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A noção da intimidade tem múltiplas e contraditórias valências. É vista por um lado como o que não deve ser falado no espaço público, mas por outro como potencialmente partilhada.
Os reality e talk shows convidam os participantes a expor a sua intimidade enquanto a sociedade global e tecnológica constroem a intimidade como um perigo para a reprodução do sistema capitalista. Qual é o papel da performance na construção e na subversão da intimidade? O Grupo de Investigação em Estudos Performativos da Universidade do Minho, em parceria com A Oficina e o Guimarães noc noc, organiza um colóquio internacional para debater em conjunto diferentes visões da intimidade. O colóquio inclui sessões sobre intimidade e afetividade, intimidades relacionais, intimidades site-specific e espaço público, dramaturgias íntimas e intimidade em processos de criação/investigação que exploram a intimidade através de performances, workshops, intervenções e comunicações.
 
Inscrições e mais informações em intimidade2018@gmail.com
 
Organização GIEP - Grupo de Investigação em Estudos Performativos da Universidade do Minho, em parceria com A Oficina e Guimarães noc noc
The notion of intimacy has multiple and contradictory facets. On the one hand, it is seen as what should not be talked about in the public space but on the other hand it might potentially be shared.

Reality shows and talk shows invite participants to expose their intimate moments whereas the global technological society constructs intimacy as a danger for the reproduction of the capitalist system. What is the role of performance in the construction and subversion of intimacy? Minho University`s Research Group in Performance Studies, in a partnership with A Oficina and Guimarães noc noc, has organized an international colloquium to debate the various visions of intimacy. The colloquium will include sessions on intimacy and affection, intimate relationships, site-specific intimacies and the public space, intimate playwriting, and intimacy in the processes of creation/research, all of which will explore the topic of intimacy through performances, workshops, interventions and presentations. 

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Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Se Guimarães desperta agora para o uso e fruição da bicicleta, há já muito tempo que Carla Rocha e Paula Mendes apostam na utilização pessoal, profissional e educativa deste meio de transporte.
Impulsionadoras e entusiastas da mobilidade ciclável, são fundadoras da GetGreen – que desde 2013 se dedica a um sem número de atividades relacionadas com a bicicleta, da formação de ciclistas urbanos aos percursos turísticos. Antigas alunas da Universidade do Minho, Carla Rocha e Paula Mendes são as Guias de Visita de outubro da CDMG, propondo uma deriva ciclista pela cidade em dia de Guimarães noc noc, associando-se a CDMG, mais uma vez, a esta iniciativa.
 
Consulte o site da Casa da Memória
If Guimarães has just woken up to the charms of using the bicycle, then there are lessons to be learned from Carla Rocha and Paula Mendes, who have been using this means of transport for personal, professional and educational reasons for quite some time now.
Enthusiasts of mobility via cycling, these founder of GetGreen have dedicated themselves since 2013 to countless activities dealing with bicycles, from the education of urban cyclists to bike paths for tourists. Former Minho University students, Carla Rocha and Paula Mendes will lead October`s Guided Tour at the CDMG, proposing a cyclist`s take on the city to coincide with Guimarães noc noc, which brings the event and the CDMG together once again. 
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Todas as idades

O Guimarães noc noc volta a acontecer no primeiro fim de semana de outubro.
Para a 8ª edição do Festival chegaram à Ó da Casa! - Associação Cultural inscrições vindas de Moçambique, Áustria, Brasil, Chile, Espanha, França, Alemanha, Roménia, Holanda, Argentina, Japão e 30 localidades portuguesas, de Paredes de Coura, no Minho, até Lagos, no Algarve. Diversos espaços da cidade, distribuídos num roteiro artístico pelo centro histórico, irão acolher exposições de artes plásticas, fotografia, vídeo, artesanato e design, multimédia, concertos, performances e teatro, produzidos por mais de 350 artistas dos 3 aos 70 anos, num total de 212 projetos. Serão mais de 60 horas de programação artística non-stop.
 
Mais informações em:
Guimarães noc noc will take place once again, the first weekend in October. For the 8th edition of the Festival, registrations have come to Ó da Casa! - Associação Cultural from Mozambique, Austria, Brazil, Chile, Spain, France, Germany, Romania, the Netherlands, Argentina, Japan and 30 locations across Portugal, from Paredes de Coura in the Minho to Lagos in the Algarve.
A variety of locations across the city, placed along an artistic route to follow through the historical city centre, will set the stage for exhibitions of the plastic arts, photography, video, crafts and design, multimedia, concerts, performances and theatre produced by more than 350 artists aged 3 to 70, with projects totalling 212 in all. There will be more than 60 hours of non-stop artistic programming to be enjoyed.
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Exposição integralmente dedicada à reunião de projetos inéditos, nunca antes vistos ou nunca produzidos, que cobrem todo o percurso de Julião Sarmento, um dos mais destacados artistas portugueses de cuja obra, no que concerne a alguns períodos e por contingências várias, paradoxalmente não temos registo. É esse exercício de reconstituição que os curadores da exposição fazem juntamente com o artista.
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
This exhibition is dedicated solely to bringing together unique works by Julião Sarmento – never before seen or never before produced pieces – which cover the career of one of the most prominent Portuguese artists, with these works related to certain periods and various areas which we paradoxically have little record of. The exhibition curators have collaborated with the artist to bring this exercise of reconstitution to fruition.
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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Nesta exposição antológica, os desenhos e os trabalhos em vídeo de Pedro A.H. Paixão encontram-se expostos em contexto nas salas dedicadas à coleção permanente do CIAJG, apresentados em articulação com um projeto sonoro especificamente concebido para o espaço expositivo.
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
In this anthology-style exhibition, the drawings and video works of Pedro A.H. Paixão will be on display in the context of the rooms dedicated to the CIAJG permanent collection, presented in articulation with a sound project specifically conceived for the exhibition space.
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Todas as idades
Nesta visita ao CCVF vamos investigar o que se esconde atrás do que está por trás – o que não se vê, o que não está em cena.
Descobriremos onde nos levam os labirínticos corredores, as recônditas oficinas e outras passagens (quase) secretas que abrigam memórias e preservam saberes das pessoas que aqui trabalham. Neste espaço, a magia começa fora do palco, na vida de todos os dias, no delicado labor de quem, com desvelo, prepara momentos tão efémeros quanto singulares. Abrir de par em par as portas várias deste lugar, onde, como no teatro, moram muitas artes dentro (a música, a dança, a literatura, a pintura, a arquitetura, a fotografia, o cinema…), é um modo breve de partilhar as invisibilidades que o atravessam, arredando as chaves das fechaduras, espreitando o interior dos gestos e o avesso das paredes.
 
Público-alvo Maiores de 6
Duração c. 90 min.
Lotação 25 pessoas
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07 outubro
Entrada livre Guimarães noc noc, até ao limite da lotação (levantamento dos bilhetes na hora do espetáculo)
08 outubro
Preço 2,00 eur
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Espetáculo não recomendável a pessoas com mobilidade reduzida

APRESENTAÇÕES
07 outubro, 04 novembro, 09 dezembro | 11h00
PÚBLICO EM GERAL / FAMÍLIAS
08 outubro, 05 novembro, 10 dezembro | 10h30 e 15h00
PÚBLICO EM GERAL / GRUPOS ESCOLARES E OUTRAS INSTITUIÇÕES
 
Marcações de grupos escolares/instituições com, pelo menos, uma semana de antecedência,
através de telefone 253 424 700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
Lotação mín. 10 / máx. 25 pessoas / 1 turma
In this visit to the CCVF, we will investigate what is hidden behind what is behind the scenes – what is not seen and what does not appear on stage.
We will discover where the labyrinthine corridors, the hidden workshops and the other (almost) secret passages lead, ones which house the memories and preserve the knowledge of those persons who work here. In this space, the magic begins away from the stage, in the everyday life and delicate labours of those who caringly prepare moments which are as ephemeral as they are unique. Entering the various doorways, which, like the theatre itself, open into the dwelling place of many arts (music, dance, literature, painting, architecture, photography, cinema…) gives us a brief moment to appreciate the invisibility of what lies behind, as we unlock the entrance way to peek inside gestures and behind walls.
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PROJETO VENCEDOR
1ª BOLSA GANGUE DE GUIMARÃES
 
Encenação e Dramaturgia Manuela Ferreira*
Texto Ana Arqueiro
Intérpretes Mário Alberto Pereira*, Rita Morais* e Tiago Porteiro*
Com a participação especial Helena Ribeiro
Design de Luz Carlos Ribeiro
Design de Som Nuno Eiras
 
*Artistas do Gangue de Guimarães
COMPRAR BILHETES
7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Quatro da manhã: Uma corda atacou-me pelas costas. Desconheço os motivos da sua revolta. Estou encurralado e o balde olha para mim com um olhar furioso. Não sei quanto tempo mais conseguirei aguentar sozinho.”

“O Vigilante Noturno” é o novo projeto do Teatro da Didascália, o segundo numa linha de trabalho que vai ao encontro dos materiais, a partir dos quais a mão humana se serve para manipular, transformar e esculpir, dando asas a uma necessidade profunda do ser humano: criar. Esta pesquisa sobre a manipulação da matéria iniciou-se com o espetáculo “One Man Alone”, que deu forma ao imaginário absurdo das longas noites de um padeiro solitário. Em “O Vigilante Noturno”, a manipulação dos objetos torna-se o elemento fulcral de um duelo que, ao longo de uma fria noite, irá opor o homem, um solitário vigilante noturno, aos materiais de construção que o rodeiam.

“Four o`clock in the morning: A rope attacked me, hitting me in the back. I don`t know what got it so angry. I`m trapped and the bucket is staring at me with an angry look. I don`t know how long I`ll be able to hold out all by myself.”
“O Vigilante Noturno” (“The Night Watchman”) is the new project from Teatro da Didascália, the second in a line of work that goes in search of materials based on those which the human hand can use to manipulate, transform and sculpt, setting free that deep human need: to create. This research on the manipulation of material objects began with the show entitled “One Man Alone”, which gave shape to the bizarre imagination of a solitary baker`s long nights. In “O Vigilante Noturno”, the manipulation of objects becomes the pivotal element of a duel that, one cold night, will pit a solitary night watchman against the various construction materials around him.
 
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Encenação e cocriação John Mowat
Assistência de encenação e cocriação Cláudia Berkeley
Apoio dramatúrgico Jorge Louraço Figueira
Interpretação e cocriação Bruno Martins, Igor Gonçalves e Rui Souza
Direção musical Rui Souza
Cenografia Jorge Magalhães, Frederico de Almeida
Desenho de luz Valter Alves
Direção de produção Jonathan da Costa
Coprodução Teatro da Didascália, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Centro Cultural Vila Flor
O Teatro da Didascália é uma estrutura financiada pela Direção-Geral das Artes - Ministério da Cultura
Duração 50 min. s/intervalo
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Maiores de 12

 

2,00 EUR
Desde há bilhões de anos, que a cada segundo que passa acontecem pequenos grandes Big Bang Boom(s). No planeta Terra todos os dias nascem bebés que geram mudança e que dão início a novas galáxias familiares.
Nesta oficina/performance tendo a criação do universo como metáfora celebraremos o nascimento e o crescimento livre através da ilustração em grande escala. Com o corpo guiado pela música, a ilustração dará continuidade a esse movimento crescente. Haverá riscadores de diferentes escalas, texturas, formas e pesos. As cores naturais feitas a partir de vegetais, frutas e especiarias estarão disponíveis numa sala preparada para todo o tipo de sinestesias, explorações e explosões. No final, depois da criação, como quem espreita o atelier do artista, iremos fruir da surpreendente ilustração coletiva Big Bang Boom!
 
Conceção e realização da oficina Margarida Botelho e Mário Rainha Campos 
Público-alvo Crianças dos 9 aos 36 meses com os seus familiares 
Duração 60 min. 
Lotação 10 crianças acompanhadas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 08 outubro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt 
For billions of years, at every second there occur many small and great Big Bang Boom(s). Every day on Planet Earth babies are born, generating change that will originate new galaxies of families.

In this workshop/performance in which the creation of the universe is used as a metaphor, we will celebrate our birth and growing up through large-scale illustration. With the body guided by music, the illustration will give continuity to this growing movement. There will be instruments of different scales, textures, forms and weights. The natural colours made out of vegetables, fruits, and spices will be available in a room prepared for all types of movement, exploration, and explosions. And in the end, after the creation at the artists` workshop, we will enjoy the surprising Big Bang Boom! collective illustration.

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COMPRAR BILHETES
5,00 EUR / 3,50 EUR
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Orquestra de Guimarães apresenta-se, no âmbito da sua V residência artística da temporada, com um programa inteiramente dedicado a dois nomes maiores da 1ª escola de Viena.
Dirigida pelo seu maestro titular Vítor Matos, ouviremos na primeira parte o Concerto para Piano e Orquestra nº 23 em Lá Maior, de Mozart, interpretado pela prestigiada solista Sachiko Furuhata, que se desloca a Guimarães ao abrigo da circulação de artistas promovida pela geminação existente com a cidade de Kaiserslautern. Na segunda parte será interpretada a bucólica 6ª Sinfonia em Fá Maior Op. 68 “Pastoral”, de Ludwig van Beethoven. 
As part of their 5th artistic residency, the Orchestra of Guimarães will present a program entirely dedicated to two of the greatest names in the 1st Vienna School.

Under the direction of Maestro Vítor Matos, the orchestra will offer us Mozart`s Piano Concert nº 23 in A Major in the first part of the concert, performed by the renowned soloist Sachiko Furuhata, who is visiting Guimarães as part of an initiative promoted by our sister-city in Germany, Kaiserslautern. The second part of the concert will feature Beethoven’s bucolic 6th Symphony in F Major, Op. 68, otherwise known as the “Pastoral Symphony”.

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Orquestra de Guimarães
Direção Vítor Matos
Programa
1ª Parte
W. A. Mozart: Concerto nº 23 em lá maior, para piano e orquestra, KV 488 
Solista Sachiko Furuhata
2ª parte
L.V. Beethoven: Sinfonia nº 6 em fá maior, op. 68 “Pastoral” 
Duração 70 min. c/ intervalo
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Maiores de 6
COMPRAR BILHETES
3,00 EUR
O espaço de apresentação dos Grupos de Teatro de Amadores de Guimarães repete o formato revisto e alargado de 2017, com programação do Teatro Oficina.
Todos os grupos do concelho puderam responder à convocatória pública, como habitualmente. Responderam 5 projetos para serem apresentados nos espaços habituais dos grupos, pelo território, na cidade e nas freguesias. O júri da Mostra vai assistir aos espetáculos e eleger os três melhores que se apresentam no CCVF, a fechar esta festa de teatro.
 
13 OUT 21H30 - Salão Paroquial de Ponte Astronauta Ass. Cultural >> A TRAMA + A ESTAÇÃO
14 OUT 21H30 - Centro Social Recreativo e Cultural de Campelos >> PALAVRAS HÁBEIS
19 OUT 21H30 - Casa do Povo de Briteiros ARCAP Ponte >> OS DE CIMA DIZEM
20 OUT  21H30 - Banhos Velhos - Taipas GT Citânia >> AS VOLTAS DA MARALHA
21 OUT 21H30 - Espaços Criativos - Brito GT CAMPELOS >> A JORNA
25 > 27 OUT 21H30 - CCVF / Pequeno Auditório - Guimarães >> 3 MELHORES ESPETÁCULOS
 
Last year’s expanded and reviewed format of presenting the performances by Guimarães’ Amateur Theatre Groups will be repeated this edition, included in the Teatro Oficina programming, with all groups from the county eligible to apply to the open call, as usual.
Five shows will be presented at the groups` usual spaces in towns and boroughs across the county. The event jury will attend the shows and select the three best performances to be invited to the CCVF to round out the theatre festival.  
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Maiores de 6

COMPRAR BILHETES
2,00 EUR
O meu mundo é uma viagem. A viagem começa como todas as viagens, com a vontade ou necessidade de sair.
Esta acontece um pouco por culpa da vontade e pela inocência da necessidade. O ponto de partida é o sítio dos barulhos fortes, a terra dos estrondos, onde tudo treme e escapa das mãos. O sítio de destino é um outro... com outros barulhos fortes, outros estrondos e onde nada pode escapar das mãos. O meu mundo é meu, só meu... do escuro eu faço cor, de um ruído faço música, da falta de ar, um oceano. Sim, o meu mundo é meu, só meu... mas hoje quero que faças parte dele, só para não estares sozinho na tua viagem.
 
Horário Sábado 20 outubro, 11h00 | Segunda 22 a Quarta 24 outubro, 10h30 e 15h00
Público-Alvo Maiores de 6, Famílias (Sábado) / Grupos Escolares (Segunda a Quarta)
Duração 40 min.
Lotação 5 turmas/125 pessoas
Preço 2,00 eur
 
Espetáculo integrado no MAIS DOIS – Programa de Aprendizagem na área das Artes Performativas
My world is a journey. The journey begins as all journeys do, with a desire or a need to depart.

It`s a bit desire`s fault and reflects the innocence of need. The point of departure is the place of loud noises, the land of crashing sounds, where everything is shaken up and escapes your grasp. The place of destination is something else…with other loud noises, other crashing sounds but where nothing escapes your grasp. My world is mine and mine alone…out of the darkness I make colour, out of the noise I make music, from being out of breath an ocean appears. Yes, my world is mine and mine alone…but today I want you to be a part of it, just so that you won`t be alone on your own journey.

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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Exposição que mapeia a duradoura e ampla influência que João Cutileiro teve na arte portuguesa dos anos 1960 a 1990, nomeadamente o grupo de Évora (Charrua, Bravo, Lapa, Palolo) e a geração de artistas surgidos na década de 1980 (Manuel Rosa, José Pedro Croft, entre outros).
INAUGURAÇÃO DO 3º CICLO EXPOSITIVO DE 2018 DO CIAJG
SÁBADO 20 OUTUBRO, 18H00
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
This exhibition will map out the long-lasting and ample influence that João Cutileiro has had on Portuguese art from 1960 to 1990, namely the Évora Group (Charrua, Bravo, Lapa, Palolo) and the generation of artists emerging in the 1980s (Manuel Rosa and José Pedro Croft, among others).
informação adicional fechar todos
Curadoria Nuno Faria e Filipa Oliveira
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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Exposição que reúne obras inéditas em cartão, incluindo maquetas de trabalhos públicos projetados e construídos em Portugal e no estrangeiro, que dará ao grande público uma ideia muito clara da dimensão processual e experimental do trabalho de José de Guimarães.
INAUGURAÇÃO DO 3º CICLO EXPOSITIVO DE 2018 DO CIAJG
SÁBADO 20 OUTUBRO, 18H00
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
This exhibition will bring together unseen work in cardboard, including models of public works projects constructed both in Portugal and abroad, that will give the general public a very clear idea of the process and experimental dimension of the work of José de Guimarães.
informação adicional fechar todos
Curadoria Nuno Faria
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Todas as idades
5,00 EUR, Contextile PASS 2018
bilhete único, todas as exposições | (apoio e sustentabilidade)
3,00 EUR, estudantes e jovens até 25 anos*desconto de grupo, escolas e famílias

Mais info: www.contextile.pt | i.point Contextile 2018 (Rua Paio Galvão, 6 e 7, Guimarães)
Exposição internacional composta por 58 obras de 51 artistas, oriundos de 26 países, resultante da seleção de entre 840 propostas recebidas através de convocatória aberta e promovida pela Contextile 2018.
As propostas responderam a uma temática livre ou desenvolveram-se a partir do conceito transversal à bienal: (In)Organic. Um júri, multidisciplinar, constituído por Lala de Dios, Magda Soboń, Cláudia Melo, Paulo Leocádio e Fernando Marques Penteado selecionou trabalhos artísticos que revelam elevada criatividade, originalidade e competência técnica em torno do elemento têxtil, pela construção, tema, conceito ou material utilizado. 
 
Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
International exhibition composed of 58 works by 51 artists from 26 countries, resulting of a selection from 840 proposals received through the open call promoted by Contextile 2018.
The proposals responded to a free thematic or were developed from the concept transversal to the Biennial, (In)Organic. A multidisciplinary jury, composed by Lala de Dios, Magda Soboń, Cláudia Melo, Paulo Leocádio and Fernando Marques Penteado selected artistic works that reveal high creativity, originality and technical competence around the textile element, by the construction, theme, concept or material used.
informação adicional  |  imagens fechar todos
Todas as idades
2,00 EUR
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa.
Num domingo por mês, procuramos diferentes modos de ver histórias, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em outubro, vamos cartografar memórias e revisitar o mapa dos lugares que cada um tem dentro de si. De forma livre e criativa, com caneta, broca, martelo e picador. E linha, se preciso for! Através de desenho em superfície de couro, cruzam-se técnicas tradicionais com linguagens artísticas, aludindo à importância da indústria dos curtumes na cidade de Guimarães. 
 
Criação e Orientação Francisco Neves 
Público-alvo Maiores de 8
Duração c. 90 min. 
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas 
Preço 2,00 eur
Inscrição até 18 outubro, através de telefone 253424700 ou e-mail mediacaocultural@aoficina.pt
 
Consulte o site da Casa da Memória
Thinking, seeing, listening, creating, doing, feeling. In the living room, in the kitchen, at the table or outdoors. There are Sundays when all you want to do is stay home. So come to our home, the Casa.
One Sunday per month, we go in search of different ways of seeing stories, traditions, legends, persons, places, or objects that we find in the exhibition space. In the coziness of the Casa, we offer a space of encounter for families, friends, different generations, artists and artisans. And ideas as well. We will create labyrinths, invent stories, use clay, linen or paper, we will make food, music and promises, with our hands, our heads and our entire body. In October, we are going to chart memories and revisit the map of those places which we all have inside us – in a free and creative way, with a pen, drill bit, hammer and pick. And thread, if it`s needed! Drawing on leather means combining traditional techniques with artistic languages, alluding to the importance of the leather and tanning industry in Guimarães.
fechar todos
5,00 EUR, Contextile PASS 2018
bilhete único, todas as exposições | (apoio e sustentabilidade)
3,00 EUR, estudantes e jovens até 25 anos*desconto de grupo, escolas e famílias

Mais info: www.contextile.pt | i.point Contextile 2018 (Rua Paio Galvão, 6 e 7, Guimarães)
No primeiro dia de setembro, com a abertura da Contextile 2018, descobrimos a intervenção que Ann Hamilton, célebre artista norte-americana, concebeu para a cidade de Guimarães.
“Side by side” (Lado a lado) restabelece uma ligação simbólica entre o lugar do novo e do antigo Mercado da Cidade (a Plataforma das Artes), inaugurada em 2012, que promete restaurar os laços afetivos entre dois lugares tão especiais nas dinâmicas sociais que atravessam Guimarães. Convocando duas instituições distantes no tempo mas próximas geograficamente, o CIAJG e a Sociedade Martins Sarmento, a artista propõe estabelecer uma circulação de imagens, objetos, pessoas e animais, mediada pelos cânticos do grupo coral “Outra Voz” e pelos ecos da memória do tempo passado.
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
On September 1st, with the opening of Contextile 2018, we will unveil the intervention which celebrated American artist Ann Hamilton has created for the City of Guimarães.
“Side-by-side” re-establishes the symbolic link between the place that is the former Town Market (now transformed into the Platform for the Arts) and the new Town Market, inaugurated in 2012, and promises to restore the bonds of affection that tie together two very special places in the social dynamics that crisscross Guimarães. Calling upon two institutions quite far apart in time but geographically near one another – the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG and the Martins Sarmento Society – the artist wishes to establish a circulation of images, objects, persons, and animals, together with songs from the choral group, “Outra Voz”, and the echoes of memories from times gone-by. 
informação adicional fechar todos

Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Lógica circular, eterno retorno, repetição e diferença: a nova montagem da coleção permanente, vigente durante o ano de 2018, regressa ao mapa delineado pela exposição inaugural do CIAJG, “Para além da história”.
Trata-se de prosseguir um projeto sem tempo plenamente consciente do tempo em que é realizado, afirmativamente contemporâneo sem ser exclusivamente constituído por objetos de arte contemporânea. A sua natureza é ser transversal, poroso, impuro, aberto e circular, procurando nexos, relações, permanências; por outras palavras, sonda o impercetível que o tempo histórico, tão marcado por uma memória seletiva e fatalmente grosseira, acaba por expurgar.
 
Obras de José de Guimarães, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Rui Moreira, Jaroslaw Fliciński
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Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site do CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Circular logic, the eternal return, repetition and difference: the new montage from the permanent collection on display in 2018 returns to the map drawn out in at the inaugural exhibition at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, “Beyond History”.
The notion is to follow a timeless project but fully aware of the time frame in question, affirmatively contemporary without being exclusively made up of contemporary art objects. Its nature is porous, impure, open and circular, seeking out possible nexus, relationships, and points of permanence; in other words, it probes the imperceptible that historical time – so marked by a selective and fatally vulgar memory – manages to purge in the end. 
informação adicional fechar todos

Todas as idades

3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita à Casa da Memória + Visita ao CIAJG
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. 
 
Horário
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
 
Consulte o site da Casa da Memória
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors.
informação adicional fechar todos
Todas as idades
VENDA DE BILHETES
www.ccvf.pt
oficina.bol.pt
Centro Cultural Vila Flor
Casa da Memória
Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Lojas Fnac, El Corte Inglés, Worten
Entidades aderentes da Bilheteira Online

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Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Sócios do Convívio Associação Cultural

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
No terceiro milénio, e ao fim de mais de cem anos de história, tal como ficou devidamente assinalado na edição anterior do festival, o fenómeno jazzístico encontra-se perante questões de identidade muito sérias. Porém, ao invés de transmitir sintomas de esgotamento, o jazz parece ter compreendido que a solução para as suas questões passa pela necessidade de esta música se pensar e olhar a partir de fora para dentro.
No contexto do Guimarães Jazz, e essa é a linha orientadora que atravessa o programa da edição de 2018 do festival, olhar de fora para dentro desta música implica explorar geografias alternativas ao território nativo do jazz, divulgar o trabalho de músicos jovens que nasceram quando o jazz se tinha já implementado plenamente na cultura moderna como uma das mais expressivas linguagens musicais e artísticas do século XX, dar espaço a músicos que se distinguiram em territórios musicais mais próximos das correntes experimentais e vanguardistas da música contemporânea e, por último, programar músicos menos mediáticos e inseridos em circuitos mais informais e artisticamente flexíveis. No fundo, a perspetiva que se assume nesta edição do Guimarães Jazz é assente numa vontade de explorar zonas criativas de contrainformação, assumindo uma crítica em relação ao presente da música e do mundo, e afirmando sobretudo a necessidade de reflexão em torno dos processos entrópicos e autofágicos, baseados em estímulos imediatos e sentimentos ilusórios de pertença, que caraterizam tanto a criação como o consumo na música no século XXI.
Do programa da edição de 2018 do Guimarães Jazz destaca-se, desde logo, o facto de contemplar a realização de treze concertos em dez dias consecutivos, algo que acontece pela primeira vez na história do festival. Este é um dado importante, uma vez que tem como consequência uma mais efetiva e constante presença da música na cidade e na agenda dos seus espetadores, contribuindo assim para aproximar ainda mais os músicos e as pessoas que organizam o festival do seu público. Apesar deste dado novo, o Guimarães Jazz continua a ser, tal como é a sua matriz desde o início, um festival equilibrado, refletindo-se esse equilíbrio em várias dimensões: na notoriedade e na idade dos músicos envolvidos, na tipologia das formações, na proveniência geográfica dos projetos e nas estéticas musicais representadas.
De entre os concertos de maior perfil, é justo destacar a presença de três nomes incontornáveis da história mais recente do jazz – o contrabaixista Dave Holland, o trompetista Dave Douglas e o também trompetista, compositor e arranjador Steven Bernstein –, músicos que, embora com percursos em contextos artísticos muitos diferentes entre si, contribuíram decisivamente para moldar a forma atual do jazz. Tanto o projeto Aziza, de Holland, como Uplift, de Douglas, como a Millennial Territory Orchestra de Bernstein, constituem provas irrefutáveis da plena vitalidade musical de três dos grandes músicos da atualidade. Além do mais, estes três projetos têm a particularidade de contarem com a participação de músicos influentes da música contemporânea, de entre os quais é justo realçar a presença de Bill Laswell, baixista e produtor, e da vocalista Catherine Russell, duas figuras que, apesar de se expressarem em linguagens musicais muito díspares, podem ser considerados exemplos de uma invulgar postura de integridade artística e anti-estrelato.
Em 2018, um dos traços mais marcantes do Guimarães Jazz é a atenção prestada à nova geração do jazz. Nesse sentido, serão apresentados concertos de dois nomes emergentes da cena jazzística de Chicago (uma das cidades mitológicas do jazz, que continua a dar mostras de renovação e vitalidade musicais): o trompetista Marquis Hill e o contrabaixista Matt Ulery, que, além do concerto com o projeto Delicate Charms, orientará as oficinas de jazz e as jam sessions e dirigirá a Big Band e o Ensemble de Cordas da ESMAE. A cada vez mais relevante dinâmica global da cena jazzística justifica também a presença no festival do trompetista israelita Avishai Cohen (um músico de grande nível que tem editado nos últimos anos pela prestigiada editora ECM) e do projeto Cartas Brasileiras, liderado pela flautista e compositora Léa Freire, que no festival se apresentará acompanhada pela Orquestra de Guimarães. 
A exploração de geografias alternativas ao jazz norte-americano ficará, em 2018, também patente nos concertos programados para o Pequeno Auditório do CCVF, onde atuarão o Pablo Held Trio (um dos exemplos da qualidade dos projetos de jazz alemães) e a idiossincrática banda Random/Control, liderada pelo talentoso pianista austríaco David Helbock. É também neste contexto que se apresentará o acordeonista português João Barradas, um músico notável cuja carreira se encontra numa trajetória de crescente notoriedade e reconhecimento internacional e que, em Guimarães, se apresentará em quarteto acompanhado por músicos europeus emergentes e que terá como convidado especial o saxofonista norte-americano Greg Osby.
A colaboração com, por um lado, a Associação Porta-Jazz e, pelo outro, com a ESMAE volta a realizar-se, reafirmando a aposta do festival nos jovens músicos portugueses, e neste ano, como é habitual, realizam-se as oficinas de jazz e as jam sessions, extensões do festival que constituem uma das dimensões mais importantes da sua implantação na cidade e no meio jazzístico, ao mesmo tempo que contribuem para potenciar a formação e o crescimento musical dos jovens músicos do país.
O Guimarães Jazz encerrará a sua edição de 2018 com a Mingus Big Band, um concerto de homenagem a Charles Mingus que será, certamente, um dos momentos altos do festival. Liderado pela viúva do homenageado, esta big band é composta por instrumentistas de altíssimo nível e considerada como um dos projetos mais artisticamente relevantes de revisitação das obras de compositores de jazz. Numa altura em que o futuro da música, e do mundo, se afigura difuso e difícil de antecipar, faz todo o sentido regressarmos a Charles Mingus, um dos nomes mais influentes da música do século XX, e inspirarmo-nos no seu exemplo de integridade e audácia artísticas, que hoje, mais do que nunca, julgamos ser importante celebrar e divulgar, projetando-o no futuro. Ivo Martins
 
QUINTA 08 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
SEXTA 09 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
SÁBADO 10 NOVEMBRO
CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO / 18H30
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
SÁBADO 10 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
DOMINGO 11 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 17H00
Preço 7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR
 
DOMINGO 11 NOVEMBRO
CIAJG / BLACK BOX / 21H30
Preço 7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR
 
SEGUNDA 12 NOVEMBRO
CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO / 21H30
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
TERÇA 13 NOVEMBRO
CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO / 21H30
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
QUARTA 14 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
QUINTA 15 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
SEXTA 16 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
SÁBADO 17 NOVEMBRO
CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO / 18H30
Preço 7,50 eur / 5,00 eur c/d | COMPRAR
 
SÁBADO 17 NOVEMBRO
CCVF / GRANDE AUDITÓRIO / 21H30
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
ATIVIDADES PARALELAS
 
Segunda 05 a Sábado 17 novembro
Vários locais da cidade
Animações Musicais
 
Quinta 08 a Sábado 10 novembro
Convívio Associação Cultural / 24h00-02h00
Jam Sessions
Matt Ulery, Zach Brock, Greg Ward, Quin Kirchner, Rob Clearfield
 
Segunda 12 a Sexta 16 novembro
Centro Cultural Vila Flor / 14h30-17h30
Oficinas de Jazz
Matt Ulery, Zach Brock, Greg Ward, Quin Kirchner, Rob Clearfield
 
Quinta 15 a Sábado 17 novembro
CCVF / Café Concerto / 24h00-02h00
Jam Sessions
Matt Ulery, Zach Brock, Greg Ward, Quin Kirchner, Rob Clearfield
Preço 3,00 eur / 2,00 eur c/d
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA DO FESTIVAL (acesso a todos os concertos)
Preço 80,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 6 CONCERTOS (à escolha)
Preço 65,00 eur | COMPRAR
 
ASSINATURA 3 CONCERTOS (à escolha)
Preço 35,00 eur | COMPRAR

 

In the third millennium, and after more than a hundred years of history, jazz faces serious identity issues. However, instead of showing signs of exhaustion, jazz seems to have understood that the solution to its problems demands looking at itself from the outside in.

In the context of Guimarães Jazz to look from the outside in of this genre means to explore alternative geographies to the native territory of jazz, to promote the work of young musicians who were born in a time when jazz was already fully integrated in modern culture as one of the most expressive artistic languages of the twentieth century, to assimilate musicians who have gained recognition in musical territories closer to the experimental and avant-garde trends of contemporary music and, lastly, to reveal less-known musicians who work in more informal and flexible musical contexts. The matrix of the 2018 edition of Guimarães Jazz is, therefore, supported on a desire to explore zones of counter-information, assuming a critical perspective towards the present of music and of the world and affirming the urgency of a serious reflection about the entropic and autophagic processes, based on immediate stimulus and delusional feelings of belonging, that characterize the creation and the fruition of music in the twenty-first century. This year`s programme of the festival is composed of thirteen concerts in ten consecutive days, for the first time in the history of Guimarães Jazz. This aspect will allow the festival to have a more effective and constant presence in the city, therefore contributing to a closer relationship between the musicians and the audience. Despite this slight change, Guimarães Jazz continues to be, such as it is since the beginning, a festival concerned with a principle of balance in various dimensions: in terms of the recognition and the age of the musicians involved, of the typology of the formations, of the geographical provenance of the projects and also of the stylistic trends of jazz represented. Regarding the high-profile concerts, we may highlight three fundamental musicians of the last decades of jazz – the bassist Dave Holland, the trumpeter Dave Douglas and the composer and arranger Steven Bernstein –, musicians who, despite the artistic differences, have given a decisive contribution to transform the shape of contemporary jazz. Holand`s project Aziza, Dave Douglas` band Uplift and the Millennial Territory Orchestra led by Bernstein are the confirmation of the present artistic vitality of these three great jazz musicians. All three projects involve the collaboration of influential musicians of contemporary music, such as the bassist and producer Bill Laswell and the singer Catherine Russell, two artists who, having developed their work in almost opposite musical languages, may be considered examples of a rare artistic integrity and anti-starsystem attitude. In 2018, one of the most distinguished features of Guimarães Jazz is the focus on the new generation of jazzmen. The programme includes two emergent musicians of Chicago (one of jazz`s mythological cities which is constantly renovating itself and continues to be as active as it ever was): the trumpeter Marquis Hill and the bassist and composer Matt Ulery, who will perform with his own project, Delicate Charms, and will also direct the workshops and jam sessions and will work with the ESMAE`s big band and string ensemble. The global dynamics of jazz is also present at the festival with the names of Avishai Cohen, an extraordinary Israeli trumpeter who has recorded for the record label ECM, and of the flutist and composer Léa Freire, who will present the project Cartas Brasileiras (Brazilian Letters), accompanied by the Orchestra of Guimarães. The focus on alternative geographies is also manifested on the concerts taking place in the small auditorium, where the Pablo Held Trio (representative of the excellence of Germany`s jazz scene) and the idiosyncratic band Random/Control, led by the talented Austrian pianist David Helbock, will perform. The Portuguese accordionist João Barradas, a gifted musician who is currently on an ascending trajectory of international recognition, will perform in quartet accompanied by emergent European musicians and by the North-American saxophonist Greg Osby. The collaboration between Guimarães Jazz with the association Porta-Jazz and with ESMAE confirm the importance of promoting the work of young Portuguese musicians. The workshops and the jam sessions are customary extensions of the festival and of the most important dimensions of its relation with the city of Guimarães and with the Portuguese jazz circuit, while at the same time contributing to potentiate the musical growth and formation of young musicians.The festival will close with the Mingus Big Band, a tribute to Charles Mingus that will certainly constitute one of the highlights of this year’s edition of the festival. Led by Mingus` widow, this big band is formed by powerful and gifted musicians and is considered one of the most artistically relevant projects dedicated to the jazz masters’ music. In a time when the future of music, and of the world, is diffuse and difficult to anticipate, it seems to make sense the revisiting of the work of Charles Mingus, one of the most influential names of the music of the twentieth century and an inspirational example of integrity and artistic audacity, values that are now, more than ever, important to celebrate. Ivo Martins

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