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“O Banqueiro Anarquista”, de Fernando Pessoa, é a mais recente encenação de João Garcia Miguel.

À mesa de um restaurante dois amigos debatem a situação social de um deles que diz paradoxalmente que se tornou banqueiro porque é anarquista politicamente. O absurdo da situação, a falta de teatralidade e o devaneio mental deste personagem, conduzem-nos perante um retrato de vida que muitos espectadores conhecem, ou por experiência própria ou por proximidade familiar. 

“O Banqueiro Anarquista” (“The Anarchist Banker”), by Fernando Pessoa is the newest production of João Garcia Miguel.

At a restaurant table two friends talk about the social situation of one of them that says he became a banker because he is a political anarchist. The absurd, the lack of theatrical feeling and the mental daydream of this character show us a life portrait known by many of us by own experience or by family.

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Um projecto
Companhia JGM
Encenação João Garcia Miguel
Texto O Banqueiro Anarquista, de Fernando Pessoa
Adaptação dramatúrgica e outros textos João Garcia Miguel
Interpretação Anton Skrzypiciel, Ana Rosa Abreu, Isa Araújo, João Pedro Santos e Sara Ribeiro
Movimento Anton Skrzypiciel
Música original Steve Bird
Realização vídeo HOW by Rui Gato
Edição e operação vídeo João Faustino
Figurinos Lidija Kolovrat
Cenografia João Garcia Miguel
Assistência à encenação Rui Viola
Construção de cenografia Pedro Santos e Mantos
Desenho de luz Luís Bombico
Direcção técnica Luís Bombico, Várias Cenas, Lda.
Operação legendagem Nuno Correia
Fotografia Márcio Silva
Produção executiva Marta Vieira
Assistência de produção Solange Carvalho
Web design Mantos
Co-produção JGM, Teatro Maria Matos
Apoio Teatro-Cine Torres Vedras, Câmara Municipal Torres Vedras
Estrutura financiada pelo Ministério da Cultura - DGArtes e Fundação Calouste Gulbenkian
João Garcia Miguel é um artista associado do Espaço do Tempo
Maiores de 12

Apresentação no âmbito da rede
5 Sentidos
Co-financiada por QREN, Mais Centro, ON - Operação Norte e União Europeia

 

 

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Depois do êxito alcançado com “Inferno” (2008), Olga Roriz regressa a Guimarães para apresentar a sua última criação, “Nortada”.

"Nortada" estreou em Junho de 2009 em Viana do Castelo, terra natal da coreógrafa. Segundo Olga Roriz: "Nortada é um espectáculo sobre as memórias dessa minha terra onde nunca vivi mas de que guardo os mais fortes momentos de infância e adolescência. Tudo nessa terra me é familiar, apesar de tanta ser a distância e maior ainda a ausência. Foi exactamente nesse lugar de confronto entre a incontornável distância e a profunda proximidade afectiva que nasceu, se desenvolveu e construiu esta peça.”.

After the success with “Inferno” (2008), Olga Roriz returns to Guimarães to present her latest creation “Nortada”.

"Nortada" had its first presentation in June 2009 in Viana do Castelo, the choreographer’s hometown. According to Olga Roriz: "Nortada is a show about the memories of that home of mine where I never lived but from which I keep the strongest moments of childhood. Everything there is familiar despite of the distance and the absence. It was from that distance and at the same time that profound affectionate proximity that this show was developed and built".

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Direcção e selecção musical Olga Roriz
Cenário Pedro Santiago Cal
Figurinos Olga Roriz
Desenho de luz Cristina Piedade
Músicas Amália, Bau, Corelli, Croke, Charles Trénet, Dead Combo, Grupo Folclórico de Santa Marta de Portuzelo, Pink Martini, Klezmer Music
Textos Criação Colectiva
Operação de som Miguel Mendes 
Operação de luz Daniel Verdades
Assistente da direcção artística Laura Moura 
Assistente de cenário, adereços e guarda-roupa Maria Ribeiro
Costureira Florinda Basílio
Director de produção Pedro Quaresma
Produtor executivo Teresa Brito
Assistente de produção José Madeira
Intérpretes Catarina Câmara, Claúdia Nóvoa, Rafaela Salvador, Bruno Alexandre, Pedro Santiago Cal
Companhia financiada pelo Ministério da Cultura | Direcção Geral das Artes
Maiores de 12

 

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O Centro Cultural Vila Flor recebe, pela primeira vez em Portugal, a cantora americana Jill Tracy.

Cantora, pianista e compositora, Jill Tracy já foi descrita como “uma mulher fatal para o homem que pensa”. O seu rosto delicado e a sua sensibilidade vintage evidenciam um glamour gótico e um timbre aveludado e inconfundível. Tortura, suicídio, obsessões e paixões lascivas descontroladas, são alguns dos relatos que encontramos nos temas que compõem a música de Jill Tracy, uma música hipnótica e por vezes sombria, mas acima de tudo envolvente e penetrante. Jill Tracy já foi comparada a Nick Cave, David Bowie, Robert Smith (The Cure), entre outros artistas de renome internacional.

Centro Cultural Vila Flor presents for the first time in Portugal the american singer Jill Tracy.

Singer, pianist and composer Jill Tracy has already been described as “a fatal woman for the thinking man”. Her delicate face and her vintage sensibility clearly show a gothic glamour and a soft and unmistakable tone. Torture, suicide, obsessions and lascivious and uncontrolled passions are some of the accounts we find in her hypnotic, dark but engaging and penetrating music. She has already been compared to Nick Cave, David Bowie, Robert Smith (The Cure) among other international artists.

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Jill Tracy voz e teclas
Paul Mercer violino
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2,50 EUR
Jorge Cruz, B Fachada, João Pinheiro, Bernardo Barata e João Gil formam o quinteto que dá corpo e voz ao projecto Diabo na Cruz.

“Virou”, o primeiro álbum de estreia do projecto Diabo na Cruz, foi considerado um dos mais surpreendentes discos de música portuguesa lançados em 2009. Neste trabalho, esta nova geração de talentosos músicos e escritores de canções mistura, de forma brilhante, o folclore, a música tradicional portuguesa e o rock.

Jorge Cruz, B Fachada, João Pinheiro, Bernardo Barata and João Gil are the quintet that personifies “Diabo na Cruz”.

“Virou”, the debut album of “Diabo na Cruz” was considered one of the most surprising records made in Portugal in 2009. This new generation of talented musicians and songwriters brilliantly mixes folklore, Portuguese traditional music and rock.

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Jorge Cruz guitarra e voz     
B-Fachada viola braguesa e voz
Bernardo Barata baixo e voz
João Gil sintes 
João Pinheiro bateria e percussão
Maiores de 12 

2,50 EUR
Os The Supervisor praticam um rock indie/alternativo ''sem barreiras criativas'' (in Rascunho), ''hipnótico, a lembrar os oitenta aqui e ali, sons dark, ora acelerados, ora calmos'' (in Santos da Casa).

Depois de integrarem a Colectânea Fnac Novos Talentos de 2009 e da edição do primeiro disco a 11 de Setembro de 2009, os The Supervisor tem tido uma agenda preenchida de concertos.

As expressões ''velocidade'', ''contraste'', ''melódico'', ''pós-punk'', ''sombrio'' e ‘’hipnótico’’ são as mais utilizadas na hora de caracterizar o som da banda.
The Supervisor have an indie/alternative rock “with no creative obstructions” (in Rascunho), ''hypnotic, dark sounds, quick or slow remembering the 80’s'' (in Santos da Casa).

After being part of the Anthology Fnac Novos Talentos of 2009 and after the edition of their first record in September 11th 2009, The Supervisor have had a busy agenda.

Words like “speed”, ''contrast'', ''melodic'', ''post-punk'', ''dark'' and ‘’hypnotic’’ are the most frequently used to characterize the sound of The Supervisor.
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André Banza voz e guitarra
Pedro Ramalho bateria
Renato Silva baixo e voz
Maiores de 12

2,50 EUR
Os Bunnyranch são uma das mais estimulantes bandas portuguesas surgida do contexto rock'n'roll que caracteriza a cidade de Coimbra.

Liderado pelo carismático baterista e vocalista Kaló (ex-Tédio Boys), o grupo já actuou em diversos países da Europa - de Espanha à Holanda, passando por Inglaterra e França -, e fez recentemente uma digressão pelos Estados Unidos da América. Nesta vinda a Guimarães, os Bunnyranch sobem ao palco do Café Concerto do CCVF para apresentar o fresquíssimo novo álbum da banda, "If You Missed The Last Train". Este novo trabalho dos Bunnyranch tem de tudo, como a drogaria. Tem as referências, é certo, aqueles momentos em que tanto podemos lembrar gente dos swinging sixties ingleses (“Free to Shake, Free to Brake”) como uns Rolling Stones perpassados pela acidez de certos blues (“No Crime Scene”), em que tanto se vislumbra um storytelling nova-iorquino e corrosivo (“I Can’t Set Myself Free”, “Go Away, Keep Away”) como visões enviesadas da northern soul (“Don’t Dance to This Song”).

The Bunnyranch are one of the most stimulating portuguese bands from the rock'n'roll context of Coimbra.

Led by drummer and singer Kaló (ex-Tédio Boys), the group has already performed in several European countries like Spain, Holland, England and France and had a recent tour in the USA. They come up on stage at the Café Concerto to present their newest album "If You Missed The Last Train".

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Kaló voz e bateria
Pedro Calhau baixo
João Cardoso teclas e vozes
Augusto Cardoso guitarra
Maiores de 12

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