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2019 - O ano zero d’A Oficina*
 
Vimos aqui assinalar o regresso a casa: 30 anos depois, A Oficina cumpriu o desígnio circular do seu próprio logotipo. Nasceu para preservar as “artes e mesteres tradicionais de Guimarães”, como ainda se lê no seu nome social, e acabou a governar uma casa que é um centro interpretativo territorial - do artesanato ao território, uma gigantesca viagem em progressão pelo mundo.
É por isso que chamamos à capa e ao primeiro portefólio desta nova revista a força de trabalho da cooperativa, os da primeira linha da “polinização da cultura”, citando um dos mais antigos. Nos 30 anos, é uma devida homenagem a todos os que por cá passaram e os que vão continuar a “criar futuros” (editorial do GUIdance 2018). 
Mas este ciclo de eterno retorno reclama mesmo por um futuro, novo, como todos os futuros - 2019 é o ano zero d’A Oficina.
Abrimos com um Teatro da Memória que vai evocar, em 3 capítulos, a história e o nosso arquivo, mas também debater publicamente o que queremos da nossa cooperativa. Este não é um pronome possessivo, é plural, ‘nossa’ de todos os cidadãos de Guimarães, nunca fechando as portas aos territórios vizinhos, nem aos parceiros nacionais e internacionais, ‘nossa’ de todos mesmo, exercitando diariamente um belo conceito chamado democracia.
Para começar o debate, algumas palavras-chave possíveis desse futuro: Território e Internacionalização, Criação e Residências Artísticas, Educação e Mediação Cultural. Mas preparem-se para quadrimestres seguintes porque vêm aí em força o Pensamento e a Documentação. E Rede Oficina passará a ser um termo de uso corrente para os agentes culturais e educativos de Guimarães.
Serão esses eixos e essa filosofia de ligação que, a cada dia d’A Oficina, asseguram que não somos uma produtora de eventos no mercado cultural mas um projeto de diferença, diversidade, educação artística, acessibilidade, coesão territorial e, portanto, cidadania. 
Caros concidadãos, segue o nosso mapa comum. Foi desenhado por um colégio de programadores que vos oferece um quadrimestre inteiro num registo inédito de coesão, o início de um novo plano de ação. E um convite à visita - encenada, performativa, cantada, orientada, até dançada, as portas estão abertas, de par em par...
João Pedro Vaz.
 
* Só é possível falar de futuro quando há legado. A Oficina deste novo ciclo deve ao José Bastos a força desse legado. É a minha dedicatória pessoal.
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3º Aniversário da Casa da Memória
 
Visitas e Oficinas
Quinta 25 abril, 10h00-18h00
3º Aniversário da Casa da Memória 
Visitar e Experimentar
 
Espetáculo // Pátio
Quinta 25 abril, 15h00 e 16h30
Liberdade
Gonçalo Fonseca
Teatro Oficina
 
Quinta 25 abril, 18h00
Sessão Aberta OTO
Nuno Preto
Teatro Oficina
 
Oficina para famílias
Domingo 28 abril, 11h00
Domingos em Casa
Liberdade
Gonçalo Fonseca
 
Exposição // Casa do Pátio 
Até 5 maio
Núcleo de Estudos 25 de Abril
Liberdade é... encontro de gerações
 
Todo o ano
Território e Comunidade
Exposição Permanente
 
>> Toda a informação em www.casadamemoria.pt
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1º Ciclo Expositivo 2019
23 fevereiro a 9 junho
Pensamento Ameríndio
 
Salas #12-13
Variações do Corpo Selvagem: Eduardo Viveiros de Castro, Fotógrafo
Curadoria de Eduardo Sterzi e Veronica Stigger

Salas #9-11
Carõ - Multidões da Floresta
Uma Exposição de João Salaviza e Renée Nader Messora

Salas #2, 4, 5 e 8
Clareira
Manuel Rosa
Curadoria de Nuno Faria

Sala #2
A Morte de Ubu
João Louro
Curadoria de Nuno Faria
 
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Conferência
Quinta 18 abril, 18h00
Conversa com Eglantina Monteiro
 
Leitura Encenada // Black Box
Domingo 28 abril, 16h00
Livre com um Livro
NE25ABRIL, Nuno Preto e Gonçalo Fonseca
 
Visita Performativa
Domingo 28 e Segunda 29 abril, 17h00 (Dom) e 10h30 + 15h00 (Seg)
Ponto de Fuga
Nuno Preto
 
>> Toda a informação em www.ciajg.pt
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COMPRAR BILHETES
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
No mês do centenário de Merce Cunningham, o CCVF celebra o Dia Mundial da Dança com o espetáculo ´Not a moment too soon´, solo interpretado por Trevor Carlson, o último diretor da companhia de Cunningham. Este será o culminar de uma semana de celebração que inclui um programa de formação para escolas de dança e a projeção de filmes feitos pelo coreógrafo nos últimos anos de vida.
PROGRAMA
 
SEGUNDA 22 A SÁBADO 27 ABRIL
Método Cunningham
CCVF / Sala de Ensaios
Workshop com Escolas de Dança de Guimarães
SÁBADO 27 ABRIL, 17H00
CCVF / Grande Auditório (Palco)
Ensaio Aberto

DOMINGO 28 ABRIL, 17H00
CCVF / Pequeno Auditório
Film Forums + Conversa com Trevor Carlson
 
SEGUNDA 29 ABRIL, 21H30
CCVF / Grande Auditório
Espetáculo
Not a moment too soon

In the month that commemorates Merce Cunningham’s centenary, the CCVF will celebrate World Dance Day with the solo performance, Not a moment too soon, performed by Trevor Carlson, the last director of Cunningham’s dance company. This will be the culmination of a week of celebrations which will include a training programme for dance schools and screening of films made by the choreographer in the final years of his life.

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Maiores de 6

2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Num mês de presença intensiva nos vários espaços d’A Oficina, a Sonoscopia inaugura uma exposição que parte da ideia de “colecionismo sónico”.
O som e a música podem provir de qualquer lugar, desde objetos inusitados ou partes em construção de instrumentos até às instalações sonoras construídas pelos membros deste coletivo a partir de coisas tão díspares como computadores ou gavetas de madeira.
 
Sábado 27 abril
18h30 | Palácio Vila Flor
Inauguração da Exposição Concerto Srosh Ensemble
19h15 | Pequeno Auditório 
Concerto Paul Lovens e Florian Stoffner
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Maiores de 6
During a month of intensive presence in the various spaces of A Oficina, Sonoscopia will inaugurate an exhibition based on the idea of “sound collecting”.
Sound and music can come from anywhere – from unusual objects, or instrument parts under construction, to the sound installations built by members of this collective using a wide array of different objects, such as computers or wooden drawers. 
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COMPRAR BILHETES
5,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Depois de ter mapeado a música independente que se faz a partir de Guimarães com Som de GMR – abrindo a programação do Café Concerto apenas com bandas locais durante 2017 –, o CCVF olha para o outro lado do “movimento” da música alternativa da cidade. Promotoras com trabalho de programação regular têm carta-branca para escolher o som que passa pelo Café Concerto.
O ciclo Musicadoria prolonga-se em abril com a nova pérola do rock espanhol, Marem Ladson, que aos 19 anos surpreendeu o país vizinho com o seu homólogo disco de estreia, uma proposta da Capivara Azul – Associação Cultural.
After having mapped the independent music produced in Guimarães with Som de GMR – which solely programmed local bands in the Café Concerts in 2017 -, the CCVF looks at the flip side of the city´s alternative music "movement". Promoters with regular programming work will be given carte blanche to choose the sounds to be heard in the Café Concert.
In April, the new star of Spanish rock, Marem Ladson, who at the age of 19 surprised Spain with his eponymous debut album, is the proposal by Capivara Azul - Cultural Association.
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Maiores de 6

COMPRAR BILHETES
10,00 EUR

[SOPRO +
COMO ELA MORRE]
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Cristina Vidal é ponto do Teatro Nacional D. Maria II há mais de 25 anos. Como tantos outros trabalhadores que fazem teatro sem nunca pisar as tábuas diante do público, manteve-se nos bastidores. Até que o encenador Tiago Rodrigues passou também a dirigir o teatro nacional e decidiu criar Sopro a partir da sua experiência. A ponto passa para o centro da cena. Sopro é o primeiro de dois espetáculos de Tiago Rodrigues com que o CCVF volta a dar ao público a oportunidade de olhar a obra de um artista de forma menos dispersa do que habitualmente as programações são capazes. Em dias consecutivos, o público vai poder ver duas das mais recentes criações de um dos mais importantes diretores do teatro nacional da sua geração. No dia seguinte, o Grande Auditório recebe Como Ela Morre, coprodução internacional do D. Maria II com a companhia belga tg STAN – que já passou por Guimarães em 2016 com a sua versão de O Ginjal de Tchékov. É também a partir de um clássico russo que se constrói este espetáculo, inspirado por Anna Karenina, obra-prima de Tolstói, e pela forma como o romance pode mudar as vidas dos seus leitores e transformar o modo como a personagem central morre.
 
SOPRO 7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR 

COMO ELA MORRE 7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR 

BILHETE CONJUNTO [SOPRO + COMO ELA MORRE] 10,00 eur | COMPRAR
informação adicional fechar todos
SOPRO
Produção TEATRO NACIONAL D. MARIA II
Coprodução ExtraPôle Provence-Alpes-Côte d´Azur, Festival d´Avignon, Théâtre de la Bastille, La Criée Théâtre national de Marseille, Le Parvis Scène nationale Tarbes Pyrénées, Festival Terres de Paroles Seine-Maritime – Normandie, Théâtre Garonne scène européenne, Teatro Viriato
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Texto e encenação Tiago Rodrigues 
Com Beatriz Brás, Cristina Vidal, Isabel Abreu, João Pedro Vaz, Sofia Dias, Vítor Roriz
Cenografia e desenho de luz Thomas Walgrave 
Figurinos Aldina Jesus 
Sonoplastia Pedro Costa 
Assistente de encenação Catarina Rôlo Salgueiro 
Operação de luz Daniel Varela 
Produção executiva Rita Forjaz 
Assistência de produção Joana Costa Santos 
Apoio Onda
Duração 1h45min.
M/12
 
COMO ELA MORRE
Produção tg STAN e TEATRO NACIONAL D. MARIA II
Coprodução Théâtre Garonne, Kaaitheater 
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Texto e cocriação Tiago Rodrigues
Cocriação e interpretação Frank Vercruyssen, Isabel Abreu, Jolente de Keersmaeker, Pedro Gil
Figurinos An D´Huys, Britt Angé
Desenho de luz Thomas Walgrave
Surtitles Joana Frazão
Duração 1h30min.
M/12
COMPRAR BILHETES
25,00 EUR
Cadeiras de Orquestra
20,00 EUR
1ª e 2ª Plateia
No final do ano passado, após cinco concertos em Lisboa, Porto e Coimbra, Jorge Palma escreveu, em jeito de balanço: “Enquanto houver lugares e pessoas, paixão e criatividade, energia e determinação, a gente não consegue parar.”

A viver um dos seus melhores momentos, tem partilhado com o público mais de 40 anos de carreira e é em palco que o vemos no seu esplendor. Neste “Expresso do Outono”, o músico e compositor conjuga sonoridades elétricas com outras, mais acústicas, numa viagem de longo curso que se vai prolongar por 2019.

 
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Jorge Palma voz, piano e guitarra
Gabriel Gomes acordeão 
Pedro Santos baixo 
Pedro Vasconcelos bateria
Pedro Vidal guitarras e direção música
Vicente Palma guitarra, teclas e voz
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Duração 100 min.
Maiores de 6
COMPRAR BILHETES
15,00 EUR / 12,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Julia Holter vem ao Centro Cultural Vila Flor apresentar o seu mais recente trabalho, "Aviary".
Num tempo particularmente difícil, em que o mundo acontece a uma velocidade estonteante e quase ficamos ensurdecidos pelo enorme ruído que chega de todos os lados, Holter faz um disco sublime que obriga a desacelerar. A urgência de parar, de ouvir a importância do silêncio, de dar um significado às coisas. A música de Holter ostenta arranjos vocais ousados sobre teclas vulneráveis, construindo fortalezas sonoras que se aparentam efémeras, mas renascem robustas e culminam em noventa minutos de belas canções.
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Julia Holter voz, teclas
Sarah Belle Reid trompete
Dina Maccabee violino, viola, voz
Andrew Jones contrabaixo
Tashi Wada sintetizadores, gaita de foles
Corey Fogel percussão
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Maiores de 6
 
 
COMPRAR BILHETES
25,00 EUR (1ª Plateia)
23,00 EUR (2ª Plateia)
Os Nouvelle Vague regressam a Portugal para celebrar o 15º aniversário do lançamento do primeiro disco.
Banda de culto desde 2004, os Nouvelle Vague têm uma relação especial com o público português, esgotando concertos a cada passagem. Nesta nova visita a Guimarães, a banda de Marc Collin e Olivier Libaux sobe ao palco do CCVF para nos presentear com uma tournée acústica de temas clássicos e outros inéditos, interpretados pelas suas vocalistas mais icónicas e acarinhadas, Phoebe Killdeer e Melanie Pain.
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Marc Collin teclas
Olivier Libaux guitarra
Melanie Pain voz
Phoebe Killdeer voz
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Duração 60 min.
Maiores de 6
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