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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de julho de 2017.

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2,00 EUR
Uma história tem muitos fios e o bordado de Guimarães tem outros tantos pontos para aprender. À conversa entre agulhas e novelos, muito se irá desenhar e bordar nesta manhã, em família, na Casa da Memória.
Com Adélia Faria, Conceição Ferreira, Isabel Oliveira
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Público-alvo maiores de 3 
Data limite de inscrição 21 de julho
Preço 2,00 eur
As inscrições devem ser efetuadas através do preenchimento do formulário disponível online.
A story can have many threads, and traditional Guimarães embroidery has just as many stitches to learn.
In the conversation between needlework and storytelling, much will be drawn out and woven.
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O Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous chega à sua 4ª edição com um rico e intenso programa artístico, desenvolvido pelo Teatro da Didascália, que coloca as cidades de Braga, Guimarães e Vila Nova de Famalicão no centro do desenvolvimento e pensamento do circo contemporâneo.
A edição deste ano apresenta propostas artísticas que apontam para a descoberta de novas formas, reinventando os padrões estéticos que normalmente associamos ao circo, através de espetáculos híbridos que, de forma inovadora, subvertem os aparelhos e as técnicas tradicionais. Algumas destas obras provocadoras chegam-nos pela mão de 4 projetos laureados por uma das mais importantes plataformas internacionais de apoio e acompanhamento a artistas emergentes na área do circo contemporâneo, a CircusNext. O Teatro da Didascália é parceiro associado desta plataforma internacional que tem como coorganizador A Oficina. Paralelamente às apresentações, o festival promove uma série de oficinas de formação, com o objetivo de sensibilizar a comunidade envolvente sobre a complexidade destas linguagens. Julho começa a ser sinónimo de circo nas ruas e praças deste triângulo urbano no qual se equilibra este Festival Internacional de Circo Contemporâneo. Venha para a rua assistir à sua cidade de pernas para o ar! 
The Vaudeville Rendez-Vous International Festival is now in its 4th edition with a rich and vibrant artistic programme, organized by Teatro da Didascália, which is putting the cities of Braga, Guimarães and Vila Nova de Famalicão in the center of the development of, and reflection on, the contemporary circus.
This year`s edition presents artistic proposals that point to finding new forms, and reinvent the aesthetic patterns that we usually link to circuses, through hybrid shows, which subvert the traditional apparatus and techniques in an innovative way. Some of these provocative works come to us by the hand of four laureate projects by one of the most important international platforms for the support and monitoring of emerging artists in the field of contemporary circus – CircusNext. Teatro da Didascália is an associated partner of this international platform, which is co-organized by A Oficina. Alongside the presentations, the festival promotes a series of workshops with the aim of raising the awareness of the local community about the complexity of circus languages.  July is ever more a synonym of circus in the streets and squares of this urban triangle where, for two editions now, this International Contemporary Circus Festival has been balancing itself. Come out into the streets and experience your city upside down!
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Direção Artística Bruno Martins
Programação e Direção Geral Bruno Martins e Cláudia Berkeley
Direção de Produção Mariana Vitale
Direção Técnica Valter Alves
Design Gráfico Rui Verde
Fotografia e Vídeo Os Fredericos
Assessoria de Imprensa Central de Informação
Tradução Susana Ferreira
Organização Teatro da Didascália
Coprodução Município de Braga, Município de Guimarães, Município de Vila Nova de Famalicão
Inscrição gratuita
Quinta 27 / 10h00-13h00
Malabarismo - Manipulação de Objetos 
Desenhar o corpo e objeto no espaço através da manipulação de objetos. Aqui desenvolvemos o aumento do campo visual e a destreza da coordenação motora. 

Sexta 28 / 10h00-13h00
Equilíbrio 
O corpo sob aparelhos, ou os aparelhos sob o corpo. O teu corpo colocado em desequilíbrio, o risco do descontrolo. Desafia-te e encontra o teu eixo e o ponto fixo que te mantêm de pé. 
 
Sábado 29 / 14h00-17h00
Acrobacia Aérea 
Suspende-te! Experimenta a vertigem e o risco de estar nas alturas através de aparelhos suspensos. Um trabalho de força, flexibilidade e autossuperação. 
 
Inscrição gratuita através de formulário próprio disponível no site www.teatrodadidascalia.com
O local de realização da oficina será informado após a inscrição.

Thursday 27 / 10h00-13h00
Juggling – Handling Objects 
Movement of the body and objects through space through the handling of objects. Here we will work on widening the visual field and dexterity and motor coordination.
 
Friday 28 / 10h00-13h00
Balancing 
The body under an apparatus or an apparatus under the body. Your body off balance, not being in full control. Challenge yourself and find your vertical axis and the fixed points that will keep you upright. 
 
Saturday 29 / 14h00-17h00
Aerial Acrobatics 
Suspend yourself up in the air! Test the heights and risk it on the suspended apparatus. Prepare yourself for strength work, flexibility, and successfully taking on a challenge.
 
Free registration by completing the form available at www.teatrodadidascalia.com
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Local - Largo de Donães

Entrada livre
Espetáculo de circo contemporâneo que remete para a ruralidade, a sua desconstrução e imaginário, sob um ponto de vista urbano e contemporâneo.
Investigação artística através da relação do corpo e do objeto em cruzamento com a instalação plástica, composição sonora e iluminação. Partindo da ideia do trabalho original e primário e do seu lugar no espaço urbano atual, escolhemos um objeto que cava os tempos até hoje – a enxada. Símbolo de trabalho, de ligação entre o passado e o presente, de repetição e equilíbrio comuns ao circo contemporâneo. Uma alusão poética ao trabalho da terra através de um objeto/alfaia ancestral que relaciona o homem com a paisagem.
Contemporary circus show referring to rurality, its deconstruction and image from an urban and contemporary perspective.
Artistic research exploring the relation between the body and the object, which connects to the plastic installation, lightning and sound composition. Going from the idea of the original and primary work and from its place in the current urban space, we have chosen an object that digs the times up to the present - the hoe. A symbol of work, a link between past and present, repetition and balance, common elements of the contemporary circus. A poetical allusion to working the land, through an ancient object/implement that connects man to landscape. 
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Cocriação Erva Daninha / Binaural/Nodar 
Direção artística e conceção plástica Vasco Gomes, Julieta Guimarães
Interpretação e operação Jorge Santos, Julieta Guimarães, Rodrigo Matos, Vasco Gomes
Composição sonora Luís Costa 
Desenho de iluminação Romeu Guimarães 
Coprodução Teatro Nacional São João 
Apoios Teatro Municipal do Porto, Instituto Politécnico do Porto, Câmara Municipal de Vouzela, IEFP, Niepoort
Maiores de 3
Local - Largo da Oliveira

Entrada livre
Poesia extrema e um elegante malabarismo juntam-se quando Andres e Hannes se encontram.
Para além da paixão pelo malabarismo, cada um deles é dono de habilidades únicas. Andres é músico e cozinheiro, enquanto Hannes é um acrobata e motorista de uma carrinha. Após dois anos de pesquisa e treino intensos, formaram-se juntos na “Centre des Arts du Cirque - Le Lido” e criaram a sua primeira peça. 45 minutos de humor caraterístico, estética única e elevado brilho técnico.
Extreme poetry and elegant juggling get together when Andres and Hannes meet each other.
In addition to their passion for juggling, each one has unique skills. Andres is a musician and a cook and Hannes is an acrobat and a van driver. After two years of research and intense training, they graduated together from the circus education Center des Arts du Cirque - Le Lido and created their first piece. 45 minutes of special humor, unique aesthetics and technical high gloss.
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Criação e Interpretação Andres Torres Diaz e Johannes Bauhofer
Maiores de 3
Local - Largo da Oliveira

Entrada livre
Dois artistas portugueses, João Paulo dos Santos, acrobata de mastro chinês, e Rui Horta, coreógrafo, combinam as suas experiências e influências para criar um espetáculo singular chamado “Contigo”, no qual encontram a sua própria linguagem.
Este espetáculo aborda a perceção que cada um tem dos seus corpos e objetos. Num espaço vazio, com apenas alguns objetos, o mastro chinês e, sobretudo, um corpo, João expressa a sua raiva e as suas habilidades entre o céu e a terra, mas também a sua exaustão e solidão.
Two Portuguese artists, João Paulo dos Santos, a chinese polet acrobat, and Rui Horta, a choreographer, mix their experiences and influences to create a singular show named “Contigo” in which they find their own unique language.
This show deals with their different perceptions of their bodies and objects. On an empty scene, with some objects, a chinese mast and above all a body, João expresses his anger and his masterly skills between the sky and the earth, but also his exhaustion and his loneliness.
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Autores João Paulo dos Santos e Rui Horta
Interpretação João Paulo dos Santos
Música Tiago Cerqueira e Victor Joaquim
Figurinos Pedro dos Santos
Técnica Elsa Caillat
Coprodução O Ultimo Momento e Festival d`Avignon 2006, SACD/ Les Sujets à Vif com o apoio de O Espaço do Tempo, Montemor-o-Novo (Portugal)
“Contigo” foi concebido no contexto do Le Festival d`Avignon IN 2006 – Les Sujets à Vif
Maiores de 3
Local - Largo Condessa do Juncal

Entrada livre
Três personagens. Três homens encontram-se e confrontam-se, procurando um equilíbrio, um sentido.
Nas atividades humanas, vivas e belas, o sentido de equilíbrio parece ser sobretudo um limite, um ponto zero, um vazio a abraçar. Uma linha filiforme e sem consistência, esticada entre o sentido e o sem sentido, o ponto limite em que as coisas podem seguir um certo rumo. Debruçamo-nos perigosamente, com atenção para não perder o equilíbrio, mas absorvidos pela visão do abismo. O sentido da beleza vive deste movimento, desta duplicidade. Aventurar-se por entre as potencialidades não escolhidas, as águas não canalizadas e encontrar o equilíbrio de uma forma que o revela. É este o sentido? É aí que mora o nosso equilíbrio, o equilíbrio da beleza. Três personagens. Três homens encontram-se e confrontam-se, procurando um equilíbrio, um sentido.
Three characters. Three men meet and come into conflict in their quest for balance, for purpose.
In human activities, alive and beautiful, the sense of balance seems to be a limit, a ground zero, a void to embrace. A filiform line without consistency, stretched between sense and nonsense, the ridge where things can follow a certain direction. We dangerously project ourselves, paying attention not to lose balance, but drawn by the abyss. The sense of beauty lives off this movement, off this duplicity. To venture through non-chosen potential, unchartered waters and find balance in a way that reveals it. Is this the purpose? This is where our balance resides, the balance of beauty. Three characters. Three men meet and come into conflict in their quest for balance, for purpose.
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Performers Alexandre Duarte, Fábio Costantino e Ricardo Costa
Direção Boris Vecchio
Música Ares Mozzi
Produção Associazione Culturale Sarabanda
Coprodução Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous
Maiores de 3
Local - Jardim do Paço dos Duques de Bragança

Entrada livre
Em “Ex-Aequo”, duas personagens vão viver juntas. De uma forma divertida e física, exploram a área onde vão viver e não descansam até encontrarem o espaço adequado para cada um dos objetos.
Onde é que vamos pôr as plantas dela, onde é que vamos colocar o guarda-roupa e onde vão ficar as roupas dele? Ambas têm pertences importantes que merecem ter o seu próprio espaço na casa. “Ex-Aequo” é uma interpretação fantástica de dois jovens artistas de circo que nos comovem com os seus elementos acrobáticos impressionantes.
In “Ex-Aequo” two characters are going to live together. In a playful and physical way they explore the area where they are going to live together, and won’t rest until everything has found its place.
Where will we place her houseplant, where will we set the closet, and where will his clothes be placed? They both have important stuff which deserve their own place in their house. “Ex-Aequo” is a wonderful performance of two young circus artists who surprise and move you with their impressive acrobatic acts.
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Criação e interpretação Willem Balduyck e Sophie van der Vuurst de Vries
Técnico Rinus Samyn
Direção Klaus Jürgens
Maiores de 3
Entrada livre
Este debate pretende refletir sobre os diferentes modelos de apoio à criação do circo contemporâneo promovidos por diferentes instituições europeias e que integram o núcleo de profissionais convidados no âmbito do festival.
São eles: Johnny Torres de La Central Del Circ (Barcelona), Simon Carrara da Biennale Internationale des Arts du Cirque (Marselha), Koen Allary do Circus Centrum (Gent) e Rui Torrinha, delegado português do CircusNext (Europa).
This debate will reflect upon the different models to support creation within the contemporary circus, promoted by different European institutions which are part of the core of professionals invited to the festival.
Participating are: Johnny Torres from La Central Del Circ (Barcelona), Simon Carrara from the International Biennale of Circus Arts (Marseilles), Koen Allary from the Circus Centrum (Ghent) and Rui Torrinha, Portuguese delegate from CircusNext (Europe).
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Maiores de 12

Local - Jardim do Paço dos Duques de Bragança

Entrada livre
Inspirada nas esculturas portáteis de Tinguely, a Cia La Migration confronta os ciclos de uma estranha máquina com o movimento fluído dos funâmbulos que fazem da paisagem e dos seus perigos, parceiros.
O que consegue ver? Uma fantástica metamorfose da natureza, através de roldanas e contrapesos, que os humanos tentam dominar? Uma homenagem arrojada ao movimento perpétuo? Marion Even estudou arte dramática e dança e Quentin Claude estudou artes circenses. Juntos, criaram um momento onde o elemento espetacular dá lugar a uma perceção sensorial e onde o virtuosismo acrobático cruza o caminho de um pássaro que passa, uma lufada de ar fresco inesperada ou um sonho do espetador.
Inspired by Tinguely`s mobile sculptures, Cie La Migration confronts the cycles of a strange machine with the fluid movement of tight-rope artists, making the landscape and its hazards their partners.
 What can you see? A fantastic metamorphosis of nature, via pullies and counter-weights, which humans try to tame? A high-flying tribute to perpetual motion? Marion Even studied drama and dance and Quentin Claude circus arts. Together they have created a moment where the spectacular gives way to sensitive perception and where virtuoso acrobatics meet the path of a passing bird, an unexpected breath of air or a spectator`s dream.
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Texto Marion Even e Quentin Claude
Direção de cena Marion Even
Artistas Quentin Claude e Gaël Manipoud
Produção musical Jean-Christophe Feldhandler
Apoio e consultor artístico Jérôme Thomas
Produção e administração Natan Jannaud e Ameline Baudoin
Com o apoio de CircusNext / SACD Processus Cirque / DRAC Bourgogne Franche Comté / Conseil régional de Bourgogne Franche Comté Conseil départemental de la Côte d’Or / Ville de Dijon / DRAC Champagne-Ardenne et Rectorat de la Marne / Affluences
Coproduções, Residências e Apoio L`Abattoir – CNAR de Chalon-sur-Saône / Le Théâtre – Scène Nationale de Saint-Nazaire / Le Sirque – PNAC de Nexon en Limousin / Ville de Caen “Eclat(s) de Rue“ / CirQ`ônflex, plateforme pour le cirque – Dijon / ARMO – Cie Jérôme Thomas / Théâtre Mansart – Dijon / La Transverse – Corbigny / Centre Social et Culturel du Parmelan – Annecy / Théâtre Gaston Bernard – Châtillon-sur-Seine / Château du Grand Jardin – Joinville Collège Côte Legris – Épernay / La Maison de Courcelles / Château de Monthelon – Montréal (FR.) / ENACR de Rosny-sous-Bois / Balthazar – Montpellier / Académie Fratellini – Saint Denis
Maiores de 3

 

Local - Largo da Oliveira

Entrada livre
“Demudar” explora a relação entre as artes do circo e do teatro físico com o intuito de encontrar e transpor a singularidade do indivíduo para o espaço performativo com o objetivo de desenvolver linguagens próprias e criar roturas com os códigos clássicos do circo.
No espaço existem corpos, corpos que se desdobram em narrativas e situações quotidianas, corpos que contorcem o tempo, que manipulam o passado e o futuro e assim se criam quadros cénicos que nos permitem refletir sobre os dias de hoje. 
“Demudar” explores the relationship between circus arts and physical theatre, with the intent to develop and transpose the singularity of the individual in to the performative space objectively developing a particular language to break through the old habits and codes of classic circus.
In the space there are bodies, bodies that unfold into the narratives of day to day situations, bodies that bend time, manipulating the past and future creating scenic paintings which allow us to reflect upon our days. 
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Conceção e Direção Artística Hugo Oliveira 
Música Luca Argel 
Cenografia Hugo Oliveira / Bruno Capucho 
Intérpretes Ana Monzêlo, Ariana Silva, Beatriz Duarte, Bianca de Jesus, Bruno Sousa, Carmen Viegas, Carolina Vasconcelos, Chandra Malatitish, Douglas Guedes, Elvis Mendes, Fausto Tenório, Frederico Silva, Glória Tenório, João Serro, Jorge Gutierrez, Lia Sara, Luis Reis, Mafalda Albuquerque, Pedro Caetano, Shanay Chiu, Sofia Encarnação
Professores de Especialidades
Lira, Corda Fábio Constantino 
Bolas e Massas Jorge Lix 
Monociclo, Rola Bola e Corda Bamba André Borges 
Roda Cyr e Roda Alemã Bruno Machado 
Acrobacia, Mastro Chinês, Anéis Chineses e Straps Júlio Valdes 
Pinos Tiago Maia 
Corpo e Movimento André Araújo e Ana Dora Borges 
Produção Juliana Moura 
Assistência de Produção Clara Alvim 
Coprodução INAC – Instituto Nacional de Artes de Circo & Festival Internacional Vaudeville Rendez-Vous 
Maiores de 3
ENTRADA LIVRE
O Centro Histórico de Macau engloba o mais antigo legado arquitetónico europeu existente em solo chinês na atualidade.
Coexistindo com a arquitetura tradicional chinesa de Macau, constitui um testemunho de pluralismo cultural e retrata uma simbiose única de tradições arquitetónicas ocidentais e orientais. Através da objetiva do fotógrafo Chan Hin Io podemos olhar de perto a pomba de bronze do frontão das Ruínas de S. Paulo; nostalgicamente dançar ao longo do vibrante ondulado do empedrado do Largo do Senado; arrebatadamente procurar por entre os milhares de pontos luminosos que reluzem por detrás do Farol da Guia uma certa janela que tanto nos diz… quer elas captem as ruas num azul crepuscular ou as pessoas numa procissão, todas estas fotografias são registos de “realidade e de passado” de um acumular de mais de 400 anos de história.
 
Organização Instituto Cultural do Governo da R.A.E. de Macau
Coorganização A Oficina e Câmara Municipal de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
The Historic Centre of Macao includes the oldest western architectural heritage on Chinese soil today.

Macao includes the oldest western architectural heritage on Chinese soil today. Together with Macao`s traditional Chinese architecture, it stands witness to successful East-West cultural pluralism and architectural traditions. Under Chan Hin Io`s camera, we can look into the eyes of the bronze pigeon on the pediment of the Ruins of St. Paul`s; our nostalgia can dance along the vibrating wave pattern on the cobblestone-tiled Senado Square; our eagerness is triggered to look for the house window upon which our heart lingers, amidst the thousands of vibrant houselights behind the Guia Lighthouse… Whether they capture the streetscape in blue dusk or the people in a solemn parade, these photos are all records of “the reality and the past” that have accumulated from the city`s 400-year-old history.

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3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A exposição temporária “Pergunta ao Tempo” é o resultado de um longo processo de reapropriação do património cultural pelas mãos das crianças de turmas do 4.º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho de Guimarães.
Dentro da própria exposição permanente da Casa da Memória, os objetos, as histórias, os testemunhos recolhidos pelas crianças coabitam e dialogam com cada um dos núcleos expositivos. O património cultural, na sua materialidade e imaterialidade, a reflexão sobre a memória e as formas como a representamos, recolhemos e tratamos, envolveram todas as crianças, as suas famílias e a comunidade local. A Casa da Memória surge assim como lugar de abrigo e de encontro da comunidade consigo própria.
The temporary exhibition “Pergunta ao Tempo” (“Asking Time”) is the result of a long process of re-appropriation of cultural heritage carried out by 4th grade students from 13 primary schools in the Concelho (County) of Guimarães.
In the Casa da Memória`s permanent collection, the objects, stories, and testimonies collected by the students cohabitate and enter a dialogue with each one of the exhibition areas. Cultural heritage (in its material and intangible nature) and the reflection on memory and the forms we use to represent, collect and treat it, were themes which involved the children, their families and the local community. The Casa da Memória has thus emerged as a place of shelter for the community, one where people can have an encounter with one another.
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Fernando Lanhas (Porto, 1923-2012), como todos os arquitetos, sempre quis compreender a geometria do mundo.
A sua formação académica contribuiu tanto para esse objetivo como o ser pintor, desenhador, arqueólogo, paleontólogo, astrónomo, etnólogo e poeta. A sua obra pictórica, que deve ajudar a compreender como pode a pintura concorrer para o conhecimento do mundo, não pode, como veremos, ser separada das muitas outras atividades que o ocuparam durante mais de 50 anos. Enquanto pintor, Fernando Lanhas ocupa um lugar destacado na história da arte portuguesa, sendo apontado como pioneiro do abstracionismo geométrico.
 
Curadoria de Marta Moreira de Almeida
Em parceria com Fundação de Serralves
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Fernando Lanhas (1923-2012, b. Oporto), like many architects, always wanted to understand the geometry of the world.
His academic studies contributed as much toward this goal as his work as a painter, designer, archaeologist, paleontologist, astronomer, ethnologist, and poet. His pictorial works, which help in understanding how painting can contribute to our knowledge of the world, cannot, as we will see, be separated from the many other activities that occupied his time for more than 50 years. As a painter, Fernando Lanhas holds a special place in the history of Portuguese art for being a pioneer in geometric abstractionism. 
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
O CIAJG acolhe uma grande mostra composta por peças da coleção de Ivo Martins, em depósito no Museu de Serralves, em que pontificam alguns dos artistas mais relevantes da produção artística nacional das últimas três décadas, enquadrados por núcleos de obras de artistas referenciais tais como Joaquim Bravo, Álvaro Lapa ou Rui Chafes.
A coleção de Ivo Martins constitui-se como uma das mais singulares e consistentes visões do panorama artístico de uma geração de autores e a sua apresentação em Guimarães é um desígnio há muito tempo traçado.
 
Curadoria de Nuno Faria 
Obras de Joaquim Bravo, Álvaro Lapa, Xana, António Palolo, Pedro Casqueiro, Rui Chafes, Pedro Sousa Vieira, Paulo Mendes, Fernando Brito, Fernando José Pereira, Susana Mendes Silva, António de Sousa, Miguel Soares, Armanda Duarte, Fernando J. Ribeiro, Armando Ferraz, Miguel Leal, Cláudia Ulisses, Nuno Ramalho, Carla Filipe, Cristina Mateus, João Queiroz, Susanne S. D. Themlitz, Pedro Cabral Santo, Isabel Carvalho, Gonçalo Ruivo, Jaime Lebre, António Olaio
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
The José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG) welcomes a large exhibition from the personal collection of Ivo Martins from the Serralves Museum which features some of the most relevant artists in Portugal over the last three decades and centered on works of such artistic references as Joaquim Bravo, Álvaro Lapa and Rui Chafes.
The Ivo Martins collection represents one of the most singular and consistent visions of the artistic landscape of a generation of artists and their connection to Guimarães over many years. 
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ENTRADA LIVRE
“Jantar de Domingo à Tarde” apresenta um conjunto de objetos e imagens provenientes das coleções particulares de António Oliveira (pai), António Oliveira (filho), Jorge Correia e da Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços.
Fotografia, cerâmica, mobiliário e documentos permitem-nos recuar às primeiras décadas do século XX em Guimarães — a um tempo em que o mundo de trabalho estava em profunda transformação e o papel reivindicativo do operariado já se fazia sentir.  Entre 1901 e 1931, a Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães, convencionou o descanso semanal aos Domingos, da parte da tarde. Como “memento” deste decreto, passou a organizar um jantar comemorativo por ano. Naquela época, foi essencial lembrar a necessidade do descanso, numa sociedade que trabalhava de sol a sol. Com a realidade e dinâmica contemporânea do mercado de trabalho global, estaremos assim tão longe deste passado? E que reflexões poderemos fazer a partir dele para preparar o nosso futuro. Descansaremos mais, ou menos, agora que vamos sendo paulatinamente substituídos pela inteligência artificial e pela robótica?
 
This ´Late Afternoon Sunday Dinner` will present a series of objects and images from the private collections of António Oliveira (father), António Oliveira (son), Jorge Correia, and from the Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços.

Photography, ceramics, furniture, and various documents will allow us to travel back in time to the first decades of the 20th century, to a time when the world of work was undergoing a profound transformation and the common labourer was still able to stand up for himself. At the turn of the century, the Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães won workers the right to enjoy time off from work once a week, on Sunday afternoons. And as a ´memento` of this victory, from 1901 to 1931, the Association organized an annual dinner to commemorate. In an era when people toiled from sun-up to sun-down, the need to observe a day of rest was vital. Given the reality and the dynamics of today`s global employment market, are we really so far removed from this distant past? And as we prepare for our future, what reflections might we make on the subject? Will we be spending more time or less time resting once we have become replaced by artificial intelligence and robots?

 
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Horário 
terça a domingo
10h00-13h00 
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Este será um ano de muita movimentação no espaço da coleção permanente do CIAJG com uma constante alternância entre artistas mais novos e mais experientes e com uma grande variedade de propostas, incluindo a apresentação de obras inéditas de José de Guimarães, patrono do Centro.
Na nova montagem da coleção teremos a oportunidade de revisitar um conjunto de peças históricas de José de Guimarães, que não estão visíveis ao público desde 2012. Com efeito, as peças que integraram a intervenção no Museu de Luanda, em 1968, estão entre o núcleo de peças mais relevantes da obra do autor. Em diálogo com estas peças e os núcleos que constituem a coleção permanente, teremos, ainda, uma ampla mostra de peças de Fernando Lanhas, um dos autores centrais da arte portuguesa da segunda metade do séc. XX, e um conjunto de esculturas de Rui Chafes, um dos mais importantes artistas da atualidade.
 
Curadoria de Nuno Faria
Obras de José de Guimarães, Vasco Araújo, f.marquespenteado, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Jaroslaw Fliciński, Rui Chafes, Filipe Feijão, Mestre Caçoila, Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade
Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
This year will be quite the active one for Permanent Collection space at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, with its offerings alternating between older and more experienced artists, and its wide variety of programs and events in store, which include the display of some never-before-seen works by the Centre`s namesake, José de Guimarães.
In the new arrengment of the collection we will have the opportunity to revisit a set of historic pieces by José de Guimarães, which have not been visible to the public since 2012. In fact, the pieces that integrated the intervention in the Museum of Luanda in 1968 are among the nucleus of the most relevant pieces of the author`s work. In dialogue with these pieces and the nucleus that constitute the permanent collection, we will also have a large exhibition of pieces by Fernando Lanhas, one of the central authors of Portuguese Art of the second half of the 20th century, and a set of sculptures of Rui Chafes, one of the most important artists of the present time.
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3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães!
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães!
informação adicional fechar todos
Horário 
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
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