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No terceiro milénio, e ao fim de mais de cem anos de história, tal como ficou devidamente assinalado na edição anterior do festival, o fenómeno jazzístico encontra-se perante questões de identidade muito sérias. Porém, ao invés de transmitir sintomas de esgotamento, o jazz parece ter compreendido que a solução para as suas questões passa pela necessidade de esta música se pensar e olhar a partir de fora para dentro.
No contexto do Guimarães Jazz, e essa é a linha orientadora que atravessa o programa da edição de 2018 do festival, olhar de fora para dentro desta música implica explorar geografias alternativas ao território nativo do jazz, divulgar o trabalho de músicos jovens que nasceram quando o jazz se tinha já implementado plenamente na cultura moderna como uma das mais expressivas linguagens musicais e artísticas do século XX, dar espaço a músicos que se distinguiram em territórios musicais mais próximos das correntes experimentais e vanguardistas da música contemporânea e, por último, programar músicos menos mediáticos e inseridos em circuitos mais informais e artisticamente flexíveis. No fundo, a perspetiva que se assume nesta edição do Guimarães Jazz é assente numa vontade de explorar zonas criativas de contrainformação, assumindo uma crítica em relação ao presente da música e do mundo, e afirmando sobretudo a necessidade de reflexão em torno dos processos entrópicos e autofágicos, baseados em estímulos imediatos e sentimentos ilusórios de pertença, que caraterizam tanto a criação como o consumo na música no século XXI.
Do programa da edição de 2018 do Guimarães Jazz destaca-se, desde logo, o facto de contemplar a realização de treze concertos em dez dias consecutivos, algo que acontece pela primeira vez na história do festival. Este é um dado importante, uma vez que tem como consequência uma mais efetiva e constante presença da música na cidade e na agenda dos seus espetadores, contribuindo assim para aproximar ainda mais os músicos e as pessoas que organizam o festival do seu público. Apesar deste dado novo, o Guimarães Jazz continua a ser, tal como é a sua matriz desde o início, um festival equilibrado, refletindo-se esse equilíbrio em várias dimensões: na notoriedade e na idade dos músicos envolvidos, na tipologia das formações, na proveniência geográfica dos projetos e nas estéticas musicais representadas.
De entre os concertos de maior perfil, é justo destacar a presença de três nomes incontornáveis da história mais recente do jazz – o contrabaixista Dave Holland, o trompetista Dave Douglas e o também trompetista, compositor e arranjador Steven Bernstein –, músicos que, embora com percursos em contextos artísticos muitos diferentes entre si, contribuíram decisivamente para moldar a forma atual do jazz. Tanto o projeto Aziza, de Holland, como Uplift, de Douglas, como a Millennial Territory Orchestra de Bernstein, constituem provas irrefutáveis da plena vitalidade musical de três dos grandes músicos da atualidade. Além do mais, estes três projetos têm a particularidade de contarem com a participação de músicos influentes da música contemporânea, de entre os quais é justo realçar a presença de Bill Laswell, baixista e produtor, e da vocalista Catherine Russell, duas figuras que, apesar de se expressarem em linguagens musicais muito díspares, podem ser considerados exemplos de uma invulgar postura de integridade artística e anti-estrelato.
Em 2018, um dos traços mais marcantes do Guimarães Jazz é a atenção prestada à nova geração do jazz. Nesse sentido, serão apresentados concertos de dois nomes emergentes da cena jazzística de Chicago (uma das cidades mitológicas do jazz, que continua a dar mostras de renovação e vitalidade musicais): o trompetista Marquis Hill e o contrabaixista Matt Ulery, que, além do concerto com o projeto Delicate Charms, orientará as oficinas de jazz e as jam sessions e dirigirá a Big Band e o Ensemble de Cordas da ESMAE. A cada vez mais relevante dinâmica global da cena jazzística justifica também a presença no festival do trompetista israelita Avishai Cohen (um músico de grande nível que tem editado nos últimos anos pela prestigiada editora ECM) e do projeto Cartas Brasileiras, liderado pela flautista e compositora Léa Freire, que no festival se apresentará acompanhada pela Orquestra de Guimarães. 
A exploração de geografias alternativas ao jazz norte-americano ficará, em 2018, também patente nos concertos programados para o Pequeno Auditório do CCVF, onde atuarão o Pablo Held Trio (um dos exemplos da qualidade dos projetos de jazz alemães) e a idiossincrática banda Random/Control, liderada pelo talentoso pianista austríaco David Helbock. É também neste contexto que se apresentará o acordeonista português João Barradas, um músico notável cuja carreira se encontra numa trajetória de crescente notoriedade e reconhecimento internacional e que, em Guimarães, se apresentará em quarteto acompanhado por músicos europeus emergentes e que terá como convidado especial o saxofonista norte-americano Greg Osby.
A colaboração com, por um lado, a Associação Porta-Jazz e, pelo outro, com a ESMAE volta a realizar-se, reafirmando a aposta do festival nos jovens músicos portugueses, e neste ano, como é habitual, realizam-se as oficinas de jazz e as jam sessions, extensões do festival que constituem uma das dimensões mais importantes da sua implantação na cidade e no meio jazzístico, ao mesmo tempo que contribuem para potenciar a formação e o crescimento musical dos jovens músicos do país.
O Guimarães Jazz encerrará a sua edição de 2018 com The Mingus Big Band, um concerto de homenagem a Charles Mingus que será, certamente, um dos momentos altos do festival. Liderado pela viúva do homenageado, esta big band é composta por instrumentistas de altíssimo nível e considerada como um dos projetos mais artisticamente relevantes de revisitação das obras de compositores de jazz. Numa altura em que o futuro da música, e do mundo, se afigura difuso e difícil de antecipar, faz todo o sentido regressarmos a Charles Mingus, um dos nomes mais influentes da música do século XX, e inspirarmo-nos no seu exemplo de integridade e audácia artísticas, que hoje, mais do que nunca, julgamos ser importante celebrar e divulgar, projetando-o no futuro. Ivo Martins
 
QUINTA 08 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
SEXTA 09 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
SÁBADO 10 NOVEMBRO
CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO / 18H30
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
SÁBADO 10 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
DOMINGO 11 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 17H00
Preço 7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR
 
DOMINGO 11 NOVEMBRO
CIAJG / BLACK BOX / 21H30
Preço 7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR
 
SEGUNDA 12 NOVEMBRO
CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO / 21H30
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
TERÇA 13 NOVEMBRO
CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO / 21H30
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
QUARTA 14 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
QUINTA 15 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
SEXTA 16 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
SÁBADO 17 NOVEMBRO
CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO / 18H30
Preço 7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR
 
SÁBADO 17 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
ATIVIDADES PARALELAS
 
Segunda 05 a Sábado 17 novembro
Vários locais da cidade
Animações Musicais
 
Quinta 08 a Sábado 10 novembro
Convívio Associação Cultural / 24h00-02h00
Jam Sessions
Matt Ulery, Zach Brock, Greg Ward, Quin Kirchner, Rob Clearfield
 
Segunda 12 a Sexta 16 novembro
Centro Cultural Vila Flor / 14h30-17h30
Oficinas de Jazz
Matt Ulery, Zach Brock, Greg Ward, Quin Kirchner, Rob Clearfield
 
Quinta 15 a Sábado 17 novembro
CCVF / Café Concerto / 24h00-02h00
Jam Sessions
Matt Ulery, Zach Brock, Greg Ward, Quin Kirchner, Rob Clearfield
Preço 3,00 eur / 2,00 eur c/d
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA DO FESTIVAL (acesso a todos os concertos)
Preço 80,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 6 CONCERTOS (à escolha)
Preço 65,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 CONCERTOS (à escolha)
Preço 35,00 eur | COMPRAR
In the third millennium, and after more than a hundred years of history, jazz faces serious identity issues. However, instead of showing signs of exhaustion, jazz seems to have understood that the solution to its problems demands looking at itself from the outside in.

In the context of Guimarães Jazz to look from the outside in of this genre means to explore alternative geographies to the native territory of jazz, to promote the work of young musicians who were born in a time when jazz was already fully integrated in modern culture as one of the most expressive artistic languages of the twentieth century, to assimilate musicians who have gained recognition in musical territories closer to the experimental and avant-garde trends of contemporary music and, lastly, to reveal less-known musicians who work in more informal and flexible musical contexts. The matrix of the 2018 edition of Guimarães Jazz is, therefore, supported on a desire to explore zones of counter-information, assuming a critical perspective towards the present of music and of the world and affirming the urgency of a serious reflection about the entropic and autophagic processes, based on immediate stimulus and delusional feelings of belonging, that characterize the creation and the fruition of music in the twenty-first century. This year`s programme of the festival is composed of thirteen concerts in ten consecutive days, for the first time in the history of Guimarães Jazz. This aspect will allow the festival to have a more effective and constant presence in the city, therefore contributing to a closer relationship between the musicians and the audience. Despite this slight change, Guimarães Jazz continues to be, such as it is since the beginning, a festival concerned with a principle of balance in various dimensions: in terms of the recognition and the age of the musicians involved, of the typology of the formations, of the geographical provenance of the projects and also of the stylistic trends of jazz represented. Regarding the high-profile concerts, we may highlight three fundamental musicians of the last decades of jazz – the bassist Dave Holland, the trumpeter Dave Douglas and the composer and arranger Steven Bernstein –, musicians who, despite the artistic differences, have given a decisive contribution to transform the shape of contemporary jazz. Holand`s project Aziza, Dave Douglas` band Uplift and the Millennial Territory Orchestra led by Bernstein are the confirmation of the present artistic vitality of these three great jazz musicians. All three projects involve the collaboration of influential musicians of contemporary music, such as the bassist and producer Bill Laswell and the singer Catherine Russell, two artists who, having developed their work in almost opposite musical languages, may be considered examples of a rare artistic integrity and anti-starsystem attitude. In 2018, one of the most distinguished features of Guimarães Jazz is the focus on the new generation of jazzmen. The programme includes two emergent musicians of Chicago (one of jazz`s mythological cities which is constantly renovating itself and continues to be as active as it ever was): the trumpeter Marquis Hill and the bassist and composer Matt Ulery, who will perform with his own project, Delicate Charms, and will also direct the workshops and jam sessions and will work with the ESMAE`s big band and string ensemble. The global dynamics of jazz is also present at the festival with the names of Avishai Cohen, an extraordinary Israeli trumpeter who has recorded for the record label ECM, and of the flutist and composer Léa Freire, who will present the project Cartas Brasileiras (Brazilian Letters), accompanied by the Orchestra of Guimarães. The focus on alternative geographies is also manifested on the concerts taking place in the small auditorium, where the Pablo Held Trio (representative of the excellence of Germany`s jazz scene) and the idiosyncratic band Random/Control, led by the talented Austrian pianist David Helbock, will perform. The Portuguese accordionist João Barradas, a gifted musician who is currently on an ascending trajectory of international recognition, will perform in quartet accompanied by emergent European musicians and by the North-American saxophonist Greg Osby. The collaboration between Guimarães Jazz with the association Porta-Jazz and with ESMAE confirm the importance of promoting the work of young Portuguese musicians. The workshops and the jam sessions are customary extensions of the festival and of the most important dimensions of its relation with the city of Guimarães and with the Portuguese jazz circuit, while at the same time contributing to potentiate the musical growth and formation of young musicians.The festival will close with The Mingus Big Band, a tribute to Charles Mingus that will certainly constitute one of the highlights of this year’s edition of the festival. Led by Mingus` widow, this big band is formed by powerful and gifted musicians and is considered one of the most artistically relevant projects dedicated to the jazz masters’ music. In a time when the future of music, and of the world, is diffuse and difficult to anticipate, it seems to make sense the revisiting of the work of Charles Mingus, one of the most influential names of the music of the twentieth century and an inspirational example of integrity and artistic audacity, values that are now, more than ever, important to celebrate. Ivo Martins

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Pelo terceiro ano consecutivo, e após duas experiências de grande sucesso primeiro com a big band Lisbon Underground Music Ensemble de Marco Barroso e depois com o guitarrista Nels Cline, o Guimarães Jazz volta a convidar a Orquestra de Guimarães para um novo projeto de colaboração, desta vez com o quarteto de Léa Freire, reforçando assim a intenção de dar espaço de visibilidade e de desenvolvimento artístico aos músicos locais, integrando-os num espírito de partilha de conhecimento capaz de gerar dinâmicas de criação dentro da cidade que acolhe o festival. Cartas Brasileiras é um projeto de revisitação do património musical do Brasil que integra elementos do samba e do choro num formato orquestral jazzístico baseado sobretudo nas composições da prestigiada flautista e compositora Léa Freire, contribuindo assim para a releitura e revalorização do extraordinariamente rico legado da música popular brasileira. 
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA DO FESTIVAL (acesso a todos os concertos)
Preço 80,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 6 CONCERTOS (à escolha)
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ASSINATURA 3 CONCERTOS (à escolha)
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After two successful experiences with Marco Barroso`s big band LUME and the guitarist Nels Cline, the Guimarães Orchestra will collaborate again with Guimarães Jazz, this time with Léa Freire`s quartet, in an effort to provide the local musicians condition for their artistic development, integrating them in a spirit of sharing of musical knowledge capable of generating new creative dynamics in Guimarães. Cartas Brasileiras (in English, Brazilian Letters) is a project focused on the reinterpretation of Brazil`s musical patrimony that includes the popular expressions of samba and choro through an orchestral jazz format, mainly based on the compositions of the Brazilian flutist and composer Léa Freire, contributing to the reinterpretation and revaluation of the extraordinarily rich patrimony of Brazilian popular music. 

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Felipe Senna direção musical
Léa Freire flauta, composição
Lucas Casacio bateria, percussão 
Tiago Costa piano 
Marcos Paiva contrabaixo
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Maiores de 12
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Uplift é a mais recente formação de um dos músicos mais importantes da cena jazzística nova-iorquina das últimas décadas, o trompetista e compositor Dave Douglas, que aqui se faz acompanhar por um extraordinário ensemble de instrumentistas. De acordo com as palavras do próprio Dave Douglas, este projeto apresenta um cariz marcadamente político, no qual sobressai uma perspetiva crítica dos tempos atuais. Considerando o nível altíssimo dos músicos que acompanham Dave Douglas neste seu novo grupo e o espírito de insubmissão e manifesto que está na génese do projeto, é legítimo esperar uma música inconformada e à procura de novas ideias criativas. Uplift é a forma de Dave Douglas nos recordar que o dever da arte é escolher ter esperança, e que é essa única mensagem possível de qualquer proposta artística que se suponha inovadora.
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA DO FESTIVAL (acesso a todos os concertos)
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ASSINATURA 6 CONCERTOS (à escolha)
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ASSINATURA 3 CONCERTOS (à escolha)
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Uplift is the most recent project by one of the most important musicians of the New York jazz scene of the last decades, the trumpeter and composer Dave Douglas, accompanied by an extraordinary ensemble of instrumentalists. According to Dave Douglas himself, this project has a strong political intention, in which excels a critical perspective towards our times. Considering the excellence of the musicians who form this band and the spirit of rebellion and disquietude behind the band’s artistic purposes, it is legitimate to expect from this concert a nonconformist music, in search for new creative ideas. Uplift is the way Dave Douglas found to remind us that the mission of art is to choose hope, and that this is the only possible message of any artistically innovative proposal.
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Dave Douglas trompete 
Jon Irabagon saxofone tenor e soprano
Rafiq Bhatia guitarra
Mary Halvorson guitarra
Bill Laswell baixo elétrico
Ches Smith bateria
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Originário de Telavive e sedeado atualmente em Nova Iorque, Avishai Cohen é, apesar da sua juventude, um dos mais relevantes trompetistas do jazz da atualidade, detentor de uma sensibilidade musical pontuada por um multiculturalismo inclusivo e sincrético. Embora centrada nas composições de Avishai Cohen, a música deste quarteto – composto por instrumentistas muito experimentados e com créditos firmados no meio jazzístico internacional – é expansiva e multicultural na sua génese, pelo que é possível afirmar que nela respira uma melodia própria, composta por uma confluência de sonoridades, permeável a influências e sensível às diferenças culturais, razões que fazem com que esteja perfeitamente sintonizada com os espíritos benignos do tempo.
 
ASSINATURAS
 
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A native of Telavive and currently based in New York, Avishai Cohen (b. 1978, Israel) is, despite his youth, one of the most prominent trumpeters of contemporary jazz, a musician of a musical sensibility punctuated by an inclusive and syncretic multiculturalism. Although focused on Avishai Cohen`s compositions, the music of this quartet – formed by experimented musicians with a solid reputation within the international circuit of jazz – is expansive and genetically multicultural. It breathes a very personal melody, made of a confluence of sounds, permeable to influences and sensible to cultural differences, in tune with the benign spirits of the time.
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Avishai Cohen trompete
Yonathan Avishai piano
Barak Mori contrabaixo
Ziv Ravitz bateria
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Oriundo de Chicago, sendo atualmente um dos representantes mais destacados da dinâmica musical daquela que é uma das cidades mais importantes do jazz, Matt Ulery é um talentoso contrabaixista e compositor que, durante os últimos vinte anos, tem desenvolvido um sólido trajeto no meio jazzístico internacional. Ulery tem mantido uma relação de proximidade e cumplicidade artística com alguns dos músicos emergentes da cena jazzística de Chicago, e a formação que serve de veículo ao projeto Delicate Charms é reveladora desse fulgor colaborativo. Este projeto mostra-se fiel aos princípios artísticos de Ulery: a criação de uma música expressiva, baseada em fraseados e melodias não-convencionais e integradora de uma memória musical inclusiva, capaz também de absorver e potenciar os contributos dos intérpretes das suas composições, alcançando assim patamares de universalidade e autenticidade raramente presente na música do terceiro milénio.

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Matt Ulery, currently one of the most prominent representatives of the musical dynamics of Chicago, one of jazz`s most important cities, is a gifted bassist and composer who, during the last twenty years, has built up a solid career. Ulery holds a very close relation of artistic complicity with some of the emergent musicians of Chicago`s jazz scene, and the ensemble of instrumentalists which forms the project Delicate Charms is a direct consequence of that proximity. The project Delicate Charms is faithful to Ulery`s artistic principles: the aim to create expressive music, based on non-conventional phrases and melodies, capable of absorbing and potentiating the contribution of the interpreters of his compositions, therefore achieving levels of universality and authenticity that are rarely seen in the music of the third millennium.
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Matt Ulery contrabaixo e composições
Zach Brock violino
Greg Ward saxofone alto
Quin Kirchner bateria
Rob Clearfield piano
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A edição de 2018 do Guimarães Jazz encerrará com um momento de celebração do legado de uma das figuras fundamentais da música do século XX, o contrabaixista e compositor Charles Mingus, cuja obra permanece no imaginário coletivo como um símbolo do espírito inconformista e radicalmente inovador que fez do jazz uma das expressões artísticas mais marcantes e revolucionárias da modernidade. Liderada por Sue Mingus, viúva e cúmplice afetiva e artística do homenageado, The Mingus Big Band é um ensemble constituído por músicos de exceção e de grande capacidade inventiva, sendo considerada um exemplo de vitalidade criativa dentro do universo de projetos dedicados à reinterpretação da obra dos grandes mestres do jazz.
 
ASSINATURAS
 
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Led by Sue Mingus, widow and artistic accomplice of the composer, The Mingus Big Band is an ensemble formed by excellent and widely inventive musicians, and it is considered an example of creative vitality within the universe of jazz projects devoted to the reinterpretation of the work of the great jazz master.Guimarães Jazz`s 2018 edition will close with the celebration of the legacy of one of the fundamental figures of music of the twentieth century, the bassist and composer Charles Mingus, whose work remains in the collective as a symbol of the nonconformist and radically innovative spirit of jazz as a striking and revolutionary expression of modern art. 

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Wayne Escoffery saxofone tenor
Abraham Burton saxofone tenor
David Lee Jones saxofone alto, saxofone soprano, flauta
Alex Terrier saxofone alto
Jason Marshall saxofone barítono
Conrad Herwig trombone tenor
Robin Eubanks trombone tenor
Dave Taylor trombone baixo, tuba
Jack Walrath trompete
Alex Sipiagin trompete
Alex Norris trompete 
Theo Hill piano
Boris Kozlov contrabaixo
Donald Edwards bateria
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Maiores de 12
Durante o mês de novembro, Guimarães vive ao ritmo do jazz. Nestas animações musicais, o jazz surge em contextos quotidianos menos previsíveis, procurando envolver a população naquele que é o principal festival da cidade. A música também visita as escolas e vai ao encontro de todos aqueles que queiram desfrutar do festival. Porque o Guimarães Jazz é de todos e para todos.
 
Terça 06 novembro
18h30 Ruas da Cidade 
19h30 Virabar Restaurante
 
Quarta 07 novembro
10h10 EB 2/3 Fernando Távora
18h30 GuimarãeShopping 
19h30 Virabar Restaurante
19h30 Sala 141 
 
Quinta 08 novembro
10h05 EB 2/3 Abação
19h30 Virabar Restaurante
19h30 Sala 141 
19h30 Santa Luzia ArtHotel 
19h30 Pizzaria Luzzo 
 
Sexta 09 novembro
10h05 EB 2/3 D. Afonso Henriques 
18h30 Bar da Ramada 
18h30 CAAA 
19h30 Restaurante Cor de Tangerina 
19h30 Sala 141 
19h30 Santa Luzia ArtHotel 
 
Sábado 10 novembro
18h30 GuimarãeShopping 
19h30 Restaurante Cor de Tangerina 
19h30 Hool Restaurante 
19h30 Santa Luzia ArtHotel 
 
Segunda 12 novembro
10h15 EB 2/3 Egas Moniz 
18h30 Ruas da Cidade 
18h30 Café Óscar 
 
Terça 13 novembro
10h10 EB 2/3 de S. Torcato 
18h30 GuimarãeShopping 
18h30 Café Óscar 
19h30 Virabar Restaurante
 
Quarta 14 novembro
10h05 EB 2/3 João de Meira 
18h30 Bar da Ramada 
19h30 Virabar Restaurante
19h30 Hool Restaurante 
19h30 Sala 141 
 
Quinta 15 novembro
18h30 CAAA 
19h30 Sala 141 
19h30 Santa Luzia ArtHotel 
19h30 Pizzaria Luzzo 

Sexta 16 novembro
18h30 GuimarãeShopping 
18h30 Bar da Ramada 
19h30 Restaurante Cor de Tangerina 
19h30 Santa Luzia ArtHotel 
 
Sábado 17 novembro
19h30 Restaurante Cor de Tangerina 
19h30 Hool Restaurante 
19h30 Sala 141 
19h30 Santa Luzia ArtHotel 

During the month of November, life in Guimarães will be sprinkled and spiced with the sounds of jazz rhythms. In these entertaining moments, jazz will emerge in the most unpredictable daily contexts in an attempt to involve the population of Guimarães in its main music festival. Schools will be filled with music, and music will seek out those who want to be reached by the Festival. This is because Guimarães Jazz is for everyone and by everyone. 
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Todas as idades





As inscrições só serão consideradas válidas após efetuado o pagamento da respetiva caução, sendo aceites por ordem de pagamento, até ao limite dos lugares disponíveis. O pagamento da caução poderá ser feito em numerário no Centro Cultural Vila Flor ou no Centro Internacional das Artes José de Guimarães, ou através de cheque enviado por correio à ordem de “A Oficina, CIPRL”. O valor será reembolsado caso o participante esteja presente em pelo menos 80% da atividade ou em caso de desistência até ao dia 08 de novembro.
As oficinas de jazz são uma experiência única de trabalho criativo com músicos de elevada qualidade técnica, envolvidos num dos contextos mais fervilhantes da criação jazzística contemporânea. Tal como as jam sessions, são dirigidas pelos músicos residentes que se deslocam propositadamente dos EUA a convite do festival, fixando-se em Guimarães durante duas semanas. Este ano, as oficinas de jazz serão orientadas por um conjunto de músicos oriundo daquela que é uma das cidades mais importantes do jazz: Chicago. O contrabaixista e compositor Matt Ulery, o pianista Rob Clearfield, o saxofonista Greg Ward, o baterista Quin Kirchner e o violinista Zach Brock são instrumentistas versáteis e de notáveis recursos técnicos com uma sólida reputação no exigente circuito da cidade-capital do Illinois e que têm vindo a percorrer uma trajetória profissional que já lhes permitiu colaborar com nomes importantes da música contemporânea.
 
Data limite de inscrição 07 novembro
Nº máximo de participantes 25
Inscrição gratuita (sujeita ao pagamento de uma caução no valor de 25,00 euros que será reembolsada caso o participante esteja presente em pelo menos 80% da atividade ou em caso de desistência até ao dia 08 de novembro)
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As inscrições poderão ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor ou através do preenchimento do formulário de inscrição disponível neste site

The jazz workshops are a truly exceptional experience allowing for creative collaboration with musicians of high technical quality involved in one of the most exciting contexts of contemporary jazz creation. As with the jam sessions, the workshops are led by the musicians in residence who have come from America at the Festival`s invitation to set up shop in Guimarães for two weeks. This year, in charge of the jazz workshops is a group of young performers hailing from one of the most important cities for jazz, Chicago. Bassist and composer Matt Ulery, pianist Rob Clearfield, saxophonist Greg Ward, drummer Quin Kirchner, and violinist Zack Brock are the versatile instrumentalists with outstanding technical skill and a solid reputation on the demanding Chicago circuit, men whose career paths have enabled them to collaborate with some of the most prominent names in contemporary music. 
ficheiros  |  formulario de inscrição fechar todos
3,00 EUR / 2,00 EUR c/d (CCVF / CAFÉ CONCERTO)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Sócios do Convívio Associação Cultural

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
As jam sessions conferem ao Guimarães Jazz uma das suas facetas identificadoras. A sua componente de improvisação revela o lado mais informal do jazz, permitindo que o público a possa ouvir num ambiente mais direto e próximo dos músicos. Este ano, as jam sessions no Convívio Associação Cultural e no Café Concerto do CCVF serão lideradas pelo contrabaixista e compositor Matt Ulery que virá acompanhado por jovens instrumentistas da cena jazzística de Chicago, como o pianista Rob Clearfield, o saxofonista Greg Ward e o baterista Quin Kirchner. Desta formação faz ainda parte o virtuoso violinista Zach Brock que, apesar da sua juventude, possuiu já um estatuto consolidado na cena jazzística norte-americana.
 
Quinta 08 a Sábado 10 novembro, 24h00-02h00
Convívio Associação Cultural 
 
Quinta 15 a Sábado 17 novembro, 24h00-02h00
CCVF / Café Concerto

The jam sessions are certainly one of the most identifying marks of Guimarães Jazz. It is this improvisational perspective that unveils the more informal nature of jazz, one that both allows the public to appreciate this musical form in a more direct way and brings audiences closer to the musicians. This year, the jam sessions at the Convívio Cultural Association and the CCVF Café Concerto will be led by bassist and composer Matt Ulery, who will be accompanied by young musicians from the Chicago jazz scene: pianist Rob Clearfield, saxophonist Greg Ward and drummer Quin Kirchner. Joining the group will be virtuoso violinist Zack Brock who, despite his young age, has made quite a name for himself on the jazz scene in America.
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Matt Ulery contrabaixo e composições
Zach Brock violino
Greg Ward saxofone alto
Quin Kirchner bateria
Rob Clearfield piano
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Maiores de 12
Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de novembro de 2018.

 

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Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
A escrita e a audição musicais implicam permanentemente memória.
Ouvimos temas, melodias, formas sonoras porque memorizamos sequências, que reencontramos adiante na mesma obra, ou mesmo em diferentes obras que dialogam entre si. A composição tece-se nesse permanente entrelaçado de sons apreendidos que alternam com secções novas. Por que é que nesse jogo ininterrupto, entre memória e inovação, a música nos faz vibrar e nos toca? Ana Paixão é doutorada em literatura comparada com uma tese sobre «Retórica e técnicas de escrita literárias e musicais em Portugal – séculos XVII e XIX». Investigadora do Centro de Estudos de Sociologia e de estética musical da Universidade Nova de Lisboa, trabalhou na Universidade de Paris III e no Conservatório nacional em Lisboa. Desde 2010, ensina na Universidade de Paris 8 e dirige a Casa de Portugal - André de Gouveia.
 
Consulte o site da Casa da Memória
Composing and listening to music inexorably imply the use of memory.
We hear tunes, melodies and sound forms because we memorize sequences that we reencounter in the same work or even in different works that are in dialogue with one another. The composition is woven in this permanent intertwining of learned sounds that alternate with new sections. Why is it that in this uninterrupted game between memory and innovation music is able to make us resonate and touch us? Ana Paixão holds a doctorate in Comparative Literature with her thesis title translated into English as “Rhetoric and Literary and Musical Writing Techniques in Portugal from the 17th to 19th century”. Researcher at the Sociology and Musical Aesthetics Research Center at the Universidade Nova de Lisboa, she has worked at the University of Paris – III and the Portuguese National Conservatory in Lisbon. Since 2010, she has been teaching at the University of Paris – 8 and she is currently the Director of the Casa de Portugal – André de Gouveia.
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Maiores de 12
2,00 EUR
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa.
Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em novembro, partimos de técnicas de movimento e da interação dos eixos corpo-espaço-objeto. Quanto espaço ocupa o meu corpo? Que marcas deixo nos espaços por onde percorro? Como registar o espaço que ocupo? Nesta oficina iremos descobrir física e sensorialmente os diferentes espaços da Casa da Memória e lá deixar a memória dos nossos corpos. 

Criação e Orientação Melissa Rodrigues 
Público-alvo Maiores de 3 
Duração c. 90 min. 
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas 
Preço 2,00 eur
Inscrição até 15 novembro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt

Consulte o site da Casa da Memória

 

Thinking, seeing, listening, creating, doing, feeling. In the lounge, in the kitchen, at the table or outdoors. There are Sundays when all you want to do is stay home.
So come to our home, the Casa. One Sunday per month, we go in search of different interpretations of historical facts, traditions, legends, persons, places, or objects that we find in the exhibition space. In the cosiness of the Casa, we offer a space of encounter for families, friends, different generations, artists and artisans. And ideas as well. We will create labyrinths, invent stories, use clay, linen or paper, we will make food, music and promises, with our hands, our heads and our entire body. In November, we will take up the techniques of movement and interaction along the axis of body-space-object. How much space does my body occupy? What marks do I leave behind on those spaces that I pass through? How do I register the space that I occupy? In this workshop we will discover the various spaces at the Casa da Memória both physically and via the senses, leaving behind the memory of our very own bodies.
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5,00 EUR, Contextile PASS 2018
bilhete único, todas as exposições | (apoio e sustentabilidade)
3,00 EUR, estudantes e jovens até 25 anos*desconto de grupo, escolas e famílias

Mais info: www.contextile.pt | i.point Contextile 2018 (Rua Paio Galvão, 6 e 7, Guimarães)
“Side-by-side” (Lado-a-lado) restabelece uma ligação simbólica entre o lugar do novo e do antigo Mercado da Cidade (a Plataforma das Artes), inaugurada em 2012, que promete restaurar os laços afetivos entre dois lugares tão especiais nas dinâmicas sociais que atravessam Guimarães.
Convocando duas instituições distantes no tempo mas próximas geograficamente, o CIAJG e a Sociedade Martins Sarmento, a artista propõe estabelecer uma circulação de imagens, objetos, pessoas e animais, mediada ecos da memória do tempo passado.
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães

“Side-by-side” re-establishes the symbolic link between the place that is the former Town Market (now transformed into the Platform for the Arts) and the new Town Market, inaugurated in 2012, and promises to restore the bonds of affection that tie together two very special places in the social dynamics that crisscross Guimarães. Calling upon two institutions quite far apart in time but geographically near one another – the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG and the Martins Sarmento Society – the artist wishes to establish a circulation of images, objects, persons, and animals, together with songs from the choral group, “Outra Voz”, and the echoes of memories from times gone-by. 
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Todas as idades

Entrada livre
Esta exposição percorre um hiato temporal de 30 anos, desde uma primeira fotografia, feita em abril de 1988, até ao presente.
Procurámos descrever uma cidade e a sua paisagem envolvente. Sobre o solo está desenhada uma teia evolutiva de complexidade crescente. Vislumbramos possibilidades de sentido em que tempo, espaço e os fazeres humanos se entrelaçam. É o diálogo entre matérias e formas, aparentemente desconexas, para mostrar Guimarães e o seu território circundante. É um modo de revelar processos de relação com a terra, com as tecnologias de captura da imagem pela fotografia, pelas manualidades associadas aos processos de comunicação de conceitos, linhas de pensamento. É o discurso construído entre a imagem da cidade e uma forma possível de a representar.
 
Consulte o site da Casa da Memória
This exhibition covers a time frame of 30 years, from the first snapshot taken in April 1988 to the present day. We have sought to depict a city and its surrounding landscape.

On the land is drawn an evolving web of growing complexity. We have caught a glimpse of a way in which time, space and human craft enmesh. It is the dialogue between materials and forms, apparently disconnected, which put Guimarães and its surrounding territory on display. It is a way to shed light on processes of relating with the earth and with technologies for capturing images via photography and the manual tasks associated with the processes of communicating concepts and lines of thought. It is the discourse between the image of the city and a possible way to depict it. 

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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Exposição que mapeia a duradoura e ampla influência que João Cutileiro teve na arte portuguesa dos anos 1960 a 1990, nomeadamente o grupo de Évora (Charrua, Bravo, Lapa, Palolo) e a geração de artistas surgidos na década de 1980 (Manuel Rosa, José Pedro Croft, entre outros).
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
This exhibition will map out the long-lasting and ample influence that João Cutileiro has had on Portuguese art from 1960 to 1990, namely the Évora Group (Charrua, Bravo, Lapa, Palolo) and the generation of artists emerging in the 1980s (Manuel Rosa and José Pedro Croft, among others).
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Curadoria Nuno Faria e Filipa Oliveira
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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Exposição que reúne obras inéditas em cartão, incluindo maquetas de trabalhos públicos projetados e construídos em Portugal e no estrangeiro, que dará ao grande público uma ideia muito clara da dimensão processual e experimental do trabalho de José de Guimarães.
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
This exhibition will bring together unseen work in cardboard, including models of public works projects constructed both in Portugal and abroad, that will give the general public a very clear idea of the process and experimental dimension of the work of José de Guimarães.
informação adicional  |  imagens fechar todos
Curadoria Nuno Faria
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Todas as idades
3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita à Casa da Memória + Visita ao CIAJG
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. 
 
Horário
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site da Casa da Memória
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors.
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Todas as idades
COMPRAR BILHETES
15,00 EUR / 12,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
The Tallest Man On Earth, um dos maiores talentos do indie folk mundial, está de regresso a Portugal para três concertos onde apresentará as novas canções do projeto multimédia “When The Bird Sees The Solid Ground”.
Depois de 4 álbuns e 2 EPs editados, The Tallest Man On Earth, nome artístico do cantor e compositor sueco Kristian Matsson, brinda-nos com “When The Bird Sees The Solid Ground”, uma série de 5 webisódios, que começaram por ser disponibilizados em março e que se foram sucedendo ao longo da primavera e do verão. Realizados pelo próprio em ambiente caseiro, os vídeos foram o suporte escolhido para estrear os novos temas, bem como para contar a história por detrás dos mesmos. O tom confessional de “When The Bird Sees The Solid Ground” será agora transportado para palco, numa digressão mundial que, em Portugal, passa por Lisboa e Aveiro, terminando em Guimarães, no Centro Cultural Vila Flor, a 24 de fevereiro.
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Maiores de 6 

COMPRAR BILHETES
25,00 EUR - Cadeiras de Orquestra
(com oferta de CD)

20,00 EUR - Primeira e Segunda Plateias
A Tour “Odeon Hotel”, o nome do sexto álbum de originais dos Dead Combo, que teve início em abril de 2018 e se estenderá até ao final de 2019, conta com mais de cinquenta espetáculos realizados de norte a sul do país, incluindo as ilhas e algumas incursões por diversos países europeus e da América.
Em 2019, a Tour “Odeon Hotel” terá dois espetáculos especiais, um em Lisboa, no Coliseu dos Recreios, no dia 28 de fevereiro, e o outro em Guimarães, no Centro Cultural Vila Flor, no dia 2 de março. Para estes espetáculos especiais, os Dead Combo convidam Mark Lanegan, cantor e compositor norte-americano que, neste disco, dá voz a “I Know, I Alone”, um dos mais belos poemas escritos em língua inglesa por Fernando Pessoa, e Alain Johannes, músico e produtor norte-americano (Eleven, Chris Cornell, Queens of the Stone Age, PJ Harvey), responsável pela produção do disco “Odeon Hotel”.
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 Maiores de 6
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