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3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães!
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães!
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Horário 
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Mumtazz, uma das mais singulares artistas do panorama nacional, tem vindo a construir um percurso radicalmente heteróclito, profusamente poético e misteriosamente xamânico que exerce uma intensa influência sobre um largo espetro de artistas.
Estreitamente ligado à prática da contracultura, implicado ecologicamente, o trabalho artístico de Mumtazz articula influências e elementos de diferentes culturas, diferentes tempos históricos e as mais diversas linguagens – a poesia, o som, o bordado, a fotografia, a instalação, o efémero, o geométrico e o orgânico. 

Curadoria Nuno Faria
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Mumtazz, one of the most unique figures on the Portuguese artistic panorama, has been constructing a radically eccentric, profusely poetic and mysteriously shamanistic trajectory that exerts intense influence on a broad range of artists.
Firmly attached to ecologically implied counterculture practices, Mumtazz`s artistic work articulates the influences and elements of different cultures, different historical eras and the most diverse languages – poetry, sound, embroidery, photography, installations, the ephemeral, the geometrical and the organic.
 
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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Depois de “Oracular Spectacular”, dedicamos o segundo tomo desta investigação ao desenho enquanto prática visionária, oracular e animista. A exposição reunirá um conjunto de universos autorais em torno de um entendimento expandido do desenho, por vezes nem sequer materialmente reconhecível enquanto tal.
Curadoria Nuno Faria 
Com Adriana Molder, Andrea Brandão, Carla Filipe, Catarina de Oliveira, Laetitia Morais, Sara Costa Carvalho, Marta Wengorovius, Dayana Lucas, Sara Bichão 
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Following “Oracular Spectacular”, we are now dedicating our second volume of research to drawing as a visionary, oraclebased and animistic practice. The exhibition will organize a collection of authorial worlds around an expanded understanding of drawing, at times not materially recognizable as such.
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Entrada livre
Ao longo de toda a sua vida, Raimundo Fernandes colecionou centenas de objetos ligados a Guimarães e à sua região.
Acumulou moedas, pintura, escultura, fotografia, medalhística e demais artefactos de temática vimaranense, com especial incidência na figura de Afonso Henriques. Este é o momento em que o espólio de Raimundo Fernandes – ou melhor, parte dele – se mostra e partilha nesta mesma forma e condição, um gabinete de curiosidades onde cabe Guimarães, em si e no mundo, uma causa persistente, obsessiva e memorialista: um atlas de todas as coisas Guimarães
Throughout his life, Raimundo Fernandes has amassed hundreds of objects associated with Guimarães and its regions.

His collection features coins, paintings, sculptures, photography, medals and many other artefacts on the theme of Guimarães, with a keen interest in the figure of Portugal`s first king, Afonso Henriques. This is the moment in which the collection begun by Raimundo Fernandes – or better said, an integral part of him – will be presented in the form of a ´curiosity cabinet` where Guimarães fits snugly, shared with you and the world, and highlighting his continuing memory-based obsession: an atlas of all things Guimarães.

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Todas as idades
Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de janeiro de 2018.

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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d*
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Construído em diferentes cidades ao longo de 2017, “Um D. João Português” chega finalmente ao Centro Cultural Vila Flor que acolherá a estreia absoluta do espetáculo na sua versão integral.
Molière não foi o único autor a dedicar-se à figura de D. João. Ao longo dos séculos, o libertino inspirou obras de Tirso de Molina, Lord Byron e, talvez a mais famosa de todas, a ópera Don Giovanni, de Mozart. Luis Miguel Cintra parte de uma tradução de cordel portuguesa do séc. XVIII, anónima e em que o nome do dramaturgo francês é omisso, e evoca um conjunto de referências culturais e artísticas de vários tempos para construir um espetáculo em que D. João é, mais do que europeu, verdadeiramente português. Construído ao longo de 2017 em quatro cidades, Montijo, Setúbal, Viseu e Guimarães, o espetáculo acompanha o percurso em fuga de D. João e do seu fiel criado Esganarelo, como se de um road movie se tratasse. A vida vai-se revelando no contacto de ambos com as mais diversas realidades, da mais densa reflexão filosófica à entrega aos prazeres mais simples. Constante, porém, é a busca pela total liberdade por parte do protagonista, que tenta escapar a tudo aquilo que possa impedi-lo de viver como bem lhe apetece. Existe, ainda assim, um único limite que talvez não lhe seja possível transpor: a morte.
 
ESPETÁCULO DIVIDIDO EM DUAS PARTES
*Bilhete conjunto, válido para a Parte I (sexta) e Parte II (sábado)
Constructed in different cities throughout the year, 2017, “Um D. João Português” (“A Portuguese Don Juan”) finally arrives at the Vila Flor Cultural Center, which will premiere the piece performed in its entirety.

Molière was not the only playwright to take up the figure of Don Juan. Over the centuries, the famous libertine has inspired works by Tirso de Molina, Lord Byron and perhaps the most celebrated of them all, the opera Don Giovanni by Mozart. In this work, Luís Miguel Cintra is using a translation from 18th century Portuguese cordel literature, from an unknown translator and with the French author`s name omitted. He evokes a number of cultural and artistic references from various epochs to build a play in which Dom Juan is more than European, he is truly Portuguese. Constructed during the year and in four different cities – Montijo, Setúbal, Viseu and Guimarães – the play follows the fleeing Don Juan and his faithful valet Sganarelle as if it were a road movie. The signposts of life reveal themselves to both men as they come into contact with diverse realities, from the most profound philosophical reflections to their being seduced by the simplest pleasures. The constant thread, however, is Don Juan`s pursuit of total freedom, with his attempts to avoid anything which might prevent him from living however he pleases. There is an impediment which he will be powerless to elude: death.

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Intérpretes André Reis, Bernardo Souto, Dinis Gomes, Diogo Dória, Duarte Guimarães, Guilherme Gomes, Joana Manaças, João Jacinto, João Reixa, Leonardo Garibaldi, Levi Martins, Luís Lima Barreto, Luis Miguel Cintra, Maria Mascarenhas, Nídia Roque, Rita Durão, Sílvio Vieira e Sofia Marques
Dramaturgia e encenação Luis Miguel Cintra
Direção de produção Levi Martins
Assistência de produção e encenação Maria Mascarenhas
Luz e som Rui Seabra
Ilustração André Reis
Coprodução Companhia Mascarenhas-Martins, Teatro Viriato e Centro Cultural Vila Flor
Apoios República Portuguesa – Cultura / DGArtes, Câmara Municipal de Montijo, Câmara Municipal de Setúbal, Junta de Freguesia da União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro, Universidade de Lisboa, Teatro Nacional de S. Carlos, APSS – Porto de Setúbal, Maria Gonzaga Guarda Roupa – Peris Costumes, Gigantones e Companhia
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Duração Parte I (sexta) 2h30 min. aprox. c/intervalo / Parte II (sábado) 2h30 min. aprox. c/intervalo
Maiores de 12
2,00 EUR
No Domingos em Casa de janeiro, o convite é para bordar memórias.
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. 
 
Monitoras Adélia Faria, Conceição Ferreira, Isabel Oliveira
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 18 de janeiro, através do telefone 253 424 716 ou mediante o preenchimento do formulário disponível no site www.casadamemoria.pt
In January, the invitation is to weave and embroider a memory.
Thinking, seeing, listening, creating, doing, feeling. In the living room, in the kitchen, at the table or outdoors. There are Sundays when all you want to do is stay home. So come to our home, the Casa. One Sunday per month, we go in search of different interpretations of historical facts, traditions, legends, persons, places, or objects that we find in the exhibition space. In the cosiness of the Casa, we offer a space for encounters for families, friend, different generations, artists and artisans. And ideas as well. We will create labyrinths, invent stories, use clay, linen or paper, make food, music and promises, with our hands, our heads and our entire body. 
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Maiores de 5

2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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A obra de Pedro Cabral Santo pode ser entendida como doação, algo que espera reações e se dá ao mundo sem restrições, nem limites; nela está implícita a esperança de mudar, procurando um mundo melhor em que, segundo o projeto modernista, a arte seria um dos principais veículos de propagação e uma das dimensões mais importantes da vida.
Nem tudo o que parece é; refletir sobre o corpo de trabalho de Pedro Cabral Santo é observar de modo diferente. Imagine-se um cubo, sólido geométrico conhecido; quando se olha, seja qual for o modo de o agarrar, verifica-se não ser possível ver em simultâneo mais de três faces, apesar de possuir seis. Assim, pode concluir-se o seguinte: não há omnisciência, nem saber absoluto; o visível, representado pelas três faces expostas, mostra-se sob um fundo invisível. Neste sentido, a obra deve ser lida e interpretada para além do óbvio, podendo cada observador acrescentar-lhe as suas ideias e contra-ideias. 
 
Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
The art of Pedro Cabral Santo may be perceived as a gift, something which offers itself unrestrictedly to the world; it expresses the hope for change and a search for a better world where, according to the modernist project, art would be considered one of the most important dimensions of life.
Things are not quite what they seem to be; to meditate on the work of Pedro Cabral Santo requires adopting a different point of view. Let us imagine a cube, a well-known geometric figure; when we look at it, we discover that it is impossible to see more than three of its facets at the same time, although the figure is composed of six facets. Therefore, we may extract the following conclusion: there is no such thing as omniscience or absolute knowledge. In this sense, art must be perceived and interpreted beyond the obvious, and each observer may add his own ideas and counter-ideas to it.
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Todas as idades

10,00 EUR
Recebendo discretamente o Inverno, mais soalheiro este ano que nos demais, deixamos a folha cair e o frio chegar. Confortamo-nos com o que mais nutre o nosso âmago, buscamos comida cuidadora: nada melhor que ficarmos a conhecer o processo do pão, as suas tradições na nossa terra e a sua ligação com a mulher ao longo da história.
Para encerrarmos este ciclo de sazonalidade, temos connosco a investigadora do pão em Portugal, Mouette Barboff, andaremos em torno da doçaria portuguesa com o projeto No Ponto, que nos falará da aplicação do pão na doçaria e, para ajudar a tudo transformar, os cozinheiros e exploradores de ideias comestíveis Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte, do projeto Cor de Tangerina. Aquecido o forno, está na hora de preparar os codornos e as urtigas. Será o codorno uma pêra? Como apareceu na nossa história? E as picadas das urtigas, serão estas afinal nutritivas? 
Projeto desenvolvido por Liliana Duarte e Cor de Tangerina.

Público-alvo Maiores de 12
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas 
Preço 10,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 25 de janeiro, através do telefone 253 424 716 ou mediante o preenchimento do formulário disponível no site www.casadamemoria.pt
We are happy to discreetly welcome the winter this year, sunnier than most, and we’ll let the dry leaves fall and the cold winds blow where they may. We will cheer ourselves with something to feed the soul, a comfort food – nothing better than bread. And here we will learn about bread-making, its traditions in Guimarães and its relationship to women throughout history.
To close out this cycle on the seasons, we have invited a researcher on the topic of bread in Portugal, Mouette Barboff, and we will take up the topic of Portuguese sweets and desserts with the project, No Ponto, which will focus on how bread is used in traditional desserts, with help in transforming the event provided by the cooks and edible idea-explorers, Álvaro Dinis Mendes and Liliana Duarte, from the Cor de Tangerina.
With the oven nice and hot, it’s time to prepare the codornos and the urtigas. Does the cordorno really look pear-shaped? How did it appear in our history? And the thorny bits of the urtiga bread, are they nutritious? 
Project developed by Liliana Duarte, at the Cor de Tangerina.
 
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Maiores de 12


Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%


VENDA DE BILHETES
www.ccvf.pt
oficina.bol.pt
Centro Cultural Vila Flor
Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Casa da Memória
Multiusos e Complexo de Piscinas de Guimarães
Lojas Fnac, El Corte Inglés, Worten
Entidades aderentes da Bilheteira Online
De 01 a 10 de fevereiro, Guimarães recebe a 8ª edição do GUIdance - Festival Internacional de Dança Contemporânea, convocando nomes incontornáveis como Wayne McGregor e Peeping Tom a abrir e a encerrar, respetivamente, o festival. Rui Horta – coreógrafo em destaque nesta edição – apresenta duas criações, uma em estreia absoluta e outra em reposição. Em 2018, o GUIdance reúne a europa da dança na cidade berço, com Vera Mantero, Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristovão, Patricia Apergi, Euripides Laskaridis, Marlene Monteiro Freitas e Andreas Merk a completarem o cartaz.
Da ancestralidade à criação de futuros
 
Como é que a história que passa pelos corpos que dançam pode ajudar a criar futuros? É a partir desta interrogação que lançamos a 8ª edição do GUIdance, um número que em horizontalidade (∞) nos atira simbolicamente para o infinito. Teremos neste GUIdance corpos novos a dançar, comandados por um olhar ancestral de práticas acumuladas que passaram de geração em geração. E também corpos mais velhos que se continuam a desafiar em palco à procura do que ainda não encontraram, ou seja, do novo. Mas esta viagem não é aleatória. Ela encontra base na pesquisa e começa pela matéria acumulada no próprio corpo dos criadores.
Um dos grandes coreógrafos contemporâneos, Wayne McGregor, que nunca cessa de explorar limites, decidiu mergulhar fundo na combinação do seu ADN para criar “Autobiography”. Ele parte assim de uma busca à mais notável tecnologia existente, o seu corpo, para lançar possibilidades que apontem à construção de futuros. E tudo o que a dança poderá gerar a partir desta nova informação.
A partir daqui o festival arranca para uma viagem tão completa e híbrida quanto desejável, comandada por todas as possibilidades que o jogo da criação nos permite. Assim o fará Vera Mantero em “O Limpo e o Sujo” onde corpos “educados e deseducados”, atravessados por informação acumulada procuram um novo lugar. Esse que vem de dentro e que Joana von Mayer Trindade com Hugo Calhim Cristóvão também trabalham em “Da insaciabilidade no caso ou ao mesmo tempo um milagre”. E a primeira parte fecha com o coreógrafo Rui Horta a ler do individual para o coletivo, ao orientar uma massa de corpos como que dizendo que a partir da matéria identificada se pode gerar um resultado desconhecido. Um futuro que exceda a nossa perspetiva habitual. É preciso arriscar, portanto.
A segunda parte do GUIdance abre com a reposição de “Vespa”. 30 anos depois, Rui Horta – coreógrafo em destaque nesta edição – dança existência fora, projetando num plano infinito a ideia do eterno começo. Criar futuros, obviamente. E nesse lugar imaginário vive a peça de Patricia Apergi, “Cementary”, uma espécie de fuga à distopia continuada por Marlene Monteiro Freitas em “Jaguar”, onde o futuro já é uma realidade. E aí, mais à frente, encontraremos “Titans” de Euripides Laskaridis com todo o poder que o lugar da ficção nos reserva. Para no final voltarmos àquilo que a dança em si (sempre) transporta: a relação entre o ser humano, com Peeping Tom em “Vader”. Porque também isso carece de urgência na sua reinvenção.
Afinal, que idade tem um corpo que cria futuros?
Rui Torrinha
 
PROGRAMA
 
Quinta 01 fevereiro
CCVF / Grande Auditório | 21h30
Company Wayne McGregor 
Autobiography [ESTREIA NACIONAL]
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
Sexta 02 fevereiro
CCVF / Pequeno Auditório | 21h30
Vera Mantero
7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR
 
Sábado 03 fevereiro
CIAJG / Black Box |18h30
Joana von Mayer Trindade & Hugo Calhim Cristovão
5,00 eur / 3,50 eur c/d | COMPRAR
 
Sábado 03 fevereiro
CCVF / Grande Auditório | 21h30
Rui Horta
Humanário [ESTREIA ABSOLUTA]
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
Quarta 07 fevereiro
CIAJG / Black Box | 21h30
Rui Horta
Vespa [REPOSIÇÃO]
5,00 eur / 3,50 eur c/d | COMPRAR
 
Quinta 08 fevereiro
CCVF / Grande Auditório | 21h30
Aerites Dance Company / Patricia Apergi
Cementary [ESTREIA NACIONAL]
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
Sexta 09 fevereiro
CCVF / Pequeno Auditório | 21h30
Marlene Monteiro Freitas com a colaboração de Andreas Merk
7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR
 
Sábado 10 fevereiro
CIAJG / Black Box | 18h30
Euripides Laskaridis
Titans [ESTREIA NACIONAL]
5,00 eur / 3,50 eur c/d | COMPRAR
 
Sábado 10 fevereiro
CCVF / Grande Auditório | 21h30
Peeping Tom
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA 5 ESPETÁCULOS (à escolha)
30,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 4 ESPETÁCULOS (à escolha)
25,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 ESPETÁCULOS (à escolha)
20,00 eur | COMPRAR
 
PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS E REDE TO
4,00 eur (preço aplicável aos espetáculos que se realizam no Grande e Pequeno Auditório do CCVF)

From ancestrality to the creation of futures

 
How can the history which passes through bodies that dance help us to build futures? This question is the point of departure for the 8th edition of GUIdance, a number which, when tipped over to the horizontal (∞), casts us symbolically into the infinite.
At this GUIdance Festival we will have new bodies dancing, commanded by an ancestral gaze of accumulated practices that have been passed down from generation to generation. There are also older bodies that press on with the challenge to take to the stage in search of what they have yet to find, that is, the new. But this is no simple random journey; it is based on research and begins with the accumulated material found within the very bodies of the festival creators. 
One of our great contemporary choreographers, Wayne McGregor, who has never ceased to explore boundaries, has decided to take a deep plunge into his own DNA with his creation, “Autobiography”. He begins by exploring the most remarkable technology that exists – his own body – in order to set free any possibility which may point to the construction of futures. And everything that dance can engender and espouse based on this new information. 
The Festival thus sets off on a voyage that is as complete and hybrid as it is desirable, commanded by all the possibilities that the employment of creation will allow us. Vera Mantero takes up this mantle with “O Limpo e o Sujo” (“The Clean and the Dirty”) where “polite and impolite” bodies, traversed by a stockpile of information, seek out a new place to be. What emerges from one`s essence is what Joana von Mayer Trindade, together with Hugo Calhim Cristóvão, also deal with in their piece “Da insaciabilidade no caso ou ao mesmo tempo um milagre” (“On Insatiability, in the case of, or at the same time, a miracle”). And the first part concludes with choreographer Rui Horta elevating the individual closer to the collective, doing so by guiding a group of bodies as if to say that from certain selected material something unknown can emerge as a result. A future that may well go beyond our usual perspective. Risks need to be taken, in any event.   
The second part of GUIdance opens with a repeat performance of “Vespa”. With a career spanning 30 years, Rui Horta – our featured choreographer in this edition – will once again perform this piece, one which emanates existence in the dance, projecting the idea of the eternal beginning on an infinite plane. He is creating futures, obviously. Also living in this imaginary place is the piece by Patricia Apergi, “Cementary”, a sort of escape from the dystopia which Marlene Monteiro Freitas continues in “Jaguar”, where the future is already a reality. And later on we will encounter “Titans” by Euripides Laskaridis, with all the power that fiction affords us. For the finale, we return to where dance always takes us – the relationship between human beings, with Peeping Tom presenting “Vader”. Because urgency is needed in its reinvention.
And in the end, how old is the body which creates futures?
Rui Torrinha
 
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