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2º CICLO EXPOSITIVO 2019
29 junho a 6 outubro
 
Geometria Sónica
Francisco Janes, Marina Caló e Francisco Queimadela, Jonathan Uliel Saldanha,
Laetitia Morais, Manon Harrois, Miguel Leal, Mike Cooter, Pedro Tropa,
Pedro Tudela, Ricardo Jacinto, Sara Bichão, Tomás Cunha Ferreira
 
Carlos Bunga
Arquitetura da Vida
 
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Sábado 20 julho, 21h30
Aline Frazão
Terra - Ciclo Músicas do Mundo
Capivara Azul - Associação Cultural
 
 
>> Toda a informação em www.ciajg.pt
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Terça 30 julho, 18h00  
Centenário da Morte do Conde de Margaride  
Cartografia de um Retrato  
 
Todo o ano
Território e Comunidade
Exposição Permanente
 
>> Toda a informação em www.casadamemoria.pt
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REVISTA A OFICINA MAIO-AGOSTO 2019 [versão digital]
 
2019, LUZ SOBRE AS PRAÇAS
Os 30 anos d´A Oficina foram ocasião para começarmos a falar, a cada quadrimestre, do que queremos do nosso presente comum. E o primeiro do ano foi um quadrimestre intenso: um fortíssimo mês de janeiro, a mais concorrida edição do GUIdance pós-Capital, um Pensamento Ameríndio muito participado, um Teatro Oficina a revolver os seus arquivos, o Teatro da Memória a fazer-se primeiro corpo e, depois, lugar, na Casa da Memória, um Westway LAB a fazer o seu caminho de experimentação. E novas ações de Mediação Cultural a darem vida e ainda mais mundo ao Museu e etc, etc, etc. 
Foi muito intenso e só seria possível com a força de trabalho que o número 1 desta revista tão bem revelou – n´A Oficina são as equipas quem mais ordena (escrevo nas vésperas do 25 de abril e acho possível a revolução)!
Também os debates foram acesos. Pouco participados (iremos trabalhar mais nisso, de debater abertamente), mas acesos. Ainda bem, porque isso quer dizer que A Oficina não é um projeto indiferente ao seu território, nem a ninguém, que provoca acesas paixões, que está no centro do debate, que esclarece que relação queremos ter, que projeta que futuro significamos. 
Um destes dias, o sol raiava na fachada do CIAJG iluminada de Pensamento Ameríndio e estava uma tarde gloriosa na praça da Plataforma das Artes. Mas noutro dia, de chuva intensa, os novos pendões brancos do Alfabeto Africano do José de Guimarães ainda projetavam luz sobre a praça. Bela metáfora: mesmo em dias desses, mais cinzentos, A Oficina deste futuro quer projetar luz sobre as praças. Abram-se as janelas, todas, luz cá para dentro, luz sobre as praças! 
João Pedro Vaz

2019, LIGHT ON THE SQUARES
A Oficina´s 30th anniversary has offered a wonderful opportunity to discuss, on a four-monthly basis, what we want from today’s world. The first four months of 2019 were extremely intense: January was particularly hectic, with the busiest ever edition of GUIdance since the 2012 Guimarães European Capital of Culture, a high level of attendance for Amerindian Thought, Teatro Oficina revolved its archives, the Theatre of Memory began and an experimental Westway LAB was hosted in the Casa da Memória. New Cultural Mediation initiatives were also launched, bringing even greater life to the Museum, etc, etc, etc. 
It was a really intense period and was only possible due to the effort highlighted in the first issue of this magazine.
It´s the teams that run the show at A Oficina (I’m writing thus just before the anniversary of the April 25, 1974 Revolution and I still think the revolution is possible)!
We also had many heated debates. Attendances could have been higher (we’re working on this, to ensure more open debate), but there was vigorous discussion. Just as well, because this means that A Oficina pays close to attention to its local context and people, igniting fierce passions. A Oficina stands at the centre of these discussions, that clarify what type of relationship we want to have, and help us project the future that we are striving to attain.
On one of these days, the sun was shining on the façade of the CIAJG, illuminating the Amerindian Thought exhibition, and it was a glorious afternoon in the public square in front of the Platform of the Arts. On another day, of intense rainfall, the new white banners of José de Guimarães´s African Alphabet exhibition cast light on the square. It was a beautiful metaphor: even on grey days, A Oficina wants to cast light on the squares. Let´s open all the windows, let the sunlight shine inside, light up the squares!
João Pedro Vaz
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Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
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VENDA DE BILHETES
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oficina.bol.pt
Centro Cultural Vila Flor
Casa da Memória
Centro Internacional das Artes José de Guimarães
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Em 2019, e já na sua 28ª edição, o Guimarães Jazz cumpre mais uma etapa de um percurso de quase três décadas de divulgação do jazz de todas as épocas e de todos os estilos, sem outro critério senão a integridade e a qualidade da música e dos músicos que nele se apresentam.
Se é verdade que o tempo confere ao festival uma dimensão de projeto, implicando necessariamente que ele se construa numa história individual e coletiva, é igualmente importante realçar que o Guimarães Jazz, tal como o género musical a que ele é dedicado, privilegia o momento presente, como se não existisse nem memória nem pré-condicionamento. Nesse sentido, todos os anos o festival é imaginado num quadro que é, atualmente, marcado pela extrema instabilidade das múltiplas circunstâncias externas que o determinam, sendo por isso sustentado em escolhas que, tal como na criação e na improvisação musical, constituem o resultado de um pensamento materializado numa prática à qual se tem de dar resposta em tempo real. Perante ocaso da segunda década do século XXI, caraterizada por significativas transformações ocorridas no parque humano global que tornam incerto o futuro da arte e da sociedade, o programa do Guimarães Jazz propõe, portanto, uma visão baseada não em passadismos inconsequentes, nem em futurismos estéreis e já ultrapassados, mas na estrita pulsação do presente, convocando assim o público para uma experiência que se pretende menos especulativa, e logo mais distanciada e contida, da música contemporânea.
O programa desta edição denota, tal como habitualmente, um grande equilíbrio nas suas escolhas, numa tentativa de alcançar o máximo de amplitude possível na representação das diferentes gerações e estilos que marcam o jazz do presente. É, no entanto, impossível não começar por destacar aquele que será o protagonista do concerto inaugural – o superlativo saxofonista Charles Lloyd, um dos grandes músicos vivos do século XX e em pleno fulgor criativo, o qual regressará ao Guimarães Jazz com um quinteto de músicos notáveis, entre eles o baterista Eric Harland. Além de Lloyd, a outra figura de maior perfil desta edição será Joe Lovano, outro saxofonista incontornável do jazz contemporâneo que atuará com o seu mais recente, e surpreendente, trio, ao lado da notável pianista Marilyn Crispell (dezassete anos depois da sua primeira presença em Guimarães) e do percussionista Carmen Castaldi, o qual expressa uma dimensão mais livre, pessoal e intimista da música de Lovano.
A par destes dois grandes nomes da constelação mundial do jazz – essenciais à programação do festival, uma vez que representam o expoente máximo de uma das mais importantes tradições da música moderna –, o programa da 28ª edição do Guimarães Jazz apresenta essencialmente três notas distintivas. 
A primeira diz respeito à grande predominância de bateristas no alinhamento. Além do já mencionado Eric Harland, que apesar de surgir como sideman de Charles Lloyd, é hoje incontestavelmente um dos mais notáveis bateristas do presente, esta edição contará também com a presença do histórico baterista holandês Han Bennink, que se apresentará com aquela que é hoje uma instituição do jazz europeu – a ICP Orchestra –, e de dois dos representantes de uma geração de instrumentistas num momento de plena afirmação do jazz norte-americano: os também compositores Rudy Royston e Antonio Sánchez, notabilizado recentemente pela banda-sonora do filme Birdman.
O segundo traço distintivo desta edição diz respeito à prevalência de músicos nascidos na década de 70 do século XX, sinal claro de um movimento de afirmação desta geração no tempo histórico presente do jazz. Rudy Royston e Antonio Sánchez são dois desses exemplos mas, em 2019, no Guimarães Jazz atuarão também os pianistas Vijay Iyer e Craig Taborn, talvez dois dos mais talentosos e reconhecidos músicos da atualidade, o compositor Andrew Rathbun, representante de uma vertente mais orquestral do jazz que apresentará as suas Atwood Suites, inspiradas na poesia da prestigiada escritora Margaret Atwood (cuja obra tem recentemente conhecido grande visibilidade graças, em grande medida, à série televisiva The Handmaid’s Tale), e, finalmente, o saxofonista de Chicago Geof Bradfield, que, com a sua banda, dirigirá os jovens músicos da Big Band e do Ensemble de Cordas ESMAE, naquele que é um dos projetos-âncora da vertente formativa do festival, e conduzirá as jam sessions e as oficinas de jazz.
Em terceiro lugar, mas não menos importante, é importante realçar que o Guimarães Jazz continua a alargar os seus horizontes para músicas exteriores ao jazz, bem como para latitudes geográficas distantes do solo nativo norte-americano. No primeiro caso, além da presença da histórica ICP Orchestra, representante da vanguarda do jazz holandês das décadas de 60 e 70 do século passado, cumpre também chamar a atenção para a vocalista e compositora sueca Lina Nyberg, que interpretará, acompanhada pela Orquestra de Guimarães, o último capítulo de uma trilogia musical que é também um comovente, extraordinariamente criativo e politicamente pertinente manifesto em defesa da natureza. No âmbito dos restantes concertos, destaque também para a atuação do trio do pianista francês Stéphan Oliva, que contará com a participação do grande baterista, mais um, norte-americano Tom Rainey.
Finalmente, em 2019, o Guimarães Jazz inicia também uma nova parceria, desta vez com o coletivo de músicos e construtores musicais Sonoscopia, que propõe um projeto, a banda luso-germânica Ikizukuri, que usa o jazz não como linguagem, mas como atitude artística. A significativa presença de músicos portugueses, tanto profissionais como amadores no mais positivo sentido do termo, materializada também nas parcerias já estabelecidas e consolidadas com a Porta-Jazz, a ESMAE e a Orquestra de Guimarães, é, de resto, a última mas não a menos importante das notas a destacar desta edição do festival, mais uma etapa exploratória de um trajeto singular de divulgação do jazz em todas as suas dimensões. 

PROGRAMA GUIMARÃES JAZZ 2019

Quinta 7 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Charles Lloyd 
Kindred Spirits
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR

Sexta 8 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Antonio Sánchez and Migration
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR

Sábado 9 novembro
CCVF / Pequeno Auditório / 17h00
Trio Oliva/Boisseau/Rainey
Orbit
7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR

Sábado 9 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Vijay Iyer and Craig Taborn 
The Transitory Poems
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR

Domingo 10 novembro
CCVF / Grande Auditório / 17h00
Big Band e Ensemble de Cordas ESMAE dirigida por Geof Bradfield
Entrada gratuita, até ao limite da lotação da sala.
Levantamento dos convites, no dia do concerto, até ao limite de 2 bilhetes por pessoa.

Domingo 10 novembro
CIAJG / Black Box / 21h30 
Miguel Moreira, Lucien Dubuis, Mário Costa, Rui Rodrigues, Valter Fernandes
Porta-Jazz / Guimarães Jazz
7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR

Segunda 11 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
ICP Orchestra
7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR

Terça 12 novembro
CCVF / Pequeno Auditório / 21h30
Gustavo Costa, Julius Gabriel, Gonçalo Almeida 
Sonoscopia / Guimarães Jazz
7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR

Quarta 13 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Joe Lovano Tapestry Trio com Marilyn Crispell e Carmen Castaldi 
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR

Quinta 14 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Lina Nyberg Quintet e Orquestra de Guimarães
Terrestrial
7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR

Sexta 15 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Rudy Royston 
Flatbed Buggy
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR

Sábado 16 novembro
CCVF / Pequeno Auditório / 17h00
Geof Bradfield Quintet
7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR

Sábado 16 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Andrew Rathbun Large Ensemble
The Atwood Suites
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
ASSINATURA DO FESTIVAL
90,00 eur (acesso a todos os concertos) | COMPRAR

ATIVIDADES PARALELAS

Segunda 4 a Sábado 16 novembro
Vários locais da cidade
Animações Musicais

Quinta 7 a Sábado 9 novembro
CCVF / Café Concerto / 24h00-02h00
Jam Sessions
Geof Bradfield Quintet
3,00 eur
Entrada gratuita para quem possuir bilhete do concerto do Grande Auditório, desse dia.

Segunda 11 a Sexta 15 novembro
CCVF / 14h30-17h30
Oficinas de Jazz
Geof Bradfield, Russ Johnson, Scott Hesse, Clark Sommers, Dana Hall 
Inscrições brevemente

Quinta 14 a Sábado 16 novembro
Convívio Associação Cultural / 24h00-02h00
Jam Sessions
Geof Bradfield Quintet
3,00 eur
Entrada gratuita para quem possuir bilhete do concerto do Grande Auditório, desse dia.
 
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ENTRADA LIVRE
Este ano, o Manta – jardim musical que nos liga à natureza e arquitetura pelas artes – apresentará um programa que emana exotismo e encanto.
Como sempre, a temporada cultural em Guimarães abre-se no jardim com vista para a cidade. E com alguns dos nossos artistas favoritos. A história do Manta é longa mas continua a escrever-se com vitalidade. E para a noite de sexta-feira conjugamos duas propostas que nos farão viajar por um universo algo exótico e por que não dizê-lo… sonhador. O artista brasileiro Momo tem um novo álbum e virá partilhá-lo connosco antes de uma longa caminhada pelos palcos nacionais e internacionais. O encantautor criará pois a atmosfera ideal para a entrada em cena da super banda de Bruno Pernadas, um dos mais inspirados e interessantes compositores pop portugueses. Não é fácil decorar os títulos dos seus discos (o último: “Those who throw objects at the crocodiles will be asked to retrieve them”), já a sua música, essa fica para sempre no corpo. Combinação perfeita para uma noite de verão.
 No sábado, o programa começa mais cedo com nova atuação de Bruno Pernadas, desta vez em concerto especial para os mais novos, uma proposta acrescentada na edição anterior e reforçada este ano. Da tarde, saltamos para o primeiro concerto da noite com Serushio, acompanhado em palco pelos seus habituais cúmplices e suas melhores canções. Um músico que revela carisma e talento. Duas caraterísticas que igualmente podemos identificar à norte-americana Holly Miranda, aclamada artista internacional convidada para fechar o Manta, em versão mais intimista. Miranda, muitas vezes comparada a Feist e Cat Power, esgotou o Hard Club no final de 2018 e seguramente trará essa mesma força ao relvado do jardim do Vila Flor através do seu mais recente álbum “Mutual Horse”.
O nosso ritual urbano preferido de final de verão é: regressar à cidade, encontrar a comunidade no belo jardim do Vila Flor, estender a Manta e... sentir o poder da música!
Rui Torrinha
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Todas as idades

ENTRADA LIVRE
A rentrée d’A Oficina volta a fazer-se na relva dos jardins do CCVF. Os dois dias de programação do Manta deste ano constroem-se entre as costas do Oceano Atlântico, de Portugal aos EUA, com passagem pelo Brasil. Na sexta-feira, 6 de setembro, Bruno Pernadas sobe ao palco acompanhado pelos seus cúmplices habituais, ainda com o disco “Those who throw objects at the crocodiles will be asked to retrieve them” (2016) como elemento central do repertório. O músico voltará ao palco no dia seguinte num concerto especial para público infantil.
A primeira noite inicia-se com sotaque do Brasil. Momo apresenta o seu novo disco, o segundo criado desde que passou a viver em Portugal – sucessor de “Voá” (2017), produzido por Marcelo Camelo.
A noite de sábado arranca com o rock de influências folk de Serushio, banda de Sérgio Silva, que já passou pelo Westway Lab. O Manta encerra com a poderosa voz de Holly Miranda, que depois de ter escrito e produzido para gigantes como Lou Reed ou The XX, se lançou em nome próprio em 2015. E é a solo que se apresenta, num concerto em formato intimista.
 
PROGRAMA
 
Sexta 6 setembro
21h30 MOMO
22h30 BRUNO PERNADAS
 
Sábado 7 setembro
15h30 CONCERTO ESPECIAL PARA OS MAIS NOVOS BRUNO PERNADAS
21h30 SERUSHIO
22h30 HOLLY MIRANDA
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Todas as idades

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25,00 EUR
1ª Plateia
23,00 EUR
2ª Plateia
Os Nouvelle Vague regressam a Portugal para celebrar o 15º aniversário do lançamento do primeiro disco. Banda de culto desde 2004, os Nouvelle Vague têm uma relação especial com o público português, esgotando concertos a cada passagem. Nesta nova visita a Guimarães, a banda de Marc Collin e Olivier Libaux sobe ao palco do CCVF para nos presentear com uma tournée acústica de temas clássicos e outros inéditos, interpretados pelas suas vocalistas mais icónicas e acarinhadas, Phoebe Killdeer e Melanie Pain.
informação adicional fechar todos
Marc Collin teclas
Olivier Libaux guitarra
Melanie Pain voz
Phoebe Killdeer voz
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Duração 60 min.
Maiores de 6
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