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Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Em dezembro, Jean-Yves Durand é o guia de visita da CDMG.

Antropólogo e professor da Universidade do Minho, Durand tem desenvolvido um vasto trabalho na observação das relações entre políticas públicas e atitudes individuais / coletivas em áreas da cultura (museus, artesanato, festas) e da saúde (a vacinação). Foi docente convidado na École du Louvre, diretor do Museu da Terra de Miranda e coordenador do estudo das Festas Nicolinas – uma temática que, naturalmente, estará em destaque nesta visita.

In December, Jean-Yves Durand will take us on the CDMG Guided Visit.
Anthropologist and professor at Minho University, Durand has amassed significant research on the observation of relationships amongst public policies and individual / collective attitudes in the fields of culture (museums, arts & crafts, festivals) and health (vaccination). Durand was an invited Lecturer at the École du Louvre, Director of the Museu da Terra in Miranda, and Coordinator of the study on the Nicoline Festivals in Guimarães, a theme which will undoubtedly be highlighted in this visit.
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Todas as idades

COMPRAR BILHETES
22,00 EUR
A Russian Classical Ballet regressa a Guimarães para apresentar uma das obras-primas do bailado clássico, o “Lago dos Cisnes”, uma narrativa de amor, traição e triunfo do bem sobre o mal.
Repleto de romantismo e beleza, o bailado “Lago dos Cisnes” é considerado um dos mais espetaculares do repertório da dança clássica. A coreografia requer grande destreza e elevada competência técnica na interpretação das personagens por parte dos bailarinos. O prestígio e a notoriedade intemporal alcançados pela obra são motivados pela música inspirada de Pyotr Tchaikovsky, mas também pela coreografia inventiva e expressiva de Marius Petipa que, relacionando o corpo humano com os movimentos de um cisne, revela a sua genialidade, o seu potencial coreográfico e criatividade artística.
The Russian Classical Ballet returns to Guimarães to perform one of the master works of classical ballet, “Swan Lake”, a tale of love, betrayal, and the triumph of good over evil.

A piece full of romanticism and beauty, the ballet “Swan Lake” is considered to be one of the most spectacular in the repertory of classical dance. The choreography requires dancers to exhibit both great agility and supreme technical skill in order to interpret their characters. The prestige and timeless fame enjoyed by this work are founded on the inspiring music of Pyotr Tchaikovsky and, in this performance, on the inventive and expressive choreography of Marius Petipa, who in managing to intertwine the human body with a swan`s movement, reveals his genius, his potential as a choreographer, and his artistic creativity.

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Música Pyotr Tchaikovsky
Libreto Vladimir Begichev e Vasily Geltzer
Coreografia Marius Petipa e Lev Ivanov 
Cenografia Russian Classical Ballet
Figurinos Evgeniya Bespalova
Direção Evgeniya Bespalova
Estreia 20 de fevereiro de 1877, no Teatro Bolshoi, em Moscovo, Rússia 
Duração 120 min. c/ intervalo 
Maiores de 6
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Rui Chafes junta-se às exposições de João Cutileiro e José de Guimarães completando, assim, o 3º ciclo expositivo de 2018 do CIAJG. A inauguração tem entrada livre no dia 08 de dezembro, às 18h00.

O desenho é na obra de Rui Chafes o lugar do segredo e do intervalo. Surge normalmente em períodos de pausa, mais ou menos longos, na prática da escultura e desenvolve-se ao longo de todo o percurso do artista. Em “Desenho sem fim” lançamos um olhar retrospetivo sobre uma produção que começou de forma consistente em 1987 e que prossegue até aos dias de hoje. 

 
Inauguração da Exposição
RUI CHAFES
DESENHO SEM FIM
Sábado 08 dezembro, 18h00
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães

 

Rui Chafes joins the exhibitions of João Cutileiro and José de Guimarães, and in so doing completes the 3rd exhibition cycle at CIAJG for 2018. Admission to the inauguration, on December 8th at 6pm, is free of charge.
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Curadoria Delfim Sardo e Nuno Faria 
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Todas as idades
2,00 EUR
Descobriremos onde nos levam os labirínticos corredores, as recônditas oficinas e outras passagens (quase) secretas que abrigam memórias e preservam saberes das pessoas que aqui trabalham.
Neste espaço, a magia começa fora do palco, na vida de todos os dias, no delicado labor de quem, com desvelo, prepara momentos tão efémeros quanto singulares. Abrir de par em par as portas várias deste lugar, onde, como no teatro, moram muitas artes dentro (a música, a dança, a literatura, a pintura, a arquitetura, a fotografia, o cinema…), é um modo breve de partilhar as invisibilidades que o atravessam, arredando as chaves das fechaduras, espreitando o interior dos gestos e o avesso das paredes.
 
Público-alvo Maiores de 6
Duração c. 90 min.
Lotação 25 pessoas
Preço 2,00 eur
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Espetáculo não recomendável a pessoas com mobilidade reduzida
 
09 dezembro | 11h00
PÚBLICO EM GERAL / FAMÍLIAS
10 dezembro | 10h30 e 15h00
PÚBLICO EM GERAL / GRUPOS ESCOLARES E OUTRAS INSTITUIÇÕES
 
Marcações de grupos escolares/instituições com, pelo menos, uma semana de antecedência,
através de telefone 253 424 700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Lotação mín. 10 / máx. 25 pessoas / 1 turma
In this visit to the CCVF, we will investigate what is hidden behind what is behind the scenes – what is not seen and what does not appear on stage.
We will discover where the labyrinthine corridors, the hidden workshops and the other (almost) secret passages lead, ones which house the memories and preserve the knowledge of those persons who work here. In this space, the magic begins away from the stage, in the everyday life and delicate labours of those who caringly prepare moments which are as ephemeral as they are unique. Entering the various doorways, which, like the theatre itself, open into the dwelling place of many arts (music, dance, literature, painting, architecture, photography, cinema…) gives us a brief moment to appreciate the invisibility of what lies behind, as we unlock the entrance way to peek inside gestures and behind walls.
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PROJETO VENCEDOR
1ª BOLSA GANGUE DE GUIMARÃES
 
Encenação e Dramaturgia Manuela Ferreira*
Texto Ana Arqueiro
Intérpretes Mário Alberto Pereira*, Rita Morais* e Tiago Porteiro*
Com a participação especial Helena Ribeiro
Design de Luz Carlos Ribeiro
Design de Som Nuno Eiras
 
*Artistas do Gangue de Guimarães
“Depois do Tempo” percorre um hiato temporal de 30 anos, desde uma primeira fotografia, feita em abril de 1988, até ao presente. Aqui procura-se descrever uma cidade e a sua paisagem envolvente.
É a partir desta exposição que surgem as Visitas-Palestra, orientadas por Duarte Belo, e que têm como público-alvo os alunos do Curso de Geografia e Planeamento da Universidade do Minho. Estas Visitas-Palestra desafiam o olhar sobre a fotografia como registo topográfico da paisagem e, simultaneamente, como representação artística, estimulando o espírito de investigação e de criação dos mais jovens e sensibilizando para a importância da memória e da identidade de um povo e de um território.
 
Orientação Duarte Belo 
Público-alvo Alunos do Curso de Geografia e Planeamento da Universidade do Minho 
“Depois do Tempo” covers a period of 30 years, from an initial first photo taken in 1988 to the present day. The objective here is to describe a city and its surrounding countryside.
Based on this exhibition there will be Workshop-Visits led by Duarte Belo whose target-public are the students at Minho University in the degree course in Geography and Territorial Planning. These Workshop-Visits will challenge one`s perspective on photography as the topographical registry of the landscape and simultaneously, as an artistic representation, encourage the spirit of research and creativity of the younger participants, sensitizing them to the importance of the memory and identity of a people and their territory.
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Inscrição gratuita
A noção de “património cultural imaterial”, instituída há pouco mais de 10 anos, tem suscitado uma grande atenção por parte da sociedade portuguesa.
Numerosos instrumentos, projetos e formações, num quadro institucional ou particular, têm tentado responder a este interesse. Estas iniciativas são agora suficientemente numerosas e desenvolvidas para permitir uma tentativa de confrontação das expetativas e das experiências com a realidade que encontram e constroem no terreno. Depois de um primeiro “Em Concreto”, que teve lugar em dezembro de 2016, A Oficina e o Centro em Rede de Investigação em Antropologia – UMinho, em colaboração com o Instituto de Etnomusicologia – Centro de Estudos em Música e Dança (INET-md), organizam um segundo encontro, como forma de juntar funcionários de instituições culturais, decisores políticos, investigadores, participantes em iniciativas patrimoniais locais, e propor um esforço de reflexão e criatividade aplicadas a uma intervenção etnográfica centrada nas dinâmicas sociais e culturais contemporâneas. 
 
PROGRAMA 
 
13 DEZEMBRO
CENTRO INTERNACIONAL DAS ARTES JOSÉ DE GUIMARÃES
 
09h30 Abertura: Presidente da Direção d’A Oficina, Adelina Paula Pinto
 
Expetativas, experiências, perspetivas dos municípios
09h45 Apresentação: Jean-Yves Durand (CRIA-UMinho)
Vereadora da Cultura do Município de Guimarães, Adelina Paula Pinto 
Vereadora da Cultura do Município de Viana do Castelo, Maria José Guerreiro
Vereadora da Cultura do Município de Valongo, Ana Maria Rodrigues
 
10h30 Pausa para café
 
Expetativas, experiências, perspetivas dos investigadores
11h00 Apresentação: Jorge Freitas Branco (CRIA, ISCTE-IUL)
Álvaro Campelo (FP-B2S, UFPessoa)
Salwa Castelo-Branco (INET-md, UNova)
Rosário Pestana (INET-md, UAveiro)
Rita Ribeiro (CECS, UMinho)
Paulo Lima (investigador independente) 
 
12h30 Debate
 
13h00 Almoço
 
Expetativas, experiências, perspetivas das comunidades
14h30 Apresentação: Catarina Pereira (Casa da Memória)
Festas Nicolinas, Guimarães: José Ribeiro (Presidente da Associação dos Antigos Estudantes do Liceu de Guimarães); Francisco Viamonte (Em representação do Presidente da Associação de Comissões de Festas de Nicolinas)
Festa das Rosas, Vila Franca do Lima: Sandra Portela, Raul Pereira
Bugiada e Mouriscada de Sobrado: Paulo Moreira, Luísa Aguiar (Centro de Documentação Bugiada e Mouriscada); António César Ferreira (Associação Casa do Bugio)
 
As perspetivas e o papel da UNESCO 
15h30 Anthony Seeger
Anthony Seeger é antropólogo, etnomusicólogo, arquivista e músico. É Distinguished Professor of Ethnomusicology, Emérito da Universidade da Califórnia em Los Angeles e Diretor e Curador Emérito do Smithsonian Folkways Recordings na Smithsonian Institution. Tendo realizado trabalho de campo e ensinado no Brasil, foi Presidente da Society for Ethnomusicology e Presidente e Secretário-geral do International Council for Traditional Music. Tem também uma vasta experiência de participação em programas da UNESCO.
 
16h00 Apresentação do Estudo Antropológico das Festas Nicolinas de Guimarães 
Jean-Yves Durand
Hugo Morango (Folk & Wild)
 
16h30 Debate e síntese final
 
17h00 Visita à festa de Santa Luzia
 
14 DEZEMBRO
CASA DA MEMÓRIA DE GUIMARÃES
 
10h00-16h00 Dia de trabalho exclusivo para investigadores/instituições que, neste momento, se dedicam a processos de inventariação do património cultural imaterial. Espaço de reflexão sobre os pontos em debate no dia anterior e procura de propostas para uma reformulação do dispositivo português de inventariação.
 
Convidados: Anthony Seeger, Álvaro Campelo, Jorge Freitas Branco, Jorge Castro Ribeiro, Paulo Lima, Raul Pereira, Rosário Pestana, Rita Ribeiro, Salwa Castelo-Branco
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Inscrição gratuita
Data limite de inscrição 02 dezembro
As inscrições devem ser efetuadas através do preenchimento do formulário disponível no site www.casadamemoria.pt
 
The notion of “immaterial cultural heritage”, instituted about 10 years ago, has attracted significant attention in Portuguese society.
Within both the institutional and private sphere, numerous instruments, projects, and training sessions have attempted to deal with this newly found interest. These initiatives are now sufficiently numerous and developed, allowing them to open the door to addressing the confrontation of expectations and experiences with the reality that construct in the field. Following the first “Em Concreto”, which took place in December 2016, A Oficina and the Centro em Rede de Investigação em Antropologia – UMinho, in collaboration with the Institute of Ethnomusicology – Centre for Studies in Music and Dance (INET-md) have organized a second event as a way to bring staff at cultural institutions, policy decision-makers, researchers, and participants in local heritage initiatives together and to propose deeper reflection and creativity applied to ethnographical interventions centered on contemporary social and cultural dynamics. 
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5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Sócios do Convívio Associação Cultural
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
As comemorações da inscrição do Centro Histórico de Guimarães na lista de Património Cultural da Humanidade da UNESCO inserem-se este ano numa programação mais vasta denominada “Guimarães, Cidade Natal”, bem como nas comemorações do Ano Europeu do Património.
Este programa pretende juntar os conceitos das nossas raízes e tradições, enquanto origem de cada um de nós, que este período festivo tanto propicia, com a matriz identitária do país, que naturalmente nos remete para a Cidade-berço. As comemorações do património, este ano, não se ficam pela celebração do edificado e da recuperação do “casco velho” da Cidade. Celebra o património imaterial de Guimarães, de que é exemplo o Pedro Emanuel Pereira. Um artista com uma carreira internacional que orgulha a cidade que o viu nascer e que apresenta hoje, aqui, o seu primeiro disco. É com este forte sentido de pertença dos seus e do legado que deixam para a posteridade, que o Município de Guimarães decidiu promover este momento, levando na sua principal sala de espetáculos a apresentação de um disco que é um marco na carreira do pianista vimaranense. Celebrar o Património da cidade é reconhecer o trabalho feito na parte material, sem nunca esquecer o património imaterial que dele emana. 
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Programa 
Primeira Parte
Sergei Rachmaninov
Quatro Prelúdios op. 23 e op. 32
Sol maior; lá menor; sol sustenido menor; dó menor.
Sergei Prokofiev
Sonata no. 8 em si bemol maior, op. 84
3º andamento: Vivace
Segunda Parte
Pedro Emanuel Pereira
“Sons da minha terra”
mi menor; si menor; ré menor; sol sustenido menor; Dó Maior; 
lá menor; Dó Maior; sol menor; Sol Maior; lá menor.
Pedro Emanuel Pereira
“Sons de Abril”
Improvisação sobre temas de José Afonso
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Maiores de 4
COMPRAR BILHETES
2,00 EUR
Espera aí!
Se eu tenho uma coroa, sou a princesa
Se sou a princesa, tenho um cavalo
Se tenho um cavalo, saio do castelo
Se saio do castelo...

Farta de olhar para o umbigo, Dama Pé de Mim monta o seu Cavalo e parte à procura de um amigo. Pelo caminho encontra a Amália, a mala que já foi crocodilo, conhece o Nuno, a nuvem caída do céu e mergulha no Rio profundo. Mas só quando chega ao supermercado, descobre o que é um amigo. Com a ajuda do Sr. Rodrigo. Uma história luminosa, terna e divertida, com música, texto que rima, e a participação do público... mãe, filho e prima!

 
Público-Alvo Maiores de 3 anos, Famílias (Sábado), Escolas (Segunda a Sexta)
Duração 40 min.
Lotação 100 pessoas (Sáb), 150 pessoas (Seg a Sex)
Preço 2,00€
 
Espetáculo integrado no ANTE PÉ – Componente Artística das AAAF e CAF
Tired of just twiddling thumbs, Dama Pé de Mim takes to her trusty steed and goes off on horseback in search of a friend.

On the way, she  meets up with Amalia, a suitcase that was once a crocodile, she makes friends with Nuno, a cloud fallen down to earth, and she takes a deep plunge into the River. But it is only when she arrives at the supermarket that she discovers what a friend truly is. With the help of Mr. Rodrigo. A brightly-lit story, tender and funny, with music, rhyming parts, and the audience joining in…mother, children, and cousins!

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Criação e interpretação Ana Madureira
Cocriação musical Vahan Kerovpyan
Apoio à criação Vahan Kerovpyan e Blaise Powell
Conceção do objeto musical Nuno Guedes
Desenho de luz Vasco Ferreira
 
2,00 EUR
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo.
Em dezembro, vamos partir das histórias da Casa da Memória, das suas imagens e fotografias, dos seus textos e expressões, para criar fanzines personalizadas, através de um processo de impressão manual e escrita criativa. Com fotocópias, solvente, papel e, sobretudo, criatividade testamos esta técnica de transferência de imagens para partilhar memórias e outras ideias. 
 
Criação e Orientação Maria Côrte-Real 
Público-alvo Maiores de 6 anos
Duração c. 90 min. 
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas 
Preço 2,00 eur
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Inscrição até 13 dezembro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Thinking, seeing, listening, creating, doing, feeling. In the lounge, in the kitchen, at the table or outdoors. There are Sundays when all you want to do is stay home. So come to our home, the Casa. One Sunday per month, we go in search of different interpretations of historical facts, traditions, legends, persons, places, or objects that we find in the exhibition space. In the cosiness of the Casa, we offer a space of encounter for families, friends, different generations, artists and artisans. And ideas as well. We will create labyrinths, invent stories, use clay, linen or paper, we will make food, music and promises, with our hands, our heads and our entire body.
In December, we will being by taking up the stories of the Casa da Memória, its images and photos, its texts and expressions, all to create personalized fanzines through a process of manual printing and creative writing. With photocopies, glue, paper, and most importantly, creativity, we will put this technique of transferring images to the test with the goal of sharing memories and other ideas. 
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Há quem tenha muitas ideias, há quem não faça ideia nenhuma e há quem seja de ideias fixas!

Neste laboratório de teatro, há espaço para todas as ideias (e para a ausência delas também), exploradas com humor, através da improvisação e da reflexão. Com base em técnicas tipicamente clown, trabalha-se o conceito do corpo físico da imaginação, procurando estimular a expressão criativa e o desenvolvimento pessoal. 


Público-alvo Jovens 6 – 15 anos 
Duração 22 horas e 30 minutos 
Lotação 16 participantes
Preço 30,00 eur (sem almoço) / 55,00 eur (com almoço)
Horário Acolhimento 09h00-10h00, Oficina 10h00-12h30 e 14h30-16h30, Saída 17h00-18h00
Apresentação pública final sexta 21 dezembro, 17h30
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LOTAÇÃO ESGOTADA
There are those who have many ideas, those who haven’t got the foggiest idea, and those who have fixed ideas!
In this theatre laboratory, there is enough room for all types of ideas (and even for the absence of ideas), explored with humour, through improvisation, and with reflection. Based on techniques typically associated with the art of Clowns, we will work on the concept of the physical body of imagination and will look to stimulating creative expression and personal development.
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Guimarães é “capital” da guitarra em dezembro.
São guitarristas, pedagogos e investigadores de renome mundial, em representação de mais de 20 países (Europa, Ásia e América),  que estarão presentes de 18 a 30 de dezembro na 5ª edição do Festival Internacional de Guitarra de Guimarães (FIGG). O programa de 2018 inclui 15 concertos, 14 masterclasses, o Concurso Internacional “Cidade de Guimarães”, 3 conferências e vários workshops “Guitarra para Todos”. O FIGG é membro da primeira plataforma europeia no sector da guitarra – EuroStrings – e promete levar a guitarra ao mais alto nível a locais emblemáticos do património cultural vimaranense. Este é um evento organizado pela Sociedade Musical de Guimarães, com direção artística de Nuno Cachada, e coproduzido pela Oficina. Conta ainda com o apoio da União Europeia e do Município de Guimarães.
 
Mais informações em www.figg.pt
 
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Entrada livre
Esta exposição percorre um hiato temporal de 30 anos, desde uma primeira fotografia, feita em abril de 1988, até ao presente.
Procurámos descrever uma cidade e a sua paisagem envolvente. Sobre o solo está desenhada uma teia evolutiva de complexidade crescente. Vislumbramos possibilidades de sentido em que tempo, espaço e os fazeres humanos se entrelaçam. É o diálogo entre matérias e formas, aparentemente desconexas, para mostrar Guimarães e o seu território circundante. É um modo de revelar processos de relação com a terra, com as tecnologias de captura da imagem pela fotografia, pelas manualidades associadas aos processos de comunicação de conceitos, linhas de pensamento. É o discurso construído entre a imagem da cidade e uma forma possível de a representar.
 
Consulte o site da Casa da Memória
This exhibition covers a time frame of 30 years, from the first snapshot taken in April 1988 to the present day. We have sought to depict a city and its surrounding landscape.

On the land is drawn an evolving web of growing complexity. We have caught a glimpse of a way in which time, space and human craft enmesh. It is the dialogue between materials and forms, apparently disconnected, which put Guimarães and its surrounding territory on display. It is a way to shed light on processes of relating with the earth and with technologies for capturing images via photography and the manual tasks associated with the processes of communicating concepts and lines of thought. It is the discourse between the image of the city and a possible way to depict it. 

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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Exposição que mapeia a duradoura e ampla influência que João Cutileiro teve na arte portuguesa dos anos 1960 a 1990, nomeadamente o grupo de Évora (Charrua, Bravo, Lapa, Palolo) e a geração de artistas surgidos na década de 1980 (Manuel Rosa, José Pedro Croft, entre outros).
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
This exhibition will map out the long-lasting and ample influence that João Cutileiro has had on Portuguese art from 1960 to 1990, namely the Évora Group (Charrua, Bravo, Lapa, Palolo) and the generation of artists emerging in the 1980s (Manuel Rosa and José Pedro Croft, among others).
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Curadoria Nuno Faria e Filipa Oliveira
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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Exposição que reúne obras inéditas em cartão, incluindo maquetas de trabalhos públicos projetados e construídos em Portugal e no estrangeiro, que dará ao grande público uma ideia muito clara da dimensão processual e experimental do trabalho de José de Guimarães.
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
This exhibition will bring together unseen work in cardboard, including models of public works projects constructed both in Portugal and abroad, that will give the general public a very clear idea of the process and experimental dimension of the work of José de Guimarães.
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Curadoria Nuno Faria
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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Lógica circular, eterno retorno, repetição e diferença: a nova montagem da coleção permanente, vigente durante o ano de 2018, regressa ao mapa delineado pela exposição inaugural do CIAJG, “Para além da história”.
Trata-se de prosseguir um projeto sem tempo plenamente consciente do tempo em que é realizado, afirmativamente contemporâneo sem ser exclusivamente constituído por objetos de arte contemporânea. A sua natureza é ser transversal, poroso, impuro, aberto e circular, procurando nexos, relações, permanências; por outras palavras, sonda o impercetível que o tempo histórico, tão marcado por uma memória seletiva e fatalmente grosseira, acaba por expurgar.
 
Obras de José de Guimarães, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Rui Moreira, Jaroslaw Fliciński
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Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Circular logic, the eternal return, repetition and difference: the new montage from the permanent collection on display in 2018 returns to the map drawn out in at the inaugural exhibition at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, “Beyond History”.
The notion is to follow a timeless project but fully aware of the time frame in question, affirmatively contemporary without being exclusively made up of contemporary art objects. Its nature is porous, impure, open and circular, seeking out possible nexus, relationships, and points of permanence; in other words, it probes the imperceptible that historical time – so marked by a selective and fatally vulgar memory – manages to purge in the end. 
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Todas as idades

3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita à Casa da Memória + Visita ao CIAJG
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. 
 
Horário
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site da Casa da Memória
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors.
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Todas as idades
COMPRAR BILHETES
15,00 EUR / 12,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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The Tallest Man On Earth, um dos maiores talentos do indie folk mundial, está de regresso a Portugal para três concertos onde apresentará as novas canções do projeto multimédia “When The Bird Sees The Solid Ground”.
Depois de 4 álbuns e 2 EPs editados, The Tallest Man On Earth, nome artístico do cantor e compositor sueco Kristian Matsson, brinda-nos com “When The Bird Sees The Solid Ground”, uma série de 5 webisódios, que começaram por ser disponibilizados em março e que se foram sucedendo ao longo da primavera e do verão. Realizados pelo próprio em ambiente caseiro, os vídeos foram o suporte escolhido para estrear os novos temas, bem como para contar a história por detrás dos mesmos. O tom confessional de “When The Bird Sees The Solid Ground” será agora transportado para palco, numa digressão mundial que, em Portugal, passa por Lisboa e Aveiro, terminando em Guimarães, no Centro Cultural Vila Flor, a 24 de fevereiro.
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A Tour “Odeon Hotel”, o nome do sexto álbum de originais dos Dead Combo, que teve início em abril de 2018 e se estenderá até ao final de 2019, conta com mais de cinquenta espetáculos realizados de norte a sul do país, incluindo as ilhas e algumas incursões por diversos países europeus e da América.
Em 2019, a Tour “Odeon Hotel” terá dois espetáculos especiais, um em Lisboa, no Coliseu dos Recreios, no dia 28 de fevereiro, e o outro em Guimarães, no Centro Cultural Vila Flor, no dia 2 de março. Para estes espetáculos especiais, os Dead Combo convidam Mark Lanegan, cantor e compositor norte-americano que, neste disco, dá voz a “I Know, I Alone”, um dos mais belos poemas escritos em língua inglesa por Fernando Pessoa, e Alain Johannes, músico e produtor norte-americano (Eleven, Chris Cornell, Queens of the Stone Age, PJ Harvey), responsável pela produção do disco “Odeon Hotel”.
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