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No terceiro milénio, e ao fim de mais de cem anos de história, tal como ficou devidamente assinalado na edição anterior do festival, o fenómeno jazzístico encontra-se perante questões de identidade muito sérias. Porém, ao invés de transmitir sintomas de esgotamento, o jazz parece ter compreendido que a solução para as suas questões passa pela necessidade de esta música se pensar e olhar a partir de fora para dentro.
No contexto do Guimarães Jazz, e essa é a linha orientadora que atravessa o programa da edição de 2018 do festival, olhar de fora para dentro desta música implica explorar geografias alternativas ao território nativo do jazz, divulgar o trabalho de músicos jovens que nasceram quando o jazz se tinha já implementado plenamente na cultura moderna como uma das mais expressivas linguagens musicais e artísticas do século XX, dar espaço a músicos que se distinguiram em territórios musicais mais próximos das correntes experimentais e vanguardistas da música contemporânea e, por último, programar músicos menos mediáticos e inseridos em circuitos mais informais e artisticamente flexíveis. No fundo, a perspetiva que se assume nesta edição do Guimarães Jazz é assente numa vontade de explorar zonas criativas de contrainformação, assumindo uma crítica em relação ao presente da música e do mundo, e afirmando sobretudo a necessidade de reflexão em torno dos processos entrópicos e autofágicos, baseados em estímulos imediatos e sentimentos ilusórios de pertença, que caraterizam tanto a criação como o consumo na música no século XXI.
Do programa da edição de 2018 do Guimarães Jazz destaca-se, desde logo, o facto de contemplar a realização de treze concertos em dez dias consecutivos, algo que acontece pela primeira vez na história do festival. Este é um dado importante, uma vez que tem como consequência uma mais efetiva e constante presença da música na cidade e na agenda dos seus espetadores, contribuindo assim para aproximar ainda mais os músicos e as pessoas que organizam o festival do seu público. Apesar deste dado novo, o Guimarães Jazz continua a ser, tal como é a sua matriz desde o início, um festival equilibrado, refletindo-se esse equilíbrio em várias dimensões: na notoriedade e na idade dos músicos envolvidos, na tipologia das formações, na proveniência geográfica dos projetos e nas estéticas musicais representadas.
De entre os concertos de maior perfil, é justo destacar a presença de três nomes incontornáveis da história mais recente do jazz – o contrabaixista Dave Holland, o trompetista Dave Douglas e o também trompetista, compositor e arranjador Steven Bernstein –, músicos que, embora com percursos em contextos artísticos muitos diferentes entre si, contribuíram decisivamente para moldar a forma atual do jazz. Tanto o projeto Aziza, de Holland, como Uplift, de Douglas, como a Millennial Territory Orchestra de Bernstein, constituem provas irrefutáveis da plena vitalidade musical de três dos grandes músicos da atualidade. Além do mais, estes três projetos têm a particularidade de contarem com a participação de músicos influentes da música contemporânea, de entre os quais é justo realçar a presença de Bill Laswell, baixista e produtor, e da vocalista Catherine Russell, duas figuras que, apesar de se expressarem em linguagens musicais muito díspares, podem ser considerados exemplos de uma invulgar postura de integridade artística e anti-estrelato.
Em 2018, um dos traços mais marcantes do Guimarães Jazz é a atenção prestada à nova geração do jazz. Nesse sentido, serão apresentados concertos de dois nomes emergentes da cena jazzística de Chicago (uma das cidades mitológicas do jazz, que continua a dar mostras de renovação e vitalidade musicais): o trompetista Marquis Hill e o contrabaixista Matt Ulery, que, além do concerto com o projeto Delicate Charms, orientará as oficinas de jazz e as jam sessions e dirigirá a Big Band e o Ensemble de Cordas da ESMAE. A cada vez mais relevante dinâmica global da cena jazzística justifica também a presença no festival do trompetista israelita Avishai Cohen (um músico de grande nível que tem editado nos últimos anos pela prestigiada editora ECM) e do projeto Cartas Brasileiras, liderado pela flautista e compositora Léa Freire, que no festival se apresentará acompanhada pela Orquestra de Guimarães. 
A exploração de geografias alternativas ao jazz norte-americano ficará, em 2018, também patente nos concertos programados para o Pequeno Auditório do CCVF, onde atuarão o Pablo Held Trio (um dos exemplos da qualidade dos projetos de jazz alemães) e a idiossincrática banda Random/Control, liderada pelo talentoso pianista austríaco David Helbock. É também neste contexto que se apresentará o acordeonista português João Barradas, um músico notável cuja carreira se encontra numa trajetória de crescente notoriedade e reconhecimento internacional e que, em Guimarães, se apresentará em quarteto acompanhado por músicos europeus emergentes e que terá como convidado especial o saxofonista norte-americano Greg Osby.
A colaboração com, por um lado, a Associação Porta-Jazz e, pelo outro, com a ESMAE volta a realizar-se, reafirmando a aposta do festival nos jovens músicos portugueses, e neste ano, como é habitual, realizam-se as oficinas de jazz e as jam sessions, extensões do festival que constituem uma das dimensões mais importantes da sua implantação na cidade e no meio jazzístico, ao mesmo tempo que contribuem para potenciar a formação e o crescimento musical dos jovens músicos do país.
O Guimarães Jazz encerrará a sua edição de 2018 com a Mingus Big Band, um concerto de homenagem a Charles Mingus que será, certamente, um dos momentos altos do festival. Liderado pela viúva do homenageado, esta big band é composta por instrumentistas de altíssimo nível e considerada como um dos projetos mais artisticamente relevantes de revisitação das obras de compositores de jazz. Numa altura em que o futuro da música, e do mundo, se afigura difuso e difícil de antecipar, faz todo o sentido regressarmos a Charles Mingus, um dos nomes mais influentes da música do século XX, e inspirarmo-nos no seu exemplo de integridade e audácia artísticas, que hoje, mais do que nunca, julgamos ser importante celebrar e divulgar, projetando-o no futuro. Ivo Martins
 
QUINTA 08 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
SEXTA 09 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
SÁBADO 10 NOVEMBRO
CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO / 18H30
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
SÁBADO 10 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
DOMINGO 11 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 17H00
Preço 7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR
 
DOMINGO 11 NOVEMBRO
CIAJG / BLACK BOX / 21H30
Preço 7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR
 
SEGUNDA 12 NOVEMBRO
CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO / 21H30
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
TERÇA 13 NOVEMBRO
CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO / 21H30
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
QUARTA 14 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
QUINTA 15 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
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SEXTA 16 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
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SÁBADO 17 NOVEMBRO
CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO / 18H30
Preço 7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR
 
SÁBADO 17 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
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ATIVIDADES PARALELAS
 
Segunda 05 a Sábado 17 novembro
Vários locais da cidade
Animações Musicais
 
Quinta 08 a Sábado 10 novembro
Convívio Associação Cultural / 24h00-02h00
Jam Sessions
Matt Ulery, Zach Brock, Greg Ward, Quin Kirchner, Rob Clearfield
 
Segunda 12 a Sexta 16 novembro
Centro Cultural Vila Flor / 14h30-17h30
Oficinas de Jazz
Matt Ulery, Zach Brock, Greg Ward, Quin Kirchner, Rob Clearfield
 
Quinta 15 a Sábado 17 novembro
CCVF / Café Concerto / 24h00-02h00
Jam Sessions
Matt Ulery, Zach Brock, Greg Ward, Quin Kirchner, Rob Clearfield
Preço 3,00 eur / 2,00 eur c/d
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA DO FESTIVAL (acesso a todos os concertos)
Preço 80,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 6 CONCERTOS (à escolha)
Preço 65,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 CONCERTOS (à escolha)
Preço 35,00 eur | COMPRAR

 

In the third millennium, and after more than a hundred years of history, jazz faces serious identity issues. However, instead of showing signs of exhaustion, jazz seems to have understood that the solution to its problems demands looking at itself from the outside in.

In the context of Guimarães Jazz to look from the outside in of this genre means to explore alternative geographies to the native territory of jazz, to promote the work of young musicians who were born in a time when jazz was already fully integrated in modern culture as one of the most expressive artistic languages of the twentieth century, to assimilate musicians who have gained recognition in musical territories closer to the experimental and avant-garde trends of contemporary music and, lastly, to reveal less-known musicians who work in more informal and flexible musical contexts. The matrix of the 2018 edition of Guimarães Jazz is, therefore, supported on a desire to explore zones of counter-information, assuming a critical perspective towards the present of music and of the world and affirming the urgency of a serious reflection about the entropic and autophagic processes, based on immediate stimulus and delusional feelings of belonging, that characterize the creation and the fruition of music in the twenty-first century. This year`s programme of the festival is composed of thirteen concerts in ten consecutive days, for the first time in the history of Guimarães Jazz. This aspect will allow the festival to have a more effective and constant presence in the city, therefore contributing to a closer relationship between the musicians and the audience. Despite this slight change, Guimarães Jazz continues to be, such as it is since the beginning, a festival concerned with a principle of balance in various dimensions: in terms of the recognition and the age of the musicians involved, of the typology of the formations, of the geographical provenance of the projects and also of the stylistic trends of jazz represented. Regarding the high-profile concerts, we may highlight three fundamental musicians of the last decades of jazz – the bassist Dave Holland, the trumpeter Dave Douglas and the composer and arranger Steven Bernstein –, musicians who, despite the artistic differences, have given a decisive contribution to transform the shape of contemporary jazz. Holand`s project Aziza, Dave Douglas` band Uplift and the Millennial Territory Orchestra led by Bernstein are the confirmation of the present artistic vitality of these three great jazz musicians. All three projects involve the collaboration of influential musicians of contemporary music, such as the bassist and producer Bill Laswell and the singer Catherine Russell, two artists who, having developed their work in almost opposite musical languages, may be considered examples of a rare artistic integrity and anti-starsystem attitude. In 2018, one of the most distinguished features of Guimarães Jazz is the focus on the new generation of jazzmen. The programme includes two emergent musicians of Chicago (one of jazz`s mythological cities which is constantly renovating itself and continues to be as active as it ever was): the trumpeter Marquis Hill and the bassist and composer Matt Ulery, who will perform with his own project, Delicate Charms, and will also direct the workshops and jam sessions and will work with the ESMAE`s big band and string ensemble. The global dynamics of jazz is also present at the festival with the names of Avishai Cohen, an extraordinary Israeli trumpeter who has recorded for the record label ECM, and of the flutist and composer Léa Freire, who will present the project Cartas Brasileiras (Brazilian Letters), accompanied by the Orchestra of Guimarães. The focus on alternative geographies is also manifested on the concerts taking place in the small auditorium, where the Pablo Held Trio (representative of the excellence of Germany`s jazz scene) and the idiosyncratic band Random/Control, led by the talented Austrian pianist David Helbock, will perform. The Portuguese accordionist João Barradas, a gifted musician who is currently on an ascending trajectory of international recognition, will perform in quartet accompanied by emergent European musicians and by the North-American saxophonist Greg Osby. The collaboration between Guimarães Jazz with the association Porta-Jazz and with ESMAE confirm the importance of promoting the work of young Portuguese musicians. The workshops and the jam sessions are customary extensions of the festival and of the most important dimensions of its relation with the city of Guimarães and with the Portuguese jazz circuit, while at the same time contributing to potentiate the musical growth and formation of young musicians.The festival will close with the Mingus Big Band, a tribute to Charles Mingus that will certainly constitute one of the highlights of this year’s edition of the festival. Led by Mingus` widow, this big band is formed by powerful and gifted musicians and is considered one of the most artistically relevant projects dedicated to the jazz masters’ music. In a time when the future of music, and of the world, is diffuse and difficult to anticipate, it seems to make sense the revisiting of the work of Charles Mingus, one of the most influential names of the music of the twentieth century and an inspirational example of integrity and artistic audacity, values that are now, more than ever, important to celebrate. Ivo Martins

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O concerto inaugural da edição de 2018 do Guimarães Jazz será protagonizado pelo mais recente grupo de um dos grandes nomes vivos da história do jazz, o contrabaixista britânico Dave Holland, que neste projeto se junta a Chris Potter, Lionel Loueke (que, no festival, será substituído por Kevin Eubanks, também ele um guitarrista de excelência) e Eric Harland. Aziza – assim se intitula esta formação composta por quatro dos mais relevantes músicos do jazz contemporâneo, com percursos que se foram cruzando no contexto de outras colaborações no passado recente e que, desde 2015, se reúnem para um propósito de criação artística que tem merecido ampla aprovação crítica e demonstrado em vibrantes atuações ao vivo toda a sua vitalidade musical.
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA DO FESTIVAL (acesso a todos os concertos)
Preço 80,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 6 CONCERTOS (à escolha)
Preço 65,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 CONCERTOS (à escolha)
Preço 35,00 eur | COMPRAR

Guimarães Jazz 2018`s edition will be inaugurated with the most recent project by one of the greatest living figures of jazz`s history, the British bassist Dave Holland, who in this band is joined by Chris Potter, Lionel Loueke (which will be replaced by Kevin Eubanks, an equally excellent guitarist) and Eric Harland. Guimarães Jazz 2018`s edition will be inaugurated with the most recent project by one of the greatest living figures of jazz`s history, the British bassist Dave Holland, who in this band is joined by Chris Potter, Lionel Loueke (which will be replaced by Kevin Eubanks, an equally excellent guitarist) and Eric Harland. Aziza is the title of this group, formed by four of the most relevant musicians in contemporary jazz, who all have collaborated in the past and who are working together since 2015 in the context of an artistic project which has been highly praised by jazz critics and has given proofs of its musical vitality in live performances all around the world.
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Dave Holland contrabaixo 
Chris Potter saxofone 
Kevin Eubanks guitarra 
Eric Harland bateria
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Maiores de 12
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Marquis Hill, jovem trompetista norte-americano, apresentar-se-á no Guimarães Jazz com uma banda composta por jovens músicos que confirmam a vitalidade atual da cena jazzística de Chicago. O saxofonista Logan Richardson, o vibrafonista Joel Ross, o contrabaixista Jeremiah Hunt e o baterista Jonathan Pinson são instrumentistas de inegável talento e que, apesar da sua juventude, apresentam já um historial de colaborações e de experiências criativas ao lado de grandes nomes da história da música como Wayne Shorter e Herbie Hancock. Deste concerto devemos esperar não apenas um momento musicalmente e tecnicamente sofisticado, correspondendo assim ao padrão de criação musical vigente no terceiro milénio, mas também a oportunidade de nele detetarmos pistas acerca do futuro próximo do jazz a partir de novas matrizes de significação expressiva.
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA DO FESTIVAL (acesso a todos os concertos)
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Marquis Hill, young trumpeter from Chicago, will be joined by an ensemble formed by young musicians who are the living proof of the current vitality of Chicago’s jazz scene. The saxophonist Logan Richardson, the vibraphonist Joel Ross, the bassist Jeremiah Hunt and the drummer Jonathan Pinson are musicians of undeniable talent who, despite their youth, already have an impressive history of collaborations and creative experiences alongside some of jazz`s greatest figures, such as Wayne Shorter and Herbie Hancock. Therefore, we may expect form this concert not only a technically sophisticated musical moment but also the opportunity of finding in the music of this group some clues about the near future of jazz, based on new matrixes of expression.
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Marquis Hill trompete
Logan Richardson, saxofone alto
Joel Ross vibrafone
Jeremiah Hunt contrabaixo
Jonathan Pinson bateria
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No ativo há doze anos, e já com nove álbuns editados, o Pablo Held Trio constitui um dos melhores exemplos da vibrante cena jazzística atual da Alemanha, país de onde são provenientes alguns dos mais criativos músicos e projetos de jazz europeus, particularmente da cidade de Colónia. A atuação do Pablo Held Trio no Guimarães Jazz será centrada no seu último registo discográfico, Investigations (2018), considerado pela crítica um momento de transição do grupo para um registo menos direto e mais lírico e sofisticado, embora coerente com uma linguagem musical firmemente ancorada nos princípios do bebop, e constituirá um momento importante de reconhecimento da ainda relativamente pouco explorada e reconhecida cena jazzística alemã.
 
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In activity for twelve years, during which it released nine albums, the Pablo Held Trio is one of the best examples of the vitality of Germany’s, and particularly of Cologne`s, jazz scene. In Guimarães Jazz, the performance of the Pablo Held Trio will focus on their last album, Investigations (2018), which was considered by jazz critics as a moment of transition to a less direct and more lyrical and sophisticated sound, supported on the principles of bebop, and will be a good opportunity for the festival`s audience to get in contact with the relatively unexplored jazz scene of Germany.
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Pablo Held piano 
Robert Landfermann contrabaixo
Jonas Burgwinkel bateria
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Um dos momentos mais impactantes desta edição do festival será certamente protagonizado pelo trompetista, arranjador e compositor Steven Bernstein, uma das figuras centrais da cena musical nova-iorquina dos últimos trinta anos, num encontro singular e inédito com Catherine Russell, uma singular cantora de jazz e blues que personifica um espírito de independência musical e uma postura anti-starsystem raras no contexto da música contemporânea. Os dois serão acompanhados pela Millennial Territory Orchestra, a idiossincrática big band fundada e liderada por Bernstein com o intuito de proceder a uma revisitação expansiva e eclética do património da música popular do século XX, abordando composições tão heterogéneas entre si como as de Count Basie até às da banda de folk psicadélico Grateful Dead.
 
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One of the highlights of this year`s edition of the festival will certainly be offered by the trumpeter, arranger and composer Steven Bernstein, one of the nuclear figures of New York`s jazz scene of the last thirty years, who in this concert will be joined by Catherine Russell, an unique jazz and blues singer who personifies the spirit of musical independence and an anti-starsystem attitude which constitute a valuable exception in the context of contemporary music. Both will be accompanied by the Millennial Territory Orchestra, the idiosyncratic big band founded and directed by Bernstein with the idea proposing an expansive and eclectic journey through the patrimony of the popular music of twentieth century, reinterpreting the compositions of very different composers, from Count Basie to the psychedelic folk rock band Grateful Dead.
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Steven Bernstein trompete e direção musical
Catherine Russell voz
Curtis Fowlkes trombone
Charlie Burnham violino
Doug Wieselman guitarra, clarinete baixo
Michael Blake saxofone
Erik Lawrence saxofone soprano e barítono
Matt Munisteri guitarra, voz
Ben Allison contrabaixo
Ben Perowsky bateria
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A vertente pedagógica do Guimarães Jazz é uma das dimensões mais importantes do festival, e este projeto de direção da Big Band e do Ensemble de Cordas da ESMAE, atualmente uma das mais prestigiadas instituições académicas especializadas no ensino da música em Portugal, constitui, a par com as oficinas de jazz, um dos eixos estruturantes dessa vocação formativa. Iniciada em 2012, esta parceria mantém a sua proposta de residência e trabalho de colaboração entre os alunos da ESMAE e o compositor designado para os dirigir, papel que este ano é assumido pelo contrabaixista Matt Ulery, um compositor versátil e eclético nas abordagens e nos estilos, criador de uma música baseada num princípio basilar de permanente assimilação de conhecimentos e ideias.
 
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Guimarães Jazz`s educational activities are one of the festival`s most important dimensions and the project with the Big Band and the String Ensemble of ESMAE, currently one of Portugal`s most prestigious jazz schools, is, in parallel with the workshops, one of the main axis of that pedagogical vocation.This partnership, which began in 2012, continues to propose a residency and collaboration between ESMAE`s students and the composer invited to direct them, a role that, in 2018, will be assumed by the bassist Matt Ulery, a versatile and eclectic composer who creates a music based on a fundamental principle of permanent assimilation of knowledge and ideas.

 
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Matt Ulery direção musical
Big Band e Ensemble de Cordas da ESMAE 
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A residência Guimarães Jazz/Porta-Jazz volta, tal como em anos anteriores, a propor uma colaboração artística entre músicos com um artista de outra área criativa, desta vez um videasta. Durante uma semana, um grupo de músicos nacionais e estrangeiros, liderado pelo compositor João Grilo, e o artista convidado (Miguel C. Tavares) testam as suas fronteiras disciplinares e zonas de conforto, explorando novas referências por forma a descobrirem novos caminhos expressivos. O resultado desta residência será apresentado e gravado ao vivo no festival Guimarães Jazz e posteriormente editado com Carimbo Porta-Jazz.
 
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As in previous years, the residency Guimarães Jazz/Porta-Jazz proposes na artistic collaboration between musicians with a visual artist. During one week, a group of Portuguese and foreign musicians, led by the pianist and composer João Grilo, and the vídeo artista Miguel C. Tavares test each of their disciplinary borders and comfort zones, exploring new references in order to discover new expressive paths. The result of the residency will be presented and recorded live at Guimarães Jazz and afterwards published by Porta-Jazz`s record label, Carimbo.
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João Grilo piano e composição 
Simon Olderskog Albertsen bateria
Christian Meaas Svendsen contrabaixo
José Soares saxofone
Miguel C. Tavares vídeo
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Random/Control é um dos vários projetos do prolífico pianista austríaco David Helbock e, provavelmente, o mais idiossincrático. Apesar de composto apenas por três músicos, a música desta formação é produzida com recurso a mais de vinte instrumentos, incluindo eletrónicas, percussão, didgeridoo e inúmeros tipos de sopros, todos eles tocados pelos elementos da banda. Desde a sua fundação, o grupo já editou três álbuns, sendo o último, Tour d’Horizon (2018), centrado na interpretação de composições dos pianistas que influenciaram a visão artística de Helbock, pelo que o concerto no Guimarães Jazz corresponderá portanto a uma viagem pelo cânone do piano-jazz, através de reinterpretações expansivas de obras de Duke Ellington, Keith Jarrett ou Carla Bley.
 
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Random/Control is one of the several projects of the prolific Austrian pianist David Helbock, and probably his most idiosyncratic. Despite being formed by only three musicians, the music of this group is created through the use of more than twenty instruments, including electronics, didgeridoo and several types of woodwind instruments. The band has released three albums since its foundation, the last of which was Tour d`Horizon (2018) that is focused on the interpretation of piano compositions which have influenced Helbock`s artistic vision, which means that the group`s concert in Guimarães Jazz will propose a musical journey through the canon of piano-jazz through the expansive reinterpretations of the works Duke Ellington, Keith Jarrett or Carla Bley`s pieces.

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David Helbock piano, eletrónicas, percussão
Johannes Bär trompete, trompete piccolo, tuba, beatbox, didgeridoo, eletrónicas, percussão
Andreas Broger saxofone soprano, saxofone tenor, clarinete, clarinete baixo, flauta, percussão
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Maiores de 12
COMPRAR BILHETES
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d

Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Sócios do Convívio Associação Cultural

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
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VENDA DE BILHETES
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Centro Cultural Vila Flor
Casa da Memória
Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Lojas Fnac, El Corte Inglés, Worten
Entidades aderentes da Bilheteira Online
Acordeonista multipremiado, João Barradas apresentar-se-á no Guimarães Jazz em quarteto, acompanhado de um grupo de instrumentistas do qual se destaca a presença de Greg Osby, saxofonista norte-americano associado às linguagens do free jazz e do free funk e antigo membro do movimento M-Base de Steve Coleman. Baseando-se nas composições de João Barradas e associando promissores instrumentistas europeus da nova geração a um músico de reputação consolidada, como é o caso de Osby, este projeto promete revelar ao público uma música detentora de uma sonoridade própria, desde logo pela centralidade do som do acordeão, mas que, no entanto, pretende distanciar-se de qualquer tentação de mero exotismo ou excentricidade musical, antes escolhendo enquadrar-se numa tradição musical, tanto da música erudita como do jazz, por forma a tentar criar novas soluções criativas.
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA DO FESTIVAL (acesso a todos os concertos)
Preço 80,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 6 CONCERTOS (à escolha)
Preço 65,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 CONCERTOS (à escolha)
Preço 35,00 eur | COMPRAR

A skilled accordionist, João Barradas João Barradas will perform at Guimarães Jazz with his quartet, alongside a group of musicians including Greg Osby, a saxophonist associated to free jazz and free funk and a former member of Steve Coleman`s M-Base Movement. Focused on Barradas` compositions and formed by some of the most promising European instrumentalists of the new generation of jazz, this group presents a peculiar music that is decisively marked by the sound of the accordion without ever indulging to a gratuitous musical exoticism or eccentricity, rather choosing to root itself in jazz and classical music`s tradition in order to discover new creative solutions.
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João Barradas acordeão, acordeão synth, composição
Greg Osby saxofone alto
Luca Alemanno contrabaixo 
Naíma Acuña bateria
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Maiores de 12
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Pelo terceiro ano consecutivo, e após duas experiências de grande sucesso primeiro com a big band Lisbon Underground Music Ensemble de Marco Barroso e depois com o guitarrista Nels Cline, o Guimarães Jazz volta a convidar a Orquestra de Guimarães para um novo projeto de colaboração, desta vez com o quarteto de Léa Freire, reforçando assim a intenção de dar espaço de visibilidade e de desenvolvimento artístico aos músicos locais, integrando-os num espírito de partilha de conhecimento capaz de gerar dinâmicas de criação dentro da cidade que acolhe o festival. Cartas Brasileiras é um projeto de revisitação do património musical do Brasil que integra elementos do samba e do choro num formato orquestral jazzístico baseado sobretudo nas composições da prestigiada flautista e compositora Léa Freire, contribuindo assim para a releitura e revalorização do extraordinariamente rico legado da música popular brasileira. 
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA DO FESTIVAL (acesso a todos os concertos)
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ASSINATURA 6 CONCERTOS (à escolha)
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After two successful experiences with Marco Barroso`s big band LUME and the guitarist Nels Cline, the Guimarães Orchestra will collaborate again with Guimarães Jazz, this time with Léa Freire`s quartet, in an effort to provide the local musicians condition for their artistic development, integrating them in a spirit of sharing of musical knowledge capable of generating new creative dynamics in Guimarães. Cartas Brasileiras (in English, Brazilian Letters) is a project focused on the reinterpretation of Brazil`s musical patrimony that includes the popular expressions of samba and choro through an orchestral jazz format, mainly based on the compositions of the Brazilian flutist and composer Léa Freire, contributing to the reinterpretation and revaluation of the extraordinarily rich patrimony of Brazilian popular music. 

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Felipe Senna direção musical
Léa Freire flauta, composição
Lucas Casacio bateria, percussão 
Tiago Costa piano 
Marcos Paiva contrabaixo
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Maiores de 12
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Uplift é a mais recente formação de um dos músicos mais importantes da cena jazzística nova-iorquina das últimas décadas, o trompetista e compositor Dave Douglas, que aqui se faz acompanhar por um extraordinário ensemble de instrumentistas. De acordo com as palavras do próprio Dave Douglas, este projeto apresenta um cariz marcadamente político, no qual sobressai uma perspetiva crítica dos tempos atuais. Considerando o nível altíssimo dos músicos que acompanham Dave Douglas neste seu novo grupo e o espírito de insubmissão e manifesto que está na génese do projeto, é legítimo esperar uma música inconformada e à procura de novas ideias criativas. Uplift é a forma de Dave Douglas nos recordar que o dever da arte é escolher ter esperança, e que é essa única mensagem possível de qualquer proposta artística que se suponha inovadora.
 
ASSINATURAS
 
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Uplift is the most recent project by one of the most important musicians of the New York jazz scene of the last decades, the trumpeter and composer Dave Douglas, accompanied by an extraordinary ensemble of instrumentalists. According to Dave Douglas himself, this project has a strong political intention, in which excels a critical perspective towards our times. Considering the excellence of the musicians who form this band and the spirit of rebellion and disquietude behind the band’s artistic purposes, it is legitimate to expect from this concert a nonconformist music, in search for new creative ideas. Uplift is the way Dave Douglas found to remind us that the mission of art is to choose hope, and that this is the only possible message of any artistically innovative proposal.
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Dave Douglas trompete 
Jon Irabagon saxofone tenor e soprano
Rafiq Bhatia guitarra
Mary Halvorson guitarra
Bill Laswell baixo elétrico
Ches Smith bateria
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Originário de Telavive e sedeado atualmente em Nova Iorque, Avishai Cohen é, apesar da sua juventude, um dos mais relevantes trompetistas do jazz da atualidade, detentor de uma sensibilidade musical pontuada por um multiculturalismo inclusivo e sincrético. Embora centrada nas composições de Avishai Cohen, a música deste quarteto – composto por instrumentistas muito experimentados e com créditos firmados no meio jazzístico internacional – é expansiva e multicultural na sua génese, pelo que é possível afirmar que nela respira uma melodia própria, composta por uma confluência de sonoridades, permeável a influências e sensível às diferenças culturais, razões que fazem com que esteja perfeitamente sintonizada com os espíritos benignos do tempo.
 
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A native of Telavive and currently based in New York, Avishai Cohen (b. 1978, Israel) is, despite his youth, one of the most prominent trumpeters of contemporary jazz, a musician of a musical sensibility punctuated by an inclusive and syncretic multiculturalism. Although focused on Avishai Cohen`s compositions, the music of this quartet – formed by experimented musicians with a solid reputation within the international circuit of jazz – is expansive and genetically multicultural. It breathes a very personal melody, made of a confluence of sounds, permeable to influences and sensible to cultural differences, in tune with the benign spirits of the time.
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Avishai Cohen trompete
Yonathan Avishai piano
Barak Mori contrabaixo
Ziv Ravitz bateria
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Oriundo de Chicago, sendo atualmente um dos representantes mais destacados da dinâmica musical daquela que é uma das cidades mais importantes do jazz, Matt Ulery é um talentoso contrabaixista e compositor que, durante os últimos vinte anos, tem desenvolvido um sólido trajeto no meio jazzístico internacional. Ulery tem mantido uma relação de proximidade e cumplicidade artística com alguns dos músicos emergentes da cena jazzística de Chicago, e a formação que serve de veículo ao projeto Delicate Charms é reveladora desse fulgor colaborativo. Este projeto mostra-se fiel aos princípios artísticos de Ulery: a criação de uma música expressiva, baseada em fraseados e melodias não-convencionais e integradora de uma memória musical inclusiva, capaz também de absorver e potenciar os contributos dos intérpretes das suas composições, alcançando assim patamares de universalidade e autenticidade raramente presente na música do terceiro milénio.

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Matt Ulery, currently one of the most prominent representatives of the musical dynamics of Chicago, one of jazz`s most important cities, is a gifted bassist and composer who, during the last twenty years, has built up a solid career. Ulery holds a very close relation of artistic complicity with some of the emergent musicians of Chicago`s jazz scene, and the ensemble of instrumentalists which forms the project Delicate Charms is a direct consequence of that proximity. The project Delicate Charms is faithful to Ulery`s artistic principles: the aim to create expressive music, based on non-conventional phrases and melodies, capable of absorbing and potentiating the contribution of the interpreters of his compositions, therefore achieving levels of universality and authenticity that are rarely seen in the music of the third millennium.
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Matt Ulery contrabaixo e composições
Zach Brock violino
Greg Ward saxofone alto
Quin Kirchner bateria
Rob Clearfield piano
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A edição de 2018 do Guimarães Jazz encerrará com um momento de celebração do legado de uma das figuras fundamentais da música do século XX, o contrabaixista e compositor Charles Mingus, cuja obra permanece no imaginário coletivo como um símbolo do espírito inconformista e radicalmente inovador que fez do jazz uma das expressões artísticas mais marcantes e revolucionárias da modernidade. Liderada por Sue Mingus, viúva e cúmplice afetiva e artística do homenageado, a Mingus Big Band é um ensemble constituído por músicos de exceção e de grande capacidade inventiva, sendo considerada um exemplo de vitalidade criativa dentro do universo de projetos dedicados à reinterpretação da obra dos grandes mestres do jazz.
 
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Led by Sue Mingus, widow and artistic accomplice of the composer, the Mingus Big Band is an ensemble formed by excellent and widely inventive musicians, and it is considered an example of creative vitality within the universe of jazz projects devoted to the reinterpretation of the work of the great jazz master.Guimarães Jazz`s 2018 edition will close with the celebration of the legacy of one of the fundamental figures of music of the twentieth century, the bassist and composer Charles Mingus, whose work remains in the collective as a symbol of the nonconformist and radically innovative spirit of jazz as a striking and revolutionary expression of modern art. 

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Wayne Escoffery saxofone tenor
Abraham Burton saxofone tenor
David Lee Jones saxofone alto, saxofone soprano, flauta
Alex Terrier saxofone alto
Jason Marshall saxofone barítono
Conrad Herwig trombone tenor
Robin Eubanks trombone tenor
Dave Taylor trombone baixo, tuba
Jack Walrath trompete
Alex Sipiagin trompete
Alex Norris trompete 
Theo Hill piano
Boris Kozlov contrabaixo
Donald Edwards bateria
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Maiores de 12
Durante o mês de novembro, Guimarães vive ao ritmo do jazz. Nestas animações musicais, o jazz surge em contextos quotidianos menos previsíveis, procurando envolver a população naquele que é o principal festival da cidade. A música também visita as escolas e vai ao encontro de todos aqueles que queiram desfrutar do festival. Porque o Guimarães Jazz é de todos e para todos.

During the month of November, life in Guimarães will be sprinkled and spiced with the sounds of jazz rhythms. In these entertaining moments, jazz will emerge in the most unpredictable daily contexts in an attempt to involve the population of Guimarães in its main music festival. Schools will be filled with music, and music will seek out those who want to be reached by the Festival. This is because Guimarães Jazz is for everyone and by everyone. 
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Todas as idades
Bilheteira da responsabilidade do Convívio Associação Cultural
As jam sessions conferem ao Guimarães Jazz uma das suas facetas identificadoras. A sua componente de improvisação revela o lado mais informal do jazz, permitindo que o público a possa ouvir num ambiente mais direto e próximo dos músicos. Este ano, as jam sessions no Convívio Associação Cultural e no Café Concerto do CCVF serão lideradas pelo contrabaixista e compositor Matt Ulery que virá acompanhado por jovens instrumentistas da cena jazzística de Chicago, como o pianista Rob Clearfield, o saxofonista Greg Ward e o baterista Quin Kirchner. Desta formação faz ainda parte o virtuoso violinista Zach Brock que, apesar da sua juventude, possuiu já um estatuto consolidado na cena jazzística norte-americana.
 
Quinta 08 a Sábado 10 novembro, 24h00-02h00
Convívio Ass. Cultural 
 
Quinta 15 a Sábado 17 novembro, 24h00-02h00
CCVF / Café Concerto

The jam sessions are certainly one of the most identifying marks of Guimarães Jazz. It is this improvisational perspective that unveils the more informal nature of jazz, one that both allows the public to appreciate this musical form in a more direct way and brings audiences closer to the musicians. This year, the jam sessions at the Convívio Cultural Association and the CCVF Café Concerto will be led by bassist and composer Matt Ulery, who will be accompanied by young musicians from the Chicago jazz scene: pianist Rob Clearfield, saxophonist Greg Ward and drummer Quin Kirchner. Joining the group will be virtuoso violinist Zack Brock who, despite his young age, has made quite a name for himself on the jazz scene in America. 
 
Thursday 08 to Saturday 10 November, 24h00-02h00
Convívio Ass. Cultural 
 
Thursday 15 to Saturday 17 November, 24h00-02h00
CCVF / Café Concerto
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Matt Ulery contrabaixo e composições
Zach Brock violino
Greg Ward saxofone alto
Quin Kirchner bateria
Rob Clearfield piano
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Maiores de 12
As oficinas de jazz são uma experiência única de trabalho criativo com músicos de elevada qualidade técnica, envolvidos num dos contextos mais fervilhantes da criação jazzística contemporânea. Tal como as jam sessions, são dirigidas pelos músicos residentes que se deslocam propositadamente dos EUA a convite do festival, fixando-se em Guimarães durante duas semanas. Este ano, as oficinas de jazz serão orientadas por um conjunto de músicos oriundo daquela que é uma das cidades mais importantes do jazz: Chicago. O contrabaixista e compositor Matt Ulery, o pianista Rob Clearfield, o saxofonista Greg Ward, o baterista Quin Kirchner e o violinista Zach Brock são instrumentistas versáteis e de notáveis recursos técnicos com uma sólida reputação no exigente circuito da cidade-capital do Illinois e que têm vindo a percorrer uma trajetória profissional que já lhes permitiu colaborar com nomes importantes da música contemporânea.
 
Data limite de inscrição 07 novembro
Nº máximo de participantes 25
Inscrição gratuita (sujeita ao pagamento de uma caução no valor de 25,00 euros que será reembolsada caso o participante esteja presente em pelo menos 80% da atividade ou em caso de desistência até ao dia 08 de novembro)
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As inscrições poderão ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor, pelo telefone 253 424 700
ou através do e-mail geral@ccvf.pt

The jazz workshops are a truly exceptional experience allowing for creative collaboration with musicians of high technical quality involved in one of the most exciting contexts of contemporary jazz creation. As with the jam sessions, the workshops are led by the musicians in residence who have come from America at the Festival`s invitation to set up shop in Guimarães for two weeks. This year, in charge of the jazz workshops is a group of young performers hailing from one of the most important cities for jazz, Chicago. Bassist and composer Matt Ulery, pianist Rob Clearfield, saxophonist Greg Ward, drummer Quin Kirchner, and violinist Zack Brock are the versatile instrumentalists with outstanding technical skill and a solid reputation on the demanding Chicago circuit, men whose career paths have enabled them to collaborate with some of the most prominent names in contemporary music. 
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3,00 EUR / 2,00 EUR c/d (CCVF / CAFÉ CONCERTO)
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As jam sessions conferem ao Guimarães Jazz uma das suas facetas identificadoras. A sua componente de improvisação revela o lado mais informal do jazz, permitindo que o público a possa ouvir num ambiente mais direto e próximo dos músicos. Este ano, as jam sessions na Associação Cultural Convívio e no Café Concerto do CCVF serão lideradas pelo contrabaixista e compositor Matt Ulery que virá acompanhado por jovens instrumentistas da cena jazzística de Chicago, como o pianista Rob Clearfield, o saxofonista Greg Ward e o baterista Quin Kirchner. Desta formação faz ainda parte o virtuoso violinista Zach Brock que, apesar da sua juventude, possuiu já um estatuto consolidado na cena jazzística norte-americana.
 
Quinta 08 a Sábado 10 novembro, 24h00-02h00
Convívio Ass. Cultural 
 
Quinta 15 a Sábado 17 novembro, 24h00-02h00
CCVF / Café Concerto

 


The jam sessions are certainly one of the most identifying marks of Guimarães Jazz. It is this improvisational perspective that unveils the more informal nature of jazz, one that both allows the public to appreciate this musical form in a more direct way and brings audiences closer to the musicians. This year, the jam sessions at the Convívio Cultural Association and the CCVF Café Concerto will be led by bassist and composer Matt Ulery, who will be accompanied by young musicians from the Chicago jazz scene: pianist Rob Clearfield, saxophonist Greg Ward and drummer Quin Kirchner. Joining the group will be virtuoso violinist Zack Brock who, despite his young age, has made quite a name for himself on the jazz scene in America. 
 
Thursday 08 to Saturday 10 November, 24h00-02h00
Convívio Ass. Cultural 
 
Thursday 15 to Saturday 17 November, 24h00-02h00
CCVF / Café Concerto
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“Segunda-Feira: Atenção à Direita!” é o primeiro espetáculo do ciclo Sete Anos Sete Peças, um projeto no qual Cláudia Dias se propõe a criar sete peças em sete anos consecutivos.
Em “Segunda-Feira: Atenção à Direita!”, Cláudia Dias sobe ao ringue de boxe com Jaime Neves. Ambos vão levar na boca, literal e metaforicamente, sim, senhor. Os dois pertencem a uma comunidade que tem sido levada ao tapete vezes sem conta, uma geração derrotada, um país prostrado, um Estado falido, uma união falhada, uma península arrasada, um continente perdido. Quando se esmurrarem com argumentos, entre sangue, suor e lágrimas, far-se-á luz, como nas fábulas esclarecidas. Ao sentimento de opressão, de que se libertam combatendo, opor-se-á o sentimento de solidariedade, entre pares, que se reforça no combate, quando eles se reconhecerem como iguais. Punhos cerrados. Destas forças contrárias, sai atrito bastante para passar das palavras aos atos.
 
BILHETE CONJUNTO “Segunda-feira” + “Terça-feira”, de Claúdia Dias 10,00 EUR COMPRAR
“Segunda-Feira: Atenção à Direita!” (“Monday: Careful! Look to the Right!”) is the first show in the cycle Sete Anos Sete Peças (Seven Years, Seven Plays), a project in which Cláudia Dias proposes creating seven plays on seven consecutive days.

In “Segunda-Feira: Atenção à Direita!” (“Monday: Careful! Look to the Right!”) Cláudia Dias jumps into the boxing ring with Jaime Neves. Both are going to take it on the chin, both literally and figuratively, yes sir! Both belong to a community that has been repeatedly called to the carpet, a defeated generation, a country prostrate, a bankrupt state, a failed union, a devastated peninsula, a lost continent. When they beat themselves up with arguments, and amongst the blood, sweat and tears, the light will shine through as it does in the wise fables of yore. In opposition with the feeling of oppression, which they release in fight mode, is the feeling of solidarity amongst peers which is made stronger in the combat when they recognize themselves as equals. Fists clenched tight. From out of these conflicting forces is enough friction to go from words to actions.  

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Conceito e Direção Artística Cláudia Dias
Artista Convidado Pablo Fidalgo Lareo
Texto Cláudia Dias e Pablo Fidalgo Lareo
Intérpretes Cláudia Dias, Jaime Neves, Karas
Acompanhamento Crítico Sete Anos Sete Peças Jorge Louraço Figueira
Treinador de Boxe Tailandês Jaime Neves
Cenografia e desenho de luz Thomas Walgrave
Direção técnica Nuno Borda De Água
Produção executiva Alkantara
Coprodução Alkantara Festival, Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto .Rivoli.Campo Alegre, Câmara Municipal de Almada, Noorderzon Performing Arts Festival Groningen
Residências Artísticas Espaço Alkantara; Göteborg Dance and Theatre Festival e Vitlycke Centre for Performing Arts, com o apoio de KID Gothenburg; Teatro Extremo e Teatro - Estúdio António Assunção; Companhia de Dança de Almada; O Espaço do Tempo; Teatro Municipal do Porto .Rivoli.Campo Alegre
Apoiado por EUROPOLY é um projeto Europeu para teatro e cinema do Goethe Institut em cooperação com Munchner Kammerspiele, Onassis Cultural-Centre Athens, Sirenos – Vilnius International Theatre Festival, Maria Matos Teatro Municipal Lisbon e Tiger Dublin Fringe
NXTSTP/Programa Cultura da União Europeia
O projeto Sete Anos Sete Peças tem o apoio da Câmara Municipal de Almada
Alkantara – A.C. é uma estrutura financiada por Ministério da Cultura / Direção-Geral das Artes e Câmara Municipal de Lisboa 
Duração 60 min. s/intervalo
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Maiores de 12
 
 
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Duarte Belo é o guia de visita da CDMG de novembro.
Autor de um acervo de mais de um milhão de imagens de todo o Portugal continental e ilhas desde 1982, devidamente catalogado e organizado, Duarte Belo é, sem dúvida, um nome de referência na compreensão visual do território português nos últimos trinta e cinco anos. A propósito da inauguração da sua exposição “Depois do tempo” na CDMG, Belo falará sobre a sua memória visual de Guimarães, cidade que fotografa regularmente desde o final da década de oitenta. 
 
Consulte o site da Casa da Memória
Duarte Belo will lead the guided tour of the CDMG in November.

Amassing a collection he has created since 1982 of more than one million images from across both continental Portugal and the islands, duly catalogued and organized, Duarte Belo is, without a doubt, a prominent name when it comes to visually understanding the Portuguese territory over the last 35 years. On the event of the inauguration of his exhibition “Depois do Tempo” at the CDMG, Belo will speak on his visual memory of Guimarães, a city he has regularly photographed since the late 1980s. 

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Todas as idades

Entrada livre
Esta exposição percorre um hiato temporal de 30 anos, desde uma primeira fotografia, feita em abril de 1988, até ao presente.
Procurámos descrever uma cidade e a sua paisagem envolvente. Sobre o solo está desenhada uma teia evolutiva de complexidade crescente. Vislumbramos possibilidades de sentido em que tempo, espaço e os fazeres humanos se entrelaçam. É o diálogo entre matérias e formas, aparentemente desconexas, para mostrar Guimarães e o seu território circundante. É um modo de revelar processos de relação com a terra, com as tecnologias de captura da imagem pela fotografia, pelas manualidades associadas aos processos de comunicação de conceitos, linhas de pensamento. É o discurso construído entre a imagem da cidade e uma forma possível de a representar.
 
Consulte o site da Casa da Memória
This exhibition covers a time frame of 30 years, from the first snapshot taken in April 1988 to the present day. We have sought to depict a city and its surrounding landscape.

On the land is drawn an evolving web of growing complexity. We have caught a glimpse of a way in which time, space and human craft enmesh. It is the dialogue between materials and forms, apparently disconnected, which put Guimarães and its surrounding territory on display. It is a way to shed light on processes of relating with the earth and with technologies for capturing images via photography and the manual tasks associated with the processes of communicating concepts and lines of thought. It is the discourse between the image of the city and a possible way to depict it. 

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Todas as idades
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Na segunda peça do projeto Sete Anos Sete Peças, Cláudia Dias inspira-se no universo dos desenhos animados de Osvaldo Cavandoli para criar “Terça-Feira: Tudo o que é sólido dissolve-se no ar”.
Em palco, Cláudia Dias e Luca Bellezze constroem uma narrativa visual, usando uma linha para contar a história de um menino de dez anos, cujos avôs foram expulsos primeiro da Palestina e depois do Líbano, que viaja desde a Síria até Itália. Num tempo em que as linhas divisórias, as fronteiras, as barreiras, as linhas da frente e de mira dos conflitos bélicos, as fileiras e as linhas de identificação do drama dos refugiados, as linhas de respeito dos limites marítimos das nações, as linhas duras das fações radicais de organizações políticas e religiosas estão na ordem do dia, Cláudia Dias e Luca Bellezze  trabalham (n)uma linha unificadora, capaz de juntar o que se encontra separado.
 
BILHETE CONJUNTO “Segunda-feira” + “Terça-feira”, de Claúdia Dias 10,00 EUR COMPRAR
In the second play in the project Sete Anos Sete Peças (Seven Years, Seven Plays), Cláudia Dias takes her inspiration from the universe of Osvaldo Cavandoli’s cartoons to create “Terça-Feira: Tudo o que é sólido dissolve-se no ar” (“Tuesday: Everything that is solid dissolves in the air”).
On stage, Cláudia Dias and Luca Bellezze construct a visual narrative using a thread to tell the story of a 10-year old boy whose grandparents were expelled first from Palestine and then from Lebanon, who next travels from Syria to Italy. At a time when dividing lines, borders, barriers, the frontlines of armed strife, the lines identifying the drama of refugees, the lines determining a country`s maritime borders, and the hard-edged lines of radical factions of political and religious organizations are all the order of the day, Cláudia Dias and Luca Bellezze work together focusing on a unifying thread able to join together whatever seems to be separated.
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Conceito e Direção Artística Cláudia Dias
Artista Convidado Luca Bellezze
Texto Cláudia Dias
Intérpretes Cláudia Dias e Luca Bellezze
Olhar Crítico – Sete Anos Sete Peças Jorge Louraço Figueira
Cenografia e desenho de luz Thomas Walgrave
Assistência Karas
Animação Bruno Canas
Direção técnica Nuno Borda De Água
Produção Alkantara
Coprodução Maria Matos Teatro Municipal; Teatro Municipal do Porto
Residências Artísticas Teatro Municipal do Porto/Teatro do Campo Alegre; O Espaço do Tempo; Centro Cultural Juvenil de Santo Amaro – Casa Amarela 
Agradecimentos Ângelo Alves, Anselmo Dias, Ilda Figueiredo, José Goulão, Jorge Cadima, Paulo Costa
O projeto SETE ANOS SETE PEÇAS é apoiado pela Câmara Municipal de Almada
Alkantara – A.C. é uma estrutura financiada por Ministério da Cultura / Direção-Geral das Artes e Câmara Municipal de Lisboa 
Duração 60 min. s/intervalo
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Maiores de 12
COMPRAR BILHETES
2,00 EUR
Nesta visita ao CCVF vamos investigar o que se esconde atrás do que está por trás – o que não se vê, o que não está em cena.
Descobriremos onde nos levam os labirínticos corredores, as recônditas oficinas e outras passagens (quase) secretas que abrigam memórias e preservam saberes das pessoas que aqui trabalham. Neste espaço, a magia começa fora do palco, na vida de todos os dias, no delicado labor de quem, com desvelo, prepara momentos tão efémeros quanto singulares. Abrir de par em par as portas várias deste lugar, onde, como no teatro, moram muitas artes dentro (a música, a dança, a literatura, a pintura, a arquitetura, a fotografia, o cinema…), é um modo breve de partilhar as invisibilidades que o atravessam, arredando as chaves das fechaduras, espreitando o interior dos gestos e o avesso das paredes.
 
Público-alvo Maiores de 6
Duração c. 90 min.
Lotação 25 pessoas
Preço 2,00 eur
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Espetáculo não recomendável a pessoas com mobilidade reduzida

APRESENTAÇÕES
 
09 dezembro | 11h00
PÚBLICO EM GERAL / FAMÍLIAS
10 dezembro | 10h30 e 15h00
PÚBLICO EM GERAL / GRUPOS ESCOLARES E OUTRAS INSTITUIÇÕES
 
Marcações de grupos escolares/instituições com, pelo menos, uma semana de antecedência,
através de telefone 253 424 700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Lotação mín. 10 / máx. 25 pessoas / 1 turma
In this visit to the CCVF, we will investigate what is hidden behind what is behind the scenes – what is not seen and what does not appear on stage.
We will discover where the labyrinthine corridors, the hidden workshops and the other (almost) secret passages lead, ones which house the memories and preserve the knowledge of those persons who work here. In this space, the magic begins away from the stage, in the everyday life and delicate labours of those who caringly prepare moments which are as ephemeral as they are unique. Entering the various doorways, which, like the theatre itself, open into the dwelling place of many arts (music, dance, literature, painting, architecture, photography, cinema…) gives us a brief moment to appreciate the invisibility of what lies behind, as we unlock the entrance way to peek inside gestures and behind walls.
 
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PROJETO VENCEDOR
1ª BOLSA GANGUE DE GUIMARÃES
 
Encenação e Dramaturgia Manuela Ferreira*
Texto Ana Arqueiro
Intérpretes Mário Alberto Pereira*, Rita Morais* e Tiago Porteiro*
Com a participação especial Helena Ribeiro
Design de Luz Carlos Ribeiro
Design de Som Nuno Eiras
 
*Artistas do Gangue de Guimarães
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
A escrita e a audição musicais implicam permanentemente memória.
Ouvimos temas, melodias, formas sonoras porque memorizamos sequências, que reencontramos adiante na mesma obra, ou mesmo em diferentes obras que dialogam entre si. A composição tece-se nesse permanente entrelaçado de sons apreendidos que alternam com secções novas. Por que é que nesse jogo ininterrupto, entre memória e inovação, a música nos faz vibrar e nos toca? Ana Paixão é doutorada em literatura comparada com uma tese sobre «Retórica e técnicas de escrita literárias e musicais em Portugal – séculos XVII e XIX». Investigadora do Centro de Estudos de Sociologia e de estética musical da Universidade Nova de Lisboa, trabalhou na Universidade de Paris III e no Conservatório nacional em Lisboa. Desde 2010, ensina na Universidade de Paris 8 e dirige a Casa de Portugal - André de Gouveia.
 
Consulte o site da Casa da Memória
Composing and listening to music inexorably imply the use of memory.
We hear tunes, melodies and sound forms because we memorize sequences that we reencounter in the same work or even in different works that are in dialogue with one another. The composition is woven in this permanent intertwining of learned sounds that alternate with new sections. Why is it that in this uninterrupted game between memory and innovation music is able to make us resonate and touch us? Ana Paixão holds a doctorate in Comparative Literature with her thesis title translated into English as “Rhetoric and Literary and Musical Writing Techniques in Portugal from the 17th to 19th century”. Researcher at the Sociology and Musical Aesthetics Research Center at the Universidade Nova de Lisboa, she has worked at the University of Paris – III and the Portuguese National Conservatory in Lisbon. Since 2010, she has been teaching at the University of Paris – 8 and she is currently the Director of the Casa de Portugal – André de Gouveia.
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Maiores de 12
2,00 EUR
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa.
Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em novembro, partimos de técnicas de movimento e da interação dos eixos corpo-espaço-objeto. Quanto espaço ocupa o meu corpo? Que marcas deixo nos espaços por onde percorro? Como registar o espaço que ocupo? Nesta oficina iremos descobrir física e sensorialmente os diferentes espaços da Casa da Memória e lá deixar a memória dos nossos corpos. 

Criação e Orientação Melissa Rodrigues 
Público-alvo Maiores de 3 
Duração c. 90 min. 
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas 
Preço 2,00 eur
Inscrição até 15 novembro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt

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Thinking, seeing, listening, creating, doing, feeling. In the lounge, in the kitchen, at the table or outdoors. There are Sundays when all you want to do is stay home.
So come to our home, the Casa. One Sunday per month, we go in search of different interpretations of historical facts, traditions, legends, persons, places, or objects that we find in the exhibition space. In the cosiness of the Casa, we offer a space of encounter for families, friends, different generations, artists and artisans. And ideas as well. We will create labyrinths, invent stories, use clay, linen or paper, we will make food, music and promises, with our hands, our heads and our entire body. In November, we will take up the techniques of movement and interaction along the axis of body-space-object. How much space does my body occupy? What marks do I leave behind on those spaces that I pass through? How do I register the space that I occupy? In this workshop we will discover the various spaces at the Casa da Memória both physically and via the senses, leaving behind the memory of our very own bodies.
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5,00 EUR, Contextile PASS 2018
bilhete único, todas as exposições | (apoio e sustentabilidade)
3,00 EUR, estudantes e jovens até 25 anos*desconto de grupo, escolas e famílias

Mais info: www.contextile.pt | i.point Contextile 2018 (Rua Paio Galvão, 6 e 7, Guimarães)
No primeiro dia de setembro, com a abertura da Contextile 2018, descobrimos a intervenção que Ann Hamilton, célebre artista norte-americana, concebeu para a cidade de Guimarães.
“Side by side” (Lado a lado) restabelece uma ligação simbólica entre o lugar do novo e do antigo Mercado da Cidade (a Plataforma das Artes), inaugurada em 2012, que promete restaurar os laços afetivos entre dois lugares tão especiais nas dinâmicas sociais que atravessam Guimarães. Convocando duas instituições distantes no tempo mas próximas geograficamente, o CIAJG e a Sociedade Martins Sarmento, a artista propõe estabelecer uma circulação de imagens, objetos, pessoas e animais, mediada pelos cânticos do grupo coral “Outra Voz” e pelos ecos da memória do tempo passado.
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
On September 1st, with the opening of Contextile 2018, we will unveil the intervention which celebrated American artist Ann Hamilton has created for the City of Guimarães.
“Side-by-side” re-establishes the symbolic link between the place that is the former Town Market (now transformed into the Platform for the Arts) and the new Town Market, inaugurated in 2012, and promises to restore the bonds of affection that tie together two very special places in the social dynamics that crisscross Guimarães. Calling upon two institutions quite far apart in time but geographically near one another – the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG and the Martins Sarmento Society – the artist wishes to establish a circulation of images, objects, persons, and animals, together with songs from the choral group, “Outra Voz”, and the echoes of memories from times gone-by. 
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Exposição que mapeia a duradoura e ampla influência que João Cutileiro teve na arte portuguesa dos anos 1960 a 1990, nomeadamente o grupo de Évora (Charrua, Bravo, Lapa, Palolo) e a geração de artistas surgidos na década de 1980 (Manuel Rosa, José Pedro Croft, entre outros).
INAUGURAÇÃO DO 3º CICLO EXPOSITIVO DE 2018 DO CIAJG
SÁBADO 20 OUTUBRO, 18H00
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
This exhibition will map out the long-lasting and ample influence that João Cutileiro has had on Portuguese art from 1960 to 1990, namely the Évora Group (Charrua, Bravo, Lapa, Palolo) and the generation of artists emerging in the 1980s (Manuel Rosa and José Pedro Croft, among others).
informação adicional  |  imagens fechar todos
Curadoria Nuno Faria e Filipa Oliveira
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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Exposição que reúne obras inéditas em cartão, incluindo maquetas de trabalhos públicos projetados e construídos em Portugal e no estrangeiro, que dará ao grande público uma ideia muito clara da dimensão processual e experimental do trabalho de José de Guimarães.
INAUGURAÇÃO DO 3º CICLO EXPOSITIVO DE 2018 DO CIAJG
SÁBADO 20 OUTUBRO, 18H00
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
This exhibition will bring together unseen work in cardboard, including models of public works projects constructed both in Portugal and abroad, that will give the general public a very clear idea of the process and experimental dimension of the work of José de Guimarães.
informação adicional  |  imagens fechar todos
Curadoria Nuno Faria
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Todas as idades
3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita à Casa da Memória + Visita ao CIAJG
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. 
 
Horário
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site da Casa da Memória
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors.
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Todas as idades
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