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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de dezembro de 2016.

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3,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Nuno Prata tem direito a um lugar só seu. Longe da colagem aos Ornatos Violeta, é um artista que merece espaço próprio na música portuguesa. No espetáculo no Café Concerto do CCVF testemunhamos um talento inato.
O nome Nuno Prata é já familiar à generalidade do público, depois da enorme aventura como baixista dos míticos Ornatos Violeta. Em 2006 lança-se a solo com o primeiro disco de originais e dá a conhecer a sua vertente de cantautor. O segundo disco foi lançado em 2012 e em novembro de 2014 editou um novo trabalho com o apoio da Fnac Cultura e da GDA. Nuno é um criador de canções incrível onde podemos encontrar laivos de Godinho, Fachada ou até mesmo Buarque. A simplicidade requer competência e é difícil de atingir. As canções de Nuno Prata são assim mesmo, tão simples mas tão puras, com tanto de sincero como de profundo. Sentimos que vem do âmago. A capacidade de fazer a arte fluir está ao alcance de poucos e, por isso mesmo, devemos estar atentos ao percurso deste senhor. Aqui sente-se amor à música, um total descompromisso com o compromisso de vender ou com a pretensão da fama. Basta-lhe a simples sensação de que “quando faço canções encontro o meu lugar no mundo.”
Nuno Prata has earned himself a unique spot, one rightly reserved for him and belonging to no other. No longer with Ornatos Violeta, Nuno Prata is an artist who deserves his own space in contemporary Portuguese music. We`ll be able to see this natural talent up-close at the CCVF Café Concerto.
The name Nuno Prata is already one that is familiar to the general public after his long tenure as bass player for the mythical Ornatos Violeta. In 2006, Nuno Prata launched his solo career with his first album of original songs, one which showed the public his talents as a singer-songwriter. His second album appeared in 2012 and in November of 2014 more work was released with the support of FNAC Cultura and GDA. Nuno is an amazing songwriter whose work displays glimmers of Sérgio Godinho, Fachada or even Chico Buarque. Simplicity requires competence and it is difficult to attain. Nuno Prata`s songs are like this – so simple but so pure and just as sincere as they are profound. We feel how much they come from the heart. The ability to make art flow is within the grasp of so few people, and that is why we ought to keep an eye on Nuno Prata. Here, what is felt is the love of music, the total detachment from the overriding need to sell or the pretense to fame. What emerges is the simple sensation of “when I make songs, I find my place in the world.”
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Nuno Prata voz, guitarra acústica
Nico Tricot bateria, teclado, voz
Nicolau Fernandes baixo, teclado, voz
Maiores de 12
2,00 EUR
No mês do Natal celebramos com as famílias no museu em forma de jogo. Palavras que ganham novos sabores e contam histórias nunca antes escritas... Venham jogar connosco neste museu com o mundo lá dentro.
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Horário 16h00
Duração 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas/ máx. 20 pessoas
Público-alvo Maiores de 4 anos
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 48h de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
In the month when we commemorate Christmas, come celebrate the holiday at the museum with a sort of a game. Words take on a new flavor and tell stories that have never before been written down… Come inside the museum and play, and leave the rest of the world behind.
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Inscrição Gratuita
A Oficina e o Centro em Rede de Investigação em Antropologia da Universidade do Minho associam-se para organizar um encontro em torno das questões relacionadas com o património cultural imaterial.
A noção de “património cultural imaterial”, instituída há pouco mais de 10 anos, tem suscitado uma grande atenção por parte da sociedade portuguesa. Numerosos instrumentos, projetos e formações, num quadro institucional ou particular, têm tentado responder a este interesse. Estas iniciativas são agora suficientemente numerosas e desenvolvidas para permitir uma tentativa de confrontação das expectativas e das experiências com a realidade que encontram e constroem no terreno. Num encontro que terá a companhia dos sardões e das passarinhas da Festa de Santa Luzia, A Oficina associa-se ao Centro em Rede de Investigação em Antropologia - UMinho para juntar funcionários de instituições culturais, decisores políticos, investigadores, participantes em iniciativas patrimoniais locais, e propor um esforço de reflexão e criatividade aplicadas a uma intervenção etnográfica centrada nas dinâmicas sociais e culturais contemporâneas. 
 
PROGRAMA
 
09h30 Abertura
Frederico Queiroz, Presidente da Direção d’A Oficina
José Bastos, Vereador da Cultura do Município de Guimarães

09h45 Jean-Yves Durand, Centro em Rede de Investigação em Antropologia - Universidade do Minho:
Inventariar, com os pés no chão: avanço rápido ou passo suspenso?
 
10h00 Clara Cabral, Comissão Nacional da UNESCO:
A implementação da Convenção do Património Cultural Imaterial a nível nacional.

10h30 Isabel Fernandes, Direção Regional de Cultura do Norte, Diretora do Museu de Alberto Sampaio e do Paço dos Duques de Bragança:
Património Cultural Imaterial: um novo conceito para uma “velha” realidade…

11h00 Pausa para café
 
11h15 Jean-Yves Durand, Centro em Rede de Investigação em Antropologia - Universidade do Minho:
Inventariar, entre a espada das instituições e a parede do terreno: “ficha” e “candidatura” - o caso das Festas Nicolinas, em Guimarães.

11h30 Maria João Nunes, bolseira de investigação, Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho:
Detentores do Património Cultural Imaterial: o caso de S. João de Sobrado.
 
12h00 Debate
 
12h30 Pausa para almoço 

14h30 Catarina Pereira, A Oficina, Diretora da Casa da Memória:
Passarinhas e Sardões de Guimarães: o lado explícito.
 
15h00 Hugo Morango, Folk & Wild – Diretor criativo:
Da recolha etnográfica ao jogo de tabuleiro. O caso dos jogos “Contrabando - Vale do Côa” e “Contrabando - Rotas do Café”.

15h30 Marco Novo, Núcleo Promotor do Auto da Floripes 5 de Agosto:
Dúvidas e perspetivas na fase inicial de uma intenção de inventariação.
 
16h00 Debate
 
16h30 Visitas: Casa da Memória e Arraial de Santa Luzia.
 
LOCAL 
Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Av. Conde Margaride, 175
4810-535 Guimarães
E-mail geral@aoficina.pt
N 41.443249, W 8.297915
 
DATA LIMITE DE INSCRIÇÃO 02 de dezembro
 
INSCRIÇÃO GRATUITA através do preenchimento do formulário de inscrição disponível neste site
 
Organização
Oficina e CRIA
Oficina and the Research Center in Anthropology at Minho University have come together to organize a seminar on questions regarding intangible cultural heritage.
The notion of “intangible cultural heritage,” which appeared just over 10 years ago, has gained quite a bit of attention in Portuguese society. Numerous instruments, projects and workshops within both the public and private institutional framework have been responding to this emerging interest in culture. These initiatives are now plentiful and developed enough to allow for an attempt to address the question of the expectations and the experience with reality that come together and take place out in the field. In a seminar whose backdrop is the St. Luzia`s Day Festival, Oficina and the Research Center in Anthropology at Minho University have invited representatives of cultural institutions, political decision-makers, researchers, and participants in local heritage group initiatives to come together in an event focusing on the reflection and creativity needed for a heritage intervention centered on contemporary social and cultural dynamics. 
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Entrada livre
Tendo como pano de fundo a exposição “Objectos Estranhos: Ensaio de proto-escultura”, patente no CIAJG, o filósofo José Gil apresentará a conferência "Objecto de arte Objecto mágico" pondo os dois em paralelo.
As perguntas nascerão, então, múltiplas: porque é que tantos artistas, desde sempre, aproximaram o seu fazer à “alquimia”, à “magia”, “ao sonho” à “mediunia”? Como caracterizar as “forças” de um e outro objecto? A lógica da magia. A captura. Magia e feitiçaria. A forma, a zona de fronteira.  
 
José Gil nasceu em Moçambique e doutorou-se em Filosofia na Universidade de Paris (1982), com um estudo sobre “O Corpo como Campo do Poder”, sob orientação de François Châtelet. Colabora com revistas portuguesas e estrangeiras e é autor de algumas entradas na enciclopédia Einaudi. Foi Professor da Universidade Nova de Lisboa e Directeur de Programme do Collège International de Philosophie de Paris. Publicou livros sobre Filosofia do corpo, sobre Estética, sobre Fernando Pessoa e sobre Política. Algumas das suas obras estão publicadas no Brasil e traduzidas em Espanha, França, Itália, Sérvia e EUA.
 
Data 15 dezembro
Horário 18h00
Local CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Entrada livre, condicionada ao número de lugares disponíveis na sala
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Todas as idades

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22,00 EUR
Este Natal, o Centro Cultural Vila Flor recebe o famoso bailado “O Quebra-Nozes”, um conto tradicional que vai encher de magia esta quadra festiva.
Este magnífico bailado clássico promete encantar o público com uma interpretação excecional da aclamada e prestigiada companhia Russian Classical Ballet, de Moscovo. Baseado no conto “O Quebra-Nozes e o Rei dos Ratos”, de E. T. A. Hoffmann, este espetáculo conta-nos a história de uma menina, Clarinha, que sonha com um Príncipe. Quebra-Nozes conduz Clarinha ao seu reino, o Reino dos Doces, onde a Fada do Açúcar partilha alegria e guloseimas pelas crianças que, como Clarinha, ainda têm a capacidade de sonhar. Uma história que estimula o imaginário de cada um de nós, remetendo-nos para o reino da fantasia e do imaginário. A composição de “O Quebra-Nozes” perpetuou o génio de Pyotr Tchaikovsky, visível na partitura de melodias como a “Dança da Fada do Açúcar” e “A Valsa das Flores”. Um espetáculo imperdível e memorável, para assistir em família este Natal!
This Christmas, the Vila Flor Cultural Center is proud to receive the famous ballet, “The Nutcracker,” a traditional tale that will fill the holiday with joy.
This magnificent classical ballet promises to enchant audiences with the exceptional performance from the acclaimed and talented Russian Classical Ballet, from Moscow. Based on the E.T.A. Hoffman novella, “The Nutcracker and the Mouse King,” the show tells the story of a young girl, Clara, who dreams of a prince. The Nutcracker takes Clara to his kingdom, the Land of Sweets, where the Sugar Plum Fairy shares sweets with the children unable to dream. A story which excites the imagination of every one of us, the show takes us on a fantasy-filled flight of fancy. The music of “The Nutcracker” is a masterpiece by Pyotr Ilyich Tchaikovsky, and his genius is seen in such melodies as “The Dance of the Sugar Plum Fairy” and “The Waltz of Flowers.” Here is a wonderful show for the entire family and one that is certainly not to be missed!
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Música Pyotr Ilyich Tchaikovsky 
Coreografia Marius Petipa e V. Vainonen
Baseado no conto de E.T.A. Hoffmann 
Cenografia Russian Classical Ballet 
Figurinos Evgeniya Bespalova 
Diretora Evgeniya Bespalova 
Première a 17 de dezembro de 1892, no Teatro Mariinsky, em São Petersburgo, Rússia
Maiores de 6
Em 2013, a convite do Serviço Educativo do CCVF, o Teatro do Frio, em coprodução com o Serviço Educativo do Teatro Maria Matos, estreou em Guimarães o espetáculo “Comer a Língua”, com texto original de Regina Guimarães. Adivinhando o regresso para março 2017 ao espaço que o viu nascer, construímos especialmente para as Oficinas do Natal um programa intenso de 5 dias numa gincana de risco e prazer conduzida pela atriz Susana Madeira.
5 Dias, 5 Explorações convida-te a seres um curioso aventureiro dentro dos universos do Corpo, Voz, Escrita Criativa, Espaço e Retrato. Como bússola, teremos o livro “Comer a Língua” de Regina Guimarães, que cedo nos transportará a outros horizontes. Através do estímulo dos 5 sentidos, porque a vida “é de comer e chorar por mais”, descobriremos novas formas do corpo físico, sonoro, poético e imaginativo de cada um. Às 16h15 de cada dia, os participantes exploradores terão oportunidade de convidar os familiares a fazerem uma visita ao espaço de trabalho.
 
Segunda, 19 dezembro: Corpo
O corpo não é a soma da cabeça, tronco e membros. O corpo é um lugar imenso onde podemos encontrar outros corpos, animais, espaços, palavras, sons, imagens, sentimentos. O teu corpo pode medir metro e meio, mas a tua imaginação vai daqui até à lua e além. Através de diferentes jogos que exploram a imaginação e fisicalidade, encontraremos outras capacidades do corpo individual e do corpo coletivo, com quem partilharemos esta experiência, se espremer e exprimir. 
 
Terça, 20 dezembro: Voz 
A voz não é só garganta, ela é respiração, articulação, projeção, velocidade, ritmo. Ela é corpo e desejo. Comunica ideias, emoções e histórias. Cantando, matraqueando, gritando, sussurrando, pausando e ficando calado, ouvindo ora as vozes dos outros ora a melodia do silêncio, investigaremos diferentes sonoridades da tua e da minha voz.
 
Quarta, 21 dezembro: Escrita Criativa 
Escrever não é um TPC, escrever pode dar tanto prazer quanto comer o teu gelado favorito. E se à terceira lambidela, o gelado lambido, falar contigo, será normal. Neste dia, os gelados podem falar, as cidades podem comer, os livros podem cheirar, as toupeiras ver, as paredes cantar e as estrelas ir à casa de banho. Tudo o que é atípico e mora na tua cabeça, é muito bem-vindo e será normal! Através de estímulos como pequenas frases, imagens, sons, cheiros e paladares, partiremos para a escrita, enfrentando as borboletas no estômago frente da página em branco. 
 
Quinta, 22 dezembro: Espaço 
Direita/ esquerda, à frente/ atrás, em cima/ em baixo, dentro/ fora, entre outros ou sozinho, partiremos à exploração do espaço a partir da experimentação do nosso próprio corpo. E não só o corpo ocupa espaço, a tua voz, o teu pensamento e nomeadamente as tuas palavras também são donas de espaço. Que espaço ocupa a palavra Alegria dentro do teu corpo e fora dele? E será que o espaço físico e o espaço emocional da palavra Alegria são iguais? Através de diversas atividades, iremos desenvolver uma instalação espacial tendo como ponto de partida as palavras do “Comer a Língua”.
 
Sexta, 23 dezembro: Retrato
O retrato representa pessoas através da pintura ou da fotografia, mostra-nos a aparência exterior do retratado, mais realista ou mais abstrata, e poderá revelar também seu estado emocional. Com recurso a colagem de imagens e palavras, construiremos retratos. Se os teus olhos fossem palavras, quais seriam as que escolhias para fazer o desenho amendoado que herdaste dos olhos da tua mãe? E o teu sorriso rasgado que é igual ao do teu pai? Qual seria a palavra mais justa para o desenhar? E qual a cor do desenho dessa palavra que escreveste? Teria textura das palavras ríspidas ou doces que lhe saem da boca?
 
Local Centro Cultural Vila Flor 
Horário Acolhimento 09h00 às 18h00 / Oficinas 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 16h30
Lotação mín. 8 / máx. 15 participantes
Preço Programa Completo (5 dias) 30,00 eur SEM almoço | 55,00 eur COM almoço
Inscrição Diária 7,00 eur SEM almoço | 12,50 eur COM almoço
Possibilidade de aquisição do livro “Comer a Língua” desde que indicado no momento da inscrição 10,00 eur
Data limite de inscrição até uma semana antes do dia pretendido e até ao limite da lotação
As inscrições podem ser efetuadas através do preenchimento de formulário disponível neste site.
 
Para mais informações contactar o Serviço Educativo através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt 
ou do tlf. 253 424 700
In 2013, the CCVF`s Educational Services extended an invitation to the Teatro do Frio, which in cooperation with Educational Services from the Teatro Maria Matos, premiered the show “Comer a Língua,” an original text by Regina Guimarães. Looking to return in March of 2017 to the space which they saw come to life, we have created a special 5-day intensive program for the Christmas Workshop which is a competition full of excitement and fun, led by actress Susana Madeira.
5 Days, 5 Explorations invites you to become a curious adventurer within the worlds of the body, the voice, creative writing, space, and portraits. As a compass to guide you, we will have the book “Comer a Língua” (“Eat your Tongue”) by Regina Guimarães which right away will take you off in search of other horizons. By exploring the five senses – since life is something you can’t get enough of – we will discover new forms for the physical, sound, poetic and imaginative body in every one of us. At 4:15pm every day, the explorers participating in the workshop will have the chance to invite their family members to visit the work space. 
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5,00 EUR
“Pimenta na Língua” é uma breve formação que toma poemas de “Comer a Língua” como pretexto a uma experiência física e coletiva intertextual. Implica os participantes na exploração sonora e imagética da Língua, através da concretização de propostas que têm como motor ferramentas da criação teatral.
Com esta formação partilhamos possíveis instrumentos para a leitura do espetáculo e pistas que permitam desenvolver, no contexto sala de aula, sugestões lançadas pelo espetáculo e pelo texto. Esta formação terá por base o livro “Comer a Língua”, de Regina Guimarães, editado a par da criação do espetáculo que lhe dá o nome e que estará por Guimarães em março de 2017.
 
Local Centro Cultural Vila Flor
Horário 20 dezembro 16h00 às 18h00 (sessão esgotada) / 19h00 às 21h00
21 dezembro 19h00 às 21h00
Público-alvo Professores de qualquer ciclo escolar
Duração 120 min.
Lotação 20 pessoas
Preço 5,00 eur
Possibilidade de aquisição do livro mediante indicação no momento da inscrição.
As inscrições podem ser efetuadas através do preenchimento de formulário disponível neste site.
 
Para mais informações contactar o Serviço Educativo através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
ou do tlf. 253 424 700
“Pimenta na Língua” is a short workshop which takes the poems from “Comer a Língua” (“Eat your Tongue”) as the basis for an intertextual physical group experience. It will invite the participants to explore the sounds and images of language by taking part in activities that use tools from the theatre arts.

With this classroom-based workshop, we will share those potential instruments needed to appreciate the show and discuss ways to expand on the themes suggested by the performance and the text themselves. This workshop will focus on the book, “Comer a Língua” by Regina Guimarães, published in conjunction with a show of the same name that will be presented in Guimarães in March, 2017.

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2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%

HORÁRIO DA EXPOSIÇÃO
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
“Questionamento” é uma exposição que reúne um grupo de 14 jovens artistas ibéricos convidados a desconstruir, enfrentar e questionar dois conceitos: o território e a sociedade.
“Questionamento” é título do projeto curatorial vencedor do prémio Se Busca Comisário, promovido pela Comunidad de Madrid, e que agora, numa parceria inédita entre estes dois municípios, se apresenta no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. A exposição apresenta obras de 14 artistas ibéricos e procura debater e questionar problemáticas relacionadas com os conceitos de território e sociedade. A exposição integra trabalhos dos artistas Ana Catarina Pinho, André Alves, Andrés Pachón, Bel Fullana, Carlos Valverde, Dalila Gonçalves, Elena Lavellés, Irene Grau, Lois Patiño, Ollala Gómez, Sérgio Carronha, Teresa Solar Abboud, Tiago Baptista e Tiago Casanova.
 
INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO 
05 novembro, 18h00
 
Curadoria Martim Dias
 
Sociedade 
André Alves, Bel Fullana, Carlos Valverde, Elena Lavellés, Olalla Gómez, Tiago Baptista, Tiago Casanova
 
Território
Ana Catarina Pinho, Andrés Pachón, Dalila Gonçalves, Irene Grau, Lois Patiño, Sérgio Carronha, Teresa Solar Abboud
 
Exposição organizada em parceria com a Comunidad de Madrid

The Vila Flor Palace inaugurates a new exhibition on November 5th at 6pm. “Questionamento” (“Questioning”) is the title given to the museum exhibit awarded the Se Busca Comisário Prize awarded by the Comunidad de Madrid which is now being shown in our two cities thanks to a first-time partnership. The exhibition will feature the works of 14 artists from around the Iberian Peninsula and will address and question such relevant topics as the concepts of territory and society. The exhibit will feature works from Ana Catarina Pinho, André Alves, Andrés Pachón, Bel Fullana, Carlos Valverde, Dalila Gonçalves, Elena Lavellés, Irene Grau, Lois Patiño, Ollala Gómez, Sérgio Carronha, Teresa Solar Abboud, Tiago Baptista and Tiago Casanova. 
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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A exposição “Objectos Estranhos: ensaio de proto-escultura” tem por objetivo reunir um amplo conjunto de peças do património religioso, popular e arqueológico da região, fazendo-as dialogar com peças de artistas contemporâneos.
Através da extensa paisagem de objetos expostos – que vão desde as pinturas de Mestre Caçoila até ex-votos em cera, passando por peças notáveis de alguns dos mais significativos espólios museológicos do Concelho, como é o caso de S. Torcato, S. Francisco ou Fermentões – pretendemos celebrar a riqueza, a pluralidade e a idiossincrasia de uma terra muito densa, através não só da reunião desses objetos mas, igualmente e sobretudo, de uma plêiade de convidados que, no âmbito e no interior da exposição, ajudarão a perceber as crenças, os hábitos e rituais que organizam a vida das pessoas.
 
Quinta, 15 dezembro | 18h00
Conferência com José Gil
Objecto de arte Objecto mágico
 
Tendo como pano de fundo a exposição “Objectos Estranhos: Ensaio de proto-escultura”, o filósofo José Gil apresentará a conferência Objecto de arte Objecto mágico pondo os dois em paralelo. As perguntas nascerão, então, múltiplas: porque é que tantos artistas, desde sempre, aproximaram o seu fazer à “alquimia”, à “magia”, “ao sonho” à “mediunia”? Como caracterizar as “forças” de um e outro objecto? A lógica da magia. A captura. Magia e feitiçaria. A forma, a zona de fronteira.  
 
José Gil nasceu em Moçambique e doutorou-se em Filosofia na Universidade de Paris (1982), com um estudo sobre “O Corpo como Campo do Poder”, sob orientação de François Châtelet. Colabora com revistas portuguesas e estrangeiras e é autor de algumas entradas na enciclopédia Einaudi. Foi Professor da Universidade Nova de Lisboa e Directeur de Programme do Collège International de Philosophie de Paris. Publicou livros sobre Filosofia do corpo, sobre Estética, sobre Fernando Pessoa e sobre Política. Algumas das suas obras estão publicadas no Brasil e traduzidas em Espanha, França, Itália, Sérvia e EUA.
 
Entrada livre, condicionada ao número de lugares disponíveis na sala
The exhibition, “Strange Objects: essay on proto-sculpture” will bring together a broad range of pieces from the region`s religious, archaeological and folk heritage, inviting them to enter a dialogue with pieces from contemporary artists.
Through the extensive landscape of the objects on display, which range from the paintings of Mestre Caçoila to wax ex-votos offerings, in addition to some of the most notable pieces from museum collections in the county – as in the case of objects from São Torcato, São Francisco and Fermentões – the intention is to celebrate the wealth, plurality, and the idiosyncrasy of a land whose traditions are a gift. This exhibition is not just bringing together the objects but also a wide range of people who will participate in the event by helping visitors to understand the beliefs, habits, and rituals that serve as the foundation of the lives of the people.
 
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Com Mestre Caçoila (pintor aos domingos) e Musa paradisiaca 
Peças das Coleções de Museu de Alberto Sampaio, Sociedade Martins Sarmento, Museu da Agricultura de Fermentões, Venerável Ordem Terceira de São Francisco, Associação Artística da Marcha Gualteriana, Igreja de São Domingos, José de Guimarães / CIAJG e gentis colecionadores particulares 
Curadoria de f.marquespenteado e Nuno Faria
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Para o filósofo alemão Martin Heidegger, de cuja obra o título desta exposição é pedido de empréstimo, a produção artística é uma forma de posicionamento do homem perante a natureza.
Perguntamos aqui o que significa produzir arte. Enquanto modo específico de produção, a arte produz o quê? Estando na orla, nas margens, na confluência do mundo industrializado com o mundo natural, na obra de arte “ganha forma o próprio acontecimento da clareira do ser”. Uma forma de esclarecimento. De onde vimos, quem somos, para onde vamos? Talvez a arte trilhe um caminho que não leva a parte nenhuma; um caminho de floresta feito para nos perdemos e, na diversidade da natureza, nos reencontrarmos com a origem e os fundamentos do humano. Esta exposição reúne, assim, um conjunto de aproximações e de diálogos com uma certa ideia de natureza, enquanto tematização do diverso, daquilo que nos é estranho, e de como a podemos vir a traduzir, a compreender e a habitar.
 
For the German philosopher Martin Heidegger, whose work has lent its name to the title of the present exhibition, an artistic production is a way of positioning man in the context of nature.

Here we ask what the act of producing art might signify. As a specific mode of production, art produces what exactly? Being on the border, at the shore, at the confluence of the industrial and the natural world, it is said that in the work of art “the very event of the clarity of being takes form.” A type of clarification. Of where we come from, who we are and where we are going? Perhaps art is treading a path which takes us nowhere; we choose to go off the beaten track in a forest in order to go off wandering, and in the diversity of nature we have a reencounter with human origins and foundations. This exhibition thus brings together a set of approximations and dialogues with a certain idea of what nature is in a thematicized exercise on the diverse, on what appears strange to us, and how we might come to translate, understand and inhabit what we experience. 

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Com Alberto Carneiro, Celeste Cerqueira, Filipe Feijão, Franklim Vilas Boas, Ilda David, Maria Capelo, 
Musa paradisiaca + Tomé Coelho, Reis Valdrez 
Curadoria de Nuno Faria
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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“Labirinto e Eco” é o mote da nova montagem da coleção permanente do Centro Internacional das Artes José de Guimarães.
Durante o período de um ano, as salas do piso superior do CIAJG vão acolher um extenso e variado conjunto de intervenções de artistas contemporâneos, convidados a dialogar com os notáveis objetos da coleção de José de Guimarães e outros entretanto reunidos no acervo da instituição. O eco da criação artística propaga-se pelos tempos, numa fascinante e misteriosa viagem que descobrimos com renovado espanto a cada visita que fazemos ao museu, a cada museu. No CIAJG não é diferente. Propomos uma experiência única de visita ou revisitação através do labirinto da história pelo próprio pé do espetador ou pela mão dos monitores do nosso Serviço Educativo.
 
“Labirinto e Eco” (“Labyrinth and Echo”) is the name given to the new arrangement of the permanent collection of the José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG).
In the coming year, the exhibition rooms of the upper floor of the CIAJG will welcome an extensive and varied set of contemporary art pieces which are meant to enter a dialogue with notable objects created by the artist José de Guimarães as well as other pieces held in the institution’s collection. The echo of the artistic creation is a sound that carries over the decades and centuries in a fascinating and mysterious journey that unfolds with renewed awe each time we visit the museum, any museum. And the CIAJG is no different. Allow us to propose a unique visitor´s experience through the labyrinth of history – you may tread the path yourself or take the hand of a docent from our Educational Services. 
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Muitas são as histórias e as memórias que Guimarães guarda, e que se guardam sobre Guimarães. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães.
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.

Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal`s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Many are the stories and the memories kept by Guimarães, and which are kept with regard to Guimarães. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães.

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Horário
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h0
 Todas as idades
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