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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de maio de 2018.

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Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Fernando Oliveira, um dos conhecedores do saber-fazer dos tapetes floridos dos caminhos de Serzedelo na Festa das Cruzes, que decorre anualmente nos dias 05 e 06 de maio, vem à CDMG conversar sobre esta tradição com rituais de festa ancestrais, cujo legado se vai transmitindo entre a sua comunidade, geração após geração.
Este momento integra também uma demonstração das técnicas de manufatura associadas.
 
Consulte o site da Casa da Memória
A person quite knowledgeable in the art of creating the carpets of flowers for the Festa das Cruzes in Serzedelo (occurring every year on the 5th and 6th of May), Fernando Oliveira has been invited to the CDMG to discuss this tradition of ancestral festival rituals whose legacy is being passed down through the generations in his community.
The event will feature a demonstration of some of the techniques associated with these flora displays. 
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Todas as idades

COMPRAR BILHETES
2,00 EUR
“Mapa” é um projeto que engloba duas versões do mesmo espetáculo: Estórias de Mundos Distantes (para adultos) e Contos e Cantos (para a infância).
Na sua génese está a pesquisa de histórias de resistência e evasão em países e territórios em guerra, com especial enfoque nos universos feminino e infantil. Criado a partir de textos originais, poesia oral de mulheres afegãs, músicas e sonoridades de várias culturas de África e do Médio Oriente e outros materiais plásticos e audiovisuais, procura fazer uma reflexão sobre os conceitos de território e fronteira, de pertença e de liberdade.
 
Datas sexta 27 abril ,10h30 e 15h30 | sábado 28 abril, 11h00 | segunda 30 abril, 10h30 e 15h00
quarta 02 e quinta 03 maio, 10h30 e 15h00 | sexta 04 maio, 10h30 e 21h30 (adultos)
Público-alvo Maiores 6 (Contos e Cantos), Maiores de 16 (Estórias de Mundos Distantes)
Lotação 5 turmas/125 pessoas
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Criação e Interpretação Fernando Mota 
Dramaturgia e Traduções Francisco Luís Parreira 
Textos Adicionais Poesia Popular Afegã, Eduardo Galeano
Direção Cénica Caroline Bergeron 
Música Fernando Mota
Música Adicional Braima Galissa, George Gurdjieff, Woody Guthrie
Cenografia Fernando Ribeiro 
Desenho de Luz José Álvaro Correia 
Vídeos Miguel Quental 
Operação Técnica Catarina Côdea
Produção Executiva Violeta Mandillo 
Atrizes nos Vídeos Ana Sofia Paiva, Cláudia Andrade e Lucília Raimundo
Vozes Gravadas Ana Sofia Paiva, Cláudia Andrade, Lucília Raimundo, Serena Sabat e Tiago Mota
Agradecimentos Braima Galissa, Cláudia Andrade, Domingos Morais, José Grossinho, Laura Mendes Pinto, 
Moz Carrapa, Nuno Figueira, Rabat Dabah, Serena Sabat
Coprodução Cine-Teatro Louletano, Teatro Aveirense e São Luiz Teatro Municipal
Apoio República Portuguesa-Cultura|DGArtes-Direção Geral das Artes 
Duração 60 min.
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Maiores de 16
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3,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
O Café Concerto do CCVF recebe as refrescantes músicas do duo bracarense Ermo que traz na bagagem “Lo-Fi Moda”, um disco de eletrónica pop, rompedor e impactante, que adota o modelo da canção enquanto ponto de partida para um discurso inventivo e surpreendente.
Editado em 2017, “Lo-Fi Moda” foi nomeado em várias listas da especialidade como álbum do ano. A sua música já foi apelidada de ‘intervencionista’, descrevendo o estilo da banda como pop mergulhado em hip-hop e footwork com uma gíria pós-punk. O novo álbum é intrigante e retrata o comportamento humano engolido pelo mundo digital. Os Ermo começaram em 2012 com o lançamento do EP homónimo e, no ano seguinte, o primeiro longa duração (“Vem por aí”) recebeu largos elogios da crítica. Agora, chegam ao Café Concerto do CCVF com mais uma atuação envolta em mistério, conforme tem sido a sua assinatura.
The CCVF Café Concerto receives the refreshing music of the duo from Braga, Ermo, who will present “Lo-Fi Moda”, an electro-pop, cutting-edge, and impactful album which adopted the song model as the point of departure for an inventive and surprising discourse.
Released in 2017, “Lo-Fi Moda” was nominated for Album of the Year on various specialized lists. Their music has already been labelled as “interventionist”, describing the band`s style as pop immersed in hip-hop and footwork expressed in post-punk slang. The new album is intriguing and depicts human behavior swallowed up by the digital world. Ermo got their start in 2012 with the release of a self-titled EP and in the following year the first LP (“Vem por aí”) was released to wide critical acclaim. Now they are the guests of the CCVF Café Concerto for another performance veiled in mystery, as is their custom. 
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António da Costa voz, programação
Bernardo Barbosa voz, programação
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Maiores de 12
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
O Guia de Visita de maio da CDMG é Paulo Cunha, investigador em História do Cinema Português.
Doutorado em Estudos Contemporâneos pela Universidade de Coimbra, é docente na Universidade da Beira Interior, onde dirige o curso de Mestrado em Cinema. Em mês de 60º aniversário do Cineclube de Guimarães, a visita guiada deste cineclubista e vimaranense militante terá paragens obrigatórias nestes predicados: o cinema de (e em) Guimarães.
 
Consulte o site da Casa da Memória
For the Guided Tour of the CDMG in May we have Paulo Cunha, a researcher in the History of Portuguese Cinema.
He holds a PhD in Contemporary Studies from the University of Coimbra and he presently teaches at the University of Beira Interior where he also directs the Master`s Program in Cinema. In the month where we commemorate the 60th anniversary of the founding of the Guimarães Cineclube, the guided tour by the club member and Guimarães native will make mandatory stops to discuss the highpoints of the cinema of and in Guimarães.
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Todas as idades

2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Com a exposição de André Príncipe, o Centro Cultural Vila Flor pretende dar a conhecer uma obra que, inexplicavelmente, não tem a merecida visibilidade. As fotografias de André Príncipe combinam pensamento, utopia, esperança, consciência, sonho, imaginação... embora assumam estes elementos de forma velada, como sombras informes, fantasmas.
Os temas abordados expandem-se em diversas direções, vestígios de um mundo imperfeito, impuro, injusto, cruel... com o qual o artista se confrontou, por vezes de maneira violenta. A realidade dos factos em cada representação age por contraposição, tentando inverter a ordem estabelecida pelo discurso politicamente correto. As imagens dirigem-se às pessoas, propondo soluções alternativas indiretas ou ideias de mudança invertidas; não podendo escapar ao exterior, misturam-se com ele, ficando anos e anos submersas em composições subjetivadas, num inconsciente escondido, calado, anónimo... 

Inauguração da Exposição
Sábado, 05 maio, 18h00
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Entrada livre
 
Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
With the inauguration of the André Príncipe exhibition, the Vila Flor Cultural Center is aiming to present the work of an artist who, inexplicably, has not yet earned the level of visibility that he deserves. André Príncipe`s photographs bring together thought, utopia, hope, awareness, dreaming, and imagination even though these elements may assume the form of shapeless shadows and ghosts in a veiled way.
The themes in question go off into different directions, the vestiges of an imperfect, impure, unjust and cruel world that confronts the artist, and many times violently. The reality of the facts in each representation acts in counter-position, trying to invert the order established by politically correct discourse. The images are directed at people, proposing alternative or indirect solutions or inverted ideas for change; unable to escape the exterior they blend with him, remaining for years and years submersed in subjective compositions in a hidden, silent, anonymous unconsciousness…
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Todas as idades

COMPRAR BILHETES
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Timão de Atenas”, nova encenação de Nuno Cardoso, é a mais implacável obra de Shakespeare sobre a misantropia e constitui quase um insulto moral à depravação humana.
Na sua corrosiva visão da loucura humana, “Timão de Atenas” assemelha-se a “Coriolano” pelo desencanto na constatação da prevalência da futilidade como denominador comum da vida. Ontem como Hoje, conflitos políticos terminam em impasses ou na vitória dos oportunistas; a populaça e seus líderes são instáveis e medrosos; a virtude cede ao interesse. O retrato que Shakespeare faz de nós em “Timão de Atenas” é surpreendente na sua contemporaneidade. Na acuidade da reflexão e crítica da natureza política e social da humanidade, por mais globalizada e digitalmente comprimida que esteja. No sarcasmo e desânimo para com a absurdidade trágica da vida. Neste sentido esta peça permanece sombria e desalentadora até o final, constituindo um severo retrato da vilania humana e da corrupção.
 
“Timon of Athens”, the new show from director Nuno Cardoso, is Shakespeare`s most ruthless play in terms of misanthropy to the point that it comes rather close to being a moral insult to human depravation.
In its corrosive vision of human madness, “Timon of Athens” is similar to “Coriolanus” in its addressing the theme of how prevalent futility appears as a common denominator of life. Just as true yesterday as it is today, political conflicts often end in a stalemate or with the opportunists winning; the populace and its leaders are unstable and ridden with fear; virtue yields to self-interest. The portrait which Shakespeare paints of us in “Timon of Athens” is surprising given its modernity and the playwright`s acute reflection and criticism on the political and social nature of humanity, for as globalized and digitally compressed as it may be. It goes from sarcasm and despair to the tragic absurdity of life. In this sense, the play remains sombre and unrelenting until the end, offering a harsh portrayal of human villainy and corruption. 

 

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Encenação Nuno Cardoso
Tradução Fernando Villas-Boas
Assistente de Encenação Mafalda Lencastre
Cenografia Fernando Ribeiro
Desenho de luz José Álvaro Correia
Música e Sonoplastia Pedro Lima
Figurinos Fernando Nunes, Nelson Vieira
Operação de Luz João Teixeira
Assistência à Cenografia João Teixeira
Produção Marca-d´água / Sandra Carneiro
Interpretação Afonso Santos, António Parra, João Melo, Joana Carvalho, Luís Araújo, Margarida Carvalho, Mário Santos, Miguel Loureiro, Pedro Frias, Rodrigo Santos, Sérgio Sá Cunha
Coprodução Ao Cabo Teatro, Teatro Municipal do Porto, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Municipal São Luiz, Teatro Aveirense
Apoios Valadares, Pano de Fundo, Teatro Nacional de São João
Ao Cabo Teatro é uma estrutura financiada por República Portuguesa Ministério da Cultural / Direção-Geral das Artes
Duração 2h20 c/ intervalo
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Maiores de 16
 
COMPRAR BILHETES
15,00 EUR / 12,50 EUR
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência, Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Angel Olsen traz ao Centro Cultural Vila Flor a sua voz inebriante e presença carismática. Fortes indícios de que será uma noite bonita.
Angel Olsen atua em Guimarães antes de rumar à capital e espera-se um concerto memorável, não bastasse um percurso longínquo de inquestionável qualidade ao qual acrescem os mais recentes trabalhos da artista que apenas vêm comprovar que estamos perante uma das mais entusiasmantes intérpretes da atualidade. Com uma voz despretensiosa e intemporal e uma aura que emana graciosidade, Olsen permanece magistralmente no limbo entre os distintos universos do rock e da pop, sendo que nenhum rótulo lhe serve ou basta. Depois de ter passado por Guimarães no festival Manta, em 2015, é agora tempo de voltar a ver e ouvir uma das mais talentosas artistas da sua geração.
Angel Olsen will treat the Vila Flor Cultural Center to an irresistible voice and a charismatic presence. All indications point to a truly lovely evening.
Angel Olsen will perform in Guimarães heading off to the capital, and a memorable concert is in store, if it weren`t enough to note the artist`s long career of unquestionable quality to which is added more recent work which has only served to confirm that what we have here is one of the most exciting artists around today. With an unpretentious and timeless voice and an aura that emanates grace, Olsen masterfully hovers between the distinct worlds of rock and pop, with no label that truly fits or applies. Having already performed in Guimarães at the Manta Festival in 2015, once again we are excited to once again hear one of the most talented artists of a generation. 
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Angel Olsen voz, guitarra
Duração 60 min. aprox. s/intervalo
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Maiores de 6
COMPRAR BILHETES
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Tragédie”, de Olivier Dubois, é um frenesim de corpos nus em palco para mostrar que o simples facto de sermos humanos não nos dá humanidade.
“Tragédie”, peça que o consagrado coreógrafo francês Olivier Dubois faz circular pelo mundo desde 2012, chega finalmente a Portugal e o CCVF será o palco da sua estreia nacional. 18 bailarinos, nove homens e nove mulheres, entram em cena numa marcha de passos assertivos. A crueza dos corpos nus e os seus movimentos abruptos traduzem os impulsos mais arcaicos do homem e mostram que o corpo sem alma não faz de nós humanos. Dubois apresenta o homem na sua condição original e despe-o das condicionantes sociais, históricas e psicológicas, para criar um coro que se constrói de corpos refletindo sobre o poder telúrico que nos liga à terra, a importância da nossa consciência e dos atos voluntários que nos preenchem de humanidade. A peça culmina numa catarse em que os corpos se fundem numa mesma massa, num movimento coletivo hipnótico que deixa a plateia vigilante. “Tragédie” é uma libertação explosiva.
 
“Tragédie”, by Olivier Dubois, is a frenzy of nude bodies on stage to show us the simple fact of our being human does not, of itself, afford us humanity.
“Tragédie” (“Tragedy”), a piece which brought international recognition to the French choreographer Olivier Dubois in 2012, finally arrives in Portugal, and the CCVF will host the show`s premiere. Eighteen dancers, nine men and nine women, arrive on stage with assertive marching steps. The rawness of the naked bodies and their abrupt movements translate the most archaic impulses of man and show that a soulless body does not make us human. Dubois presents man in his original condition and unclothes him of his social, historical and psychological constraints to create a chorus which is built upon bodies reflecting on the telluric power that binds us to the Earth, the importance of our consciousness, and the voluntary acts which fill us with humanity. The play culminates in a catharsis in which the bodies assemble into a single mass in a collective and hypnotic movement that leaves the audience vigilant. “Tragédie” is explosive freedom. 
 
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Criação Olivier Dubois
Assistência à criação Cyril Accorsi
Música François Caffenne
Luz Patrick Riou
Direção de cena François Michaudel
Operação de luz Emmanuel Gary
Interpretação Steven Berg, Benjamin Bertrand, Mathieu Calmelet, Marie-Laure Caradec, Jacquelyn Elder, Virginie Garcia, Karine Girard, Inés Hernández, Steven Hervouet, Aimée Lagrange, Sébastien Ledig, Thierry Micouin, Kouadri Mohamed, Jorge More Calderon, Aurélie Mouilhade, Loren Palmer, Sébastien Perrault, Sandra Savin
Produção COD - Compagnie Olivier Dubois
Coprodução Festival d`Avignon, L`apostrophe scène nationale de Cergy-Pontoise et du Val d`Oise, CENTQUATRE – Paris, La Rose des vents Scène nationale Lille Métropole à Villeneuve d`Ascq, Mâcon Scène nationale, Ballets de Monte-Carlo/Monaco Dance Forum, Malandain Ballet Biarritz dans le cadre de l`accueil studio
COD é financiada por Direction générale de la création artistique – Ministère de la Culture et de la communication
Olivier Dubois é um artista associado do CENTQUATRE-Paris
Duração 90 min. s/intervalo
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Maiores de 16
 
COMPRAR BILHETES
2,00 EUR
“Crevescer” é o tempo que passa e que faz do crescer envelhecer.
É uma reflexão em forma de espetáculo sobre este processo contínuo que muda de nome pelo caminho. Com o que há de comum e de diferente entre crescer e envelhecer, com o que imaginamos ser quando formos grandes e o que recordamos ser quando fomos crianças. É o mesmo para todos nós: aceitar o tempo que passa para podermos crevescer em paz.
 
Horário Sexta 18 maio, 10h30 e 15h00 | Sábado 19 maio, 11h00
Público-Alvo Maiores 6 anos (famílias) / maiores 8 anos (escolas)
Duração 60 min.
Lotação 6 turmas/150 pessoas
 
“Crevescer” is time which passes and makes growing up (´crescer`) get a bit older (´envelhecer`).
It is a reflection in the form of a performance on this continuing processes that change their names along the way as they meet up with those things in common and different amongst the notions of growing up and getting old. It`s what we have in mind when imagine things ´when I get older` and what we recall from the time ´when I was younger`. This show is for all of us: accepting the passage of time so that we can grow up and grow old in peace. 
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Direção Artística António-Pedro e Caroline Bergeron 
Conceção e Dramaturgia António-Pedro e Caroline Bergeron e Gonçalo Alegria  
A partir de uma ideia original de António-Pedro 
Encenação e Cenografia Caroline Bergeron 
Interpretação - Palco António-Pedro, Rui Rebelo e Nuno Figueira 
Interpretação - Filme Rosa Vieira Avelino, Nicolas Brites, Carlos Nery, Paula Bárcia, Maila Dimas, Maria João Garcia, Monsieur Gen, Maria Bárcia, Catarina Mota, Francisca Teixeira, Brigitte Degen, Nuno Pedro, Ricardo Freitas, José Maria Lobo Antunes, Gaspar Vasques, Jorge Avelino e a voz de Cândido Ferreira 
Direção de Imagem Iana Ferreira 
Câmara e Fotografia Márcio Loureiro 
Captação de Som Nuno Morão 
Pós-Produção Imagem Rui Carvalheira 
Foley e Pós-Produção Som Moz Carrapa 
Figurinos Filmes Mafalda Estácio 
Realização e Montagem Filmes António-Pedro 
Música António-Pedro, Gonçalo Alegria e Rui Rebelo 
Vídeo Mapping, Desenho de Luzes e Operação de Luz, Som e Vídeo Nuno Figueira 
Philosophe de Service Dina Mendonça 
Produção Executiva José Miguel Rodrigues 
Difusão Nacional Carina Lourenço 
Difusão Internacional Alain Baczynsky 
Produção Companhia Caótica 
Uma encomenda do Centro Cultural de Belém/Fábrica das Artes 
Coprodução Teatro Municipal do Porto–Programa Paralelo 
Apoio República Portuguesa-Cultura|DGArtes-Direção Geral das Artes, Câmara Municipal de Lisboa, Bazar do Vídeo
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Este é o primeiro número de uma coleção de livros centrada na interpretação e representação fotográfica de Guimarães.
A investigadora Susana Lourenço Marques debruça-se sobre a Colecção de Fotografia da Muralha, através de um ensaio sobre a temática da ausência neste espólio fotográfico. Esta publicação assinala também a chegada da referida Colecção ao Repositório da Casa da Memória de Guimarães. A apresentação contará com a presença da investigadora. 
 
Consulte o site da Casa da Memória
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Todas as idades
COMPRAR BILHETES
15,00 EUR / 12,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Erlend Øye, cantor e compositor norueguês que se tornou conhecido como uma das metades dos Kings of Convenience, regressa a Portugal para 3 concertos.
A digressão em formato acústico, que teve início na América do Sul, passará por Lisboa, Coimbra e Guimarães. Depois de ter escrito novo material para os Kings of Convenience, mas ter tido muitas dificuldades em gravá-lo, Erlend Øye sentiu necessidade de se afastar e de entrar numa digressão acústica em que apresentará alguns temas sozinho e outros acompanhado. Nome incontornável no panorama musical, Erlend Øye toca uma música despretenciosamente simples, com uma sonoridade que cativa todos os que gostam de canções bonitas. Espera-se uma noite de festa e celebração no Grande Auditório do CCVF.
Norwegian singer and composer Erlend Øye, known for being part of the Kings of Convenience, returns to Portugal for three concerts.
This acoustic tour which began in South America will pass by Lisbon, Coimbra and Guimarães. After having written some new material for the Kings of Convenience but having trouble recording it, Erlend Øye felt the need to take a step back and journey on an acoustic tour in which he will perform some pieces solo and others accompanied. An undeniably important name on the musical landscape, Erlend Øye plays unpretentiously simple music with a sound that captivates all those who love beautiful songs. A festival evening of celebration is in store in the Grand Auditorium of the CCVF. 
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Erlend Øye solo
Duração 70 min. s/intervalo
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Maiores de 6
2,00 EUR
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa.
Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. O mês de maio chega-nos com cobertura de açúcar! Foi em 1907 que a Sra. Joaquina da Silva descobriu a receita do Bolinhol, o pão-de-ló de Vizela, que é cozido numa forma com uma característica muito especial…
 
Criação e Orientação Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte (Cor de Tangerina)
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 17 de maio, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt 
 
Consulte o site da Casa da Memória
Thinking, seeing, listening, creating, doing, feeling. In the living room, in the kitchen, at the table or outdoors. There are Sundays when all you want to do is stay home. So come to our home, the Casa.
One Sunday per month, we go in search of different ways of seeing stories, traditions, legends, persons, places, or objects that we find in the exhibition space. In the coziness of the Casa, we offer a space of encounter for families, friends, different generations, artists and artisans. And ideas as well. We will create labyrinths, invent stories, use clay, linen or paper, we will make food, music and promises, with our hands, our heads and our entire body. The month of May is covered with a nice sugary topping! It was in 1907 that Mrs Joaquina da Silva created the recipe for Bolinhol, the famous pão-de-ló from Vizela which is baked in in a mould with a very special characteristic…
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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
LOCAL Black Box do Centro Internacional das Artes José de Guimarães

Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Speaking of Chance” é um espetáculo audiovisual de André Gonçalves, Lloyd Cole e Luís Fernandes, cuja estreia absoluta acontece em Guimarães.

O uso do termo “aleatoriedade” no contexto da composição musical disseminou-se a propósito da música dos séculos XX e XXI, através de nomes como John Cage, Pierre Boulez, Brian Eno ou Morton Feldman. Contudo já W.A. Mozart, de certa forma, recorria a este conceito nas suas improvisações. É esta herança que serve como ideia basilar para “Speaking of Chance”, espetáculo audiovisual de André Gonçalves, Lloyd Cole e Luís Fernandes. Operando, em palco, uma armada de sintetizadores modulares, o trio recorre a técnicas de aleatoriedade controlada para esculpir um universo sonoro imersivo e etéreo baseado em padrões rítmicos, harmónicos e melódicos gerados pelas máquinas de acordo com as limitações que lhes são impostas. O acaso tratará de assegurar um resultado tão único quanto irrepetível.

“Speaking of Chance” is an audio-visual by André Gonçalves, Lloyd Cole and Luís Fernandes whose world première is set for Guimarães.
The use of the term “randomness” in the context of musical composition has become more widespread in the 20th and 21st centuries thanks to such names as John Cage, Pierre Boulez, Brian Eno and Morton Feldman. However, to a certain extent Mozart is also an example of this concept given his Improvisations. It is this legacy which serves as the foundation for “Speaking of Chance”, an audio-visual performance by André Gonçalves, Lloyd Cole and Luís Fernandes. Using a veritable battery of modular synthesizers on stage, the trio uses controlled randomness techniques to sculpt a universe of immersive and ethereal sound based on rhythmic, harmonic and melodic patterns created by the equipment, yet still within the limitations imposed by them. The randomness will guarantee a result that is as unique as it is unrepeatable. 
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Composição e ideia original André Gonçalves, Lloyd Cole, Luís Fernandes
André Gonçalves sintetizador modular
Lloyd Cole sintetizador modular
Luís Fernandes sintetizador modular
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Maiores de 12
COMPRAR BILHETES
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“O Outro de Nós” é uma caminhada na orla do abismo.
Quantas pessoas têm a coragem de procurar entender o mistério que são os outros que existem em si? O mistério que é existir nos outros? Não são assim tão poucas. Em primeiro lugar deixamo-nos inspirar pelas palavras do Raul Brandão para desnovelar as nossas próprias palavras, pelos pensamentos do Bernard Stiegler, do Gil, do Fals-Borda, para deixar fluir os nossos próprios pensamentos. Entoamos e ouvimos os arquivos vivos das memórias sonoras que nos rodeiam e tantas outras vozes que completam as peças deste enorme puzzle, que somos nós e os outros. Depois da fome, da miséria, do fascismo e da guerra, das escravaturas do passado e das austeridades do presente, talvez tenha sido enquanto se cantava ao desafio na sala do museu, que tenhamos encontrado a coragem para olhar para o abismo e dar um passo em frente. Agora, felizmente, não temos outra alternativa que não, juntos, voar. Felizmente, não somos assim tão poucos.
 
Após o espetáculo
CCVF / Foyer do Grande Auditório
Há Conversa com...
Outra Voz
 
“O Outro de Nós” (“The Other of Us”) is treading a path on the edge of the abyss.
How many people have the courage to go in search of the mystery that are the others that exist inside themselves? The mystery that is our existing in others? There truly are not that many. First, we must allow ourselves to be inspired by the words of Raul Brandão in order to unravel our own words or by the thoughts of Bernard Stiegler, of Gil, or of Fals-Borda to let our own thoughts flow outward. We intone and hear the living archives of the sound-memories which surround us as well as the other voices which add the pieces to this enormous puzzle, which is the idea that we are ourselves and we are others. After all the hunger, the misery, the fascism and war, and slavery from the past and the austerity of the present, perhaps it was while we were being called to the challenge in the halls of a museum that indeed found the courage to look into the abyss and take a step forward. Now, fortunately, we have no other alternative than to all set off flying into the air together. Fortunately, there are more of us than you might imagine.  
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Criação original Outra Voz
Direção de Projeto Carlos Correia, José Eduardo Silva
Interpretação Elementos da Outra Voz
Direção Musical Marisa Oliveira
Desenho de Som João de Guimarães
Desenho de Luz Pedro Vieira de Carvalho
Desenho de Figurinos e Adereços Inês Mariana Moitas
Ensaiador João de Guimarães, Madalena Gonçalves, Marisa Oliveira
Composição Rui Sousa
Recolha Musical e Etnográfica Pedro Almeida
Registo Fotográfico Ivo Rainha
Produção Executiva Inês Gregório/Pé de Cabra
Apoio à Produção Maria Rui Sampaio, Carla Silva
Registo vídeo “Os Fredericos”
Comunicação Sara Cunha, Beatriz Vasconcelos
Design de comunicação Cláudio Rodrigues
Coprodução e acolhimento A Oficina
Apoio Câmara Municipal de Guimarães
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Maiores de 12
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Concebida em estreito diálogo com o programa museológico do Centro, a ampla intervenção de Christian Andersson (Estocolmo, 1973) reúne um conjunto de peças icónicas e incontornáveis da produção do artista — como são, por exemplo, "Scanner" e "From Lucy with Love", instaladas em duas das salas mais simbólicas do percurso expositivo, as salas 2 e 3 do piso que alberga a coleção permanente — e de peças inéditas, especificamente produzidas para esta exposição.
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00

 

Conceived in intimate dialogue with the CIAJG`s museum programme, this major exhibition of the work of Christian Andersson (Stockholm, 1973) combines a set of iconic and compelling works by the artist – such as "Scanner" and "From Lucy with Love", installed in two of the exhibition`s most symbolic rooms (rooms 2 and 3 of the permanent collection`s floor) – plus brand new works specifically produced for this exhibition.
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
"Duplo Negativo" é a mais ampla exposição realizada por Miguel Leal (Porto, 1967) em contexto institucional. Nesta intervenção,especificamente concebida para o espaço expositivo do CIAJG, o autor põe em evidência algumas das principais caraterísticas do seu trabalho — sensibilidade ao espaço e ao tempo, atenção à construção do dispositivo e às condições de apresentação e uma capacidade discursiva marcada pelo engenho narrativo.
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
"Double Negative" is the biggest-ever exhibition of the work of Miguel Leal (Porto, 1967) in an institutional context. In this intervention, specifically designed for the CIAJG`s exhibition space, the author highlights some of the main features of his oeuvre – sensitivity to space and time, attention to construction of the device and the presentation conditions, and a discursive capacity marked by narrative ingenuity.
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Lógica circular, eterno retorno, repetição e diferença: a nova montagem da coleção permanente, vigente durante o ano de 2018, regressa ao mapa delineado pela exposição inaugural do CIAJG, “Para além da história”.
Trata-se de prosseguir um projeto sem tempo plenamente consciente do tempo em que é realizado, afirmativamente contemporâneo sem ser exclusivamente constituído por objetos de arte contemporânea. A sua natureza é ser transversal, poroso, impuro, aberto e circular, procurando nexos, relações, permanências; por outras palavras, sonda o impercetível que o tempo histórico, tão marcado por uma memória seletiva e fatalmente grosseira, acaba por expurgar.
 
Obras de José de Guimarães, Vasco Araújo, f.marquespenteado, Ernesto de Sousa, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Jaroslaw Fliciński, Mumtazz, Jorge Feijão, Christian Andersson
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Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Circular logic, the eternal return, repetition and difference: the new montage from the permanent collection on display in 2018 returns to the map drawn out in at the inaugural exhibition at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, “Beyond History”.
The notion is to follow a timeless project but fully aware of the time frame in question, affirmatively contemporary without being exclusively made up of contemporary art objects. Its nature is porous, impure, open and circular, seeking out possible nexus, relationships, and points of permanence; in other words, it probes the imperceptible that historical time – so marked by a selective and fatally vulgar memory – manages to purge in the end. 
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Todas as idades

3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. 
 
Consulte o site da Casa da Memória
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors.
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Horário 
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Já se encontram abertas as candidaturas para a MAT 2018.
O habitual espaço de apresentação dos Grupos de Teatro de Amadores de Guimarães repete o formato revisto e alargado lançado em 2017.
 
Cada grupo deve apresentar-se com um projeto de espetáculo e um espaço de apresentação associado, com o mínimo de condições de apresentação.
 
Depois de recebidos e analisados os projetos, os grupos fazem uma entrevista com o júri de até 30 min cada, para esclarecimento presencial de dúvidas. Desse processo são escolhidos 6 projetos aos quais é atribuído um apoio de 500€ (ver abaixo critérios de avaliação dos projetos).
 
Esses 6 espetáculos são programados na Mostra de Amadores de Teatro que se realiza pelos espaços associados, com os meios de cada grupo, mas com divulgação do Teatro Oficina. Cada grupo apresenta fora do seu espaço para promover a circulação de projetos e públicos – a distribuição dos grupos pelos locais é programada pelo Teatro Oficina, depois de escolhidos os 6 projetos. 
 
Para a Mostra, o Teatro Oficina convida profissionais de teatro para se juntar ao júri. Desse processo serão escolhidos 3 espetáculos para o fim de semana final no CCVF.
 
A ordem de apresentação será feita por sorteio (ver abaixo critérios de avaliação dos espetáculos). Em 2018, há uma nova regra de avaliação: para o fim-de-semana final serão escolhidos os dois melhores espetáculos de acordo com os critérios de pontuação artística e o terceiro espetáculo será o que tiver a maior pontuação de ´envolvimento local`(ver critérios de avaliação nesta convocatória), como forma de tornar a mostra comunitariamente mais inclusiva. 
 
O júri assiste aos 3 espetáculos finais e só aí atribui os prémios nos montantes de 2250€ (primeiro classificado), 1500€ (segundo classificado) e 1000€ (terceiro classificado). 
 
Podem responder a esta convocatória os grupos de teatro de amadores ou entidades a que estão associados, desde que legalmente constituídos e sedeados no concelho de Guimarães.
 
Os projetos deverão ser elaborados de acordo com o regulamento e formulários próprios (disponíveis, abaixo, em PDF) e enviados para o e-mail mat@aoficina.pt até ao dia 24 de maio.
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