, Mike Cooter, Pedro Tropa,
Pedro Tudela, Ricardo Jacinto, Sara Bichão, Tomás Cunha Ferreira
 
Carlos Bunga
Arquitetura da Vida
 
TERRA - Ciclo Músicas do Mundo

Sábado 28 setembro, 21h30
CIAJG / Black Box
Otim Alpha

Sábado 23 novembro, 21h30
CIAJG / Black Box
Zulu Zulu
 
>> Toda a informação em www.ciajg.pt
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Sábado 21 setembro, 15h00
Caminhos em Volta
As árvores nos objetos de memória
Com Manuel Miranda Fernandes
 
Até 29 setembro
Cartografia de um Retrato  
Centenário da Morte do Conde de Margaride  
 
Todo o ano
Território e Comunidade
Exposição Permanente
 
>> Toda a informação em www.casadamemoria.pt
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A Oficina, instituição com mais de 30 anos de história, gere e programa o Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), o Centro Cultural Vila Flor (CCVF), a Casa da Memória de Guimarães (CdMG), o Centro de Criação de Candoso (CCC), o Teatro Oficina (TO) e o serviço de Educação e Mediação Cultural (EMC). É responsável pela organização dos festivais GUIdance, Westway LAB, Festivais Gil Vicente, Manta e Guimarães Jazz. Na cidade de Guimarães é ainda a entidade responsável pelas Festas da Cidade e Gualterianas e pela Feira de Artesanato.

Com o objetivo de preenchimento de uma vaga na sua equipa, A Oficina procura:

Técnico(a) de Palco (especialização em Som/Audiovisuais)

Este profissional reportará à Coordenação Operacional e Direção Técnica d’A Oficina e terá as seguintes funções:

Funções:
  • Analisar as necessidades técnicas (riders técnicos) das atividades;
  • Preparar o ambiente de trabalho, em função do tipo de atividade, no sentido de identificar as características de captação, gravação, edição, mistura e amplificação do som/audiovisuais pretendido e os meios necessários à sua concretização;
  • Selecionar os materiais e equipamentos a utilizar em função das necessidades dos espetáculos ou atividades; 
  • Identificar e interpretar as indicações presentes num guião de som;
  • Reconhecer as características acústicas de um espaço (interior e exterior);
  • Definir e selecionar os materiais e equipamentos de som/audiovisuais requeridos, em função das características do espaço e equipamentos disponíveis;
  • Identificar as características dos equipamentos de som/audiovisuais (microfones e outros captadores de som, mesas de mistura e edição, etc.), assim como as diferenças entre as diferentes marcas de equipamentos;
  • Definir a localização e as condições de colocação do material adequados ao espaço e tipo de atividade, articulando as exigências técnicas com os objetivos artísticos e efetuar os esquemas de ligações dos diferentes equipamentos;
  • Experimentar e manipular os equipamentos de som e outras fontes sonoras, de forma a encontrar as melhores soluções;
  • Utilizar as técnicas de montagem, afinação e calibragem do equipamento de áudio;
  • Empregar as técnicas de operação do equipamento de áudio na captação, gravação, edição, mistura e amplificação de som;
  • Identificar e utilizar as aplicações informáticas específicas de montagem, gravação, edição e operação de som/audiovisuais;
  • Verificar a qualidade técnica e artística do som e efetuar os ajustes necessários;
  • Assegurar a manutenção do equipamento técnico;
  • Inventariar os equipamentos e analisar o estado de funcionamento dos mesmos;
  • Colaborar nos processos de manutenção e/ou beneficiação de equipamentos e estruturas técnicas;
  • Contribuir na manutenção geral dos equipamentos e edifícios;
Perfil:
  • Formação e/ou experiência compatível com o cargo;
  • Grande capacidade para trabalho em equipa e facilidade de relacionamento interpessoal;
  • Conhecimentos profundos de Acústica;
  • Conhecimentos na área de Vídeo;
  • Conhecimentos dos equipamentos de som e suas características;
  • Conhecimentos dos equipamentos audiovisuais e suas características;
  • Conhecimentos de operação de equipamentos sonoros e de audiovisuais (mesas de som, mesas de mistura e edição);
  • Conhecimentos das técnicas de montagem, afinação, calibragem, captação, mistura e edição;
  • Conhecimentos sólidos de informática (software e hardware específico);
  • Domínio na utilização de ferramentas informáticas (Windows, Mac OS, Qlab, Adobe Premiere);
  • Conhecimentos de língua Inglesa, falada e escrita (vocabulário técnico específico);
  • Disponibilidade para trabalhar em horários diferenciados.

Os interessados deverão enviar, até ao próximo dia 25 de agosto, o seu Curriculum Vitae atualizado e detalhado, acompanhado de carta de motivação para o endereço recursoshumanos@aoficina.pt, indicando em assunto a Ref.ª Recrutamento Técnico de Palco (especialização em Som/Audiovisuais).
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Como é habitual, a temporada cultural d’A Oficina abre-se com o Manta, no jardim do CCVF, com vista para a cidade. Este ano, antes dos primeiros concertos, celebramos o final do verão e o regresso à cidade com o lançamento da programação e da REVISTA SETEMBRO-DEZEMBRO d’A Oficina. O encontro está marcado para 6 de setembro, às 18h30, no jardim do CCVF. Contamos com a sua presença!
Capa Revista A Oficina Setembro-Dezembro
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ENTRADA LIVRE
Este ano, o Manta – jardim musical que nos liga à natureza e arquitetura pelas artes – apresentará um programa que emana exotismo e encanto.
Como sempre, a temporada cultural em Guimarães abre-se no jardim com vista para a cidade. E com alguns dos nossos artistas favoritos. A história do Manta é longa mas continua a escrever-se com vitalidade. E para a noite de sexta-feira conjugamos duas propostas que nos farão viajar por um universo algo exótico e por que não dizê-lo… sonhador. O artista brasileiro Momo tem um novo álbum e virá partilhá-lo connosco antes de uma longa caminhada pelos palcos nacionais e internacionais. O encantautor criará pois a atmosfera ideal para a entrada em cena da super banda de Bruno Pernadas, um dos mais inspirados e interessantes compositores pop portugueses. Não é fácil decorar os títulos dos seus discos (o último: “Those who throw objects at the crocodiles will be asked to retrieve them”), já a sua música, essa fica para sempre no corpo. Combinação perfeita para uma noite de verão.
No sábado, o programa começa mais cedo com nova atuação de Bruno Pernadas, desta vez em concerto especial para os mais novos, uma proposta acrescentada na edição anterior e reforçada este ano. Da tarde, saltamos para o primeiro concerto da noite com Serushio, acompanhado em palco pelos seus habituais cúmplices e suas melhores canções. Um músico que revela carisma e talento. Duas caraterísticas que igualmente podemos identificar à norte-americana Holly Miranda, aclamada artista internacional convidada para fechar o Manta, em versão mais intimista. Miranda, muitas vezes comparada a Feist e Cat Power, esgotou o Hard Club no final de 2018 e seguramente trará essa mesma força ao relvado do jardim do Vila Flor através do seu mais recente álbum “Mutual Horse”.
O nosso ritual urbano preferido de final de verão é: regressar à cidade, encontrar a comunidade no belo jardim do Vila Flor, estender a Manta e... sentir o poder da música!
Rui Torrinha
This year, Manta – a music garden that connects us to nature and architecture through the arts - will present a programme filled with exoticism and charm.
As always, the cultural season in Guimarães begins in our garden overlooking the city while we listen to some of our favourite artists. Manta already has a long history but continues to be written with vitality. On Friday night we combine two proposals that will help us travel through a somewhat exotic universe that will make us dream. Brazilian artist Momo has released a new album and will play some of his latest tracks before embarking on a long national and international tour. The encantautor will thus create the ideal atmosphere for the entrance of Bruno Pernadas` super band, one of Portugal`s most inspired and interesting pop composers. It`s difficult to memorise the titles of his albums (the most recent was: "Those who throw objects at the crocodiles will be asked to retrieve them"). But his music remains forever inscribed in our bodies. A perfect combination for a summer evening. On Saturday, the programme begins earlier, with a new performance by Bruno Pernadas, this time in a special concert for younger audiences - an approach that was already included in the previous edition and has been reinforced this year. In the afternoon, there`s an early evening concert by the charismatic and talented artist, Serushio, accompanied on stage by his usual fellow musicians who will perform some of his finest songs. Internationally-acclaimed American artist Holly Miranda has been invited to close Manta, in a more intimate style. Miranda, has often been compared to Feist and Cat Power, and had a sold out concert in the Hard Club in late 2018. She will surely bring that same force to the garden of the Centro Cultural Vila Flor, presenting songs from her latest album "Mutual Horse." Our favourite urban ritual in the summer is to return to the city and meet the community in Vila Flor`s beautiful garden, stretch out a Manta (blanket) on the grass ... and feel the power of the music!
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Todas as idades

ENTRADA LIVRE
A rentrée d’A Oficina volta a fazer-se na relva dos jardins do CCVF. Os dois dias de programação do Manta deste ano constroem-se entre as costas do Oceano Atlântico, de Portugal aos EUA, com passagem pelo Brasil. Na sexta-feira, 6 de setembro, Bruno Pernadas sobe ao palco acompanhado pelos seus cúmplices habituais, ainda com o disco “Those who throw objects at the crocodiles will be asked to retrieve them” (2016) como elemento central do repertório. O músico voltará ao palco no dia seguinte num concerto especial para os mais novos. No repertório estarão temas que fazem parte do imaginário de miúdos e graúdos, que conhecemos dos filmes de animação e dos desenhos animados.
A primeira noite inicia-se com sotaque do Brasil. Momo apresenta o seu novo disco, o segundo criado desde que passou a viver em Portugal – sucessor de “Voá” (2017), produzido por Marcelo Camelo.
A noite de sábado arranca com o rock de influências folk de Serushio, banda de Sérgio Silva, que já passou pelo Westway Lab. O Manta encerra com a poderosa voz de Holly Miranda, que depois de ter escrito e produzido para gigantes como Lou Reed ou The XX, se lançou em nome próprio em 2015. E é a solo que se apresenta, num concerto em formato intimista.
 
PROGRAMA
 
Sexta 6 setembro
21h30 MOMO
22h30 BRUNO PERNADAS
 
Sábado 7 setembro
15h30 "CONCERTO ESPECIAL PARA OS MAIS NOVOS" BRUNO PERNADAS
21h30 SERUSHIO
22h30 HOLLY MIRANDA

 


A Oficina will once again mark the rentrée, after the summer break, in the gardens of the CCVF. The programme of this year`s 2-day Manta spans both sides of the Atlantic Ocean - from Portugal to the USA, passing through Brazil. On Friday, Bruno Pernadas will be joined by his usual accompanying musicians, who will perform tracks from the album "Those who throw objects at the crocodiles will be asked to retrieve them" (2016), as a central element of their repertoire. On Saturday, the musician will stage a special concert for children. Friday`s opening night begins with a Brazilian accent. Momo will presents his new album - his second since he moved to Portugal, after "Voá" (2017), produced by Marcelo Camelo. Saturday night will kick off with the folk-influenced rock band, Serushio, led by Sérgio Silva, who previously attended the Westway Lab. Manta ends with an intimate solo concert, featuring the powerful voice of Holly Miranda, who after writing and producing for legendary performers such as Lou Reed or The XX, released her debut album in 2015.

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Todas as idades

COMPRAR BILHETES
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Rui Lopes Graça e Victor Hugo Pontes voltam a criar para o elenco da Companhia Nacional de Bailado, num programa duplo para uma só noite.

Annette, Adele, e Lee, nova criação de Lopes Graça – em colaboração com João Penalva – toma o nome de três bailarinos de sapateado contratados para dançar num estúdio, onde gravaram o material com que David Cunningham compôs o som para este bailado. Os intérpretes, de formação clássica, vão dançar ao ritmo dos seus colegas de sapateado. A peça de Victor Hugo Pontes põe os bailarinos clássicos perante a ideia de festa e exaustão, levando-os até um estado onde a reação é o único movimento que lhes resta, como se tivessem dançado a noite toda. Madrugada é um espetáculo em transe.

 
Rui Lopes Graça and Victor Hugo Pontes once again create two works for the dancers of the Companhia Nacional de Bailado (National Ballet Company), in an evening double programme.

Lopes Graça`s new creation, Annette, Adele, and Lee – in collaboration with João Penalva – is named after three tap dancers hired to dance in a studio, where they recorded the material that David Cunningham used to compose the soundtrack for this ballet. In the show, classically-trained performers will dance to the rhythm of their tap-dancing colleagues. Madrugada (Dawn), a trance performance by Victor Hugo Pontes, invites classical dancers to explore the idea of celebration and exhaustion, leading them to a state where reaction is their only movement, as if they had been dancing all night.

 
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Annette, Adele, e Lee
Conceito João Penalva e Rui Lopes Graça 
Coreografia Rui Lopes Graça 
Espaço cénico e Figurinos João Penalva 
Som David Cunningham 
Desenho de luz Nuno Meira 
Interpretação Andreia Mota, Anyah Siddall, Dylan Waddell, Francisco Sebastião, Inês Moura, João Pedro Costa, Leonor de Jesus, Miguel Esteves, Raquel Fidalgo, Tatiana Grenkova, Tiago Coelho
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Madrugada
Coreografia e Figurinos Victor Hugo Pontes 
Música original Rui Lima e Sérgio Martins 
Cenografia F. Ribeiro 
Desenho de luz Wilma Moutinho 
Assistente do coreógrafo Vera Santos 
Madrugada foi desenvolvida com os bailarinos que a interpretam Aeden Pittendreigh, África Sobrino, Almudena Maldonado, Francisco Couto, Gonçalo Andrade, Henriett Ventura, Inês Ferrer, Lourenço Ferreira, Michelle Luterbach, Miguel Ramalho, Nuno Tauber, Paulina Santos e Ricardo Limão
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Duração 1h25 aprox. (c/intervalo de 15 min.)
Maiores de 16
ENTRADA GRATUITA*
*até ao limite da lotação da sala

Levantamento dos convites, no dia do concerto, até ao limite de 2 bilhetes por pessoa
At the still point of the turning world – peça criada por Joana Gama e Luís Fernandes a convite do Westway LAB 2017 – regressa ao Centro Cultural Vila Flor, desta vez com um ensemble de músicos clássicos e com componente vídeo de Miguel C. Tavares.

At the still point of the turning world é um trabalho original que cruza o piano (Joana Gama) e a eletrónica (Luís Fernandes), com a cumplicidade de José Alberto Gomes na orquestração e arranjos. Desde a estreia no festival Westway Lab, o concerto foi apresentado em diversas salas portuguesas. Com carimbo vimaranense, esta criação junta-se agora à celebração do 14º aniversário do CCVF.

At the still point of the turning world – a work created by Joana Gama and Luís Fernandes at the invitation of Westway Lab 2017 - returns to the Centro Cultural Vila Flor, this time with an ensemble of classical musicians and a video component by Miguel C. Tavares.

At the Still Point of the Turning World is an original work which combines piano (Joana Gama) and electronics (Luís Fernandes), assisted by José Alberto Gomes in orchestration and arrangements. Since its debut at the Westway LAB festival, the concert has been performed in several Portuguese theatres. Marked by the city of Guimarães, this creation now takes part in the celebrations of the CCVF`s 14th anniversary.

 
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Joana Gama piano e composição
Luís Fernandes eletrónica e composição
José Alberto Gomes direção e orquestração/arranjos
Miguel C. Tavares vídeo
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Maiores de 6
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12,50 EUR / 10,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
O vimaranense Manuel de Oliveira apresenta o seu novo trabalho [ENTRE], onde a sua guitarra ibérica se cruza com outros sons tradicionais, incluindo os do acordeão de João Frade e do violoncelo de Sandra Martins, músicos que o acompanham em palco neste concerto.
Este concerto de Manuel de Oliveira assume uma dimensão particularmente singular dado que assinala o seu regresso ao Centro Cultural Vila Flor (12 anos após a sua última apresentação neste espaço), num espetáculo cujos lucros revertem para a instituição Casa da Criança de Guimarães.
Manuel de Oliveira, from Guimarães, presents his new work [ENTRE], in which his Iberian guitar intersects with other traditional sounds, including those of accordion of João Frade and the cello of Sandra Martins, musicians who accompany him on stage during this concert.
 

 

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Manuel de Oliveira direção artística, guitarras e programações 
João Frade acordeão 
Sandra Martins violoncelo 
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Duração 70 min.
Maiores de 6
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Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Sócios do Convívio Associação Cultural

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
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VENDA DE BILHETES
www.ccvf.pt
oficina.bol.pt
Centro Cultural Vila Flor
Casa da Memória
Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Loja Oficina
Lojas Fnac, El Corte Inglés, Worten
Entidades aderentes da Bilheteira Online
Em 2019, e já na sua 28ª edição, o Guimarães Jazz cumpre mais uma etapa de um percurso de quase três décadas de divulgação do jazz de todas as épocas e de todos os estilos, sem outro critério senão a integridade e a qualidade da música e dos músicos que nele se apresentam.
Se é verdade que o tempo confere ao festival uma dimensão de projeto, implicando necessariamente que ele se construa numa história individual e coletiva, é igualmente importante realçar que o Guimarães Jazz, tal como o género musical a que ele é dedicado, privilegia o momento presente, como se não existisse nem memória nem pré-condicionamento. Nesse sentido, todos os anos o festival é imaginado num quadro que é, atualmente, marcado pela extrema instabilidade das múltiplas circunstâncias externas que o determinam, sendo por isso sustentado em escolhas que, tal como na criação e na improvisação musical, constituem o resultado de um pensamento materializado numa prática à qual se tem de dar resposta em tempo real. Perante ocaso da segunda década do século XXI, caraterizada por significativas transformações ocorridas no parque humano global que tornam incerto o futuro da arte e da sociedade, o programa do Guimarães Jazz propõe, portanto, uma visão baseada não em passadismos inconsequentes, nem em futurismos estéreis e já ultrapassados, mas na estrita pulsação do presente, convocando assim o público para uma experiência que se pretende menos especulativa, e logo mais distanciada e contida, da música contemporânea.
O programa desta edição denota, tal como habitualmente, um grande equilíbrio nas suas escolhas, numa tentativa de alcançar o máximo de amplitude possível na representação das diferentes gerações e estilos que marcam o jazz do presente. É, no entanto, impossível não começar por destacar aquele que será o protagonista do concerto inaugural – o superlativo saxofonista Charles Lloyd, um dos grandes músicos vivos do século XX e em pleno fulgor criativo, o qual regressará ao Guimarães Jazz com um quinteto de músicos notáveis, entre eles o baterista Eric Harland. Além de Lloyd, a outra figura de maior perfil desta edição será Joe Lovano, outro saxofonista incontornável do jazz contemporâneo que atuará com o seu mais recente, e surpreendente, trio, ao lado da notável pianista Marilyn Crispell (dezassete anos depois da sua primeira presença em Guimarães) e do percussionista Carmen Castaldi, o qual expressa uma dimensão mais livre, pessoal e intimista da música de Lovano.
A par destes dois grandes nomes da constelação mundial do jazz – essenciais à programação do festival, uma vez que representam o expoente máximo de uma das mais importantes tradições da música moderna –, o programa da 28ª edição do Guimarães Jazz apresenta essencialmente três notas distintivas. 
A primeira diz respeito à grande predominância de bateristas no alinhamento. Além do já mencionado Eric Harland, que apesar de surgir como sideman de Charles Lloyd, é hoje incontestavelmente um dos mais notáveis bateristas do presente, esta edição contará também com a presença do histórico baterista holandês Han Bennink, que se apresentará com aquela que é hoje uma instituição do jazz europeu – a ICP Orchestra –, e de dois dos representantes de uma geração de instrumentistas num momento de plena afirmação do jazz norte-americano: os também compositores Rudy Royston e Antonio Sánchez, notabilizado recentemente pela banda-sonora do filme Birdman.
O segundo traço distintivo desta edição diz respeito à prevalência de músicos nascidos na década de 70 do século XX, sinal claro de um movimento de afirmação desta geração no tempo histórico presente do jazz. Rudy Royston e Antonio Sánchez são dois desses exemplos mas, em 2019, no Guimarães Jazz atuarão também os pianistas Vijay Iyer e Craig Taborn, talvez dois dos mais talentosos e reconhecidos músicos da atualidade, o compositor Andrew Rathbun, representante de uma vertente mais orquestral do jazz que apresentará as suas Atwood Suites, inspiradas na poesia da prestigiada escritora Margaret Atwood (cuja obra tem recentemente conhecido grande visibilidade graças, em grande medida, à série televisiva The Handmaid’s Tale), e, finalmente, o saxofonista de Chicago Geof Bradfield, que, com a sua banda, dirigirá os jovens músicos da Big Band e do Ensemble de Cordas ESMAE, naquele que é um dos projetos-âncora da vertente formativa do festival, e conduzirá as jam sessions e as oficinas de jazz.
Em terceiro lugar, mas não menos importante, é importante realçar que o Guimarães Jazz continua a alargar os seus horizontes para músicas exteriores ao jazz, bem como para latitudes geográficas distantes do solo nativo norte-americano. No primeiro caso, além da presença da histórica ICP Orchestra, representante da vanguarda do jazz holandês das décadas de 60 e 70 do século passado, cumpre também chamar a atenção para a vocalista e compositora sueca Lina Nyberg, que interpretará, acompanhada pela Orquestra de Guimarães, o último capítulo de uma trilogia musical que é também um comovente, extraordinariamente criativo e politicamente pertinente manifesto em defesa da natureza. No âmbito dos restantes concertos, destaque também para a atuação do trio do pianista francês Stéphan Oliva, que contará com a participação do grande baterista, mais um, norte-americano Tom Rainey.
Finalmente, em 2019, o Guimarães Jazz inicia também uma nova parceria, desta vez com o coletivo de músicos e construtores musicais Sonoscopia, que propõe um projeto, a banda luso-germânica Ikizukuri, que usa o jazz não como linguagem, mas como atitude artística. A significativa presença de músicos portugueses, tanto profissionais como amadores no mais positivo sentido do termo, materializada também nas parcerias já estabelecidas e consolidadas com a Porta-Jazz, a ESMAE e a Orquestra de Guimarães, é, de resto, a última mas não a menos importante das notas a destacar desta edição do festival, mais uma etapa exploratória de um trajeto singular de divulgação do jazz em todas as suas dimensões. 

PROGRAMA GUIMARÃES JAZZ 2019

Quinta 7 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Charles Lloyd 
Kindred Spirits
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR

Sexta 8 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Antonio Sánchez and Migration
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR

Sábado 9 novembro
CCVF / Pequeno Auditório / 17h00
Trio Oliva/Boisseau/Rainey
Orbit
7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR

Sábado 9 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Vijay Iyer and Craig Taborn 
The Transitory Poems
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR

Domingo 10 novembro
CCVF / Grande Auditório / 17h00
Big Band e Ensemble de Cordas ESMAE dirigida por Geof Bradfield
Entrada gratuita, até ao limite da lotação da sala.
Levantamento dos convites, no dia do concerto, até ao limite de 2 bilhetes por pessoa.

Domingo 10 novembro
CIAJG / Black Box / 21h30 
Miguel Moreira, Lucien Dubuis, Mário Costa, Rui Rodrigues, Valter Fernandes
Porta-Jazz / Guimarães Jazz
7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR

Segunda 11 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
ICP Orchestra
7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR

Terça 12 novembro
CCVF / Pequeno Auditório / 21h30
Gustavo Costa, Julius Gabriel, Gonçalo Almeida 
Sonoscopia / Guimarães Jazz
7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR

Quarta 13 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Joe Lovano Tapestry Trio com Marilyn Crispell e Carmen Castaldi 
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR

Quinta 14 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Lina Nyberg Quintet e Orquestra de Guimarães
Terrestrial
7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR

Sexta 15 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Rudy Royston 
Flatbed Buggy
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR

Sábado 16 novembro
CCVF / Pequeno Auditório / 17h00
Geof Bradfield Quintet
7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR

Sábado 16 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Andrew Rathbun Large Ensemble
The Atwood Suites
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
ASSINATURA DO FESTIVAL
90,00 eur (acesso a todos os concertos) | COMPRAR

ATIVIDADES PARALELAS

Segunda 4 a Sábado 16 novembro
Vários locais da cidade
Animações Musicais

Quinta 7 a Sábado 9 novembro
CCVF / Café Concerto / 24h00-02h00
Jam Sessions
Geof Bradfield Quintet
3,00 eur
Entrada gratuita para quem possuir bilhete do concerto do Grande Auditório, desse dia.

Segunda 11 a Sexta 15 novembro
CCVF / 14h30-17h30
Oficinas de Jazz
Geof Bradfield, Russ Johnson, Scott Hesse, Clark Sommers, Dana Hall 
Inscrições brevemente

Quinta 14 a Sábado 16 novembro
Convívio Associação Cultural / 24h00-02h00
Jam Sessions
Geof Bradfield Quintet
3,00 eur
Entrada gratuita para quem possuir bilhete do concerto do Grande Auditório, desse dia.
 
fechar todos
COMPRAR BILHETES
25,00 EUR
1ª Plateia
23,00 EUR
2ª Plateia
Passaram 15 anos desde que os Nouvelle Vague lançaram o seu primeiro disco, em que transformaram clássicos do rock em canções com alma jazzística.

Começou aí uma relação intensa com Portugal, onde voltaram repetidamente, tendo mesmo lançado dois discos exclusivamente para o mercado nacional. Regressam ao local onde tantas vezes foram felizes, com os clássicos que os tornaram conhecidos e inéditos, que vão ser incluídos num novo disco a editar ainda este ano. Em palco, neste concerto acústico, estarão os músicos Marc Collin e Olivier Libaux e as duas vocalistas mais icónicas da banda, Phoebe Killdeer e Melanie Pain.

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Marc Collin teclas
Olivier Libaux guitarra
Melanie Pain voz
Phoebe Killdeer voz
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Duração 60 min.
Maiores de 6
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